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Sinopse:

Evelyn Hugo, uma das maiores estrelas de Hollywood, agora a aproximar-se dos 80 anos, decide finalmente contar tudo sobre a sua vida recheada de glamour e de uma boa dose de escândalos. Quando escolhe a desconhecida Monique Grant para escrever a sua história, todos ficam surpreendidos, incluindo a própria jornalista. Porquê ela? Porquê agora?

Determinada a aproveitar a oportunidade para impulsionar a sua carreira, Monique regista o relato de Evelyn com fascínio e admiração. Da chegada a Hollywood no início da década de 1950 à decisão de abandonar o mundo do espetáculo 30 anos depois, incluindo, claro está, os seus sete casamentos, a vida de Evelyn é repleta de ambição desmedida, amizades improváveis e um grande amor proibido.

À medida que a história de Evelyn se aproxima do final, torna-se claro que a sua vida está ligada à de Monique de uma forma trágica e irreversível.

O livro aqui na Wook

Opinião:

Esta é uma obra que tenta retratar e dar-nos a conhecer a vida privada das personalidades. As situações pelas quais passam, mas que são escondidas do público. Aqui a "máquina" Hollywood é desmascarada e revelada, assim como a vida (im)perfeita dos famosos. É um livro de leitura muito fácil e um tanto previsível.

Se recomendo?

Sim, a leitores não muito exigentes!



Leituras atrasadas

Leituras atrasadas por motivos expressos na foto abaixo  🤷‍♀️👇👇👇

Boa semana a todos.






São neste momento 4 da manhã, acabei de ler este pedaço de céu e não vou conseguir dormir enquanto não falar sobre aquela que foi a melhor leitura do meu ano (já li 35 livros este ano e podia ter lido 60, sinto que a minha opinião não ia variar) .

O livro é incrível, apesar de abordar uma biografia fictícia é constituído por temas completamente reais que nos fazem refletir imenso. Aborda temas como o preconceito homossexual e bissexual nos anos 60, a pressão imposta na estética feminina, a materialização do corpo feminino, violência domestica, a perda de pessoas importantes, os diferentes tipos de amor, mudança, depressão, compreensão do suicídio entre muitos outros. 

Podia estar aqui horas a escrever para fazer jus a esta obra mas não iria conseguir sequer dar um cheirinho do que a mesma representa no seu todo.

A mim, "Os sete maridos de Evelyn Hugo" fez-me perceber (entre muitas outras coisas) o quanto precisamos de querer as coisas, agarrá-las e como não podemos julgar os meios quando realmente os objetivos são alcançados. 

O livro ficou pelo menos 2 meses parado na minha estante e fui adiando a leitura até que simplesmente me apeteceu pegar nele e não podia estar mais feliz.

É um livro que nos faz querer ser Evelyn Hugo, um livro que é capaz de nos fazer entrar na pele da personagem e sentir o mesmo que ela. Uma obra que nos faz rir e por vezes nos deixa com as lágrimas nos olhos. Todos precisam de lê-la, está escrita de forma divertida, realista e que nos puxa para este universo fantástico criado por Taylor Jenkins Reid que não podia ter desempenhado um melhor trabalho . Nunca tinha lido uma obra da sua autoria mas com certeza foi a primeira de muitas.

Sinopse:
Evelyn Hugo, uma das maiores estrelas de Hollywood, agora a aproximar-se dos 80 anos, decide finalmente contar tudo sobre a sua vida recheada de glamour e de uma boa dose de escândalos. Quando escolhe a desconhecida Monique Grant para escrever a sua história, todos ficam surpreendidos, incluindo a própria jornalista. Porquê ela? Porquê agora?

Determinada a aproveitar a oportunidade para impulsionar a sua carreira, Monique regista o relato de Evelyn com fascínio e admiração. Da chegada a Hollywood no início da década de 1950 à decisão de abandonar o mundo do espetáculo 30 anos depois, incluindo, claro está, os seus sete casamentos, a vida de Evelyn é repleta de ambição desmedida, amizades improváveis e um grande amor proibido.

À medida que a história de Evelyn se aproxima do final, torna-se claro que a sua vida está ligada à de Monique de uma forma trágica e irreversível.



Não faço ideia se é só comigo que isto costuma acontecer mas Príncipe Cruel foi daquelas leituras que não tenho bem a certeza se gostei ou não. Definitivamente não odiei mas também não foi uma leitura que me tenha puxado para dentro deste universo.

Os principais motivos para ter pegado neste livro foram sem dúvida as fanarts, o facto de muitos leitores terem idolatrado esta trilogia, mas acima de tudo a sinopse em que podemos observar que este livro tinha tudo para ser ainda melhor do que já é. 

Na minha opinião a escrita é, em algumas partes muito corrida, principalmente no que toca aos sentimentos dos personagens que não são tão bem explorados quanto sinto que deviam ser. 

Outra coisa que para mim foi estranha e provavelmente assim continuará até ao fim do ultimo livro é a relação entre os protagonistas que é mal desenvolvida mas de certa forma intrigante. 

É um livro interessante mas tendo em conta as espectativas que tinha quando entrei neste universo sinto-me um pouco desapontada.


SINOPSE:
Passaram dez anos desde que Jude e as irmãs foram raptadas pelo assassino dos seus pais e levadas para Faerie — o reino das fadas. Jude sente um verdadeiro fascínio pela beleza destes seres mágicos e imortais, mesmo sabendo que também são malévolos e impiedosos, e continua a sonhar em pertencer a este mundo encantado.

Mas o povo das fadas despreza mortais e, para se tornar cavaleira e receber um lugar na Corte, Jude tem de arriscar a sua mortalidade e desafiar o príncipe Cardan, o filho mais novo e mais cruel do Rei Altíssimo. O príncipe odeia Jude e tudo fará para se ver livre dela. Tudo!

É então que Jude se envolve nas intrigas e atividades de espionagem do palácio, acabando por descobrir o seu próprio talento para derramar sangue. E quando o seu sonho está prestes a tornar-se realidade, o destino de Faerie fica por um fio, obrigando Jude a fazer uma inesperada e perigosa aliança para salvar as irmãs e o reino que tanto a rejeita.

As fadas não são de confiança,
Mesmo quando dizem a verdade…

Carrie, Stephen King

    

     Hoje venho fazer um comentário a Carrie mas principalmente fazer uma crítica à editora. 
    Carrie foi o primeiro livro lançado pelo nosso rei, o King tem uma mente brilhante e mesmo que queira não consigo encontrar defeitos nos seus livros. Particularmente sou uma grande fã da sua forma de escrever. Neste livro notámos uma escrita inexperiente mas acima de tudo que nos faz agoniar até acabarmos o livro, o que na minha opinião nos prende à leitura. é uma obra que realmente vale a pena.

    De qualquer forma venho criticar em primeiro lugar a 11 17, regra geral os livros de bolso são chatos de ler porque a diagramação é muito má mas esta editora supera o terrível, as margens são minúsculas e uma pessoa tem de abrir o livro a 180º para conseguir ler o que está mais perto da lombada. Em segundo lugar acho vergonhoso que uma grande parte dos livros do King não tenha sido traduzido para Portugal, Cujo, A Incendiária, 22/11/63 entre muitos outros são livros que não estão disponíveis em Portugal. Os livros do mestre são tão intensos que para mim é impossível conseguir ler com um ritmo aceitável de leitura em inglês e é um atentado ao meu gosto e sanidade estar a ler obras deste grande escritor em português do Brasil.

    Já deixei aqui o meu descontentamento, continuação de um bom dia e espero que já tenham lido Carrie porque se não o fizeram estão à espera de quê?



    


    Criei esta rúbrica porque no meio de exames, testes, trabalhos e algumas horas de sono, não estou com vontade de ler livros com temas pesados que envolvam muito de mim, mas sim obras mais leves que me façam fugir um pouco do quotidiano. 
    "Noivos à Força" escrito por Christina Lauren e foi publicado pela TopSeller cá em Portugal. Vou deixar aqui alguns motivos para lerem e posteriormente copiar a sinopse da wook caso tenham curiosidade.

    -Passa-se quase todo no Havai.
    -Tem uma vibe muito boa, garanto que vão rir.
    -Aquele cliché que todos gostamos mas ninguém admite.
    -Enemies to lovers (quem não gosta).


Sinopse:
"Olive está habituada a não ter sorte. Seja no amor, na carreira ou em qualquer outro aspeto da sua vida, o azar está sempre à espreita. Já Ami, a sua irmã gémea, é tão sortuda que conseguiu organizar toda a sua festa de casamento com os prémios que ganhou em concursos online. Só que a boda de sonho da irmã é sinónimo de pesadelo para Olive, que terá de passar toda a cerimónia com o detestável Ethan Thomas, irmão e padrinho do noivo.

Mas a sorte de Olive parece estar prestes a mudar, já que todos os convidados apanham uma intoxicação alimentar e só ela e Ethan não são afetados. E com o casal doente, há uma lua de mel no Havai com tudo pago… e sem noivos!

Encorajada por Ami e determinada a impedir que Ethan goze umas férias gratuitas sozinho, Olive decide esquecer as diferenças que os separam e embarcar rumo ao paraíso. Afinal, será assim tão difícil evitarem-se um ao outro durante dez dias? Até nem seria, se Olive não desse de caras com o seu novo patrão e não precisasse de se fingir apaixonada numa idílica lua de mel.

O problema é que essa mentira inocente ganha contornos mais graves e o infortúnio de Olive parece agravar-se cada vez mais. Mas Olive não se sente azarada. Na verdade, começa até a sentir-se… uma felizarda."




  

  

    Para variar mais um livro que não foi traduzido para Portugal e desta vez um romance. Este livro cumpre com tudo a que se propõe e é super necessário. Um Young Adult que é um amor. Nunca tinha lido um romance LGBTQ+ antes e foi apaixonante, um livro que tira qualquer um de uma ressaca literária.

    Este livro apresenta-nos um universo em que, depois do Obama sair da presidência dos Estados Unidos, em 2016 quem vence as eleições é uma mulher com dois filhos. O nosso protagonista é um deles, Alex, um jovem de 21 anos que tem um profundo ódio ao príncipe de Inglaterra  (Henry), entretanto, no casamento da irmã de Henry, Alex é obrigado a comparecer, ambos discutem e caem por cima do bolo de casamento que custou ao estado a módica quantia de 75 mil libras. Com os mídia em cima do assunto estes dois são obrigados a fazerem-se de melhores amigos (mesmo odiando-se até ao tutano) para não criar alvoroço.

    Este enemies to lovers é muito bom, para não falar sobre as histórias secundaria que também são fascinantes. Este livro mostra a importância do apoio da família quando um jovem assume a sua sexualidade perante a mesma. 

    É um livro extremamente levinho que se lê num só dia, li no kindle daí a leitura ter sido mais rápida  . Tem uma vibe muito divertida e apaixonante. Sem dúvida vou comprar a versão física do livro para manter na coleção. 


    Rainha Vermelha de Victoria Aveyard foi, sem sombra de dúvidas um livro que me orgulho ter chegado ao fim.

    Tenho de começar por agradecer à Saída de Emergência por ser das poucas editoras a fazer publicações de livros dentro do mundo do fantástico em Portugal, mas não compreendo como um livro como "A Rainha Vermelha" é publicado e outros muito melhores e com muito mais fama ficam sempre em lista de espera.

    Comecei a ler o livro depois de ter lido ACOTAR e se calhar por isso a minha desilusão foi tão grande, enquanto num temos um desenvolvimento rápido e que nos puxa para a leitura no outro temos imensa palha.

    O livro mostra-nos uma distopia. Neste universo o mundo é dividido entre vermelhos e prateados, em que as pessoas de sangue prateado têm poderes e as de sangue vermelho não. Isto faz com que os vermelhos sejam comandados pelos prateados. Mare é uma vermelha que arranja um trabalho o castelo e descobre publicamente os seus poderes. Estes nobres encobrem a sua real identidade para não criar alvoroço, porém Mare junta-se aos rebeldes e fica como "espia" dentro do castelo, com a ajuda do príncipe mais novo que mostra-se também um rebelde deste regime.

    O livro fica interessante por volta da página 150 e sinceramente para levar fretes de 20 capítulos já bastam as leituras obrigatórias.

    A base da história principal é realmente interessante mas a escritora leva muito tempo para desenrolar os acontecimentos. Já para não falar que tentou criar um romance mas os sentimentos dos personagens são muito mal desenvolvidos, algo inadmissível num livro com tanta palha!!! 

    As últimas 40 páginas do livro são onde a história realmente nos puxa  e nos faz pensar em coisas do tipo: "como é que eu nunca desconfiei desta merda", o que me fez muito esperançosamente comprar o segundo livro, ERRO, estou na página 130 e não se está a passar nada. Para melhorar a situação vi umas resenhas e as pessoas estão a dizer que o quinto é o pior COMO ASSIM, será que isto só piora?

    Bem, vou tentar acabar o segundo e se a minha opinião mudar venho aqui retirar cada difamação feita ao livro neste post. 

A Court Of Thorns And Roses





Opinião:
Escrito por Sarah J. Maas, "A Court Of Thorns And Roses" é o primeiro de uma série de quatro livros que infelizmente não foi traduzida por nenhuma editora portuguesa. 
Os primeiros 3 livros contam com a história propriamente dita e o último é apenas um conto que tem como objetivo ser um ponto de partida a spin-offs. Neste momento a série já conta com um.
O primeiro livro é excelente e possui as explicações necessárias para os próximos. É evidentemente inspirado em "A Bela e o Monstro". Esta obra conta-nos a história de Feyre, que vive num mundo dividido por uma muralha, que separa os feéricos dos mortais. A nossa protagonista caça para a sua família e certo dia no meio da floresta, próxima da muralha, vê um lobo e decide que o matará para trazer sustento aos seus. "Ela Roubou uma vida e agora deve pagar com o coração" uma besta aparece na sua casa para levá-la fazendo justiça à criatura que Feyre matou que pertencia ao outro lado da muralha. O restante livro mostra-nos uma evolução constante da nossa protagonista, mas acima de tudo insere-nos neste mundo que tanto tem para nos contar.
Na minha opinião, as primeiras 300 páginas são extremamente necessárias para que vejamos e conheçamos mais sobre este mundo mas a ação da história só se inicia depois disto, e nunca mais para.
A meu ver o livro é excelente. 
Relativamente ao tipo de escrita de Sarah J.Maas, inicialmente pensava que a mesma não aprofundava suficientemente os personagens, de qualquer forma ao ler o spin-off lançado compreendi que é tudo uma questão de marketing e que, a seu tempo, saberemos tudo e mais alguma coisa sobre os personagens que sentimos não terem suficiente "tempo de tela" nesta fantástica série de livros.







Opinião:

A sociedade de hoje é composta por uma população que anda numa azáfama sem término: trabalho, filhos, escola, almoços rápidos, reuniões... tudo isto, muitas vezes, em frente a um computador. Quando o fim do dia chega há que preparar o próximo. O próximo, que é novamente de luta, parece que hoje para sobrevivermos temos de "matar um tigre" diariamente. Felizes daqueles que conseguem tirar tempo para si, para exercitar o seu corpo e fazer refeições saudáveis. E porque a saúde não é uma parte de nós mas um todo, há que compreender que podemos agir de forma eficaz para que o nosso corpo e mente estejam em sintonia

Há algum tempo que faço uma alimentação saudável (pensava eu), consciente e pratico exercício físico. No entanto, só isto não basta, temos de investigar sobre o que comemos e como comemos. Vejo muita gente, cheia de boas intenções com a sua alimentação, darem aos filhos determinados alimentos e pensarem que estão a fazer bem, temos o exemplo do leite!

A obra do Pedro Medeiros, Pela Sua Saúde, Manual de Sobrevivência na Sociedade Moderna, é excelente para consultarmos sobre as rotinas que devemos adquirir e manter na nossa alimentação e as que devemos eliminar.

Na referida obra, o autor fala-nos de sítios onde a esperança média de vida é elevada, onde se pratica uma alimentação saudável e o exercício físico é uma constante, são exemplos Okinawa (Japão), a ilha Ícara (Grécia) A Acciaroli (Itália).

Pedro Medeiros fala-nos na alimentação orgânica versus alimentação normal; do benefício do jejum, de vários alimentos de forma individualizada enaltecendo os benefícios e alertando para os malefícios, sendo que as especiarias não foram esquecidas!

Estamos perante uma obra bastante completa sobre os alimentos, é daqueles livros que todos devemos ter em casa para ler e consultar. Já o li e várias vezes fui consultar determinados tópicos.

Recomendo não só a quem quer informar-se de como fazer e ter refeições saudáveis, mas também aqueles que acham que já as fazem. Muitas vezes, cometemos erros e nem sabemos.

É de salientar que toda a informação da obra está documentada com as devidas referências bibliográficas! 

Avaliação: 5/5

APNEIA, Tânia Ganho (Opinião)



 Opinião:

APNEIA de Tânia Ganho fala-nos de divórcio, desentendimentos, desgaste psicológico, lutas constantes e infernais pela guarda dos filhos e incide sobretudo no SOFRIMENTO DAS CRIANÇAS que se vêm dentro desta trama, sem terem pedido para virem ao mundo e muito menos para serem usadas como "joguetes" de brigas entre pais e mães inconscientes que têm como objetivo maior a vingança! 


"Vendo os efeitos devastadores da guerra parental no seu filho, Adriana não tinha dúvidas de que, para Edoardo, mais importante do que ter pai e mãe em tempos iguais era o seu direito a crescer num ambiente sem violência"


Há a salientar que Tânia Ganho, refere nesta obra a GRANDE FALHA DOS TRIBUNAIS no que concerne ao regime de proteção de crianças que se encontram nestas situações. PARA OS TRIBUNAIS A BUROCRACIA ACIMA DE TUDO! As crianças? Estas podem esperar! Quer sejam em instituições, quer estejam a ser maltratadas física ou psicologicamente  ou ainda abusadas! 


"Nos tribunais, a verdade é apenas a verdade possível, truncada, manipulada."


É triste verificar a incoerência da justiça! 

"Justiça"... uma palavra que vai ter de adquirir outra conotação quando usada pelos tribunais.


"Eram uma família. Pai, mãe, filho.

Inviolável aos olhos da lei.

A Tóxica trindade"


Esta obra é uma "bofetada" a um regime que se esqueceu dos direitos das suas crianças e das vitimas de violência!

À Tânia, os meus parabéns pela sua escrita e pelo assunto importantíssimo abordado! Um tema que jamais pode ser "arrumado", que tem de ser falado diariamente, mostrando ao mundo as falhas e injustiças praticadas pelos nossos tribunais todos os dias! É isto que a Tânia tem feito! 

Recomendo!

*Todas as referências foram retiradas da referida obra.

Opinião: 

Agualusa, escreve sobre Luanda de 1975. Véspera da Independência. O medo dos Portugueses e das gentes que fez daquela terra a sua terra!

A vida de uma mulher que se enclausurou durante 30 anos com medo do desconhecido, mas que mudará a vida de muitos à sua volta. É sobre esta mulher - Ludo que a obra fala, sobre as suas ingenuidades, reflexões e atitudes. 

A história de Luanda vaio sendo dissecada ao longo da obra com pormenores que dão destaque às desigualdades, ao racismo, ao medo do que não se conhece. Ludo e Sabu fazem parte do novo começo. Um começo em que a simplicidade reina. A simplicidade que deveria reinar no coração de todos, toda uma vida!

Sinopse:

«Arrepiante e de leitura compulsiva.» - The Times

Ela ouve os gritos deles
Ela sente o seu medo
Agora, ela é a única esperança que têm...

Adam Brandt é um psicólogo forense, bastante habituado a lidar com os membros mais perturbados da sociedade. Mas Adam nunca conheceu ninguém como Kassie.

A adolescente afirma ter um dom terrível — basta-lhe olhar diretamente nos olhos de alguém para saber quando essa pessoa irá morrer. E de que forma isso irá acontecer. Obviamente, Adam sabe que Kassie deve sofrer de algum distúrbio mental. É nesse momento que um assassino em série ataca a cidade. E só Kassie parece saber quem ele vai matar em seguida.

Contrariando a sua intuição, Adam começa a acreditar em Kassie. Apenas não tem consciência de quão fatal a sua fé pode vir a ser…

«Uma história bem contada, com uma personagem principal convincente, que nos dá a sensação de estarmos a assistir a uma série televisiva dramática.» - Daily Mail


Opinião:

M. J. Arlidge de "O Dom da Morte" é autor também de "Um, Dó, Li, Tá" de que já falei aqui, e de muitas outras obras em que a heroína é a agente-detetive Helen Grace. 

Em "O Dom da Morte" tudo gira à volta de Kassie uma adolescente de 15 anos, que afirma que ao olhar directamente nos olhos de outra pessoa sabe quando e como esta irá morrer. É assim que na belíssima cidade de Chicago, Kassie se vai cruzando por diversas vítimas e consegue ver nos seus olhos, que vão ser assassinadas de uma forma muito violenta, cruel e de grande sofrimento. Na tentativa de avisar estas vítimas do perigo que correm é presa, já que tudo se desenrola de uma forma muito aparatosa, e então é quando a sua vida se cruza com a de Adam Brant, um psicólogo forense que a tenta ajudar. De início Adam acha que Kassie tem algum distúrbio mental, mas mais tarde fica na dúvida se deverá ou não acreditar em tais visões.

Tal como em “Um, Dó, Li, Tá” o escritor usou a mesma fórmula, pequenos capítulos de escrita fluída, em cada um deles vai saltando de personagem em personagem dando voz a todas elas. A cada capítulo a história vai-se tornando cada vez mais intensa, empolgante e perturbadora, e quando na parte final achamos que tudo é previsível, temos a surpresa de esta ser bem inesperada.

Estou rendida a este autor.  


Sinopse:

Quando o corpo torturado de uma mulher, jovem e bonita, é encontrado num contentor do lixo, com os olhos inchados e as roupas ensopadas em sangue, a inspetora-chefe Erika Foster é dos primeiros detetives a chegar ao cenário do crime. O problema é que, desta vez, o caso não lhe pertence. Enquanto luta para integrar a equipa de investigação, Erika envolve-se no processo e rapidamente encontra semelhanças com o assassínio não resolvido de outra mulher, quatro meses antes. Largadas ambas num contentor do lixo em parques de estacionamento diferentes, têm ferimentos idênticos – uma incisão fatal na artéria femoral da coxa esquerda... E, entretanto, é localizada uma terceira vítima em circunstâncias idênticas.

Perseguindo as vítimas online, apresentando-se com identidades falsas, o assassino ataca mulheres jovens e bonitas de cabelo castanho comprido e desaparece misteriosamente, sem deixar qualquer pista. Como irá Erika apanhar um assassino que parece não existir?

Enquanto decorre a investigação, outra rapariga é raptada quando esperava por um encontro. Erika e a sua equipa têm de a localizar, para não depararem com mais uma vítima mortal, e enfrentar um indivíduo terrivelmente sádico e perigoso.

Alucinante, tenso e impossível de parar de o ler, "O Último Fôlego" mantém o leitor preso logo na primeira página, enquanto o livro se encaminha vertiginosamente para um final surpreendente.

 

Opinião:

Estava muito curiosa por ler uma obra deste autor, pensava começar com a  "A Rapariga no Gelo", mas como comprei "O Último Fôlego" numa promoção, resolvi conhecer as investigações da detetive Erika Foster com esta obra. Sinceramente, não gostei da forma como esta história se desenrolou... gosto de estar praticamente até ao fim na tentativa de  descobrir quem será o assassino, aqui o leitor fica a saber muito cedo quem ele é, e depois tudo o resto torna-se muito previsível, deixamos muito cedo de ter o fator surpresa que nos faz estar “agarrados” à investigação como se fossemos também detetives. Numa escrita muito fluída e simples de acompanhar, os acontecimentos são desenvolvidos em pequenos capítulos,  que umas vezes acompanham a detetive Erika e outras o assassino.

Um ponto muito positivo é a mensagem de alerta que o autor nos transmite sobre o perigo das redes sociais. Transcrevo uma parte da nota final do autor:

“Não pretendia escrever sobre redes sociais, mas acho que mudaram o mundo de tantas formas que irão alimentar sempre a minha imaginação. Grande parte delas é boa: podemos manter-nos em contacto com familiares e amigos a milhares de quilómetros de distância, ajuda-nos a formar opiniões e, muitas vezes, é um escape para os nossos sentimentos. Mas há um lado sombrio que ainda estamos a tentar perceber. Tenham cuidado com o que ali colocam. Nem sempre se sabe quem está do outro lado…”



Sinopse:

Quando Beatrice recebe um telefonema frenético a meio do almoço de domingo e lhe dizem que a sua irmã mais nova, Tess, desapareceu, apanha o primeiro avião de regresso a Londres. Mas quando conhece as circunstâncias que rodeiam o desaparecimento da irmã, apercebe-se, com surpresa, do pouco que sabe sobre a vida de Tess - e de que não está preparada para a terrível verdade que terá de enfrentar. A Polícia, o noivo de Beatrice e até a própria mãe aceitam ter perdido Tess, mas Beatrice recusa-se a desistir e embarca numa perigosa viagem para descobrir a verdade, a qualquer custo.


Opinião:

"Irmã" é uma das obras que já estava há uns valentes anos na minha estante para ler. Estava esquecida no meio de tantas outras que tenho, até que há uns dias sem querer, veio-me parar finalmente às mãos, e ainda bem que assim foi.

Adorei a escrita e a forma como a autora foi apresentando os vários factos deste desaparecimento. Estes são apresentados como se a Beatrice estivesse a escrever uma carta para a Irmã desaparecida de nome Tess. Essa carta que leva meses (toda a obra) a ser escrita, vai ”saltando” entre o passado e o presente da ação, e explorando os sentimentos e intimidade destas irmãs. A autora consegue que ao longo dos dias desta investigação, o leitor se sinta cada vez mais íntimo de Beatrice, desde a dor, à ansiedade e angustia de ter perdido a irmã e na luta constante contra a corrente, de saber toda a verdade. Toda esta partilha faz-nos sentir como se estas personagens fossem da nossa família e aos poucos as estivéssemos a perder... Tornando-se muito comovente… Também adorei a forma como a autora descreve o meio que envolve as ações, quando por exemplo, descreve as ruas com a neve e o frio que faz, parecia que lá estava sentia esse frio que me gelava até aos ossos.

E o final, achei simplesmente fantástico e totalmente inesperado.

Se querem uma obra em que sejam “agarrados” da primeira à última página, ESTA É A OBRA…

 

Sinopse:

Numa manhã gelada, o corpo de Alice Salmon é encontrado a boiar num rio. Cedo se levantam suspeitas sobre a causa da morte. Os exames forenses mostram sinais claros de luta. A notícia da sua morte espalha -se nos meios de comunicação e em comentários nas redes sociais. Todos querem saber o que realmente aconteceu à divertida e inteligente Alice, uma jovem jornalista com sucesso na Internet. Jeremy Cooke, um antigo professor obcecado por Alice, enceta uma investigação particular.

Para isso, recorre ao diário de Alice, à sua correspondência, posts em blogues, no Facebook, no Twitter e nas SMS. Com ele, somos levados numa espiral de eventos em que todos, incluindo ele próprio, têm algo a esconder. Este romance de estreia, um dos mais aclamados thrillers dos últimos tempos, leva-nos ao âmago do amor, da obsessão e da perda.

 

Opinião:

Uma das críticas a este livro (escrito na contracapa) diz-nos: "Há muitos thrillers psicológicos, mas este destaca-se. T.R.Richmond agarra o leitor até às últimas páginas".

Pois comigo aconteceu-se exatamente o contrário, o que eu levaria no máximo dos máximos a ler em 5 dias, demorei 15. Mais de metade da obra é entediante, e “parada”, o escritor anda às voltas entre o presente e o passado, através de correspondência por cartas ou mail, SMS, posts de blogues e de algumas redes sociais e o diária de Alice, mas sem conseguir impor alguma "energia" e interesse, de tal forma que pensei desistir de a ler por diversas vezes. Tinha tudo para dar certo, as personagens que conviviam com a Alice, a própria Alice tinham uma vida "rica" com muito "sumo", mas na minha opinião o autor não conseguiu pôr no papel a desenvoltura e energia que um thriller precisa para "agarrar" o leitor desde a primeira página. Finalmente, a parte final da obra conseguiu captar a minha atenção, devido a uma conclusão inesperada, e mostrou que nem sempre o que parece inocente o é assim tanto, mas tal não chegou para que fique "ávida" pelas próximas publicações que o autor possa fazer.

Mas como nem tudo foi negativo, gostei especialmente de um último parágrafo escrito pela personagem Alice, antes dos agradecimentos do autor, que vou transcrever aqui:

" Em última análise, o que te resta fazer é continuar em frente, seguir com esta coisa a que chamamos vida. Ninguém passa por ela absolutamente incólume, mas são as nossas cicatrizes que mostram quem nós somos, onde estivemos, como é que lutámos, como é que vencemos. Quando descemos uma cobra, subimos de imediato uma escada. Lembra-te, é como no Scrabble: usa as letras boas assim que as receberes."

 

A Paula também já leu esta obra e deu a sua opinião, podem-na ler aqui.


Sinopse:
Lowen Ashleigh é uma escritora que se debate com grandes dificuldades financeiras, até que aceita uma oferta de trabalho irrecusável: terminar os três últimos volumes da série de sucesso de Verity Crawford, uma autora de renome que ficou incapacitada depois de um terrível acidente.
Para poder entrar na cabeça de Verity e estudar as anotações e ideias reunidas ao longo de anos de trabalho, Lowen aceita o convite de Jeremy Crawford, marido da autora, e muda-se temporariamente para a casa deles. Mas o que ela não esperava encontrar no caótico escritório de "Verity" era a autobiografia inacabada da autora. Ao lê-la, percebe que esta não se destinava a ser partilhada com ninguém. São páginas e páginas de confissões arrepiantes, incluindo as memórias de Verity relativas ao dia da morte da filha.
Lowen decide ocultar de Jeremy a existência do manuscrito, sabendo que o seu conteúdo destroçaria aquele pai, já em tão grande sofrimento. Mas, à medida que os sentimentos de Lowen por Jeremy se intensificam, ela apercebe-se de que talvez seja melhor ele ler as palavras escritas por Verity.
Afinal de contas, por mais dedicado que Jeremy seja à sua mulher doente, uma verdade tão horrenda faria com que fosse impossível ele continuar a amá-la.

«AVISO: VERITY NÃO VAI DERRETER-LHE O CORAÇÃO… VAI INCENDIAR-LHE A ALMA.» Kindle Crack Book reviews


Opinião:
24 horas... Foi o tempo que levei a ler esta obra... E que obra...
Depois de tanto ouvir falar sobre "Verity" no instagram, resolvi finalmente abrir os cordões à bolsa. O objetivo de este ano comprar o menos possível de livros, foi por água abaixo. Mais uma vez não consegui cumprir e já perdi a conta de quanto comprei. Mas valeu bem a pena.
Geralmente espero algum tempo para ler obras em que tanta e tanta gente tesse boas opiniões, porque a minha expetativa torna-se elevada e termino desiludida. Ainda bem que desta vez não esperei. Não faço intenção de ler os outros livros que a autora já publicou, porque pelo que li nas suas sinopses, penso que tenho livros bem mais interessantes na minha estante, mas este foi simplesmente fantástico e fora do habitual desta autora. Nos agradecimentos da obra, a autora escreve que esta obra é um afastamento em relação às histórias de amor que normalmente escreve.
De uma leitura fácil e fluída, a autora consegue facilmente nos cativar e embrenhar nesta história desde a primeira página.
Lowen uma escritora banal, um dia recebe uma oferta irrecusável que acaba por aceitar, terminar os três últimos volumes de uma série de sucesso da famosa escritora Verity. Durante o processo de estudo e investigação para a escrita da série, Lower descobre a autobiografia de Veriry. Ao longo da sua leitura Lower depara-se com uma parte muito sombria da vida de Verity, e que esta não é tão perfeita como aparenta.
A obra vai "saltanto" entre a vida presente e passada de Lower e os capítulos da autobiografia de Verity, que Lower vai lendo. Conforme toda esta história se vai desenvolvendo vamos-nos sentindo umas vezes indignadas, outras receosas, ao mesmo tempo colocamos em dúvida se Lowen estará no seu perfeito juízo.
O fim é algo inesperado...

Gostei bastante da frase que a autora usou para terminar a obra:
Apesar de todas as suas ilusões, aborrecimentos e sonhos desfeitos, o mundo ainda é um lugar bonito.
Max Ehrmann, in Desiderata

Curiosos???

Sinopse:
“O Desempregado” fala de um jovem que é despedido do seu emprego e se vê com dificuldades em arranjar um novo. Sem saber como, Vicente vê-se metido num rapto a uma entidade governamental sem precedentes e a sua vida fica virada do avesso, numa série de acontecimentos que poderiam ter saído de um qualquer guião de Hollywood. Encontra jovens cheios de ideias inovadoras e uma mulher ativista de personalidade vincada que lhe vai abrir horizontes. Como vai Vicente definir o seu futuro? Será que este precisa realmente de definição?


Opinião:
Adorei a capa desta obra. Minimalista e a aba nos tons de bordô e cinza (como a letra “O”) ficaram lindíssimas. O autor apostou na simplicidade e na minha opinião ganhou. Como já disse várias vezes por aqui, uma capa que encha o olho, é meio caminho andado para despertar a atenção do leitor.

Nesta obra vamos conhecer a história de Vicente de 25 anos, que para além de ser a personagem principal, é também o narrador. Ao longo da obra somos transportados para os pensamentos de Vicente, o que torna tudo muito cómico, porque ficamos a par de certos devaneios e sentimentos aos quais de outra forma não teríamos conhecimento, já que não seriam exteriorizados. Mas como nem tudo na vida é comédia, também vamos acompanhando os seus momentos mais depressivos, de revolta, de frustração e impotência.
Vicente está cansado de que os seus dias sejam sempre iguais e do trabalho que tem, até que é despedido, porque entendeu que nem sempre o cliente tem razão e foi menos educado com uma cliente. Depois desse acontecimento, assistimos à incessante procura de um novo emprego, que nos faz pensar e questionar sobre o futuro dos jovens e do país, tal são as experiências que Vicente vivência nessa procura.
Até ao dia que conhece Lara e a sua vida muda radicalmente. Lara é uma jovem diferente, que não se acomoda ao que tem e que luta por um mundo mais justo e melhor. Tem uma personalidade forte e uma figura esbelta, que é como um íman para Vicente. Um dia, sem que Vicente se desse conta que ia participar em tal acontecimento, envolve-se no rapto do Primeiro-Ministro, e sem esperar, exterioriza toda a revolta e raiva que vai dentro de si.

Como se vê até aqui, nesta obra não temos monotonia, e de uma forma simples, leve e agradável, o autor consegue que os leitores se envolvam na história, proporcionando-nos, tanto momentos  mais cómicos, como mais sérios, que nos deixam a pensar no estado em que se encontra o nosso país.

Embora tenha achado o rapto do Primeiro-Ministro, a prisão e o julgamento de Vicente, pouco verosímil, penso que muitos de nós teriam vontade de agir como o nosso “herói” agiu, se tivessem essa oportunidade.

Na minha opinião, a editora deveria ter feito uma revisão mais cuidada da obra, encontram-se vários erros ortográficos que se poderiam ter evitado.

Mais um autor português a acompanhar.

Para mais informações, podem encontrar a obra aqui e aqui.
Sinopse:
Ela tem uma paixão secreta. Ele, um trauma profundo. Ambos ergueram barreiras dolorosas de transpor. A história de um amor maior do que a vida.
A obra Um fio de sangue faz-nos mergulhar no desconhecido que leva ao amor, à fantasia e à entrega. A narrativa pauta pela intensidade de emoções, sensações, apelando aos nossos sentidos. A autora guia-nos na viagem surpreendente da relação entre os personagens principais. Uma história de desejo, fantasia, entrega e amor com um final de cortar a respiração


Opinião:
Na gastronomia utilizamos a expressão “os olhos também comem”, e na literatura também a podemos usar… Isto porque, uma capa que nos “encha o olho” de tão gira, já é meio caminho andado para termos vontade de a ler. E se ao desfolharmos, os capítulos e a numeração das páginas estejam tão lindos como em “Um Fio de Sangue” (a lágrima que vemos na capa do livro, é usada na separação por capítulos e na numeração das páginas), já estamos a mais um quarto do caminho percorrido, juntando uma sinopse que nos seduz, temos os ingredientes perfeitos para uma excelente leitura.

Com uma escrita simples, cuidada, bastante fluída e personagens bem construídas e cativantes, ao longo desta leitura somos atraídos pela história de amor, paixão e sedução de Joana e Tomás. Os capítulos são curtos, com algumas passagens muito sensuais, que facilmente nos fazem embrenhar nesta novela e não a queiramos largar. Sem darmos por isso chegamos ao fim… E o seu final é completamente inesperado e surpreendente.
Ao longo da obra temos pequenas notas de rodapé muito interessantes, que mais uma vez demonstra o cuidado da autora pelo leitor.

E a obra começa da melhor forma:
“Toda a gente tem segredos.
Pequenos segredos, grandes segredos, desejos secretos, pensamentos escondidos, idiossincrasias. Coisas que nos embaraçam ou envergonham, ou que, simplesmente, não conseguimos justificar a nós próprios.”

Segredos, pensamentos só nossos que não partilhamos com ninguém, quem não os tem?? Agora, admitir que os temos ou partilharmos com alguém, já é bem diferente…
É o caso das nossas personagens.

Joana está perdidamente apaixonada por um homem que não conhece, mas não o confessou a ninguém.
Tomás é uma espécie de predador, que todas as sextas-feiras à noite tem os seus encontros de uma ou duas noites. Não que despreze as mulheres ou as engane, porque não faz falsas promessas, nutre uma desconfiança pelo sexo oposto e o seu segredo está aí.
Um dia as suas vidas cruzam-se e…
Curiosos??

Para saberem mais, e se apaixonarem pelas obras da autora, podem passar por aqui (onde podem ler o primeiro capitulo) e aqui.

A minha opinião da última obra da autora “Um Pingo na Água”, encontra-se aqui.


Sinopse:
Dois reféns, uma bala, uma decisão terrível. Sacrificaria a sua vida pela de outra pessoa?
Uma jovem rapariga surge dos bosques após sobreviver a um rapto aterrador. Cada mórbido pormenor da sua história é verdadeiro, apesar de incrível. Dias mais tarde é descoberta outra vítima que sobreviveu a um rapto semelhante. As investigações conduzem a um padrão: há alguém a raptar pares de pessoas que depois são encarcerados e confrontados com uma escolha terrível: matar para sobreviver, ou ser morto.
À medida que mais situações vão surgindo, a detetive encarregada deste caso, Helen Grace, percebe que a chave para capturar este monstro imparável está nos sobreviventes. Mas a não ser que descubra rapidamente o assassino, mais inocentes irão morrer
Um jogo perigoso e mortal num romance de estreia arrebatador e de arrasar os nervos, que lembra filmes como "Saw - Enigma Mortal" e "A Conspiração da Aranha".


Opinião:
No mês de Abril, li “A Casa de Bonecas”, a primeira obra que conheci de M. J. Arlifge, e gostei bastante, no site goodreads avaliei-o com 5 estrelas. Na obra “Um, Dó, Li, Tá” apaixonei-me de vez por este autor britânico. Em ambos os thrillers, a heroína é a agente-detetive Helen Grace, uma mulher com uma infância difícil, que lhe deixou muitas marcas a nível psicológico, que nunca esquecerá. Apesar de tudo, tornou-se numa mulher forte, confiante e inteligente. Na sinopse temos uma breve descrição deste thriller, que no meu caso “aguçou” por completo a curiosidade (é para isso que ela serve, mas muitas das vezes acabam por fugir do que na realidade é o conteúdo da obra, mas aqui não é o caso).
O autor organizou estes thrillers em pequenos capítulos de 2 a 3 páginas, em cada um deles o narrador vai saltando de personagem em personagem, alternando também com o passado do assassino (dando voz ao assassino) desvendando alguns factos, que nos leva a nós leitores a tirar conclusões do porquê deste distúrbio. Em cada capítulo fui ficando cada vez mais “agarrada”, sempre na expetativa do que se seguiria, e a imaginar quem seria o verdadeiro assassino, o que havia de comum entre as vítimas (qual a relação), para que finalmente se descobrisse a verdadeira “pista” e assim se “apanhasse” o assassínio, e esta “onda” de mortes e horror terminasse.
A curiosidade pelos próximos acontecimentos foi tanta, que a certa altura fiquei com dificuldade em fazer uns pequenos intervalos, tal é a forma como o autor consegue que tudo fique cada vez mais empolgante e transmitir o medo, a humilhação, a raiva e o nervosismo que as vítimas, os policiais e o próprio assassino, vão sentindo.
Resumindo… obra imprópria para cardíacos…


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