Pensamento angustiante...

"Uma das maiores decepções que tive recentemente, senão a maior, foi ter deixado por descuido um livro num banco do jardim da minha cidade e no outro o ter lá encontrado. Pensei: que raio de terra é esta que leva tudo menos livros?"


* Frase/pensamento de autoria de um visitante do blogue
*Imagem retirada da net

Promoções #17

Natal com a Presença...



No próximo domingo Joel Cleto lança o seu terceiro volume das famosas "Lendas do Porto".
Os dois volumes anteriores, que, devidamente autografados, guardo religiosamente, foram um sucesso. Menos não se esperará deste novo livro.


Joel Cleto é uma figura mítica do Porto e do norte. Historiador e profundamente ligado ao desenvolvimento cultural da região do Grande Porto, o autor marcou-nos através do programa televisivo "Caminhos da História", o mais antigo e respeitado da grelha do Porto Canal, assim como pelas inúmeras aparições nos mais variados eventos que anualmente vão surgindo.


A sessão de autógrafos ocorre no salão mais belo - acreditem - de Portugal, no Palácio da Bolsa. 
Nos lançamentos anteriores, saí de lá mais enriquecido, prova de que vale mesmo a pena assistir ao que esta personalidade tem para dizer e ao ambiente presente - costuma estar lotado, prova disso é que nunca consegui assistir sentado aos seus lançamentos.


Como desta vez não poderei estar presente - corro a meia maratona de Famalicão -, adoraria que um (ou mais) de vós me contasse como foi, porque este homem é ímpar, um dos que mais admiro.

Montanhas que parecem nuvens...



Bom dia.
Estamos a ler:

 

e vocês?


Aniversário

HOJE A PAULA FAZ ANOS.
PARABÉNS E QUE CONTINUES A ATORMENTAR AS PESSOAS COMO TENS FEITO ATÉ ENTÃO. DE FACTO, ÉS BOA NISSO.


ESPERO QUE VIVAS OUTROS TANTOS, OU SEJA, ATÉ AO PRÓXIMO SÉCULO.

Na praça... 


Promoções #16

Hoje e amanhã, na Fnac: livros publicados pela Casa das Letras a 50% do PVP.
Esta promoção inclui, entre outros, autores como Haruki Murakami, Ken Follett, Alice Vieira, Graham Greene, Günter Grass, William Faulkner e Eduardo Mendonza.



O cabo...

E mais uma Segunda chegou e o final do ano aproxima-se!!!
Esta rubrica terá novidades a comunicar em Dezembro!!!! 
Estejam atentos!


Estamos a ler...



E vocês, que leituras estão a fazer???
Tão perto do Lambrusco e da Ferrari...


O Grande Rebanho, Jean Giono

Opinião:
Jean Giono, escritor francês nascido em 1895, apresenta-nos O Grande Rebanho, uma obra que nos fala da I Guerra Mundial. Importa salientar que ele próprio participou no conflito e, penso que, por isso esta é uma narrativa que retrata a I Grande Guerra de forma diferente dos demais livros. Um romance de cariz diferente, porque o sofrimento daqueles que partiram e dos que ficaram, é algo escrito de forma muito própria (ou talvez eu interpretei assim, pois assim o senti).

"Na noite anterior aconteceu a grande partida de todos os homens da aldeia (...) Então, ouviu-se o relinchar dos cavalos, como se fosse um gemido em conjunto"

Os homens partem para a guerra em "rebanho" ao mesmo tempo que chega à aldeia um rebanho, cujo nº de animais parece não ter fim. Animais que passam e andam por tempo indeterminado, é um não parar de desfilar animais! Sofrem, sangram, morrem! As gentes da aldeia sente-lhes o sofrimento e sofre com eles e tentam ajudar e a salvar os feridos! Mas será dos animais que nos fala o autor? Ou será dos homens que partiram? É esta analogia que se sente a quando da leitura! 
No entanto, quando é relatado o mundo dos homens em guerra, o campo de batalha, a luta lado a lado dos soldados, a falha da ajuda dos superiores é enaltecida, uma ajuda que tarda em chegar ou não chega, deixando que a morte se encarregue do que é já considerado inútil.
No decorrer da leitura a comparação entre o rebanho humano e o rebanho dos animais é inevitável...

"(...) Os animais estavam exaustos, alguns agora doentes. Era um rebanho que nunca mais acabava (...) Não suportavam mais sofrimento"

Animais e homens sofrem e a culpa não é de ninguém é apenas do destino! O destino que tem de ser cumprido. Quem fica sofre, sofre com as notícias da morte ou até pela ausência desta, porque a dúvida é terrível! Por conseguinte, a esperança é a única luz para prosseguir com a rotina para aqueles que ficam.
Jean Giono, com a sua escrita simples e directa consegue catapultar-nos para a realidade dos acontecimentos daqueles a quem a guerra marcou ferozmente!

Gostei muito!

O livro aqui na editora


E o vencedor do passatempo do livro escrito por Richard Zimler e publicado pela Porto Editora é
...
Carla Nunes, de Castelo Branco.
Parabéns!
Sinopse
Em 1982, ao mesmo tempo que abandonava o lugar à frente dos destinos do clube de jazz e que tomava a decisão de se dedicar à escrita, Haruki Murakami começava a correr. No ano seguinte, abalançou-se a percorrer sozinho o trajecto que separa Atenas da cidade de Maratona. Depois de participar em dezenas de provas de longa distância e em triatlos, o romancista reflecte neste livro sobre o que significa para ele correr e como a corrida se reflectiu na sua maneira de escrever. Os treinos diários, a sua paixão pela música, a consciência da passagem do tempo, os lugares por onde viaja acompanham-no ao longo de um relato em que escrever e correr se traduzem numa forma de estar na vida. 
Diário, ensaio autobiográfico, elogio da corrida, de tudo um pouco podemos encontrar aqui. Haruki Murakami abre o livro das confidências (e a sua alma) e dá a ler aos seus fiéis leitores uma meditação luminosa sobre esse ser bípede em permanente busca de verdade que é o homem.

Opinião
Reflexivo. Sincero. Elucidativo.
Este livro combina duas paixões que partilho com o autor: a corrida e a literatura. E vou mais além, no campo da literatura, Murakami deixa entreaberta a porta que acede ao seu interior, de tal forma que se sente uma honestidade ímpar na mensagem que vai libertando ao longo do texto. “Auto-retrato do escritor enquanto corredor de fundo” é isso mesmo: um convite por parte de um dos autores que mais admiro a conhecê-lo de um jeito ainda mais íntimo do que aquilo que ele exibe nas ficções que concebe. Digo ‘ainda mais’ porque em qualquer dos seus romances se nota que a sua própria imagem está permanentemente presente, como um fantasma pairando sobre as suas letras.
Murakami, como é habitual, parte de um ponto e disseca uma infinidade de linhas. Algumas delas estão relacionadas com a corrida e com a escrita, mas já se sabe à partida que se pode esperar sempre mais do japonês.
Claro que quem corre longas distâncias se identificará com o conteúdo da obra desde a primeira página. Contudo, não se trata apenas da corrida em si, nem da escrita. Trata-se fundamentalmente de um estilo de vida, de uma forma diferente de ver o mundo, de uma profunda reflexão sobre si mesmo.
Adorei este livro, tanto quanto adoro a escrita do autor.
Pelas areias galegas...


Via facebook, chega-nos a Lenda de São Martinho


cliquem na imagem para aumentar :)



Por aqui continuamos a ler...



E vocês??


Paraíso no monte...


Grande Prémio APE

Ana Margarida Carvalho, com o livro "Que Importa a Fúria do Mar", publicado pela Teorema, venceu o Grande Prémio de Romance e Novela APE 2013.


Afonso Cruz, António Mega Ferreira, Nuno Júdice e Valter Hugo Mãe encontravam-se entre os finalistas.

Um achado

Hoje é dia de festa!
Finalmente consegui o último livro traduzido para português do melhor dos melhores: Jonathan Coe!
Um livro com edição de 1995 e há muito esgotado.


Isto sucedeu logo no dia em que decidi fazer os 42 km da maratona do Porto em 2015, também com alguma influência do outro melhor dos melhores - sim, há dois -, Haruki Murakami.
Só pode ser um bom augúrio!

Um oásis na terra seca...


Momentos Nonsense #23

Há coisas injustas.
E agora lembrei-me do ditado popular mais injusto de sempre:
"Quem corre por gosto não cansa"...
Ai não cansa! Cansa e não é pouco!
Quando muito, poder-se-ia dizer:
"Quem corre por gosto não cansa de cansar"...
Nesse caso, já concordo.



Nós estamos bem acompanhados:

 

E vocês?

Do alto da Torre...


Momentos Nonsense #22

Eu acho que daqui a alguns anos metade do povo ficará corcunda.
As pessoas andam, lancham, descansam, esperam, abraçam, conduzem, bebem, adormecem com os narizes colados ao telemóvel.
A outra metade não ficará ou porque não podem ter telemóveis ou porque o raio das baterias dos seus telemóveis não valem um chavo.


Sinopse 
Harrison Opoku tem 11 anos e acaba de chegar a Londres vindo do Gana. A viver num bairro social com a família, Harri passeia pela sua nova vida com uns ténis Adidas únicos no mundo - as famosas listas da marca foram desenhadas a caneta pelo próprio - e tranquilamente alheado dos perigos que o rodeiam. Quando um rapaz da vizinhança é assassinado em plena rua e a polícia não consegue encontrar testemunhas, Harri decide investigar por conta própria. Mas, ao fazê-lo, ele rompe inadvertidamente a frágil teia protetora que a sua mãe tecera em torno da família. Uma história de inocência e perda, esperança e desespero, "O Pombo Inglês" marcou a fulgurante estreia de Stephen Kelman e foi finalista do Man Booker Prize, The Guardian First Book Award, entre outras distinções.


Opinião
Inocente. Imaturo. Impreparado.
Estas três características com que inicio esta opinião – como sempre fiz com todas elas – não têm a ver com o autor nem com a sua escrita. Referem-se antes à visão da personagem principal e à forma com que ela encara o mundo e analisa as situações com que se depara. Harrison é um miúdo que veio do Gana e que aterra no aeroporto de Londres, embora pareça que tenha lá caído de pára-quedas. Assim, o livro acaba por ser uma narrativa imatura e simplista, que relata as coisas como elas são, coisas que vão ocorrendo num ambiente novo, sempre captadas pela perspectiva de uma criança de 11 anos, proveniente de um país onde tudo é diferente daquele que o recebeu.
Existe permanentemente um lado bom e espontâneo, próprio da inocência de um pré-adolescente, que contrasta com a violência urbana e inconsciente da selvajaria que domina a humanidade. Acaba por ser engraçado o facto de aquele que é visto como o selvagem, o coitado, acaba por ser o mais nobre de toda a comunidade.
Ao longo do livro, em que Harri busca um assassino, assistimos a cenas verdadeiramente hilariantes, sempre interpretadas por alguém que não está preparado para lidar com elas.
Acho, honestamente, que “O Pombo Inglês” poderia ter sido uma obra brilhante. Apesar de ter gostado, penso que não o tenha sido apenas porque o autor não o quis. E isso às vezes acontece.

Sinopse 
Beirute. Durante uma tentativa de encontro clandestino com um novo contacto - nome de código Rouxinol -, Carrie Mathison, agente de operações da CIA, escapa por pouco a uma emboscada. Desconfiando de que a segurança no quartel-general de Beirute possa estar comprometida, a altamente especializada e volátil agente desafia o chefe de divisão num acalorado confronto que lhe vale o recambiamento para casa.
Frenética e com pouco tempo a perder, Carrie aventura-se num chocante ato de insubordinação que a ajuda na revelação de indícios secretos que ligam o Rouxinol a Abu Nazir, o líder da Al-Qaeda no Iraque. Decidida a travar o mentor do plano terrorista, embarca numa obsessiva demanda que irá destruí-la. 

Um livro original e empolgante baseado na série de sucesso Segurança Nacional.

Citações
«O melhor thriller da televisão americana.» | New York Post
«Uma leitura inteligente e viciante!» | The Telegraph

Promoções #15

Promoção do dia, aqui.


Quero este

Depois de "A verdade sobre o caso Harry Quebert", de Joel Dicker, um dos (meus) livros do ano 2013
...
surge agora "Os últimos dias dos nossos Pais".






Lendo:

 

E por aí?

Step in to a novel...



Opinião:
Na minha opinião, um livro infantil pode sempre ser "manipulado" pelo leitor (adulto) em função do que se quer  ensinar/incutir aos mais pequenos e este livro, para ser considerado bom, tem de ser alvo disso. E porquê?
O livro está brilhantemente ilustrado, tem uma capa linda e até as frases do seu conteúdo, no entanto fica a faltar, no meu entender um final... um final que sirva de conclusão aos mais pequenos. Eu sei que muitos livros não têm final, que devem ficar à mercê do leitor, mas neste caso, acho que fica incompleto. A obra contém inúmeras frases soltas que têm como início "Se eu fosse..." e realmente dá para explorar com as crianças temas bastante interessantes tendo esse início de frase, mas volto a frisar, terá de ser preferencialmente uma leitura acompanhada e explorada. Penso que esta foi também a intenção do autor, caso contrário a obra não atinge o seu objectivo.
Conhecendo a escrita de Zimler, esperava mais...


Promoções #14

Parece que hoje é Dia das Compras na Net...

A Editorial Presença tem desconto até 30% em todos os livros e portes gratuitos.

A Wook tem 10% de desconto em todos os livros e portes gratuitos.
O blogue tem para oferecer, em passatempo, um exemplar do último livro de Richard Zimler "Se eu fosse...".
Para participar, terá de preencher o formulário e respeitar as regras.



Regras do Passatempo:
-O passatempo começa hoje, dia 24 de Outubro e termina às 23.59h do dia 1 de Novembro de 2014. 
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
-Ser Seguidor do blogue (para ser seguidor, basta clicar em “seguidores” na barra lateral direita)


   Formulário
PASSATEMPO ENCERRADO!

Boa sorte aos participantes!

Opinião
Já há algum tempo assumi que sou fã desta série que a Editorial Presença nos trouxe.
Este é o sétimo livro da colecção. Falo deste como falaria de qualquer um dos restantes, porque tenho a mesma opinião sobre todos eles. Uma opinião, aliás, altamente positiva.
“Veste as Tuas Amigas para a Festa de Casamento” traz-nos uma pequena história de três amigas – no caso da minha filha, adapto-as para ela mesma e para as suas melhores amigas da escola –, transportando-as para várias cenários, cumprindo religiosamente os passos que a maior parte das pessoas dão até ao casamento propriamente dito.
As crianças – e os pais – apenas necessitam de se deixarem levar pelo momento e proceder às colagens das roupas, dos acessórios e do ambiente.
Falo pela minha filha, ela adora estes livros. Passa horas e horas com eles e não deixa um autocolante por colar. E, acreditem, são imensos.
Aconselho esta colecção a todos os pais que tenham meninas – estilo princesas – e que queiram viver um mundo para além daquele que pisam.

Sinopse
Vem conhecer a Joana, a Carlota e a Rita, três amigas que estão muito entusiasmadas por serem damas de honor. Usa os autocolantes neste livro para as vestires nas mais diversas ocasiões: na escolha dos vestidos e dos sapatos a condizer, na escolha dos penteados e em todos os momentos especiais até ao dia do casamento!
Recomendado a partir dos 5 anos.



Opinião:
Desconhecia totalmente que Virginia Woolf tinha escrito um conto para crianças. Tomei conhecimento porque faz parte do plano de leitura da minha filha para o 5º ano!

A Viúva e o Papagaio, é uma obra muito bonita e cativante, encerra uma lição que nos dias de hoje é muito importante e que, por vezes, cai no esquecimento não só dos mais jovens como no dos adultos!
A história tem uma linguagem acessível ao público a que se destina, mas já com a introdução de vocabulário diferente, o qual os pequenos leitores terão de ir "investigar" ao dicionário o seu significado!

É, sem dúvida, uma excelente leitura e está mais do que aconselhada aos nossos meninos :)
Opinião:
Marc Pastor, relata-nos uma história baseada em factos verídicos que ocorreram em Barcelona, no início do sec XX, nomeadamente em 1912.
O autor mostra-nos uma Barcelona fria, pobre, onde as doenças, entre os mais desfavorecidos, proliferam.
A prostituição é apresentada como (quase) o único meio das mulheres conseguirem algum sustento para sobreviverem. É neste meio, pobre e de prostituição, que os crimes começam a surgir - roubos de cadáveres, assassinatos e raptos de crianças.
Num primeiro momento, julga-se que o autor dos crimes é um homem, talvez porque (desde há longo tempo) ao homem foi atribuído (pela sociedade) a força e a malvadez para crimes dos quais (dizia-se) as mulheres serem incapazes. Pois são o sexo frágil e fraco (assim também se pensava). Posteriormente, o caso resolve-se e Enriqueta Martí  é presa. Afinal (para espanto de todos) o assassino é uma mulher!
É uma obra que se lê bem, sob o ponto de vista de estarmos a ler algo que aconteceu em tempos, é acompanhada de fotos de Enriqueta Martí e de lugares a que se refere o livro. No entanto, a escrita do autor não me cativou totalmente, achei um pouco abrutalhada e com falta de tacto, não senti proximidade com nenhuma das personagens. Li-a como se de uma descrição se tratasse, não suscitando em mim qualquer sentimento de apego ao livro.
Infelizmente, nem todas as leituras nos cativam e esta não me cativou.

Sinopse:
Barcelona, 1912. Há crianças a desaparecer. Quando um cadáver é encontrado numa viela estreita, dilacerado e sem um pingo de sangue, surgem rumores bizarros sobre um «vampiro» que se move pelas sombras da cidade e que anda a roubar as almas dos inocentes.
Para a polícia trata-se apenas de mais um cadáver, num lugar onde a morte e o crime são tão frequentes que se tornaram banais. E quanto às crianças desaparecidas, ninguém quer saber dos filhos das prostitutas que povoam Barcelona.
Mas para o inspetor Moisès Corvo — um polícia rude e dissoluto, mas com um sexto sentido peculiar — este é um mistério que tem de ser resolvido, com um criminoso que afinal é uma mulher.
Gótico e chocante, A Mulher Má revela um mundo macabro, uma história verídica que nos faz duvidar de um dia ter realmente existido uma mulher tão pérfida, capaz de crimes tão monstruosos.
Um livro assombroso que agarrará o leitor da primeira à última página.

Tão cativante quanto assustador. Uma mistura de CSI com Jack, o Estripador, na Barcelona do início do século XX.

...uma porta.






Uma biblioteca é uma porta no tempo.

in A Casa de Papel, Carlos María Dominguez 

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