A partir deste momento podem habilitar-se a ganhar um exemplar de Capital Fuck: Os Contratos do Comerciante. Uma Comédia Bancocrática, publicado pela Verso da História.


Para tal, basta preencher o seguinte quadro e seguir as nossas regras.

Regras do Passatempo:
- O passatempo começa hoje, dia 29 de Julho e termina às 23.59h do dia 5 de Agosto de 2015; 
- O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
- O vencedor será contactado via e-mail;
- Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.;
Ser Seguidor do blogue (para ser seguidor, basta clicar em “seguidores” na barra lateral direita).



Boa sorte aos participantes!!
Sabem uma coisa?
Descobri que a Paula é uma mulher das cavernas.
E não, não é por causa do cabelo volumoso que por vezes mais parece uma juba que digo isto. Bem, também é. Mas o fundamento principal é outro.
Ela que o diga, mas tem a ver com isto:

No me Callo!

Depois de o antigo rei espanhol ter mandado Chavez calar-se, surgiu este livro: "NO ME CALLO!"


Que títulos surgiriam relativamente aos governantes portugueses?
Que acham?

"OS 10.000 NÃO ME CHEGAM!", a biografia de Cavaco Silva...

"NÃO FIZ NADA!", a biografia de José Sócrates...

"NÃO FICAREMOS POR AQUI! IREMOS MAIS ALÉM!", a biografia de Passos Coelho...

"NÃO PAGAMOS!", a biografia de Jerónimo de Sousa...

"NÃO SEI O QUE É UM SUBMARINO!", a biografia de Paulo Portas...

"NÃO SEI O QUE DIGO!", a biografia de Catarina Martins...

Promoções #26

Apenas hoje, com a wook.


Lembram-se deste post?


Sim? Aquele em que eu dizia que ia oferecer um livro usado qualquer e obriguei a Paula a fazer o mesmo. E depois ela chegou e assumiu que, afinal, dava dois exemplares e não um para ser "mais melhor boa" do que eu? E depois cheguei eu e disse  que fazia o mesmo só para não ficar atrás e permitir que ela fosse mais porreiraça do que eu? Lembram-se? (isto é para ser lido tudo de uma vez, como se eu fosse um miúdo de sete anos a explicar a situação)

Vai daí que eu e a Paula estivemos a falar. Não telefonicamente porque o sotaque dela faz-me rir e não dá para falar a sério. Mas via e-mail. Sim, via-email porque ela está sempre de férias

E decidimos uma coisa. Isto porque somos bué de fixolas.

Decidimos que vamos oferecer um livro usado, lido, talvez rubricado e coisa e tal, a todas as pessoas que comentaram o supracitado post até ao dia de ontem. Ai os outros não comentaram mas estavam para fazê-lo? Olhem, azarito. Tivessem sido dinâmicos. Mas há boas notícias. Podem ganhar livros no Monday e noutros passatempos que poderão eventualmente chegar.

São elas:

Aida Silva
Marizei
Femme Trivial
Carla
Ângela
Marisa Luna
Maria João
Dulce

Portanto, meninas - nenhum homem se dignou a comentar, tem algum jeito? - enviem as vossas moradas em duplicado para:

viajarpelaleitura@gmail.com
e
vasco.ricardo@writemail.com

E queremos em duplicado porquê? Porque, como estamos muito generosos, deixa-mo-vos escolher quem querem que vos envie o livro, se eu, se a Paula.

Vá, e xauzinho que estou farto de ser generoso.

Leituras com a Presença

A Editorial Presença brindou-nos no seu facebook com este fantástico post:


e nós adorámos!


É a última semana do mês de Julho, o que significa que, sempre com o apoio da Editorial Presença, é também a última oportunidade de ganhar um exemplar da obra de Donna Tartt A História Secretaa.


Relembrando as regras para a atribuição do livro:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
A partir de 2015, o envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Nós estamos a ler:



E vocês?

Sara e Iker

O que é que estes dois têm a ver com livros?


Nada! 
Mas o facto de passarem a viver no Porto vai dar para escrever uma série deles.

A parte boa é que, a partir do meu lugar no estádio, consigo ver nitidamente o Casillas em campo e a Carbonero na zona VIP.
Há muitos escritores que invariavelmente estão conectados à bebida. Eles próprios o assumiram - ou assumem - e não há vergonha nenhuma nisso.
Aqui estão as bebidas favoritas de alguns dos autores que viram no copo ou na garrafa um auxílio na arte de criar vidas alheias.



Edgar Allan Poe / Cognac



Jack London / Martini



F. Scott Fitzgerald / Gin



Oscar Wilde / Absinto



Buksowski / Boilermaker



Ernest Hemingway / Mojito


Jack Keroauc / Margarita


Neste caso, vou ter de concordar com os dois últimos escritores.
Adoro mojitos e margaritas!

About Haruki Murakami

Ora vejam este vídeo sobre um dos maiores escritores contemporâneos. 

https://vimeo.com/97430975

(Isto é uma pequena prenda para a Paula pelo facto de Murakami não ter vencido a 11ª leitura conjunta)
Descobri, há dias, um artigo curioso onde Stephen King dita vinte regras que, na sua opinião, são obrigatórias para quem escreve ou para quem quer começar a escrever.


Quem estiver interessado em descobrir pode lê-las aqui:


De qualquer forma, e não sei se ele a coloca em último lugar por acaso, gostei particularmente do vigésimo ponto.
Escrever e ler o tempo todo. Ler muito e escrever muito. Se não tiverem tempo para ler, então não têm tempo (e ferramentas) para escrever.

Título   Verdade e Consequência
Autor   Michael Palin
Nr. de páginas   304
Editor   Editorial Bizâncio

Sinopse
Keith Mabbut era escritor. Disso estava absolutamente certo.
Embora tivesse construído uma carreira baseada na palavra escrita, chegara aos cinquenta e seis anos sem nada que se assemelhasse ao sucesso dos seus grandes heróis literários. Consolidara a opinião de que o melhor da sua obra ainda estava para vir. E, da forma que ele menos esperava, assim foi...
Quando uma proposta de trabalho inesperada - escrever a biografia de Hamish Melville, um activista herói de causas humanitárias - o leva à Índia, Keith começa a questionar-se sobre o que é a verdade e em quem pode de facto confiar.


Sobre o autor
Michael Edward Palin é comediante, actor, escritor e apresentador de televisão. Famoso por ser um dos membros do grupo Monty Python e pelos seus documentários sobre viagens, Palin protagonizou alguns dos mais famosos momentos dos Monty Python, incluindo Papagaio MortoA Canção do LenhadorInquisição Espanhola, entre outros. Também participou em vários filmes, entre os quais Um Peixe Chamado Wanda, tendo ganho um prémio BAFTA. Depois dos Monty Python, começou uma nova carreira como escritor de viagens. As suas jornadas levaram-no a todo o mundo. Em 2000, Palin tornou-se CBE (Commander of the Order of the British Empire) pelos seus serviços prestados em televisão.

Minnie

Há cerca de 8 meses adoptámos lá em casa uma cadelinha abandonada, que por sua vez vinha com surpresa: 7 cãezinhos que agora têm um novo lar.

A Bianca quis baptizá-la de Minnie.

Aqui estão duas fotos; uma de Dezembro, antes de ser recolhida a 50 km de casa, outra tão actual quanto só o tempo consegue ser.

"Cidades de Papel" (Estreia)

Estreia hoje nas salas de cinema o sucesso internacional "Cidades de Papel".



Mas antes de assistir ao filme, há que ler o livro, escrito por John Green e publicado pela Editorial Presença, agora com uma nova capa alusiva à adaptação cinematográfica.


Eu já fui ver! E gostei muito! É divertido e possui uma mensagem bastante forte. Não cheguei a tirar uma fotografia para publicar aqui, porque apanhei um acidente e cheguei atrasado! Que pena! Mas só perdi 7 minutos do filme. Segue um mega agradecimento à Carla e à Presença.

Gostei particularmente de uma piada:
(Quentin) "Eu, quando tenho medo, vou dormir para a cama da minha mãe!"
(Amigo do Quentin) "Eu, se fosse a ti, tinha medo todas as noites!"

Homofobia

Dois rapazes passearam pelas ruas de Moscovo de mão dada só para gravarem a reacção daqueles que por eles passavam...


Nem sempre se é livre quando pensamos que o somos.
Ansioso por ler!

Eu continuo a sonhar com a casa de Anna London. Nos meus sonhos é como se a casa tivesse intenções sinistras. Mas, na realidade, a casa não foi responsável por aquilo que aconteceu. Foram as pessoas que causaram os danos...


Título   Doce Tortura
Autor   Rebecca James
Nr de páginas   384
Editor   Suma de Letras

Sinopse
Quando Tim Ellison encontra um quarto barato para alugar num dos melhores locais de Sydney, parece um golpe de sorte: estará perto do restaurante onde trabalha e ainda mais perto do seu lugar preferido para praticar surf. Mas há uma condição para que possa arrendar um quarto: Tim terá de fazer todos os recados à misteriosa dona do quarto, uma mulher muito reservada e pouco amistosa, que nunca abandona a casa.
Tim esforça-se cada vez mais por conhecer melhor a figura inquietante de Anna. A princípio pouco reservada, ela começa a revelar-se aos poucos: a sua história, a sua tristeza, os seus medos paralisantes.
É então que começam a acontecer coisas estranhas na casa: golpes a meio da noite, figuras inexplicáveis nas sombras, mensagens sinistras nas paredes. Tim assusta-se porque, ao mesmo tempo que o seu desconforto em relação àquela casa vai aumentando, crescem também os seus sentimentos pela bela e misteriosa dona da casa.
Que tipo de pessoa será Anna London: alguém que merece compaixão, alguém para amar ou alguém para temer?


Sobre o autor
Rebecca James nasceu em Sydney em 1970. Durante a infância e a juventude, viveu em várias cidades da Austrália, incluindo Bourke, Sydney, Wellington e Bathurst. Já trabalhou como empregada de mesa, operadora numa central de táxis e professora de inglês na Indonésia e no Japão. Neste momento, vive na Austrália com o marido e os quatro filhos. O seu primeira livro, Não Há Bela Sem Senão, está publicado na Suma de Letras. Doce Tortura é o seu segundo romance.



Bem, eu ia fazer uma opinião engraçada como aquela que fiz sobre o livro "As Cinquenta Sombras de Grey". Que foi? Era engraçada sim. Sou um gajo engraçado. Então, comecei a fazer uma opinião com piadinhas sobre a Grécia e a Alemanha e o resto da Europa, assim como os seus governantes. Nem Portugal escapava. Mas depois não gostei nada, porque não tenho qualquer prazer em gozar com as vidas das pessoas e com as dificuldades que são obrigadas a enfrentar. Por isso apaguei tudo e deixei apenas esta capa; esta sim, com piada.

Promoções #25

A FNAC e a Esfera dos Livros juntam-se hoje e amanhã.




Sinopse
O êxito de vendas mais rápido de sempre. 
O livro que vai mudar para sempre o modo como vemos a vida dos outros. 
Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.
Até que um dia... 
Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. 
Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.


Opinião
Inteligente. Desvirtuado. Ilusório.
Em primeiro lugar devo dizer que detestei o título. Odeio-o com todas as minhas forças. Se faz sentido? Sim, faz. Se é a melhor forma de identificar o enredo, assim como interligá-lo? Sim, provavelmente. Se está presente em toda a história? Sim, claro. Mas odeio-o.
E por que razão o odeio tanto? Porque o raio do livro é brilhante.
Vamos por partes. É certo que eu sempre gostei de narrativas que exploram o lado negro das pessoas. Mas Paula Hawkins vai buscar um lado tão negro que mais negro seria impossível.
Não considero que seja um thriller. É muito mais do que isso. Apelidar este livro de thriller como tem acontecido é algo redutor. Como se fosse catalogado para ser destinado a ser algo que na verdade não é.
A autora pega numa série de personagens que, por um motivo ou por outro, estão ligadas entre si - ou se vão ligando ao longo do tempo - e explora tudo o que de mau eles possuem. Explora os seus demónios, os seus medos, os seus defeitos, as suas fantasias, as suas vontades mais sombrias. E, claro, quando os demónios se apoderam de nós coisa boa não pode chegar,
A dependência do álcool, a traição, os fantasmas, os sentimentos de impotência e de posse são, eventualmente, mais fortes do que laços de amor, familiares ou de amizade. Isto porque o mundo é, de facto, assim. Nós, seres humanos, somos mesmo assim, principalmente quando não estamos em paz.
Agora, no interior deste enredo que é mais complexo do que aquilo que parece, existe algo que me fascinou: a dúvida. A dúvida está sempre presente. É permanente. Apodera-se de cada página. A dúvida emocional. As dúvidas interiores, sobre os mais próximos, sobre terceiros, sobre o tempo, sobre o passado, sobre o que se sabe e o que não se sabe. Tudo parece estar em jogo porque não há certezas. Nem certezas nem sobriedade. Neste mundo - o de Paula Hawkins - comandado por um comboio desgovernado as coisas não são o que parecem. As vidas são uma eterna mentira. E mais, geralmente são mesmo aquilo que não queiramos que seja, embora desejemos ver o que não é.
Há quem diga que o êxito que "A Rapariga no Comboio" (raios!) teve se deve ao marketing e ao facto de ter havido uma aposta forte na autora. Eu digo e assumo: Paula Hawkins é absolutamente genial.
Adorei tudo o que este livro me transmitiu. Está perfeito.
Quando Jonathan Coe lançou o seu mais recente trabalho, Exposição, há pouco mais de um ano, o próprio disponibilizou-se para responder a algumas questões dos seus fãs. Bem, adivinhem quem é que é fã dele? Eu, pois claro. Se bem que para muitos isso não é novidade.


Bom, a verdade é que na altura eu lancei-lhe duas questões. E querem saber quem é que respondeu? "O Murakami?", pergunta a Paula. Não, Paula, foi o Jonathan! Demorou cerca de uma semana a fazê-lo. Foi notório que me queria impressionar, daí o prazo assim como o cuidado evidenciado nas suas respostas.


Nessa data perguntei-lhe duas coisas. A primeira foi relativa ao seu processo de escrita. questionei se, depois de terminar um romance, fazia muitas revisões ou alterava os seus textos em larga escala. Pode parecer uma pergunta chata (e provavelmente até é), mas fi-la porque os seus escritos parecem conectar-se na perfeição. Falo de conexão do autor com as personagens, com o leitor, com o próprio significado das coisas. É, diria, do mais belo que um par de olhos pode ler. Por um lado a linguagem está permanentemente ligada e fluída, desde descrições a diálogos, por outro sente-se que é tão genuína que parece vinda directamente do interior do autor, em bruto, sem filtro. A segunda foi mais simples, disse-lhe que os seus livros sempre me impressionavam, todos eles; inquiri, portanto, o que o tinha impressionado nos últimos tempos.

As respostas foram estas:

Hello Vasco. I revise my books as I go along – there is no first, second or third draft – so by the time I reach the final chapter, I’ll be more or less happy with everything that has come before. Then my agent, editor and close friends will read it and I’ll make changes according to what they suggest. (If I agree with them…)

In answer to your second question, the last things that impressed me were a novel (The Heart Broke In, by James Meek) and an album called Crimson/Red by Prefab Sprout. Actually it’s a solo album by the band’s leader, Paddy McAloon. It’s his first album of new music for ten years and the quality of the songwriting is incredible. So much passion and beauty, so much energy! If you don’t know this record I strongly recommend that you listen to it. 

Título   Conhecimentos Completamente Loucos
Autor   Christian Millman
Nr. de páginas   160
Editor   Booksmile


Sinopse
Os testes deviam ser sempre assim divertidos!
Sê muito bem-vindo ao programa de testes de Conhecimentos Completamente Loucos, ou, como lhe chamamos carinhosamente, os testes CCL!
Após imensas pesquisas, percebemos que há uma maneira melhor de aprender coisas fixes. E como?
Tornando tudo divertido. Também tu deves acreditar nisto, pois tens nas mãos esta obra genialmente cómica.
Esperemos que isto mude a tua vida e que no futuro não te escape um Prémio Nobel!
E já agora aproveita e faz estes testes a toda a gente lá de casa. Quantos mais, maior a diversão! A diversão começa... AGORA!


Durante este mês de Julho, e com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar da obra de Donna Tartt A História Secreta para oferecer entre os participantes da rubrica.
Vá, mexam-se!


Relembrando as regras para a atribuição do livro:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
A partir de 2015, o envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por estas bandas estamos a ler:



 E por aí?

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