Maratona do Porto

Após 4 semanas de descanso, ou seja, sem treinos de corrida - dedicadas a bicicleta, pilates e treino funcional -, começou esta semana a preparação para os 42 km...


Alguém quer vir?



Sinopse
Transforma-te numa designer de moda, criando os teus próprios conjuntos de roupa com os autocolantes do livro! Tens dicas e truques para te ajudarem a fazer as combinações perfeitas das cores e padrões. Vais deslumbrar com a tua coleção primavera! 
Veste as Tuas Amigas - Designer de Moda traz mais de 350 autocolantes, incluindo 150 para colorir e personalizar. Recomendado a partir dos 6 anos.



Opinião:
Chegamos assim ao oitavo número da colecção Veste as Tuas Amigas. Este livro segue a mesma linha dos anteriores, como já foi explicado neste blog. Continuamos com pequenas histórias e muitas colagens. Casacos para aqui, saias para acolá, camisolas, acessórios, malas, sapatos e por aí fora. Ou seja, tudo aquilo a que uma miúda tem direito. 
A ideia continua a ser genial, o entretenimento incomparável e a imaginação ilimitada. Contudo, este último livro acrescenta uma novidade que faz com as crianças se libertem ainda mais: alguns dos autocolantes estão em branco, podendo as crianças, assim, pintar da forma que entendem e serem autênticas designers de moda. Tudo isto em função do gosto pessoal e do local onde as personagens se encontram: no salão de chá, na China, à chuva e por aí fora.
Eu adoro estes livros, cada um melhor do que o anterior, ou melhor a minha Bianca adora estes livros. Tanto que não conseguiu esperar por chegar a casa para o folhear e tivemos de ir fazer umas colagens no café mesmo em frente à estação dos correios, onde tínhamos acabado de recolher o exemplar. Foi uma horita no café, curiosamente baptizado de Mary Poppins, o espaço ideal para acolher esta tarefa, ele que parece uma casa de bonecas em ponto grande.
Aqui ficam as provas:

 



Ao longo de um percurso que se divide entre o Recife e Lisboa, entre a realidade e a imaginação, dois irmãos tentam reinventar a vida e ganhar as suas batalhas interiores.


Título   A Invenção da vida
Autor   Lourença Baldaque
Editor   Verso da História

Sinopse
“Éramos uma espécie de degenerados com demasiado talento para podermos vingar numa sociedade que se queria ordeira. Nós não queríamos ser motineiros contudo desejávamos incendiar uma tradição estabelecida. Digamos que nos sentíamos oprimidos porque sabíamos que a nossa fatalidade era a de
nunca nos cumprirmos, não aqui.”
Ao longo da noite de 31 de Dezembro, Mauro recorda as pessoas e os eventos mais marcantes da sua vida desde o ano em que deixou o Recife para viver em Portugal motivado pelo período conturbado do fim da Monarquia e implantação da República.
A invenção da vida revela-nos como os lugares e os encontros são um factor decisivo para a descoberta de uma vocação, onde a revolução republicana surge como uma metáfora das batalhas que se travam intimamente como sendo as mais determinantes no decurso de toda uma existência.

Sobre o autor
Lourença Baldaque nasceu no Porto em 1979. É licenciada em Arte e Património pela Universidade Católica Portuguesa e concluiu o curso de Mestrado em Línguas, Literaturas e Culturas em Estudos Ingleses e Norte-Americanos pela Universidade Nova de Lisboa. Tem publicadas as novelas A Alegria do Bem e do Mal (2005), vencedora do Prémio Revelação do Prémio Máxima de Literatura 2006, e A Neblina (2010).
Sinopse
A guerra tentou matar-nos na primavera.» Assim começa este poderosíssimo relato de amizade e perda. Em Al Tafar, no Iraque, o soldado Bartle, de vinte e um anos, e o soldado Murphy, de dezoito, agarram-se à vida enquanto o seu pelotão inicia uma batalha sangrenta pela cidade. Unidos desde os treinos, altura em que Bartle fez a promessa de trazer Murphy a salvo para casa, são os dois lançados para uma guerra para a qual nenhum está preparado. Nos infindáveis dias que se seguem, os dois jovens soldados fazem tudo para se protegerem um ao outro das forças que os pressionam de todos os lados: os insurgentes, a fadiga física e o stresse mental, produtos de uma situação de perigo constante. Quando a realidade começa a perder os contornos e se transforma num pesadelo, Murphy torna-se cada vez mais desligado do mundo à sua volta e Bartle faz coisas que nunca imaginara vir a fazer. Com uma profunda carga emocional, Os Pássaros Amarelos é um romance inovador, destinado a transformar-se num clássico.
Opinião
Tinha bastantes expectativas relativamente a este livro. Pelo que tinha pesquisado sobre ele, pelo que tinha folheado e pelo tema, Pássaros Amarelos parecia ter tudo para que me pudesse agradar. Mas a verdade é que o meu interesse sobre as palavras do autor se foi diluindo com o decorrer do tempo e com o passar das páginas.
Compreendo a forma de narrar obscura, perfeitamente adequada à experiência de um soldado na guerra do Iraque - ou em qualquer guerra que seja -, mas na realidade essa parte negra, densa e inglória não chegou para me levar para a mente do protagonista. De vez em quando acompanhei o autor pelo Iraque, pela carreira militar e pela alma atormentada de quem nela participa. Contudo, nem sempre gostei de seguir essa viagem. Que venha, portanto, a próxima travessia, com outro escritor certamente e de preferência noutro local que não no deserto - do planeta e da mente.
E saiu, recentemente, mais um livro da colecção Veste as Tuas Amigas. (Alguém vai delirar lá em casa!)


Sinopse
Transforma-te numa designer de moda, criando os teus próprios conjuntos de roupa com os autocolantes do livro! Tens dicas e truques para te ajudarem a fazer as combinações perfeitas das cores e padrões. Vais deslumbrar com a tua coleção primavera! 
Veste as Tuas Amigas - Designer de Moda traz mais de 350 autocolantes, incluindo 150 para colorir e personalizar. Recomendado a partir dos 6 anos.

A Prova (do delírio)


Num momento delicado da política europeia, cá vai uma opinião:

"A linguagem política foi concebida para que a mentira soe como verdade e o crime se torne respeitável..." 

(George Orwell)
Sinopse
Marie-Laure é uma jovem cega que vive com o pai, o encarregado das chaves do Museu Nacional de História Natural em Paris. Quando as tropas de Hitler ocupam a França, pai e filha refugiam-se na cidade fortificada de Saint-Malo, levando com eles uma joia valiosíssima do museu, que carrega uma maldição
Werner Pfenning é um órfão alemão com um fascínio por rádios, talento que não passou despercebido à temida escola militar da Juventude Hitleriana. Seguindo o exército alemão por uma Europa em guerra, Werner chega a Saint-Malo na véspera do Dia D, onde, inevitavelmente, o seu destino se cruza com o de Marie-Laure, numa comovente combinação de amizade, inocência e humanidade num tempo de ódio e de trevas.

Opinião
Sensorial. Descritivo. Reconfortante.
Este é um livro belo e estranho ao mesmo tempo, um livro pelo qual nos sentimos atraídos, não obstante o sentimento de pânico - um pânico tranquilo, porém, quase inocente - que não se desprende das páginas por um instante que seja.
Não achei uma narrativa uniforme. Isto quer dizer que nem sempre senti urgência em lê-la, embora isso tenha ocorrido a espaços. Isso não é sequer uma crítica negativa porque, a meu ver, para haver um momento mais intenso, aqueles que o antecedem e o sucedem têm obrigatoriamente de ser menos interessantes ou mais vulgares, por assim dizer.
O conceito do livro é, na minha opinião, bastante bom. Não se trata apenas de uma história de guerra, de uma história de resiliência. Trata-se sim dum enredo com muitos mais elementos do que os habituais neste tipo de trama. Embora estejam presentes em lados opostos, as personagens  adolescentes - a francesa e a alemã - são deliciosas, mostrando que pode não haver bem nem mal, que podem não existir pessoas melhores ou piores, mas sim seres humanos que, por força das circunstâncias, não caminham lado a lado como noutra vida, noutra era, o poderiam ter feito.
Houve duas situações que registei com muito agrado, pormenores que  fazem toda a diferença: a violência física e psicológica a que os miúdos da Juventude Hitelariana estão sujeitos e a força dos boatos/ exageros não só entre os franceses como entre os alemães, que consistiu numa das maiores forças de Hitler - a propaganda.
Notei igualmente uma sensibilidade brutal por parte do autor no relato de Marie-Laure bem como na relação entre ela e o seu pai - um homem simples com um problema complexo - e entre ela e o seu tio-avô - um homem complexo querendo viver uma vida simples.
Gostei de Toda a Luz Que Não Podemos Ver e acho a maioria dos leitores iria gostar da mesma forma.

As minhas próximas leituras serão..

 


Tempo de Partir, Jodi Picoult

Opinião:
Eis uma escritora que não me desilude!
Confesso que esta, foi a obra de Jodi Picoult que mais me surpreendeu com o seu final. No entanto, considero ser esta também, uma das mais simples se assim poderei chamar. Picoult tem como grande característica a crítica e a chamada de atenção para os problemas sociais, mostrando-nos sempre os dois lados de uma questão! Jodi consegue por sempre os nossos valores em Xeque e aqui isto não se dá. Se não soubesse quem tinha escrito "Tempo de Partir" dificilmente associaria a obra a Jodi Picoult. Por outro lado, se o seu intuito foi chamar a atenção dos leitores para a vida dos elefantes, Jodi conseguiu.

Este livro aborda algumas questões, como o relacionamento entre pais e filhos e a importância do passado e do presente na vida de uma pessoa e sobretudo a importância das nossas raízes!
O passado é necessário para saber de onde viemos e para onde caminhámos. 

É uma obra de leitura leve, que se lê num ápice, sempre com muita curiosidade. A vida dos elefantes é aqui dissecada de forma a mostrar-nos não só estes seres são magníficos, mas também para nos mostrar o seu modo de vida e os perigos que correm!

Adorei e recomendo sem reservas!

Este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar da obra de Henning Mankel "Um anjo impuro" para sortear no fim do mês, entre os participantes da rubrica (de Junho).


Eu estou a ler...


O Vasco continua em "modo de férias" :)

Ainda esta semana pretendo pegar...


E vocês? Já estão de Férias? 
O que estão a ler?


 El día después de la tormenta
by Joseph Mallord William Turner



Vinha de um mundo
Sonoro, nítido e denso.
E agora o mar o guarda no seu fundo
Silencioso e suspenso.

É um esqueleto branco o capitão,
Branco como as areias,
Tem duas conchas na mão Tem algas em vez de veias
E uma medusa em vez de coração.

Em seu redor as grutas de mil cores
Tomam formas incertas quase ausentes
E a cor das águas toma a cor das flores
E os animais são mudos, transparentes.

E os corpos espalhados nas areias
Tremem à passagem das sereias,
As sereias leves dos cabelos roxos
Que têm olhos vagos e ausentes
E verdes como os olhos de videntes.


Sophia de Mello Breyner Andresen

A Condessa, Rebecca Johns

Opinião:
Li vários comentários positivos a este livro e decidi que quando o visse compraria. Entretanto, ficou numa promoção por cinco euros e achei que era a altura certa.
Ora, na capa diz que a vida desta condessa inspirou a obra de Bram Stocker. Eu não sei se o visitante já leu "Drácula" de Bram Stocker. É uma obra excelente, mas há muito pouco de terror, ficámos ali à espera, à espera e (quase) nada. Quando li "Drácula" senti que as minhas expectativas ficaram muito a quem do esperado. No entanto, hoje, reflectindo sobre o que li na altura considero uma excelente obra! Ao comprar a "A Condessa" deixei logo de lado o marketing/Drácula, pois achei que seria uma "armadilha" de publicidade. Depois de ler, acho que as obras não têm de ser comparadas. 

Isabel Bathory, a nossa condessa, é uma bela mulher que foi criada pelos seus pais de forma a manter a disciplina e as regras em casa. 
O livro começa com um castigo medonho levado a cabo pelo pai de Isabel a um cigano. É uma cena tremenda à qual Isabel não mostra medo, pelo contrário, escondida, torna o sofrimento do castigado ainda pior. Aqui, logo nas primeiras páginas, já começámos a imaginar o perfil da Condessa Bathory. Aos onze anos fica noiva do Conde Nadásdy, aos catorze casa e vê-se responsável por um castelo, o qual tem de governar. Os criados não são fáceis de lidar, e Bathory vê nas punições, o elemento necessário para manter a disciplina. E assim, começam os castigos terríveis que causam a morte de sucessivos criados o que leva ao final triste de Isabel, uma mulher que amou, foi amada, nem sempre compreendida, mas também traída por aqueles que julgava ter confiança!

São abordados temas históricos, como as batalhas do exército do Império Otomano, as diferenças religiosas como o protestantismo e o catolicismo romano, entre muitas outras questões que influenciaram as constantes viagens e mudança de residência da Condessa e as suas relações/acções.

Gostei e recomendo!
E para este Verão, as sugestões dos nossos visitantes foram muito interessantes...


 



(O Tempo e o Vento - Érico Veríssimo)


  

 


Tenho os Irmãos Karamazov, Dr. Jivago, A Ponte Invisível, Nome de Código Leoparda (numa edição muito antiga) e o Terceiro Gémeo do Ken Follet. Todas estas obras estão na estante por ler.

Amor em Tempos de Cólera, li há alguns anos e recomendo! Um amor lindo, este de Fermina Daza e Florentino Ariza.

A Rapariga do Comboio já li e também gostei muito!

O Tempo e o Vento de Érico Veríssimo, despertou-me muita curiosidade, mas já verifiquei que é uma obra antiga e pela pesquisa que fiz acho que devem haver poucas edições à venda. Vou ver se encontro em 2ª mão para comprar.

Uma sugestão...

Nestas férias, para os jovens que gostam de suspense, esta série juvenil poderá ser uma opção!

(eu sei que eles têm os clássicos e outros livros que deveriam ler... mas entre lerem obrigados aquilo que não querem e lerem por vontade própria outros livros de que gostam, fica a sugestão!)





Este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar da obra de Henning Mankel "Um anjo impuro" para sortear no fim do mês, entre os participantes da rubrica (de Junho).




Eu também ando a ler... "Um anjo impuro" de Henning Mankell

Quanto ao Vasco, não sei, pelo que me consta está de férias (sortudo) !!!




E vocês??? O que andam a ler?

"A maioria dos alunos que realizou o exame de Português do 12.º ano na quarta-feira não conhecia o poema de Sophia de Mello Breyner Andresen que foi escolhido para o grupo de leitura e interpretação.
Chama-se Bach Segóvia Guitarra e foi publicado pela primeira vez em 1967. " a restante notícia aqui

Fica o poema...

A música do ser
Povoa este deserto
Com sua guitarra
Ou com harpas de areia

Palavras silabadas
Vêm uma a uma
Na voz da guitarra

A música do ser
Interior ao silêncio
Cria seu próprio tempo
Que me dá morada

Palavras silabadas
Unidas uma a uma
Às paredes da casa

Por companheira tenho
A voz da guitarra

E no silêncio ouvinte
O canto me reúne
De muito longe venho
Pelo canto chamada

E agora de mim
Não me separa nada
Quando oiço cantar
A música do ser
Nostalgia ordenada
Num silêncio de areia
Que não foi pisada

Sophia de Mello Breyner Andresen in Geografia 1967
Li "A História Secreta" de Donna Tartt, há alguns anos, quando foi editada pela Dom Quixote. Gostei imenso e recomendo. Para mim, é o seu melhor livro. Na minha opinião, supera O Pintassilgo.
Entretanto, a edição ficou logo esgotada... e surge agora editada pela Editorial Presença.




A editora que me perdoe, mas prefiro a capa da Dom Quixote 
Depois de ver este post da Célia, administradora do blogue Estante de Livros, lembrei-me de perguntar a vocês, visitantes deste cantinho, que livros pretendem ler estas férias ou este Verão (caso já tenham ido de férias).
Deixem as vossas preferências nos comentários deste post para depois publicarmos as vossas escolhas :)

Quanto a mim, ainda não escolhi que livros vou ler nesta época quente, mas certamente serão obras leves e fáceis de "digerir" ^_^



imagem retirada daqui 




Como todos já sabem, este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar da obra de Henning Mankel "Um anjo impuro" para sortear no fim do mês, entre os participantes da rubrica (do mês de Junho).



Nós andamos a ler...

 


E vocês?

Invenções...

Fazendo uma pausa nas leituras, lembrei-me de partilhar com vocês, uma invenção bizarra de outros tempos (elas andam por aí a circular na net) e hoje decidi partilhar a minha preferida, até porque eu era mulher de andar com aquilo, porque sou do Benfica e aquilo tem algo de águia!





Chagamo-nos

Pelas duas da manhã enfiei a mão onde não devia. O meu coração partiu-se em dois e depois em mil bocados.
E gritei:

Afinal tu não és madeirense como uma madeirense pode ser. És madeirense como só um madeirense pode ser. Tens mais pêlos do que devias, a voz mais grossa do que é habitual e várias cicatrizes que não podem ser consequência da queda de um penhasco como disseste. Oh meu amor. Como te amaria se a minha vista não me traísse. Agora que a razão me indicou o caminho, sei-o. Mas madeiro-te na mesma porque me ensinaste a madeirar. Madeiro-te agora e sempre, sejas madeireira ou madeireiro. Porque doravante eu sou, também, madeirense. Somos ambos madeireiros.

Chago-te

E depois, quando a noite caiu, voltei a pensar em ti.
E o meu coração voltou a gritar através da minha voz:

Ela era Domininaca, a banana. Tu és madeirense. Tão madeirense quanto uma madeirense pode ser. Com todo o sotaque, com o cheiro a flores da ilha, com o sal do mar que te percorre o corpo quando nos amamos. E nós, uma madeirense e um não-madeirense, lambemos todo o sal que os nossos lençóis madeirenses feitos por mulheres madeirenses – quem sabe também a tua avó? - capturam depois de uma noite madeirada. Nós madeiramo-nos sempre que tu, madeirense, me madeiras.

Chaga-me

Pelo primeiro raio de sol do dia acordei, dei uma trinca numa banana e senti-me o Pedro Chagas Freitas.
E, a meio da manhã, dei por mim a dizer em voz alta para quem me quisesse ouvir:

Hoje comi uma banana inteira, sem casca, claro. Estava áspera e não doce como tu costumas ser. Depois caí em mim: a banana era proveniente da República Dominicana. Claro, só podia. Por isso senti a tua falta. Tu és madeirense. E eu gosto delas, das bananas, bem pequeninas e amarelinhas. Pequeninas como eu, amarelinhas como as tuas unhas eram antes de serem de gel. Eu vejo-te, mas é, nas bananas madeirenses. Pequeninas e maduras e amarelas. Tu amarelas-me. Tu maduras-me. Nós bananamo-nos. Por isso hoje senti a tua falta. A banana era dominicana.

To be or not to be...


Ideia adaptada daqui


Como todos já sabem, este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar da obra de Henning Mankel "Um anjo impuro" para sortear no fim do mês, entre os participantes da rubrica (do mês de Junho).




Relembrando as regras para a atribuição do livro:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
A partir de 2015, o envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Nós por aqui estamos a ler...


E vocês, que viagens andam a fazer???


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