Promoções #7

Agora é a vez da Fnac, que no dia 22 e 23 de Julho tem mais de 2.000 livros a metade do preço.



Agradecemos a quem nos deixou esta informação que desconhecíamos.

Promoções #6

Na Wook, por 48 horas, para os aficionados de livros digitais.



Promoções #5

Só hoje e amanhã na Bertrand, com desconto directo de 40% a 50% numa selecção de livros bastante interessante.



Sinopse
De tronco nu e cabelo ao vento, Katrine Bratterud está eufórica: celebra a conquista de uma nova liberdade, agora que está prestes a terminar com sucesso um programa de reabilitação para toxicodependentes. Mas é no culminar dessa noite de furor e romance que Katrine se afasta para se refrescar num lago e morre brutalmente às mãos de um estranho, desaparecendo com ela os segredos que lhe trouxeram aquela felicidade recente.
Os inspetores Frølich e Gunnarstranda não acreditam em coincidências e, por isso, também não veem a morte de Katrine como uma mera questão de azar. Rapidamente mergulham numa série de investigações, cada vez mais profundas, que não descuram nem a vida de drogas e de prostituição de Katrine, nem tão-pouco as intervenções de médicos e funcionários na sua reabilitação.
A fúria do assassino oculto é desmedida e parece preparar-se para consumar novas mortes, num caso onde Katrine é a peça principal de um puzzle mais vasto e que remonta às suas origens.
Todos os homens que conheceu e amou são imediatamente suspeitos e só de uma certeza os inspetores podem estar seguros: uma mulher cativante e vulnerável como Katrine transforma até o mais reto dos seres em pecador.

Opinião
Fluido. Constante. Firme.
Este é um livro que segue uma estrutura típica de um policial e que se mantém fiel à forma fria e, de certo modo, distante ou mesmo ausente da literatura nórdica. Toda a narrativa é bastante regular, sem grandes picos nem alterações drásticas, mas que consegue manter o leitor permanentemente curioso e com todas as perspectivas em aberto.
K. O. Dahl não dá muito a conhecer das personagens, apenas aquilo que é necessário saber, nem divaga por campos desnecessários. Mas, a meu ver, essa opção é um pau de dois bicos, pois ao ganhar objectividade ao longo do enredo, perde um certo envolvimento emocional com quem lê a história.
O último terço do livro ganha algum destaque, à medida que o inspector se aproxima do final da investigação. Posso dizer que existe muita imprevisibilidade no desfecho e que o autor mostra agilidade e uma óptima capacidade em ligar as personagens umas às outras e no estabelecimento de uma relação entre o passado e o presente.
Trata-se de um bom policial.

Bom dia.
É o início da semana.
Nós estamos a ler:




E por aí?

#Nós achamos que...#

Eu, o Vasco, acho que andar de avião já não é tão seguro quanto isso, se bem que sempre tive medo de voar.
E...
Eu, Paula, acho que há voos que devemos sempre fazer independentemente da segurança!
Depois de termos divulgado este livro da Editorial Presença, demos conta de que muitas pessoas desconhecem que existem livros de pintar para adultos!!
Eles existem, como arte-terapia anti-stress!!!

Jardins - 100 Imagens para Colorir!



Com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar em passatempo. Para participar basta seguir as regras e preencher o formulário!

Regras do Passatempo:
-O passatempo começa hoje, dia 19 de Julho, e termina às 23.59h do dia 26 de Julho de 2014. 
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
-Ser Seguidor do blogue (para ser seguidor, basta clicar em “seguidores” na barra lateral direita)
-O blogue não se responsabiliza pelo extravio de livros.


FORMULÁRIO

Boa sorte aos participantes!
Robert Harris é, para mim, um autor obrigatório e eu estou ansioso por ler  o seu novo livro.


O Oficial e o Espião é um magnífico thriller histórico que recria de modo convincente um dos mais famosos casos de corrupção judicial.

Sinopse
Este romance baseia-se, tão ao gosto do autor, num caso histórico que ficou como exemplo de injustiça, corrupção e preconceito e em que se envolveram muitas outras personalidades históricas bem conhecidas. Trata-se do drama cuja personalidade central foi Alfred Dreyfus, acusado de ter vendido informações aos serviços secretos alemães, que foi condenado e deportado para Ilha do Diabo, na Guiana Francesa. Robert Harris narra-o na primeira pessoa, pela voz de um oficial de nome Picquart, uma figura discreta na vida real, mas que aqui se transforma na figura principal. Este personagem vem a descobrir a inocência de Dreyfus e persiste em repor a verdade dos factos, sofrendo com isso pesadas consequências. 

Citações
«Uma admirável história sobre poder, conspiração e idealismo.» | The Telegraph
«Esta recriação do caso Dreyfus é tão intensa e emocionante como qualquer romance de Frederick Forsyth ou de Ken Follett.» | The Guardian
«Robert Harris é um mestre do romance de espionagem.» | The Times
«Um exímio contador de histórias no seu melhor.» | Mail on Sunday
«Um livro soberbo… que justifica plenamente ser considerado uma obra-prima.» | Daily Mail
«Uma história empolgante… que beneficia largamente do talento narrativo de Robert Harris.» | Financial Times
«Robert Harris é um grande mestre do thriller político, e este livro revela-o em grande forma.» | The Press Association

«Uma leitura vertiginosa do princípio ao fim […] Não é necessário esperar pelo filme, que dificilmente poderá superar o livro.» | The Sunday Times

Também pensei

É óptima a sensação de não ser aquilo que não se quer ser.

Hoje pensei

Há dons para tudo. 
Mas o dom que mais admiro é o dom de saber estar calado. 
Que coisa mais maravilhosa.

#Fandango de fim-de-semana#

E o pior disto tudo o que terá sido?
O David Luiz baba e ranho chorar?
O Messi erguer um troféu sem merecer?
O pior foi mesmo ver a Merkel a festejar.

Mas a maior tragédia não ocorreu no Brasil,
que depois de sete encaixou mais três.
Agora que acabou, que se lixe o Mundial
e resolvam o problema dos bancos de vez.

Mas maior problema não são os bancos,
que fazem o que querem porque a justiça deixa.
Metam, mas é, essa cambada na cadeia,
onde cada um possa ser chamado de gueixa.

Já que levam os banqueiros,
não se esqueçam do resto do trupe.
Ah que estou tão delirante
que je vais manger une soupe.

Tão delirante que já nem sei de onde sou,
peço que tenham atenção nos próximos serões.
Para quem passa por Camarate:
chovem peças de aviões.
Uma das novidades mais esperadas do Verão...


Para participar basta seguir as regras do passatempo e preencher o formulário.

Regras do Passatempo:
-O passatempo começa hoje, dia 16 de Julho, e termina às 23.59h do dia 23 de Julho de 2014. 
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
-Ser Seguidor do blogue (para ser seguidor, basta clicar em “seguidores” na barra lateral direita)
-O blogue não se responsabiliza pelo extravio de livros.

FORMULÁRIO

Boa sorte aos participantes!

As Miniaturas, Andréa del Fuego

Opinião:

"O Edifício Midoro Filho fica o Centro" - Assim começa a história... e fica a questão ao terminarmos a leitura "...fica no centro..." 
No centro de quê? da praça? da cidade?ou do homem? Afinal é o Edifício é que alimenta o homem...

Esta obra - As miniaturas - é narrada pela voz de três personagens: oneiro, mãe e filho.
O oneiro trabalha no edifício Midoro Filho, é aquele que induz o sonho (através de figuras/miniaturas), a ilusão, no fundo a esperança para que o outro continue a viver com um objectivo. A Mãe busca o sentido da vida através das pistas fornecidas pelas miniaturas sugeridas pelo oneiro, já o filho - incapaz de sonhar - tem de ser conduzido pelo oneiro através no sonho.
Esta é uma narrativa que mistura fantasia e realidade, a realidade do povo, das gentes que trabalham, que lutam pela sobrevivência e por alguma estabilidade financeira. E quando tudo corre mal, há o oneiro a quem recorrerem com o objectivo da esperança, porque enquanto houver esperança há caminho a trilhar!
Entre oneiro e sonhante não pode haver relação alguma, no entanto, nota-se que o oneiro também fica dependente do sonhante, isto porque o sonho não existe se não houver ninguém para sonhá-lo!
Quando decidi ler esta obra, sabia que ia encontrar uma escrita diferente (tal como nos Malaquias), um tanto forte, sem floreados - quase fria, onde os sentimentos estão nas entrelinhas, é necessário interpretar, e descobrir para trazer ao de cima a beleza que as palavras, muitas vezes, não mostram!

Gostei muito da leitura, mas recomendo com algumas reservas.

Sinopse

Um romance poético e delicado sobre a ténue fronteira que separa o sonho da realidade.

Num prédio que pode ou não existir, as pessoas acumulam-se numa fila junto ao elevador. É o Edifício Midoro Filho, um marco imponente no centro da cidade, dezenas de andares empilhados numa arquitetura sóbria e funcional. Conforme se espalham pelos corredores, funcionários e visitantes ocupam as salas burocraticamente decoradas.
Cada oneiro atende sempre as mesmas pessoas que não se podem conhecer entre si e tão-pouco manter algum parentesco. Mas o sistema não é infalível e, naquela manhã, o oneiro percebe que o rapaz diante de si é filho de uma das suas clientes.

A partir desse equívoco burocrático, o oneiro abandonará cada vez mais o seu rigoroso código de conduta para se envolver na vida do rapaz e da sua mãe, uma taxista que sobrevive a duras penas após o desaparecimento do marido.

No jogo das pequenas esculturas plásticas que auxiliam os clientes durante as sessões com os oneiros, a autora ilumina as brechas que existem entre o real e o imaginado, o amor e a dedicação, numa prosa de arrebatadora força poética.

As miniaturas de Andréa del Fuego

Críticas de imprensa

«Apesar de suas respeitáveis qualidades e origem – Andréa Del Fuego ganhou em 2011 o Prémio Saramago de Literatura –, As miniaturas não é um livro pedante nem difícil. Lê-se com prazer e em poucas horas, uma vez que se trata de uma novela ágil e bastante interessante, sem os exageros que a fantasia brasileira recente tem insistido oferecer.»
Do site: http://mensagensdohiperespaco.blogspot.com.br


«Fosse escolher uma miniatura para o romance, ela seria um pequeno carrossel. Cada capítulo está fincado no seu lastro, como um cavalinho lustroso. A narrativa se mostra em círculo, em torno do próprio eixo. Um após o outro, vem o Oneiro, vem a Mãe, vem o Filho. Ainda que a grande roda narrativa continue a girar, as versões de cada personagem estão presas ao pino metálico.»
Luiz Nadal, jornal Rascunho


«A situação proposta é a de um prédio “no Centro” (eixo do mundo) de São Paulo, Edifício Midoro Filho – alusão a Artemidoro de Daldis, maior autoridade na Grécia Antiga sobre a interpretação dos sonhos, tendo inclusive influenciado Freud. Uma arquitetura asséptica e funcional para pacientes à espera de mais uma sessão com os oneiros, esses burocratas de uma organização kafkiana e analistas às avessas, que ao invés de escutar induzem sonhos, recorrendo para isso a esculturas plásticas em miniatura.»
Caio Liudvik para o Guia da Folha de São Paulo
Sinopse
Neste segundo volume da trilogia Millennium, Lisbeth Salander é assumidamente a personagem central da história ao tornar-se a principal suspeita de dois homicídios. A saga desenvolve-se em dois planos que se complementam e só a solução do primeiro mistério trará luz ao segundo:  Há que encontrar os responsáveis pelo tráfico de mulheres para exploração sexual para se descobrir por que razão Lisbeth Salander é perseguida não só pela polícia, mas por um gigante loiro de quem pouco se sabe.

Opinião
Revelador. Surpreendente. Corrosivo.
O segundo livro da trilogia Millenium é tudo aquilo que se espera. Isto depois de se ter experimentado o primeiro da série. Em “A Rapariga que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo” continuamos a ter o mesmo tipo de enredo presente no livro que precedeu este. Ou seja, uma gigantesca trama; as mesmas personagens brutais; uma enorme crítica à sociedade, principalmente, àquilo que a corrompe; e o mais importante de tudo: homens que odeiam as mulheres e uma mulher que odeia homens que odeiam as mulheres. É aqui que entra Lisbeth, esta protagonista tão excêntrica quanto inesquecível, embora eu tivesse saudades dela na centena de páginas em que não aparece, sensivelmente a meio, algo que não me agradou, confesso.
Desta vez, a narrativa liga Lisbeth aos acontecimentos de forma ainda mais íntima do que no livro anterior, pois todo o seu passado é vasculhado e, mais importante ainda, acaba por ser esse passado que justifica tudo aquilo que ela é e tudo aquilo que as personagens que entram nesta história são.
O tema escolhido pelo autor é a escravidão sexual e o tráfico de mulheres provenientes da Europa do Leste. É uma temática sensível, embora a presença de Lisbeth nos habitue a tolerar tudo o que sucede por essas páginas fora.
Houve, no entanto, algo negativo que notei neste livro e me passou ao lado no primeiro, se é que existiu. Senti de forma insistente a necessidade de o autor explicar situações bem perceptíveis, mesmo para quem não tenha lido “Os Homens que Odeiam as Mulheres”. Isto acaba por acontecer regularmente nos policiais, mas penso que aqui não havia necessidade.
De resto, trata-se de um excelente livro de um dos melhores autores do género. É pelo menos um dos que mais me agrada.
“A Rapariga que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo” é altamente recomendável e obviamente estou ansioso por ler o último livro da saga.

E é início de semana!!
O que é que vocês andam a ler???
Alguém vai alinhar na leitura conjunta aqui no blogue de "Homens e Ratos" do Steinbeck"??


Por aqui lê-se...


Uma boa semana para todos!!
Opinião:

"A minha outra metade" de Marianne Kavanagh fala-nos de Tess e George. 
Tess e George levam uma vida que não é a deles, mas aquela que os outros esperam que eles levem. Assim, vão passando os anos, os momentos, os sonhos... 
Previsivelmente, os dois personagens acabam por se encontrar e obviamente, logo no início da leitura sabemos que vão ficar juntos. No entanto, o interesse pela história está nas situações, dificuldades, resoluções pelas quais os dois vão passar.
É um romance que nos parece bastante linear, apesar da complexidade de determinadas situações, aborda assuntos bastante comuns do nosso dia a dia. Há uma questão que se vai impondo ao longo da narrativa: "viver segundo as normas, em função de uma sociedade eternamente mesquinha ou viver a nossa vida?"  

Gostei de ler e recomendo ao público mais jovem!

Sinopse: 
Esta é Tess. Uma rapariga jovem, obcecada por roupas vintage, presa a um trabalho que detesta. Ainda assim, tem como namorado desde a faculdade Dominic, um belo contabilista, e tem um apartamento fantástico que partilha com a sua melhor amiga, Kirsty. 
Mas se a sua vida pessoal corre tão bem assim, porque é que se sente destroçada sempre que lhe perguntam pelo futuro?

Este é o George. Um músico de jazz brilhante que passa quase tanto tempo a apaziguar as brigas entre os membros conflituosos da sua banda, como passa a preocupar-se com o seu pai enfermo, e a tentar alcançar as muito altas expetativas da sua namorada corretora. Para um tipo que sempre acreditou no romance, o lado prático e deprimente da vida dos vinte e tais surgiu-lhe como um choque. Sempre à beira de chegar a algum lado melhor, ele procura algo mais… e alguém especial.

Tess e George podem muito bem ser as duas metades de algo perfeito e completo. Se ao menos os seus caminhos se cruzassem…

Siga Tess e George através de uma década de maus namoros, jantares e festas caóticas, aniversários mágicos, empregos sem-saída, relações desiguais, e muitos recomeços. A Minha Outra Metade é uma comédia moderna de costumes, de amizades e de desencontros deliciosamente inteligente.

Gostei da ideia!

Um livro de pintar para adultos! 
Parece-me muito bem, acho que vou adquirir!!


Arte-Terapia Anti-Stress
Jardins - 100 Imagens para Colorir
de Ana Bjezancevic
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 128
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722353076



Em França, os livros para colorir são uma das maiores modas anti-stress entre adultos. As mulheres de todas as idades, têm sido adeptas de uma ideia importada em 2012 do Reino Unido que chega agora a Portugal. Este é um livro de grande beleza, que se tornará ainda mais bonito à medida que o for colorindo. Centenas de padrões maravilhosos, com pormenores elaborados, para lhe proporcionar muitas horas de prazer e entretenimento. Há padrões para todos os gostos - desde folhas e flores a desenhos abstratos e geométricos. Relaxante e inspirador, este livro ajuda-o a expressar a sua criatividade e a realizar as suas próprias obras de arte.
Opinião:
"Tantas vezes perguntámos: O que nos faz felizes? E, no entanto, parece ser preciso vir a vida roubar-nos tudo quanto temos, pouco ou muito, para que apartamos à procura da nossa verdadeira resposta"

Diane vive com o marido e filha em Paris, uma vida feliz como tantas outras... Certo dia, antes de irem de férias, Colin e Clara sofrem um acidente que lhes rouba a vida. Diane vê o seu mundo cair e consequentemente a restante família, os amigos e o trabalho deixam de importar...

O seu luto é profundo, escuro, sem saída. Mas o tempo passa, a dor (parece) que ameniza e não há outro caminho senão seguir em frente (mesmo que a lembrança permaneça imortal no pensamento) É de todas estas questões que este livro trata. Questões sensíveis que nos tocam a todos.

Gostei, é uma leitura leve, que nos fala da vida e de assuntos profundos como a morte de um filho.

Sinopse:
O romance que conquistou mais de 150.000 leitores em França.

Depois da morte do marido e da filha num brutal acidente de automóvel, Diane fecha-se em casa durante um ano, imersa em recordações, incapaz de reagir. Mas, quando já nada parece poder mudar, é precisamente uma dessas recordações que a faz escolher Mulranny, uma pequeníssima aldeia na Irlanda, como destino.
Instalada numa casa em frente ao mar, Diane é gentilmente recebida por todos os habitantes - todos menos um. Será Edward, o bruto e antipático vizinho, a resgatar Diane da apatia em que parece estar novamente a mergulhar. Primeiro, pela ira e pelo ódio. Mas depois, contra todas as expectativas, pela atracção. Como enfrentar este turbilhão de sentimentos? O que fazer com eles?

#Fandango de fim-de-semana#

Nem tudo o que se foi costuma regressar.
Mas o sol é uma excepção.
Nesta semana teremos calor
pelo que a espera não foi em vão.

Na pista e junto ao avião
o terrorista foi apanhado.
Dizem que é holandês
e que tinha um ar chalado.

Parece que o Estado anda a ser roubado,
pelos que arrendam os imóveis.
Eles não declaram os seus negócios
mas os fiscais ligam para os seus telemóveis.

No domingo vi na televisão
que os patrões de outras nações pagam mais dinheiro.
Oh governantes deste miserável Portugal,
passem Vistos Gold a tudo o que é estrangeiro.

Este fandango acaba aqui
na esperança que outro possa vir.
Desde que existam notícias
as rimas irão fluir.

A visitar...

 Para quem anda pelo norte...



Esta semana estamos a ler...

 

E vocês, que viagens estão a fazer???


Colecção "Veste as tuas amigas"

Cometi o erro de comprar um livro desta colecção. Logo vi-me obrigado a adquirir os restantes.
A colecção da Presença é de facto um encanto para as pequenas.


Promoções #4

Os livros mais vendidos na Feira do Livro de Lisboa estão com desconto, entre 20% a 40%.



JUNHO


Granada/ Portugal/ Inglaterra/ França/ Suécia

Sinopse
De tronco nu e cabelo ao vento, Katrine Bratterud está eufórica: celebra a conquista de uma nova liberdade, agora que está prestes a terminar com sucesso um programa de reabilitação para toxicodependentes. Mas é no culminar dessa noite de furor e romance que Katrine se afasta para se refrescar num lago e morre brutalmente às mãos de um estranho, desaparecendo com ela os segredos que lhe trouxeram aquela felicidade recente.
Os inspetores Frølich e Gunnarstranda não acreditam em coincidências e, por isso, também não veem a morte de Katrine como uma mera questão de azar. Rapidamente mergulham numa série de investigações, cada vez mais profundas, que não descuram nem a vida de drogas e de prostituição de Katrine, nem tão-pouco as intervenções de médicos e funcionários na sua reabilitação.
A fúria do assassino oculto é desmedida e parece preparar-se para consumar novas mortes, num caso onde Katrine é a peça principal de um puzzle mais vasto e que remonta às suas origens.
Todos os homens que conheceu e amou são imediatamente suspeitos e só de uma certeza os inspetores podem estar seguros: uma mulher cativante e vulnerável como Katrine transforma até o mais reto dos seres em pecador.


Críticas de imprensa
«Dahl é uma estrela brilhante do género [policial].»
Hamar Arbeiderblad
«[Dahl] pertence a uma liga só sua.»
Aftenposten
«Tal como nos livros anteriores de Dahl, somos agora confrontados com uma síntese perfeita entre a linguagem dos policiais clássicos e a dos romances sociais.»
The Independent
«Dahl, o autor da série dos Detetives de Oslo (…), aborda o género [policial] de um ângulo sociopsicológico, analisando as condições sociais e motivações das suas personagens em narrativas robustas e apaixonantes.»
The Guardian
«Recomendado aos fãs de Karin Fossum e Kjell Eriksson. Dahl é um talento formidável.»
Booklist

#Fandango de fim-de-semana#

Nos últimos dias não se soube grande coisa.
Parece que ninguém quer ter filhos,
o que não é de admirar.
Afinal, há que os afastar de sarilhos.

Os jogadores da Grécia abdicaram dos prémios
por respeito às dificuldades do povo grego.
No balneário Ronaldo propôs o mesmo,
e aterrou em Lisboa com um olho negro.

Por falar em dinheiro o Marinho Pinto exprimiu-se,
disse que os deputados ganhavam demais.
A continuar assim ficará sem amigos.
Mas, pensando bem, quem quer amigos de currais?

Também o FMI se manifestou.
Assumiu que devíamos ter feito tudo ao contrário.
Eu manifesto-me de igual forma:
não há político mais esperto do que um protozoário.

E assim termino este fandango,
tão triste e despido de alegria.
Por ter falado de políticos
espero que não tenham ficado com alergia.
As miniaturas é o novo romance da  vencedora do Prémio Saramago 2011

Andréa del Fuego tornou-se conhecida, em Portugal, em 2011, ao vencer o Prémio Literário José Saramago, com Os Malaquias, publicado pela Porto Editora. Três anos depois, a 11 de julho, chega às livrarias portuguesas As miniaturas, o novo romance da escritora brasileira.
Esta obra aborda a ténue fronteira que separa o sonho da realidade e confirma a poeticidade e delicadeza da escrita de Andréa del Fuego. E, se a crítica portuguesa considerou Os Malaquias uma «obra de exceção entre a nova ficção brasileira» (Filipa Melo, Sol), com uma prosa «das mais estimulantes» (José Mário Silva, Expresso) da língua portuguesa e um «domínio perfeito da linguagem» (Eduardo Pitta, Sábado), em “As miniaturas” não deixará de encontrar as mesmas qualidades.


SINOPSE
Num prédio que pode ou não existir, as pessoas acumulam-se numa fila junto ao elevador. É o Edifício Midoro Filho, um marco imponente no centro da cidade, dezenas de andares empilhados numa arquitetura sóbria e funcional. Conforme se espalham pelos corredores, funcionários e visitantes ocupam as salas burocraticamente decoradas. Cada oneiro atende sempre as mesmas pessoas que não se podem conhecer entre si e tão-pouco manter algum parentesco. Mas o sistema não é infalível, e, naquela manhã, o oneiro percebe que o rapaz diante de si é filho de uma de suas clientes. A partir desse equívoco burocrático, o oneiro abandonará cada vez mais o seu rigoroso código de conduta para se envolver na vida do rapaz e da sua mãe, uma taxista que sobrevive a duras penas após o desaparecimento do marido. No jogo das pequenas esculturas plásticas que auxiliam os clientes durante as sessões com os oneiros, a autora ilumina as brechas que existem entre o real e o imaginado, o amor e a dedicação, numa prosa de arrebatadora força poética. 



Recordando Os Malaquias que tanto gostei de ler!!



OPINIÕES (OS MALAQUIAS)

«Um estilo conciso, frases que golpeiam, a beleza sem artifícios da origem do mundo. Quando tiverem necessidade de interromper a leitura, garanto-vos que procurarão encontrar-se de novo com os Malaquias, saber deles, onde estão, que partida lhe pregará o destino, se conseguirão vencê-la. De tal forma Andréa os alojou junto ao nosso coração.»
Pílar del Rio, membro do júri do Prémio Literário José Saramago

«Todas as famílias têm uma história, mas poucas servem esta tensão da escrita com o seu sistema de referências requintado e próprio da arte do romance. Os Malaquias dão-se a conhecer num intrincado jogo que a escrita controla e refaz. O resultado é misterioso mas absolutamente fascinante.»
Ana Paula Tavares, membro do júri do Prémio Literário José Saramago

«Os Malaquias é um romance áspero, poético, original. Voltado para a paisagem rural, a que raramente os autores contemporâneos se circunscrevem, seu perfil arcaico e trágico suscitam emoções intensas. Oferta-nos uma leitura da qual não se sai incólume, cada capítulo traçado para nos perturbar.»
Nélida Piñon, membro do júri do Prémio Literário José Saramago

«A escrita surpreende insuspeitados recursos de estranheza na coloquialidade quotidiana e desenvolve-se num ritmo muito seguro, perturbante e por vezes quase alucinatório.»

Vasco Graça Moura, membro do júri do Prémio Literário José Saramago




Andréa del Fuego nasceu em São Paulo, em 1975. É autora da trilogia de contos Minto enquanto posso (2004), Nego tudo (2005) e Engano Seu (2007). Escreveu também os juvenis Sociedade da Caveira de Cristal (2008) e Quase Caio (2008). Integra, entre outras, as antologias Os cem menores contos brasileiros do século e 30 mulheres estão fazendo a nova literatura brasileira. Mantém o blogue: andreadelfuego.wordpress.com. Em 2011, foi finalista dos Prémios São Paulo de Literatura e Jabuti (na categoria romance) e venceu o Prémio Literário José Saramago.

Nós andamos atarefados, ou lentos mesmo.


E vocês?

#Nós achamos que...#

Eu, Paula, acho que este Verão está espectacular...  gosto do Verão, mas não gosto de muito sol nem de muito calor! Adoro a Primavera permanente e espero que continue assim até ao próximo Inverno :)

E

Eu, o Vasco, acho que os ares dos Açores te fazem mal à mioleira. Verão é Verão. Primavera é Primavera.

Promoções #3

Hoje e amanhã, desta vez nas livrarias...


Não esquecer que, para quem é de Famalicão, ou possa lá passar, todos os livros estão com 20% de desconto directo na Fontenova...





Promoções #2

E como uma promoção nunca vem só, podem passar pelo site da Presença, até 3 de Julho. Eu costumo aproveitar.



Promoções

Hoje é um bom dia para se perder a cabeça.
As livrarias do grupo Porto Editora estão em campanha.





8ª Leitura Conjunta

E o livro que vocês escolher para ler foi...

Ratos e Homens, de John Steinbeck.

Colocaremos a opinião a 20 de Julho, se Deus quiser, que eu hoje sinto-me particularmente religioso.

Algo me diz

Algo me diz que não vou descansar enquanto não comprar e ler este livro. Nem sei por que espero, nem qual o motivo para resistir.


Blogger Templates by Blog Forum