Opinião:
O Relógio Avariado de Deus…
Avarias interiores, exteriores, sociais e até divinas…
Poemas que são um grito furioso contra aquilo que muitas vezes não conseguimos mudar ou fazer algo. Através das palavras o autor consegue passar o alerta para factos tristes e tão próximos de nós!
Avarias que não deveriam acontecer, que deveriam ser consertadas pelo divino.
Um relógio que não anda, um tempo estagnado, parado…em retrocesso. Onde acontecimentos anormais, são vistos como rotina. Assim, não haja dúvidas de que o relógio de Deus (da vida) anda avariado…perante tal realidade!
No entanto, talvez haja conserto para este relógio especial. Quem será capaz de tal proeza/destreza? Arrisco a referir a humanidade! Será este um pensamento inalcançável? Um sonho? Espero que não!

Parabéns ao autor pela obra e pelos belos poemas, que sendo diferentes, reais,  revestidos de sonhos, tristezas, mágoas e até povoados pelo fantasma da morte, captam a nossa atenção e fazem-nos reflectir sobre o que nos envolve.
Li e reli este pequeno grande livro e Recomendo!

Ozias Filho, nasceu em 6 de Julho de 1962, no Rio de Janeiro, é formado em Jornalismo pela Faculdade Hélio Alonso; em Fotografia pela Pontifícia Universidade Católica, ambas naquela cidade; é pós-graduado em Edição, pela Universidade Católica Portuguesa. Trabalhou no Jornal O Primeiro de Janeiro (Porto). Lançou em 2001 pela Editora Alma Azul o livro Poemas do Dilúvio. Idealizou e protagonizou na Casa da América Latina ao longo da última década vários projectos, entre eles: Uma Hora Com os Poetas, Noites em Pasárgada e Neruda com Amor. Desde de 1999 é o responsável da Editora Vozes em Portugal. Em 2005 lançou pela Edições Pasárgada o livro Páginas Despidas. Em 2006 participou na colectânea de contos Con-to-Con-ti-go, Livrododia Editores e em 2008 publicou pela mesma editora o livro de fotografias Santa Cruz com poemas de Luís Filipe Cristóvão. Tem participado em vários projectos ligados à fotografia, produzindo para capas de livros e revistas especializadas (arquitectura e artes). Em 2010 foi um dos escritores da antologia de contos Só agora vejo crescer em mim as mãos de meu pai; das Edições Pasárgada, da qual é o fundador e editor.


Lançamento do livro "O Relógio Avariado de Deus" a 29 de Junho quarta-feira, às 21 horas, na Casa da América Latina, em Lisboa (Av. 24 de Julho, 118 B)
Lançamento do livro O relógio avariado de Deus

No próximo dia 29 de Junho, quarta-feira, às 21 horas, na Casa da América Latina, em Lisboa (Av. 24 de Julho, 118 B).
A obra será apresentada pela escritora Cristina Maria da Costa.
Opinão:
Chris Cleave traz-nos uma história muito séria e muito triste, contada de uma forma magistral, que em certos momentos leva-nos ao riso, no entanto enquanto estamos a rir, não deixámos de pensar na tristeza de tais situações que de tão tristes tornam-se tão cómicas…
A ironia, o humor a tristeza andam aqui de mãos dadas, talvez porque a vida também é assim…
O autor dá-nos a conhecer os seus personagens de forma original, ao mesmo tempo que crua e dramática. Personagens estes ligados por um acontecimento passado e que continuou presente até a chegada da pequena abelha.
O tema central do livro recai sobre os refugiados. Pessoas que chegam ilegalmente a um país e que são tratados de forma desumana! Fogem da sua dura realidade que, ao menos, conheciam para se depararem com uma realidade desconhecida, mas semelhante. Ninguém se preocupa ou questiona o porquê do abandono do país de origem, são apenas vistos como meros empecilhos que têm de ser devolvidos, mesmo que a sentença que estes terão à chegada do seu país seja a morte!
Este é um relato forte e verdadeiro que emociona e que por vezes diverte (como eu já referi), mas sobretudo faz reflectir sobre uma realidade que nos passa despercebida.
Uma leitura que aconselho sem reservas!
Excelente!

Sinopse:
Não queremos contar-lhe O QUE ACONTECE neste livro. Esta é uma HISTÓRIA MESMO ESPECIAL e não queremos desvendá-la.
Ainda assim, vai precisar de saber um pouco mais sobre ela para querer lê-la, por isso, vamos dizer apenas o seguinte:
Esta é a história de DUAS MULHERES. Os seus destinos vão cruzar-se UM DIA e uma delas terá de fazer UMA ESCOLHA terrível, o tipo de escolha que ninguém deseja enfrentar. Uma escolha que envolve vida ou morte. DOIS ANOS DEPOIS, elas encontram-se de novo. É então que a história começa verdadeiramente…
Depois de ler este livro, vai querer falar dele a TODOS OS SEUS AMIGOS. Quando o fizer, por favor, também não lhes diga o que acontece. Permita-lhes saborear a sua MAGIA.

Sobre o autor:
Chris Cleave foi jornalista, colunista, barman, marinheiro, professor e pioneiro da Internet. Incendiário, o seu romance de estreia, foi um bestseller internacional, tendo sido publicado em vinte países e vencido o Somerset Maugham Award em 2006, o Book-of-the-Month Club Award na categoria de primeiro romance e o Prémio Especial do Júri nos Prémios dos Leitores de França em 2007. Foi adaptado para o CINEMA, num filme protagonizado por Ewan McGregor e Michelle Williams.
Pequena Abelha foi um estrondoso sucesso de crítica e público em todo o mundo, tendo liderado a lista de bestsellers do The New York Times e sido considerado um dos melhores livros do ano por diversas publicações, entre elas, o The Independent. Está também a ser adaptado para o cinema, num filme protagonizado por Nicole Kidman.*

*informação sobre o autor retirada da wook
O blogue e a Editorial Presença agradecem aos 252 participantes do passatempo "O Último Homem na Torre" de Aravind Adiga.

O vencedor do passatempo é:
Rui Jorge Martins Alves Carneiro

Parabéns ao vencedor e boa leitura ;)
O blogue a a Europa América agradecem aos 216 participantes do passatempo "O Grande Gatsby" de F. Scott Fitzgerald.

O vencedor do passatempo é
Mafalda Maria Silveiro Cravidão

Parabéns à vencedora e boa leitura ;)

Se há um livro que eu acho que nunca vou ler, este livro é "Ulisses" de James Joyce.

E você, que livro é que acha que nunca vai ler?

Excerto do prefácio

É dessa forma, como expiação do limite da condição humana, que melhor rende a leitura dos poemas de Ozias Filho. Por isso, referências geográficas mais explícitas cruzam-se com outras, afectivas, como no poema Maria, em que a estação de metro de São Francisco Xavier, no Rio (onde a menina Gabriela Ribeiro foi baleada, durante um tiroteio entre policiais e assaltantes, caso de comoção pública que resultou em importantes movimentos sociais) é permutada pala estação dos Anjos, em Lisboa. Ou mesmo no caso em que o espectáculo não é o da morte causada por balas ou crimes, mas por uma avaria neste outro tipo de máquina humana, o coração, como se constata com o poema Em directo, dedicado ao jogador de futebol Miklós Féher, morto em campo e também caso de comoção nacional. Desta forma rende melhor a leitura do livro: os poemas buscam expiar a morte, sempre precoce, ao anotarem o que a notícia silencia – o silêncio do grito de golo, o intocado da beleza de uma primeira vez, a viúva vestida de branco, enfim, todas as manifestações do desejo infindo de contrariar a morte.

(Alexandre Faria in prefácio de O Relógio Avariado de Deus)

Ozias Filho, nasceu em 6 de Julho de 1962, no Rio de Janeiro, é formado em Jornalismo pela Faculdade Hélio Alonso; em Fotografia pela Pontifícia Universidade Católica, ambas naquela cidade; é pós-graduado em Edição, pela Universidade Católica Portuguesa. Trabalhou no Jornal O Primeiro de Janeiro (Porto). Lançou em 2001 pela Editora Alma Azul o livro Poemas do Dilúvio. Idealizou e protagonizou na Casa da América Latina ao longo da última década vários projectos, entre eles: Uma Hora Com os Poetas, Noites em Pasárgada e Neruda com Amor. Desde de 1999 é o responsável da Editora Vozes em Portugal. Em 2005 lançou pela Edições Pasárgada o livro Páginas Despidas. Em 2006 participou na colectânea de contos Con-to-Con-ti-go, Livrododia Editores e em 2008 publicou pela mesma editora o livro de fotografias Santa Cruz com poemas de Luís Filipe Cristóvão. Tem participado em vários projectos ligados à fotografia, produzindo para capas de livros e revistas especializadas (arquitectura e artes). Em 2010 foi um dos escritores da antologia de contos Só agora vejo crescer em mim as mãos de meu pai; das Edições Pasárgada, da qual é o fundador e editor.

Esta semana a Editorial Presença tem como Livro da semana
O Tigre Branco de Aravind Adiga - Man Booker Prize 2008

Pode ler a opinião a este livro aqui no blogue

O Perfume da Savana
Sinopse:
Situado nos tempos em que África era uma colónia portuguesa, o presente romance espelha com intensidade os fascínios desta terra quente e inebriante e centra-se numa história de amor entre dois jovens que tudo ultrapassam para viver um amor proibido.
Ao mesmo tempo que este livro se constitui como retrato de uma época, evidenciando os seus traços culturais e, em particular, a forma como mulher é socialmente vista, ele conduz o leitor aos meandros da natureza humana e à filigrana dos sentimentos que dão cor à memória e tornam a vida uma intensa e enigmática aventura.

A Mulher do Capitão
Sinopse:
Um Romance intenso, apaixonante, que transporta o leitor a um tempo de amores proibidos e sentimentos fortes, mas também de relações de aparências, guerra e morte.Porque há histórias de amor que têm de ser contadas.

Ludgero Nascimento dos Santos nasceu em 1940 numa pequena aldeia lá no sopé da grande serra. Imerso entre mulheres - mãe, duas avós, quatro tias, duas irmãs.
Posteriormente teria outra -, a única figura masculina era o seu avô, austero com elas, terno com ele.
Aos quatro anos embarcou com a mãe e as irmãs no "Mouzinho de Albuquerque" a caminho de Angola, onde se juntaram a seu pai. Aí a infância foi feliz até perder duas irmãs, a mais nova e a mais velha; a primeira por doença, a segunda num acidente de viação.
O primeiro emprego dos catorze que teve na vida conseguiu-o numas bombas de gasolina. Foi ajudante de mecânico, pescador, descascador de batatas, ajudante de cozinheiro, condutor de camiões, tractorista, electricista, soldador, mecânico de máquinas, armazenista e, por vezes, desafiava o rio na pesquisa de diamantes. Foi chamado a combater na Guerra Colonial, jogou futebol, casou e teve duas filhas.

A Luz dos Livros


Beach Read
By Amanda Russian

O blogue em parceria com a Editorial Presença tem para oferecer um exemplar do livro "O Último Homem na Torre" de Aravind Adiga.
Para participar e tentar ganhar este livro, tem de responder acertadamente a todas as questões do formulário e seguir as regras.


Regras do passatempo:
-O passatempo começa hoje dia 16 de Junho de 2011 e termina às 23.59h do dia 22 de Junho de 2011;
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

As respostas ao formulário aqui

PASSATEMPO ENCERRADO

Boa sorte aos participantes ;)

Editorial Presença
Leia a entrevista feita à autora de
 aqui  no Destante
O blogue em parceria com a Europa América tem para oferecer um exemplar do livro de F. Scott Fitzgerald "O Grande Gatsby".
Para participar no passatempo e tentar ganhar este fantástico livro, tem de responder acertadamente a todas as questões do formulário e seguir as regras.

Regras do passatempo:
-O passatempo começa hoje dia 15 de Junho de 2011 e termina às 23.59h do dia 22 de Junho de 2011;
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

As respostas ao formulário aqui

PASSATEMPO ENCERRADO

Boa sorte aos participantes ;)

Data de Publicação: 16 Junho 2011
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NOVO ROMANCE DE ARAVIND ADIGA,
MAN BOOKER PRIZE 2008

O Último Homem na Torre é o novo romance de Aravind Adiga, autor de O Tigre Branco, o celebrado Booker Prize de 2008. A acção passa-se em Mumbai (Bombaim), uma imensa metrópole onde coexistem mundos de pobreza e privação, uma gananciosa e empreendedora camada de novos-ricos e uma pequena burguesia orgulhosa das suas tradições… Quando o empresário e construtor civil Dharmen Shah entra em cena na comunidade dos moradores das Torres A e B, da Cooperativa de Habitação Vishram, vem perturbar os laços de convivência entre todos, colocando-os em situações limite. Nesta galeria de tipos humanos, que seduz pela sua diversidade e riqueza, reflecte-se a própria cidade, afinal a grande protagonista deste romance.

Aravind Adiga nasceu em Madras (actual Chennai) em 1974. Cresceu em Mangalore, no Sul da Índia. Frequentou as universidades de Columbia e Oxford, e trabalhou para o New Yorker, o Sunday Times, o Financial Times, o Times of Indi, entre outros jornais. O seu primeiro romance, O Tigre Branco, foi distinguido com o Booker Prize (2008), Entre os Assassinatos, um título constituído por um conjunto de histórias, saiu ainda nesse mesmo ano. Encontram-se ambos publicados pela Presença nesta colecção.

CITAÇÕES DE IMPRENSA ESTRANGEIRA:
«Extraordinário e brilhante… Adiga é um verdadeiro escritor – isto é, alguém que cria uma voz e uma visão originais.»
Sunday Times

«Um dos livros mais fortes que li nas últimas décadas.»
USA Today

Título: Inocente
Autor: Scott Turow
Colecção: Contemporânea
Pp.: 420

A muito aguardada continuação de Presumível Inocente, o êxito de vendas do escritor best-seller do New York Times, que constituiu um marco neste género literário.
Mais de vinte anos depois de Rusty Sabich e Tommy Molto se terem enfrentado no julgamento por homicídio qualificado de Presumível Inocente, os dois homens defrontam-se novamente num fascinante duelo psicológico. Quando Sabich, agora juiz de um tribunal de apelação, encontra a sua mulher morta em circunstâncias misteriosas, Molto acusa-o de homicídio pela segunda vez, pondo em marcha um julgamento que nos mostra Turow no seu melhor — e uma sala de audiências tensa e explosiva.
Com a sua característica percepção das verdades sombrias da mente humana e das complexidades do sistema de justiça criminal, Scott Turow volta a provar que alguns livros simplesmente nos obrigam a ler pela noite fora, ansiosos por sabermos quem é o criminoso.
Scott Turow é autor de oito obras de ficção, entre as quais Danos Pessoais, Erros Reversíveis, O Medo dos Bravos, Juiz Por Um Fio e o famoso thriller Presumível Inocente, que foi adaptado para o cinema por Alan J. Pakula e que conta com Harrison Ford como protagonista, entre outros actores de renome. Os livros de Turow estão traduzidos em mais de vinte e cinco línguas e já venderam mais de vinte e cinco milhões de exemplares em todo o mundo. Ele escreve também ensaios e artigos de opinião para publicações como o New York Times, o Washington Post, a Vanity Fair, o The New Yorker, a Playboy e o The Atlantic.

Crítica:
«O novo romance de Scott Turow é a versão do El Dorado do leitor de ficção: um mistério à volta de um crime/drama de sala de audiências que não conseguimos parar de ler e que é também um tesouro literário, escrito numa linguagem clara, com uma percepção genuína das personagens. Quando acabei de o ler, senti-me espantado e realizado, como só acontece quando lemos autores no auge dos seus poderes. Ponham este livro na vossa lista de obras a não perder.» Stephen King.

Título: Manual do Detective
Autor: Jedediah Berry
Colecção: Contemporânea
Pp.: 260

Um maravilhoso livro de estreia, com um enredo alucinante, em que um improvável detective, armado somente com um chapéu-de-chuva e um peculiar manual, terá de resolver vários crimes cometidos nos sonhos das pessoas.
Numa cidade nunca nomeada e sempre chuvosa, Charles Unwin é um meticuloso funcionário de uma poderosa agência de detectives. Após anos num labirinto de arquivos, é o responsável pelos ficheiros de Travis T. Sivart, o famoso detective que resolveu os casos do Homem que Roubou o Dia 12 de Novembro e das Três Mortes do Coronel Baker.
Quando Sivart desaparece misteriosamente, tal como os despertadores de toda a cidade, Charles Unwin é promovido a detective e, na companhia da sua secretária narcoléptica, terá de descobrir o paradeiro do lendário agente e salvar a cidade das garras de um mestre do crime que assombra os sonhos dos habitantes.
Jedediah Berry é escritor e editor na Small Beer Press. Publicou contos nas colectâneas Best American Voices e Best American Fantasy. Em 2010, O Manual do Detective ganhou o Crawford Award, o Dashiel Hammett Prize e o Strand Critics Award, para a melhor estreia literária.

Crítica:
«Jedediah Berry está em sintonia com o estilo das histórias policiais de Holmes e Spade e reproduz ambientes com um adorável talento.» Michael Moorcock
«Este livro de estreia tece a intriga elaborada que seria de esperar se Wes Anderson adaptasse um livro de Kafka.» The New Yorker 
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Título: O Vampiro Armand
Subtítulo: Sinfonia para Sybelle
Autor: Anne Rice
Pp.: 440

Autora de Entrevista com o Vampiro.
Em mais um volume das «Crónicas do Vampiro», Anne Rice invoca mundos deslumbrantes para nos trazer a história de Armand, eternamente jovem, com o rosto de um anjo de Botticelli.
Armand surgiu pela primeira vez há trinta anos, em toda a sua glória negra, no já clássico Entrevista com o Vampiro, primeiro volume de «Crónicas do Vampiro», romance que tornou a autora famosa em todo o mundo como magnífica contadora de histórias e criadora de reinos mágicos.
Acompanhamos assim, nesta obra, Armand através dos séculos até à Kiev Rus da sua infância — uma cidade em ruínas sob o domínio mongol — e à antiga Constantinopla, onde os assaltantes tártaros o vendem como escravo. Num magnífico palazzo da Veneza do Renascimento, encontramo-lo em escravidão emocional e intelectual com o vampiro Marius, que se disfarça entre os humanos como pintor misterioso e recluso e o qual confere a Armand o dom do sangue vampírico.
À medida que o enredo se aproxima do seu ponto culminante, atravessando cenários de luxo, elegância, emboscadas, incêndios e adoração ao demónio, passando pela Paris do século XIX e pela Nova Orleães da actualidade, veremos este herói romântico, eternamente vulnerável, ser forçado a escolher entre 
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Título: O Dia Cinzento e Outros Contos
Autor: Mário Dionísio
Colecção: Livros de Bolso - Série Grandes Obras
Pp.: 224

«Lembro-me perfeitamente de que, ao escrever O Dia Cinzento, não me movia a mínima ambição ‘literária’, mas outra, muito mais ambi¬ciosa e mais ingénua, que era a de acordar naqueles que o lessem a consciência da injustiça social e a necessidade de agirem contra ela.»

Eis as palavras que Mário Dionísio nos deixa no prefácio desta antologia e que resumem o espírito de uma obra pouco ou nada aclamada aquando da sua publicação, mas que o passar do tempo tornou uma das mais aplaudidas da nossa literatura.
Em 1944, O Dia Cinzento surge numa época de medo, desalento e desesperança, em que as palavras eram censuradas e os sonhos reprimidos. Talvez por isso estas histórias de vidas banais tenham passado despercebidas e o seu verdadeiro propósito não tenha sido reconhecido.
Já em 1967, O Dia Cinzento é de novo publicado, mas desta vez com Outros Contos, escritos na mesma década e que completam este volume de pequenas narrativas sobre pessoas comuns e dispersas, mas que, sem o saberem, partilham a mesma angústia, a mesma tristeza e a mesma frustração de uma vida desencantada, profundamente cinzenta…
Ensaísta, poeta e romancista, Mário Dionísio é sem dúvida uma das mais prestigiadas figuras da cultura portuguesa e do neo-realismo nacional. Além de A Paleta e o Mundo, obra em cinco volumes que a Sociedade Portuguesa de Escritores galardoou, em 1963, com o Grande Prémio do Ensaio, assinou também o romance Não Há Morte Nem Princípio e as obras poéticas Poesia Incompleta, Le Feu Qui Dort (este escrito em francês) e Terceira Idade — que em 1982 lhe valeu o Prémio do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, ex-aequo com uma obra de Alexandre O’Neill. (Poderá encontrar todas estas obras editadas por Publicações Europa-América.)

Título: O Grande Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
Colecção: Livros de Bolso - Série Grandes Obras
Pp.: 176

O grande clássico da literatura norte-americana
Extraordinariamente rico, Gatsby é famoso pelas festas realizadas na sua mansão em Long Island, apesar de ninguém saber ao certo quem é o anfitrião. Uns dizem que fora espião, outros que é aparentado com uma família real europeia. Mas, na realidade, só mantém estas festas na esperança de que Daisy, o seu antigo amor, vá a uma delas.
Um retrato da América durante os turbulentos anos 20 do século XX e uma sátira ao «Sonho Americano», onde Fitzgerald idolatra os ricos da época apesar de não se conformar com uma certa decadência causada pelo materialismo desmedido e pela imoralidade.
F. Scott Fitzgerald nasceu a 24 de Setembro de 1896. Em 1917, abandonou a Universidade para se alistar no Exército. Desmobilizado em 1919, vai para Nova Iorque decidido a iniciar uma carreira como escritor. Em 1921 consegue, finalmente, realizar o seu sonho quando alcança o sucesso financeiro decorrente da publicação de Este Lado do Paraíso. Muda-se para Long Island, onde inicia o seu romance mais significativo, O Grande Gatsby. Falece em 1940, vítima de ataque cardíaco, sem nunca ter chegado a concluir O Último Magnata.

E para os mais pequenos:

Título: As Novas Aventuras da Cadeira-dos-Desejos — A Terra dos Contos de Fadas
Autor: Enid Blyton
Colecção: As Novas Aventuras da Cadeira-dos-Desejos
Pp.: 128

A Cadeira-dos-Desejos leva a Jessica e o Tiago até à Terra dos Contos de Fadas, um mundo onde as histórias de encantar são realidade.
Mas o Desejoso passa a viagem a fazer disparates!
O duende rouba o ganso dourado e rapta o Polegarzinho. Com a ajuda do feijoeiro gigante do Tiago e da fada-madrinha da Jessica, conseguirão os dois recuperar o seu amigo Desejoso?
Opinião:
A história passa-se no início dos anos 70, numa Nova Iorque rígida e inflexível nos seus costumes.

Newland Archer, é um jovem perfeitamente integrado nesta sociedade exigente de boas aparências (assim pensava ele), noivo da bela May Welland, uma mulher bem educada, pela velha tradição, educada para acatar todos os sacrifícios estoicamente. Ambos, partilham os mesmos gostos, os mesmos feitios, as mesmas ideias, os mesmos pensamentos, até a chegada da prima de May – a Condessa Olenska.

Olenska, é uma mulher viajada, divertida, culta e separada. Situação esta, que faz com que seja muito falada na sociedade e entre os seus mais chegados. A sociedade em causa, tolera uma separação, mas jamais um divórcio!

Newland, que era um homem tão seguro dos seus gostos, costumes e tradições inicia um sem número de dúvidas em relação à sua noiva, de repente, começa a “reparar nas coisas que não apreciava nela”, pois admira a mulher que opina e diz o que pensa, algo que a sua noiva foi cuidadosamente treinada para nunca fazer. Assim, Archer, inicia uma paixão pela prima de sua noiva, quando é solicitado pela família da mesma para fazer Olenska mudar de ideias em relação ao divórcio.

À primeira vista, esta é uma história igual a tantas outras e não tem nada de extraordinário. No entanto, esta narrativa tem um factor singular, que é o facto de Edith Wharton ter vivido o drama da sua personagem Olenska, pois casou-se em 1885 e divorciou-se em 1913 e certamente recebeu todas as críticas que exprimiu no seu personagem a “Condessa Olenska”, todas as reflexões/dúvidas de Archer são também as da autora.

Este livro, foi um meio através do qual Edith Warthon encontrou para fazer uma crítica a toda a sociedade de Nova Iorque, onde nasceu, cresceu e depois a viu partir rumo a França. Em 1920, “A Idade da Inocência” recebeu o prémio Pulitzer.

Aconselho a leitura!

Agora tenho de ver o filme :)

 


... que parece fantástico!

Maldito Karma??!!

Será Karma??
Todas as vezes que vou às crompras não resisto a passar pela secção dos livros...escusado será dizer que também não resisto a trazer um.
Desta vez foi "Maldito Karma" de David Safier, do qual já ouvi/li maravilhas :D
"Escreva-me Emmi. Escrever é como beijar, mas sem lábios. Escrever é beijar com a mente."

Opinião:
“Quando Sopr@ o vento Norte” é um romance fantástico.
Uma história leve, divertida e apaixonante. Nunca será um Nobel ou um clássico, mas o autor ao escrevê-lo não pretendeu que o fosse. Pretendeu sim, uma história actual e real “Um romance da era digital”. Quantos de nós já não assistimos a namoros, casamentos e divórcios como resultado das redes sociais?
Este livro fala-nos de duas pessoas que, por um acaso do destino, começam a escrever-se por mail. Primeiro por engano, depois por curiosidade e por fim porque já não conseguem abrir a caixa de correio electrónica sem ler um mail um do outro.
O que de início era um jogo divertido, passa por algo mais sério, onde os sentimentos, parecem começar a intervir…
A noção que têm um do outro é a da perfeição, não se conhecem, apenas construíram um mundo fantasioso, onde o sonho é uma constante. O mundo imaginado é perfeito, mas quando se tornar real será que o é? É esta a dúvida que atormenta os dois personagens, que oscilam entre encontrarem-se ou não.
Adorei este livro e recomendo a quem queira fazer uma leitura “light”.

Sinopse:
Quando sopra o vento norte é um romance divertido, animado e irresistivelmente cativante, cheio de reviravoltas, sobre um caso de amor vivido exclusivamente por e-mail.
Tudo começa por acaso: Leo recebe por engano alguns e-mails de uma desconhecida chamada Emmi. Educadamente, responde-lhe e Emmi retribui.
Esta troca de e-mails desperta uma curiosidade intensa entre os dois e, quase de imediato, Emmi e Leo começam a partilhar confidências e desejos íntimos.
A tensão entre ambos aumenta, e o encontro parece iminente. Mas Emmi e Leo adiam o momento. Porque, afinal de contas, Emmi é casada e feliz.
Serão os sentimentos que nutrem um pelo outro suficientemente profundos para sobreviver a um encontro real? E, depois desse momento, o que os espera?
A chama imensa, a imensa força

Luís ou Lusitanos?
Os Lusíadas,
Só tu saberias responder.
Pois é, talvez tu não saibas, Luís
Que hoje é reclamado, por muitos
O teu busto ou corpo inteiro,
Em homenagens,
Sinal dos cumes altos a que elevaste,
Numa grandeza sem par, a tua pátria;
Pois é, talvez tu não saibas, Luís
Que hoje tens, invejável
Um túmulo,
Onde descansam os mortos, com vida imortal
E tu és, desse povo que tanto cantaste
A chama imensa, a imensa força
Hoje já muito ardida;
Pois é, talvez tu não saibas, Luís
Que hoje, nas escolas
Meninos e meninas, já com muitos anos de letras
E até doutores e doutoras, do alto das suas cátedras
Estudam as dores da tua pena, todas de fio a pavio
E que num mundo sem fronteiras, a tua língua
Guiados por ti, por dons de uma alma sem par
Ancoramos, venerados por todos
Na força excelsa, que criaste para nós;
Pois é, talvez tu não saibas, Luís
Mas conto-te, por que sei que irias gostar
Que hoje rivalizas com a grandeza dos grandes,
Homero e Virgílio, teus pares
Nos píncaros da arte eleita, que deles procuraste imitar.

in "O Templo da Glória Literária" Miguel Almeida pág 69

Chegou hoje :)

Ganhei este livro num passatempo da Civilização.


Sinopse:
Uma mulher acorda num cemitério ferida e a sangrar, completamente amnésica. Não sabe quem é nem o que faz ali.
É socorrida por um polícia que acabara de chegar a Los Angeles. Alguns dias mais tarde, é apanhada de surpresa ao ser finalmente identificada pelo marido, nada mais, nada menos do que Alex Rivers, o famoso actor de Hollywood.
Cassie fica deslumbrada pelo conto de fadas que está a viver. Mas nem tudo parece correcto e algo obscuro e perturbador se esconde por detrás daquela fachada de glamour. E é só quando a sua memória começa gradualmente a regressar que a sua vida de cenário perfeito se desmorona e Cassie enfrenta a necessidade de fazer escolhas que nunca sonhou ter de fazer.

Críticas de imprensa
“Picoult tornou-se uma mestre, quase uma visionária, na arte de descobrir temas polémicos e escreve romances extremamente cativantes acerca deles… É impossível não ficar enfeitiçado pela forma como Picoult nos força a pensar no que está correcto e no que está errado.”
The Washington Post

“Picoult tem um talento invulgar para criar dilemas morais que não podemos ignorar: temos de saber a conclusão.”
Sunday Express

“Muitas vezes, os romances de Jodi Picoult centram-se em vidas viradas do avesso por um qualquer acontecimento terrível e é a atenção dada aos pequenos pormenores emocionais que os tornam tão recompensadores.”
Marie Claire

Jodi Picoult é uma das minhas escritoras preferidas da actualidade.
Aqui no blogue pode ler opiniões sobre os livros:

A Luz dos Livros


imagem retirada da net
O blogue e a Europa América agradecem aos 297 participantes do passatempo "O Parque de Mansfield" de Jane Austen.

O vencedor é:
Ana Rafaela B. Silva

Parabéns à vencedora e boas leituas ;)

C - Tom McCarthy


Esta leitura surge na sequência da leitura conjunta no blogue Destante, a opinião que se segue contém spoilers.

Opinião:
A história começa de forma bastante aliciante e cativante para o leitor. Um médico é chamado para fazer nascer uma criança. Esta criança é o nosso personagem principal “C”. Há um prenuncio de boa sorte para este bebé, pois quando vem ao mundo, vem envolto numa coifa.
Na casa onde Serge nasce o pai dá aulas a crianças surdas. Uma escola onde é proibido gesticular!
Comunicar faz parte da vida, mas segundo o pai de Serge, é fundamental que se comunique através da fala “aqui ensinamos-lhes a linguagem, não o secretismo e o silêncio. É isso que conduz às guerras” uma crítica ao cinismo da guerra, aos objectivos assim como a todos que a planeiam.
A obsessão pela fala em relação aos surdos/mudos, é tão grande, que o pai de Serge organiza eventos em que as crianças declamam…muitas das vezes o resultado é quase desastroso “as palavras prendem-se e esticam-se e arrastam-se e voltam a silvar. Os pais (…) esforçando-se a apanhar o sentido das frases”
Para Carrefax, a comunicação é a sua vida e a ela dedica todo o seu tempo, relegando para segundo plano a família.
Serge e sua irmã, aventuram-se em laboratório fazendo experiências e causando explosões sem vigia por parte dos adultos. O resultado não poderia ser pior, a sua irmã morre e a solidão invade Serge.
O enterro de Sophie (irmã) é feito de forma bastante teatral. Os alunos voltam a declamar, e as frases saem distorcidas, parecendo vermes a tentar sair da terra e a comunicar…
Apenas Serge sente a morte da irmã de forma diferente. Sente que tudo o que acontece naquele momento não tem nada a ver com a sua irmã nem com a própria morte. A terra terá a partir deste momento um sentido diferente na vida de Serge.
Após a morte da irmã, Serge é “atingido” por uma doença de estômago que o “aprisionará” durante muito tempo num centro de recuperação. Só de lá sairá para a guerra. Na guerra tentará ver na morte algum sentido, já que na morte de sua irmã este sentido esteve ausente.
Ao voltar para casa após a guerra, sente-se deslocado, sente que aquele não é o seu mundo. Parte deste pensamento também se deverá ao facto da ausência da sua alma gémea (Sophie).
Surge a oportunidade de viajar rumo ao Egipto e lá Serge irá ficar… não se cumprindo deste modo o presságio da coifa!
Este é um livro muito rico em informações históricas, acerca de diversos assuntos. No entanto, a partir de uma certa altura a leitura deixa de ser fluida, tem de de ser lido com atenção e alguma persistência. Gostei da escrita do autor, das figuras de estilo usadas que deixam informação e mensagens nas entrelinhas, afinal os códigos e as mensagens são o tema principal do livro.
Gostei, mas recomendo com algumas reservas pelas razões que já referi.

Sinopse:
Sinopse: C conta-nos a história de Serge Carrefax. Nascido em 1898 filho de um homem fascinado pelas experiências com as comunicações sem fios que ao mesmo tempo dirige uma escola para crianças surdas, Serge passa a infância entre o silêncio e o ruído de estática, e toda a sua vida ficará marcada pelos mistérios da comunicação: pelos códigos usados durante a Primeira Guerra Mundial, pelas sessões espíritas em Londres após a guerra e pelos enigmas do Egipto. C é um romance ambicioso e original no seu alcance histórico e psicológico - e na sua tentativa de decifrar um pouco os códigos e ritmos obscuros que regem a vida e nos mantêm todos interligados.


O livro aqui na editora

Opinião:
Para as crianças que estão a iniciar a leitura, chega às livrarias “Gosto de Ler”, um livro de pop-up direcionado para o público feminino, as meninas, desta vez, são as privilegiadas.
O livro fala-nos de uma menina que adora ler acompanhada ou sozinha e lê sobre os mais diversos temas e que têm a ver com o seu próprio mundo, assim as preferências vão para os livros de princesas e castelos, fadas e animais…O local preferido para a leitura é na caminha ao deitar.
Este livro está muito bem concebido, no que diz respeito ao pop-up as imagens são bastantes engraçadas, fugindo ao tradicional pop-up de cartão, este exemplar inclui tecidos e um pequeno livro no qual se consegue ler.
Um livro que é realmente uma delícia, para além de tudo o que já referi, traz ainda um marcador e três cartões para colocar nos livros.


Opinião:
Este é um livro direcionado para os mais pequenos e é especial porque ajuda a ultrapassar as fobias. E como é que este livro faz esta “artimanha”? Ora aí está uma bela pergunta… As crianças podem ultrapassar os seus medos a desenhar os mesmos nas páginas deste livro, podem fazer colagens e até contar uma história acerca da fobia que sentem.
Enfrentando o medo vão conseguir derrotá-lo!
Sabiam que ter medo de aranhas chama-se Aracnofobia, ter medo de insectos Entomofobia, e ter medo de dormir?? Clinofobia.
Há neste livrinho, um medo que achei particularmente engraçado e que é característico dos meninos e meninas que têm de uma determinada idade – Ablutofobia (medo de tomar banho)…este é um medo que põe as mães com os “nervos em franja”!
Este magnífico livro incluí um “Mapa Turístico da Ilha do Susto”, que está todo roído e “sujo”. Este é um livro “estragado”, “riscado” e “roído” ele está tão manuseado e mal tratado que vão adorar entrar nesta aventura!!

Espero, que por aí ninguém tenha Bibliofobia (medo de livros)!
Amor, Ponto e Vírgula
Colecção: Grandes Narrativas
Nº na Colecção: 503
Data 1ª Edição: 02/06/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4536-1
Nº de Páginas: 408
Dimensões: 150x230mm
Peso: 461g

Sinopse: Na linha do realismo mágico, este é o romance de estreia de um autor com características muito próprias. A acção decorre num país de localização indeterminada, algures numas ilhas do Báltico. Entre as exóticas e curiosas personagens, destacam-se o honesto e atencioso Presidente da Câmara de Ponto, Tibo Krovic, e aquela por quem nutre um amor secreto e platónico, a sua bela secretária Agathe Stopak. A narradora, omnisciente e omnipresente, é Santa Walpurnia, uma virgem barbuda e mártir, antiquíssima padroeira da cidade, recurso que confere um inigualável grau de humor a esta obra.

Dez Anos Depois
Colecção: Grandes Narrativas
Nº na Colecção: 502
Data 1ª Edição: 02/06/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4535-4
Nº de Páginas: 424
Dimensões: 150x230mm
Peso: 481g

Sinopse: Quando, aos trinta e nove anos, Alice Love dá uma aparatosa queda numa aula de step, a última década da sua vida parece ter-se apagado por completo da sua memória. Tem novamente 29 anos, está apaixonadíssima pelo marido e à espera do primeiro filho. Só há um pequeno problema: tudo isto se passou há dez anos… No presente, Alice é mãe de três filhos, enfrenta um difícil processo de divórcio e está de relações cortadas com a irmã, que adora. Conseguirá alguma vez reencontrar a mulher que foi na fase mais feliz da sua vida? Um romance que nos leva a reflectir sobre o que aconteceria se, de repente, perdêssemos os dez anos mais importantes da nossa vida.

Marcelo no Mundo Real
Colecção: Diversos
Nº na Colecção: 121
Data 1ª Edição: 02/06/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4538-5
Nº de Páginas: 276
Dimensões: 150x230mm
Peso: 320g

Sinopse: Marcelo Sandoval ouve música que mais ninguém consegue ouvir, fruto de uma perturbação semelhante à síndrome de Asperger. No entanto, o pai de Marcelo não se resigna com o facto de o filho não ser como os outros adolescentes e desafia-o a trabalhar durante o verão no seu escritório de advogados, para se juntar ao «mundo real». Um livro encantador que ecoa O Estranho Caso do Cão Morto na pureza e intensidade da voz narrativa e que celebra a música que existe dentro de cada um de nós.
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A Viagem
Colecção: Obras Literárias Escolhidas
Nº na Colecção: 19
Data 1ª Edição: 02/06/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4541-5
Nº de Páginas: 416
Dimensões: 150x230mm
Peso: 481g

Sinopse: A Viagem é o primeiro romance publicado por Virginia Woolf em 1915. Em grande medida o tema da obra tem algo de um moderno rito de passagem para a maioridade, reflexo da mudança de Woolf da limitadora vida doméstica num subúrbio de Londres para o ambiente estimulante do Grupo de Bloomsbury. A protagonista, Rachel Vinrace, parte para a América do Sul, numa viagem de autodescoberta e Woolf aproveita para satirizar os costumes eduardianos através dos comportamentos dos passageiros. Neste romance estão já presentes as características que mais tarde hão de florescer plenamente na obra da autora, uma das mais inovadoras do século XX.
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Jeremy Fink e o Sentido da Vida
Colecção: Estrela do Mar
Nº na Colecção: 137
Data 1ª Edição: 02/06/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4545-3
Nº de Páginas: 320
Dimensões: 135x205mm
Peso: 294g

Sinopse: Jeremy Fink é um rapaz que não gosta de surpresas ou imprevistos. Mas um dia recebe uma misteriosa caixa com a inscrição O SENTIDO DA VIDA: PARA SER ABERTA POR JEREMY FINK NO SEU DÉCIMO TERCEIRO ANIVERSÁRIO. Só há um problema: faltam as chaves, e Jeremy tem apenas um mês até ao seu aniversário para as encontrar. Por sorte a sua melhor amiga, Lizzy, rapidamente formula todo o tipo de planos para o ajudar. Juntos embarcam numa viagem por toda a cidade, em busca não só das chaves, mas também de considerações sobre a ciência, a religião, a arte, a amizade e a família.
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O Cerco
Colecção: Lenda dos Guardiões
Nº na Colecção: 4
Data 1ª Edição: 02/06/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4539-2
Nº de Páginas: 236
Dimensões: 130x190mm
Peso: 197g

Sinopse: O reino das corujas está a ser abalado por grandes tensões. Dominado por um insaciável desejo de poder, Kludd reúne o seu exército de Puros e lança um ataque sobre a Grande Árvore Ga’ Hoole. Os Guardiões de Ga’ Hoole vêem-se obrigados a lutar ferozmente para proteger a sua honra. Entretanto, Soren é nomeado para liderar uma missão que o obrigará a voltar à Academia de S. Aegolius. Só ele poderá trazer de novo a paz ao ameaçado reino das corujas.
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O Estranho Caso do Tiramisu
Colecção: Geronimo Stilton
Nº na Colecção: 43
Data 1ª Edição: 02/06/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4546-0
Nº de Páginas: 128
Dimensões: 142x185mm
Peso: 147g

Sinopse: «Naquela noite tinha um encontro com uma roedora muito especial… Patty Spring! Mas, em vez disso, o meu amigo Abelhudo envolveu-me num dos seus estranhos casos. O célebre quadro “O Triunfo do Tiramisú” fora roubado da Pinacoteca de Ratázia e, com ele, desaparecera a melhor restauradora da Ilha dos Ratos… Desmascarar os culpados foi uma verdadeira aventura!»
Esta é uma das novidades da Porto Editora deste mês "O Sabor dos Caroços de Maçã" de Katharina Hagena.
É sem dúvida uma capa que agrada, penso que o seu aspecto um tanto vintage cativou-me. O enredo parece interessante com um toque de mistério...


O ENREDO
Um romance mágico que apela aos cinco sentidos. Três gerações de mulheres numa história repleta de segredos, de relações perigosas e amizades inesperadas, de nostalgia e esperança. Bootshaven, Norte da Alemanha. O cheiro a maçãs é intenso e envolve a antiga casa e o jardim. Um perfume que leva Iris, bibliotecária em Friburgo, de regresso aos tempos de criança. Muitos anos passaram, mas tudo parece como dantes: a casa na orla do bosque, as groselheiras brancas, os tapetes de miosótis abafados pelas ervas daninhas. Um jardim mágico, dominado pela velha macieira, debaixo da qual as mulheres da família Lünschen conheceram o amor, a amizade... e a morte.
Iris recorda o terrível e misterioso acidente que vitimou Rosmarie, a sua prima querida, com apenas 15 anos. O que estava ela a fazer no telhado do jardim de inverno? E o que lhe teria tentado dizer?

A AUTORA
Katharina Hagena nasceu em 1967 em Karlsruhe.
Estudou Literatura Inglesa e Germânica em Marburgo, Londres e Friburgo, foi investigadora na Fundação James Joyce e lecionou no Trinity College em Dublin e na Universidade de Hamburgo, onde atualmente vive e trabalha como escritora freelancer.
Publicou diversos livros infantis e um ensaio sobre a obra de James Joyce. O Sabor dos Caroços de Maçã é o seu primeiro romance.

Depois de ter publicado vários livros infantis e um ensaio sobre a obra de James Joyce, Katharina Hagena aventurou-se finalmente pelos caminhos do romance. O Sabor dos Caroços de Maçã, que a Porto Editora publica a 9 de junho, foi extremamente bem recebido na Alemanha e em França.

Vinte e uma semanas de permanência nos tops franceses, mais de setecentos mil exemplares vendidos na Alemanha e direitos internacionais vendidos para vinte e um países. Assim se resume o sucesso do envolvente romance de estreia desta escritora natural de Karlsruhe. A linguagem é invulgarmente poética sem nunca cair no kitsch. Em termos de enredo, Hagena mistura os destinos de três gerações, os acontecimentos marcantes com a força metafórica do lugar - a casa e o jardim -, num romance sobre a relação entre memória e esquecimento.

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