Este mês com o apoio da Editorial Presença temos um exemplar de BELOVED de Toni Morrison, para sortear entre todos aqueles que participarem na rubrica de Julho.



Sinopse:
Inspirado num facto verídico ocorrido no Kentucky em 1856, Beloved retrata o horror e a insanidade de um passado doloroso, numa época em que o país começava a confrontar-se com as feridas deixadas pela escravatura recém-abolida.

Neste romance, Sethe, ex-escrava, mata a sua própria filha, ainda bebé, para que esta escape ao destino indigno e atroz da servidão. Consegue fugir para Cincinatti, Ohio, onde cheia de esperança pensa poder viver uma nova vida.

Mas, dezoito anos mais tarde, coisas horríveis começam a acontecer: Sethe ainda não é uma pessoa livre, a sua casa não só é assombrada pelas memórias torturantes do passado, como também pelo fantasma da bebé que morreu sem ter um nome e em cuja sepultura está gravada uma única palavra: «Beloved».

Considerado pelo New York Times um dos romances mais importantes do século XX e vencedor do Prémio Pulitzer, Beloved é o mais famoso livro de Toni Morrison, distinguida com o Prémio Nobel da Literatura. Um retrato realista e pungente da condição cruel e infame dos negros americanos durante o século XIX, narrado com virtuosismo e arte.


Regras da rubrica:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por aqui estamos a ler...


E vocês o que estão a ler??

Sinopse:
Charlie tem 15 anos e ainda sonha com o primeiro beijo. Tímido, introvertido, não tem qualquer amigo. Acaba de entrar no décimo ano e já conta os dias que lhe faltam para acabar o secundário. Olha à sua volta e sabe que não pertence a nenhum grupo. É apenas um miúdo sensível, com uma inteligência superior à média, dividido entre viver a vida ou fugir dela. Na dúvida, prefere ser invisível, como uma flor no papel de parede, que está lá mas em quem ninguém repara. Não se vai manter invisível durante muito tempo. Sente a pressão do primeiro encontro, da primeira namorada. Em seu redor há festas, sexo, drogas e um suicídio que o marca para sempre. Mas há também Sam, uma finalista por quem se apaixona perdidamente. E o meio-irmão dela, Pat, que é homossexual mas ninguém sabe. Os dois vão acolher Charlie, iniciá-lo num mundo de descobertas, guiá-lo ao longo dos misteriosos anos da adolescência.
As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky, é uma obra de enorme ternura, por vezes cruel, e sempre de uma sinceridade desarmante. Charlie abre-se ao leitor, revela os seus medos, angústias e o terrível segredo que o acompanha desde a infância. Várias vezes premiado, e também censurado em algumas escolas e bibliotecas dos Estados Unidos, foi adaptado ao cinema pelo próprio autor, num filme da MTV, com Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller nos principais papéis.


Sinopse:
Vinte anos depois, a cidade de Vitoria volta a ser assolada por uma série de assassinatos macabros. São em tudo iguais aos crimes do passado. Mas há um pequeno senão: o suposto assassino está preso.
Na altura a imprensa chamou-lhes Os Crimes do Dólmen. Porque foi num dólmen que encontraram as primeiras vítimas: dois recém-nascidos unidos num abraço macabro. Seguiram-se várias outras mortes, encenadas com requinte em monumentos históricos. Tinham sido crimes quase perfeitos. Mas o assassino – um arqueólogo brilhante – acabou por ser apanhado, pelo seu não menos brilhante irmão gémeo, então inspetor da polícia. Caso encerrado. Ou talvez não. Na altura Unai era adolescente. Vivia obcecado com os crimes, mas aterrorizado com a perspetiva de ser a próxima vítima. Passados vinte anos, tornou-se um profiler implacável, especializado em assassinos em série. E quando o chamam à Catedral Velha de Vitoria, um calafrio percorre-o. Nos claustros encontra dois cadáveres e a mesma arrepiante encenação: nus, abraçados, com abelhas vivas na garganta… Mas pistas, nenhumas.
Unai, dá início à caçada. E as suas investigações levam-no a mergulhar a fundo na história da cidade, nos seus antiquíssimos mitos, lendas, segredos. Thriller arrepiante, que vendeu meio milhão de exemplares em Espanha, envolve o leitor numa cidade fascinante, Vitoria, que já tinha servido de cenário e inspiração a Os Pilares da Terra, de Ken Follet.

E o vencedor do passatempo éééééééééé

Paulo, tens a partir de hoje, 30 dias para enviares os teus dados para o mail do blogue ligialeituras@gmail.com

Parabéns ao Paulo e obrigada a todos os participantes.

Continuação de boas leituras!!

Julho!!!!



Este mês com o apoio da Editorial Presença temos um exemplar de BELOVED de Toni Morrison, para sortear entre todos aqueles que participarem na rubrica de Julho.



Sinopse:
Inspirado num facto verídico ocorrido no Kentucky em 1856, Beloved retrata o horror e a insanidade de um passado doloroso, numa época em que o país começava a confrontar-se com as feridas deixadas pela escravatura recém-abolida.

Neste romance, Sethe, ex-escrava, mata a sua própria filha, ainda bebé, para que esta escape ao destino indigno e atroz da servidão. Consegue fugir para Cincinatti, Ohio, onde cheia de esperança pensa poder viver uma nova vida.

Mas, dezoito anos mais tarde, coisas horríveis começam a acontecer: Sethe ainda não é uma pessoa livre, a sua casa não só é assombrada pelas memórias torturantes do passado, como também pelo fantasma da bebé que morreu sem ter um nome e em cuja sepultura está gravada uma única palavra: «Beloved».

Considerado pelo New York Times um dos romances mais importantes do século XX e vencedor do Prémio Pulitzer, Beloved é o mais famoso livro de Toni Morrison, distinguida com o Prémio Nobel da Literatura. Um retrato realista e pungente da condição cruel e infame dos negros americanos durante o século XIX, narrado com virtuosismo e arte.


Regras da rubrica:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por aqui estamos a ler...


E vocês o que estão a ler??
Julho!!!!



Este mês com o apoio da Editorial Presença temos um exemplar de BELOVED de Toni Morrison, para sortear entre todos aqueles que participarem na rubrica de Julho.



Sinopse:
Inspirado num facto verídico ocorrido no Kentucky em 1856, Beloved retrata o horror e a insanidade de um passado doloroso, numa época em que o país começava a confrontar-se com as feridas deixadas pela escravatura recém-abolida.

Neste romance, Sethe, ex-escrava, mata a sua própria filha, ainda bebé, para que esta escape ao destino indigno e atroz da servidão. Consegue fugir para Cincinatti, Ohio, onde cheia de esperança pensa poder viver uma nova vida.

Mas, dezoito anos mais tarde, coisas horríveis começam a acontecer: Sethe ainda não é uma pessoa livre, a sua casa não só é assombrada pelas memórias torturantes do passado, como também pelo fantasma da bebé que morreu sem ter um nome e em cuja sepultura está gravada uma única palavra: «Beloved».

Considerado pelo New York Times um dos romances mais importantes do século XX e vencedor do Prémio Pulitzer, Beloved é o mais famoso livro de Toni Morrison, distinguida com o Prémio Nobel da Literatura. Um retrato realista e pungente da condição cruel e infame dos negros americanos durante o século XIX, narrado com virtuosismo e arte.


Regras da rubrica:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

E chegou o tão aguardado momento de revelar o vencedor da rubrica de Junho

A vencedora é...

Ana Machado
Fica a foto para não haver dúvidas...

A Ana vai ganhar o livro...


Ana, tens a partir de hoje trinta dias para enviar os teus dados para o mail do blogue 
ligialeituras@gmail.com

Por aqui estamos a ler...


Eu tenho a edição antiga... vou ler agora :)

E vocês o que estão a ler??

Sinopse:
Quando um lobo sabe que o seu tempo está a terminar e que já não é útil à sua alcateia, muitas vezes escolhe afastar-se. Morre assim afastado da sua família, do seu grupo, mantendo até ao fim todo o orgulho que lhe é próprio e mantendo-se fiel à sua natureza. Luke Warren passou a vida inteira a estudar lobos. Chegou inclusivamente a viver com lobos durante longos períodos. Em muitos sentidos, Luke compreende melhor as dinâmicas da alcateia do que as da sua própria família. A mulher, Georgie, desistiu finalmente da solidão em que viviam e deixou-o. O filho, Edward, de vinte e quatro anos, fugiu há seis, deixando para trás uma relação destroçada com o pai. Recebe então um telefonema alarmante: Luke ficou gravemente ferido num acidente de automóvel com Cara, a irmã mais nova de Edward. De repente, tudo muda: Edward tem de regressar a casa e enfrentar o pai que deixou aos dezoito anos. Ele e Cara têm de decidir junto o destino do pai. Não há respostas fáceis, e as perguntas são muitas: que segredos esconderam Edward e Cara um do outro? Haverá razões ocultas para deixarem o pai morrer… ou viver? Qual seria a vontade de Luke? Como podem os filhos tomar uma decisão destas num contexto de culpa, sofrimento, ou ambos? E, sobretudo, terão esquecido aquilo que todo e qualquer lobo sabe e nunca esquece: cada membro da alcateia precisa dos outros, e às vezes a sobrevivência implica sacrifício. Lobo Solitário descreve de forma brilhante a dinâmica familiar: o amor, a proteção, a força que podem dar, mas também o preço a pagar por ela.

Opinião:
Um dos motivos, porque tanto gosto das obras de Jodi Picoult, é que ela aborda temas algo sensíveis e que provocam o leitor. Por vezes pensamos que temos uma opinião formada sobre determinado assunto, e “achamos” que venha o que vier nunca se vai alterar, a autora ao aborda esses temas, dá-nos que pensar e a nossa (a minha opinião) vem a se alterar. Já dizia o ditado, “Nunca digas dessa água não beberei”. A autora nos assuntos mais controversos, vê todas as perspectivas e tenta fazer-nos sentir e compreender todas as personagens que participam, é como se nós nos tornássemos cada uma delas, e perante isso faz-nos entender certas coisas que nos passava ao lado “ou simplesmente ignorávamos, só porque sim, só porque é mais fácil.
Desta vez temos dois irmãos que têm opiniões diferentes quando ao deixar viver ou morrer o seu pai. Luke (o pai) tem um acidente que o deixa em estado vegetativo. Cara a filha mais nova apesar do que os médicos dizem (o pai nunca sobreviverá sem a ajuda de máquinas) acha que o devem deixar viver dessa forma, acha que o pai pode acordar, ou que um dia a ciência estará mais avançada e o poderá salvar. Edward tem a opinião contrária, o pai era uma pessoa enérgica e amava viver e então pensa que ele não gostaria de viver assim. Esta obra vai desenrolar-se à volta destas duas questões desligar as máquinas e doar os órgão de Luke, ou deixá-lo toda uma vida, ligado a máquinas que só assim o manterão vivo. Ao longo da obra vai-se saltando de personagem em personagem e vamos descobrindo um pouco mais de cada uma delas, inclusive de Luke. Através de Luke vamos descobrindo cada vez mais sobre os lobos e as suas alcateias, já que ele chegou mesmo a viver em estado selvagem com uma alcateia.
Vamos conhecendo toda esta família, que apesar de tudo e de início não ser unida, no fim acabam por se tornar unidos, apoiar e compreender a opinião uns dos outros.
Um tema polémico muito bem abordado por esta autora, que nos faz pensar se estivéssemos numa situação destas qual a atitude que tomaríamos.



Não sei se já passaram por aqui e leram a minha opinião quanto a esta obra??
Se não o fizeram, passem por lá por favor, percam cinco minutinhos para ficarem curiosos com o Zé da Paixão e as suas “ideias”.
Curiosos agora? Pois ainda bem, porque a nossa querida Rute Simões Ribeiro tem todo o gosto em vos oferecer um exemplar desta grande obra.
As regras são muito simples, basta serem seguidores aqui do blogue e escreverem nos comentários desta publicação.
O passatempo termina dia 5 de Julho.

Participem e boa sorte a todos!!


Sinopse:
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só para quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta.

A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado.

Dias depois, Stephanie desaparece.

Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace.

O que aconteceu a Stephanie Mailer?

E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?


Críticas:
«Como é o novo Dicker? Podemos responder, sem hesitação: extraordinário!»
Le Point

«Stephanie Mailer, tal como Harry Quebert antes dela, mantém-nos agarrados. Felizmente, escrever não é meramente “juntar palavras que formam frases”. Escrever também é construir, e nisso Dicker é excelente.»
La Liberté

«Cinco temporadas de uma série de televisão viciante num só livro. O desaparecimento de Stephanie Mailer mostra em pleno o talento do escritor: uma teia de intrigas que mantém o leitor preso por um fio.»
Le Temps

«O autor redescobre a sua força sedutora: a combinação de eficácia visual à americana com a elegância do detalhe à europeia.»
24 Heures

«Dicker não larga a mão do leitor que, apesar da variedade de personagens, da avalanche de pistas falsas, nunca perde o fio à meada. A cada cinquenta páginas, o leitor pensa ter encontrado o verdadeiro assassino. Mas para isso terá de esperar: o autor é muito hábil e diverte-se como um louco a induzir o leitor em erro.»
Le Figaro Littéraire

«Romance após romance, Joël Dicker impõe-se como um mestre de ilusionismo.»
Elle

«Preciso, denso, dinâmico, rápido, divertido, atravessado por uma ironia refrescante. Mas a sua maior qualidade, e a sua evolução em relação aos livros anteriores, é que esta complexidade, esta rapidez de acção, não impede o romance de ser comovente e poético ao mesmo tempo. É um livro com alma.»
Matin Dimanche

«Enquanto Agatha Christie punha em cena “apenas” dez suspeitos, Joël Dicker joga com dezenas de personagens a um ritmo inacreditável. De tirar o fôlego!»
Madame Figaro

«Conhece aquele sentimento terrível de se sentir sozinho depois de acabar um romance incrível? Foi o que me aconteceu com este livro. Joël Dicker vai ainda mais longe do que antes com este livro. »
Cosmopolitan

«Intriga cativante, personagens sólidas e ritmo vivo. Um page turner muito eficaz.»
Telerama


Ela Apaixonou-se por um Assassino… e Tornou-se Igual a ele.


Sinopse:
Quando, nas margens do Tamisa, surge uma mala velha com o corpo desmembrado de um homem, a inspetora Erika Foster fica chocada. Já trabalhou em alguns casos assustadores, mas nunca vira nada assim antes. À medida que ela e a sua equipa começam a trabalhar, estabelecem uma ligação com outra vítima - o corpo de uma jovem abandonado numa mala idêntica duas semanas antes.
Erika percebe rapidamente que está na pista de um assassino em série que já deu o passo seguinte. No entanto, durante a investigação, é vítima de um ataque brutal. Forçada a recuperar em casa, e com a sua vida pessoal a desmoronar-se, tudo parece estar contra ela.

Mas nada detém Erika. À medida que o número de corpos aumenta, as filhas gémeas de um colega, o comandante Marsh, são raptadas, e é o tudo por tudo. Conseguirá Erika salvar a vida de duas crianças inocentes antes que seja demasiado tarde? Ela está a ficar sem tempo e prestes a fazer uma descoberta perturbadora... há mais de um assassino.
Brilhante e emocionante, Sangue-Frio irá prendê-lo desde a primeira página e fazê-lo suster a respiração até chegar a um final arrebatador.


Críticas:
«Uau! Outro fantástico livro de Robert. É tão bom ter esta detetive de novo na minha vida. Ela traz-nos uma sensação de calma, esperteza e poder feminino... uma ótima personagem.» Trisha’s Blog

«O melhor thriller que li nos últimos tempos, e li alguns bons... Do melhor que há, e para mim fantástico. Adorei.» Goodreads Reviewer, 5 estrelas

«Adoro a escrita de Robert Bryndza, e a série Erika Foster é provavelmente a melhor série de detetives de todos os tempos!… Uau, uau, uau!! Erika está de volta em grande!» Stardust Book Reviews

«Excelente… Estes livros deviam vir com o aviso de que, assim que os começamos a ler, não conseguimos largá-los.» Jen Med's Book Reviews, 5 estrelas

Este mês, com o apoio da nossa querida Editorial Presença, temos um exemplar de "A Carrugem dos órfãos" de Pam Jenoff que irá a passatempo entre todos os que comentarem todas as segundas feiras durante este mês!




A Carruagem dos Órfãos é um romance poderoso sobre a amizade, tendo como pano de fundo um circo durante a Segunda Guerra Mundial. 

Duas mulheres extraordinárias e as suas histórias angustiantes, de sacrifício e sobrevivência.

Noa, de 16 anos, fica grávida de um soldado do exército nazi e é forçada a desistir do seu bebé recém-nascido. Vive no piso superior de uma pequena estação ferroviária, a troco de limpezas... Quando descobre dezenas de crianças judias amontoadas num vagão cujo destino é um campo de concentração, ela não consegue deixar de pensar no filho que lhe foi retirado.

E, num momento que mudará a sua vida para sempre, agarra numa das crianças e foge com ela pela noite fora sob um forte nevão. Acaba por encontrar refúgio num circo alemão, onde tem de aprender números de trapézio para poder passar despercebida, não obstante o azedume de Astrid, a trapezista principal. A princípio rivais, Noa e Astrid em breve criam poderosos laços de afecto entre si. Mas como a fachada que as protege se torna cada vez mais ténue, elas têm de decidir se a amizade entre ambas é suficiente para se salvarem uma à outra - ou se os segredos que guardam deitarão tudo por terra.

Uma extraordinária obra visual e credível, bestseller do New York Times.

Regras da rubrica:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.


Por aqui estamos a ler...


E vocês o que andam a ler??



Um mês fantástico para todos!!!!

Quando os livros e o crime cruzam os seus caminhos, o resultado pode ser fatal.

Sinopse:
Um bando de ladrões realiza um ousado assalto a um cofre de alta segurança que fica sob a biblioteca da Universidade de Princeton. O espólio levado é de valor incalculável, se bem que a universidade o tenha segurado por vinte e cinco milhões de dólares.

Bruce Cable é dono de uma livraria muito popular na povoação de Santa Rosa, em Camino Island, na Florida. Mas o dinheiro a sério vem da sua atividade como negociante de livros raros. Poucos são os que sabem que, de vez em quando, ele entra no mercado negro de livros e manuscritos roubados.

Mercer Mann é uma jovem escritora que sofre de um caso sério de bloqueio criativo e que acaba de ser despedida da escola onde dava aulas. Quando uma mulher elegante e misteriosa lhe oferece uma generosa maquia para que ela se infiltre no círculo literário de Bruce Cable, ela aceita.

Só que Mercer acaba por vir a saber demais e é aí que os problemas começam nessas paragens paradisíacas…


Os médicos nem sempre curam, às vezes matam

Sinopse:
Célebre pelos seus avanços na medicina, o hospital universitário de Boston tem diversas «salas de operações híbridas do futuro». Os tratamentos são mais bem-sucedidos e os riscos muito reduzidos. É por isso um choque quando um erro de anestesia durante uma operação de rotina resulta na morte do paciente. O Dr. Noah suspeita de William Mason, um cirurgião de renome internacional, narcisista e snobe. Mas Mason põe todas as culpas na anestesista Ava London.

Quando começam a surgir mais mortes associadas a erros nas anestesias, Noah é obrigado a investigar todo o seu pessoal médico, incluindo Ava, que pode muito bem não ser quem parecia ser. Mas, sobretudo, é preciso descobrir o culpado antes que mais mortes sucedam.


Críticas:
«Agarra-nos... aterrador.»
New York Times

«Patologistas forenses e médicos que se transformam em detetives para lutar contra epidemias, doenças fatais e mortes ligadas a medicamentos, cujas causa estão longe de ser naturais... o leitor vai ficar completamente agarrado.»
Daily Mail

«Oferece aos leitores uma dissecação inteligente de questões contemporâneas que nos afetam a todos.»
USA Today

«Robin Cook inventou literalmente o thriller médico nos anos 70 com Coma.»
Guardian

Sinopse:
A biografia ilustrada que faltava de uma das maiores campeãs do nosso atletismo.

Aurora Cunha é um dos nomes incontornáveis do desporto português.

Campeã em várias provas mundiais, nasceu no Norte do País e daí se mostrou ao mundo.

Retirada há anos das competições, tem tido um percurso posterior de grande empenho nas causas sociais e desportivas.


Críticas:
«Os portugueses reconhecem o seu inestimável contributo e agradecem-lho. Também por isso mesmo aqui estou para lhe testemunhar essa gratidão. Que é do cidadão. Mas é, também e sobretudo, do Presidente da República, em nome de Portugal.»
Marcelo Rebelo de Sousa

«Oportuna é, pois, esta homenagem a Aurora Cunha, à sua vida, motivações e propósitos, acção e resultados, porque poderá constituir um apelo, sobretudo aos mais jovens, para que nela encontrem motivação e inspiração.»
António Ramalho Eanes


Sinopse:
O detetive Harry Bosch acaba de se reformar da LAPD, mas o seu meio-irmão, o advogado de defesa Mickey Haller, precisa da sua ajuda. Uma mulher foi brutalmente assassinada, o corpo encontrado na cama, e todas as provas apontam para o cliente de Haller, antigo membro de um gang de Los Angeles que diz há muito ter abandonado o mundo do crime. Embora a acusação de homicídio pareça perfeita, Mickey tem a certeza de que se trata de uma armadilha.

Bosch não quer atravessar a linha que opõe as forças de segurança à defesa de um criminoso. Sente que tal seria trair uma carreira lendária de trinta anos como detetive na Brigada de Homícidios. Mas Mickey garante não comprometer o seu trabalho: se Harry provar que o seu cliente é culpado, então a prova será entregue à acusação.

Desafiando todos os seus instintos, Bosch aceita o caso. A investigação tem, pura e simplesmente, demasiadas lacunas. Se o cliente de Haller é inocente, quem será o culpado? Todos os caminhos vão dar ao interior do Departamento da Polícia – e o assassino que Harry Bosch procura também o tem estado a procurar a ele.

Este mês, com o apoio da nossa querida Editorial Presença, temos um exemplar de "A Carrugem dos órfãos" de Pam Jenoff que irá a passatempo entre todos os que comentarem todas as segundas feiras durante este mês!




A Carruagem dos Órfãos é um romance poderoso sobre a amizade, tendo como pano de fundo um circo durante a Segunda Guerra Mundial. 

Duas mulheres extraordinárias e as suas histórias angustiantes, de sacrifício e sobrevivência.

Noa, de 16 anos, fica grávida de um soldado do exército nazi e é forçada a desistir do seu bebé recém-nascido. Vive no piso superior de uma pequena estação ferroviária, a troco de limpezas... Quando descobre dezenas de crianças judias amontoadas num vagão cujo destino é um campo de concentração, ela não consegue deixar de pensar no filho que lhe foi retirado.

E, num momento que mudará a sua vida para sempre, agarra numa das crianças e foge com ela pela noite fora sob um forte nevão. Acaba por encontrar refúgio num circo alemão, onde tem de aprender números de trapézio para poder passar despercebida, não obstante o azedume de Astrid, a trapezista principal. A princípio rivais, Noa e Astrid em breve criam poderosos laços de afecto entre si. Mas como a fachada que as protege se torna cada vez mais ténue, elas têm de decidir se a amizade entre ambas é suficiente para se salvarem uma à outra - ou se os segredos que guardam deitarão tudo por terra.

Uma extraordinária obra visual e credível, bestseller do New York Times.

Regras da rubrica:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.


Por aqui estamos a ler...


E vocês o que andam a ler??



Um mês fantástico para todos!!!!

Sinopse:
«O romance A Alegria de Ser Miserável explora a vida de um homem de  feitio rude, que despreza o seu contexto social e a necessidade de relação com os outros. «Se alegria houvesse, e festa se anunciasse  para a celebrar, Zé era convocado por carta, para não contaminar contentamentos». Porém, sofre uma embolia que lhe retira «a capacidade  de sentir tristeza», ficando «impossibilitado de ficar deprimido», perdendo «competências em ser miserável». A sua irmã Alma da  Encarnação, que «teria muito para fazer nesta vida e noutras, quem sabe, que no nome para lá tinha atalho», é uma personagem secundária  que, num inesperado jogo de perspetivas, desenvolve uma singular densidade arquitetónica. O protagonista, Zé da Paixão, experimenta  várias profissões irrelacionáveis, numa vida que é conduzida pelo acaso, e vem a conhecer uma mulher por quem sente uma fixação  inconsequente. Num exercício literário que ultrapassa as habituais técnicas narrativas, a autora faz o seu personagem central assumir a  coragem de sobrepor a vontade à oportunidade, conduzindo-o pelas suas teias mentais, dando uso a recursos narrativos atípicos. E à medida  que a leitura se faz deixamos de ter a certeza se se trata na verdade de uma história de amor. É uma escrita leve, mas com subtis sinais de  seriedade embutidos num intuitivo e engenhoso sentido de humor. Rute Simões Ribeiro expõe uma narrativa nova, destacando-se dela própria e  ilimitando-se numa escrita, uma vez mais, sem grilhos e sem condicionantes.


Opinião:
O protagonista desta obra é Zé da Paixão, personagem “castiça” que vive num despreendimento absoluto, sem a preocupação de agradar seja quem for (por vezes um pouco frio, que pode ser interpretado como desprezo, mas não é essa a sua intenção), sem pensar no dia de amanha, como se vivesse num mundo paralelo ao nosso. Durante a obra vamos ouvindo e descobrindo as suas ideias… sim, entenderam bem… as ideias que lhe vão na alma… e as ideias que conversam umas com as outras… siiiim… o que lhe vai dentro da sua cabeça… do seu cérebro. E o que vemos por “dentro”, demonstra o que o Zé é por fora… uma pessoa simples (de complicada nada tem), mas não julguem que de tão simples, despreocupado e até um pouco frio com as pessoas com que se cruza, nas suas ideias ele não é assim tão despreocupado como parece. Na primeira profissão em que o conhecemos (um pouco estranha até), ele despedia pessoas, e para isso ele “pesquisava” a vida delas e fazia com que fossem elas a despedir-se e partissem para uma profissão que lhes desse prazer e as fizesse felizes. Na realidade ele fazia um dos maiores bens que se pode dar a alguém, enveredar pela profissão que as pode sustentar e fazer feliz. Foi assim que conheceu a paixão da sua vida, uma paixão de carne e osso, e foi assim que essa paixão seguiu a sua verdadeira paixão. Confusos?? Até parece um pouco, mas quando pegarem e devorarem por simples impulso esta obra, já não o vão achar, nem no dia em que o Zé deixa de sentir tristeza e tudo para ele é uma alegria.

O “Ensaio sobre o Dever (Ou a Manifestação da Vontade)”, é a primeira obra publicada desta autora, foi uma obra que devorei e adorei até à última página. Foi uma obra que me deixou curiosa pela chegada da próxima. Pensei cá com as “minhas ideias” que dificilmente Rute Ribeiro pudesse ultrapassar o quanto foi maravilhosa, tanto na forma de escrever, como na imaginação de todo o enredo… não podia estar mais enganada. Quanto à escrita, se eu não soubesse de quem era esta obra, depressa chegava lá (pois tem uma escrita diferente e muito própria), quanto à imaginação…. a autora tem tal como Zé da Paixão “as ideias” sempre a fervilhar, uma imaginação soberba, que trás para o enredo situações que dificilmente alguém se lembraria, e é isso que tanto me agrada e me agarra da primeira à última página.


Disponível na Amazon em versão impressa e ebook aqui.
Podem ler a minha opinião da obra “Ensaio sobre o Dever (Ou a Manifestação da Vontade)” aqui.
aqui a participação da autora na nossa rubrica ““O Livro” aquele que para mim é único”.

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