Opinião:

Esta obra é um grito ao inconformismo. O inconformismo em relação a uma sociedade retrógrada e aos membros que a compõem em que muitos deles não aceitam a sua própria realidade – homossexualidade.

Richard Zimler, neste livro fala-nos da homossexualidade. A homossexualidade, tal como ela é, sem tabus, sem rodeios, sem meias palavras. É tudo dito de forma limpa e clara. Muitas vezes em tom de revolta (quando nos descreve factos e situações presentes nos nossos dias que simplesmente já não deveriam existir), mas sempre de uma maneira apaixonante!

Publicado originalmente em 1996 no Reino Unido e nos EUA, Insubmissos foi recentemente lançado em Portugal pela Porto Editora. E somente agora, porque Portugal do sec XX não estava preparado para os temas abordados: homossexualidade e SIDA. É de lamentar que volvidos 25 anos, o país continua atrasado em relação aos temas, embora já com algumas mudanças que se vão verificando paulatinamente!

Com sarcasmo e mestria, o autor descreve-nos a atitude de alguns homens portugueses que sendo homossexuais, jamais o admitem, preferindo optar por uma vida dupla, amando e satisfazendo-se em segredo, negando o que são e voltando à vida de fachada, mas perfeita, que a sociedade espera!

Zimler é duro e cru nas suas descrições. Fala-nos da morte que a SIDA trouxe, do preconceito associado, das vítimas incompreendidas por quem as rodeava…

A pág. 84 é repleta de descrições irónicas e deliciosas de se ler sobre o diálogo entre um casal homossexual, quando um deles é português e estão ambos numa situação de interesse mútuo.

As últimas páginas da obra, são um apelo ao amor e à razão, no fundo um alerta àquilo que realmente amamos e damos valor!


“Apercebi-me de que as almas frustradas como o Rui acreditam que as pessoas como eu e o António merecem morrer, não tanto por serem homossexuais, mas por serem livres” pág 352


Liberdade é o que está para além da barreira que muitos não conseguem derrubar... quase sempre está além da zona de conforto... o medo de lutar tolda a visão, o pensamento e assim a felicidade vai sendo adiada! 

Excelente leitura!

Aconselho sem reservas! 


SINOPSE

Depois da morte de muitos dos seus amigos, um professor de guitarra clássica, mundano, judeu e antiga estrela da equipa de basquetebol de Greenwich Village, decide abandonar os Estados Unidos e procurar uma nova vida em Portugal. Mas aquilo a que ele chama o eclipse viral da sexualidade persegue-o até ali, quando António, o seu mais talentoso aluno, testa positivo para VIH e ameaça desistir da vida aos vinte e quatro anos. Desesperado por mostrar ao jovem que ele ainda tem um futuro pela frente, «o Professor» organiza uma viagem de carro com destino a Paris, esperando ser capaz de convencer um virtuoso a aceitá-lo como aluno. O pai de António, um homem rígido e presença distante na sua vida, decide acompanhá-los e, de passagem, os três mergulham num triângulo de aventuras, violência e revelações pessoais. Será que de caminho vão encontrar uma oportunidade de redenção?

Publicado originalmente em 1996, e inédito até agora em Portugal, Insubmissos é um romance vívido e intimista que ousa dar luz a temas que ainda persistem nas sombras.


O livro aqui na wook

Leituras Para Este Ano 2021

 Este ano, estou a pensar em ler maioritariamente livros da estante. Vocês sabem quais não é?? Aqueles que estão há anos à espera de serem lidos. Costumo dizer que não tenho livros por ler... tenho estantes por ler. Enfim, vamos ver se é desta. Assim, em cada opinião, vou referir, se a obra foi comprada, oferecida, emprestada ou da estante... Não é que tenha grande interesse para vocês, mas tem para mim! Será o meu desafio deste ano no âmbito da literatura!




Leituras 2021

 Neste post serão colocadas as leituras/opiniões elaboradas em 2021



Paula

1- Apneia, Tânia Ganho - Comprado
2- Olga, Bernhard Schlink - Oferecido
3- Sahar, A Rapariga do Véu, Susana Teles Margarido - Emprestado
4- Insubmissos, Richard Zimler - Oferecido


APNEIA, Tânia Ganho (Opinião)



 Opinião:

APNEIA de Tânia Ganho fala-nos de divórcio, desentendimentos, desgaste psicológico, lutas constantes e infernais pela guarda dos filhos e incide sobretudo no SOFRIMENTO DAS CRIANÇAS que se vêm dentro desta trama, sem terem pedido para virem ao mundo e muito menos para serem usadas como "joguetes" de brigas entre pais e mães inconscientes que têm como objetivo maior a vingança! 


"Vendo os efeitos devastadores da guerra parental no seu filho, Adriana não tinha dúvidas de que, para Edoardo, mais importante do que ter pai e mãe em tempos iguais era o seu direito a crescer num ambiente sem violência"


Há a salientar que Tânia Ganho, refere nesta obra a GRANDE FALHA DOS TRIBUNAIS no que concerne ao regime de proteção de crianças que se encontram nestas situações. PARA OS TRIBUNAIS A BUROCRACIA ACIMA DE TUDO! As crianças? Estas podem esperar! Quer sejam em instituições, quer estejam a ser maltratadas física ou psicologicamente  ou ainda abusadas! 


"Nos tribunais, a verdade é apenas a verdade possível, truncada, manipulada."


É triste verificar a incoerência da justiça! 

"Justiça"... uma palavra que vai ter de adquirir outra conotação quando usada pelos tribunais.


"Eram uma família. Pai, mãe, filho.

Inviolável aos olhos da lei.

A Tóxica trindade"


Esta obra é uma "bofetada" a um regime que se esqueceu dos direitos das suas crianças e das vitimas de violência!

À Tânia, os meus parabéns pela sua escrita e pelo assunto importantíssimo abordado! Um tema que jamais pode ser "arrumado", que tem de ser falado diariamente, mostrando ao mundo as falhas e injustiças praticadas pelos nossos tribunais todos os dias! É isto que a Tânia tem feito! 

Recomendo!

*Todas as referências foram retiradas da referida obra.

Boas Festas!

 

O blogue 
...viajar pela leitura... 
deseja a todos os visitantes e participantes umas 
Boas Festas!

Ora aqui está mais um livro que muitos de nós vamos querer ler!

 O outro dia coloquei esta foto no meu facebook, para mostrar o novo cantinho de livros da minha casa!

Acho que ficou um mimo!

A ilustração é do Rui Ricardo


 


Uma abadia medieval isolada. Uma comunidade de monges devastada por uma série de crimes. Um frade franciscano que investiga os mistérios de uma biblioteca inacessível.

Numa edição com desenhos e apontamen­tos preparatórios do autor, o romance que revelou o génio narrativo de Umberto Eco: traduzido em 60 países com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, O Nome da Rosa ganhou o prémio Strega em 1981 e inspirou um filme e uma série de televi­são com grande êxito internacional.

«Os desenhos e as anotações manus­critas do futuro autor de O Nome da Rosa testemunham o trabalho preparatório mi­nucioso antes da redacção do romance. São a confirmação efectiva do afirmado por Eco em Porquê ‘O Nome da Rosa’? (1983): «para contar uma história há que começar por construir um mundo, tanto quanto possível recheado até aos últimos pormenores». E o que nos conta, ou me­lhor, nos antecipa deste mundo o material aqui reproduzido? Em primeiro lugar a identidade, a fisionomia dos principais protagonistas, com o típico traço veloz e arguto do autor, que justificará a sua invenção ‘para saber que palavras colocar na sua boca’. Depois, alçados e plantas de abadias, cas­telos, labirintos, emanados da mente de um soit disant ‘medievalista em hiberna­ção’, que entretanto se ocupou também de outras coisas.»

Mario Andreose

 Obra Poética II de Artur do Cruzeiro Seixas       

 Segundo volume chega às livrarias no dia em que comemoraria 100 anos          

 Em 2020, ano em que se celebraria o seu centésimo aniversário, a coleção elogio da sombra, da Porto Editora, iniciou a publicação da Obra Poética completa de Artur do Cruzeiro Seixas. O primeiro volume foi lançado em junho e o segundo volume chega às livrarias no dia 3 de dezembro, dia do seu aniversário.

«Diz Cruzeiro Seixas que o que pintou e escreveu são apenas fragmentos; “São fragmentos o que o meu dia a dia me dá; fragmentos de amor, fragmentos de génio, fragmentos de sonho etc, etc…, neste fragmento de país”. Por aqui seguimos, cegos pela intensidade da luz. Creio que é Jean Paulhan que refere “o furor poético do surrealismo”, e creio eu que é esse furor que passa nesta poesia como passa nessa África afinal ainda subjugada.», escreve a organizadora do volume, Isabel Meyrelles.

 

Decano da arte portuguesa, Artur do Cruzeiro Seixas é um dos nomes incontornáveis do movimento surrealista, do qual foi um dos principais precursores em Portugal. Com um vasto trabalho nas artes plásticas e visuais, foi também um poeta prolífico. «Penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível.», escreveu Valter Hugo Mãe, curador da coleção. «Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário».

 

Tenho as mãos sujas de poesia

o caminho lacerado por certas aves,

o corpo em farrapos.

 

Com este absorto entardecer

por sobre os ombros

olho o espaço.

 

Aberta a paisagem inquieta

espera

inocente e inanimada.

 

Estamos frente a frente

como duas sombras inúteis

caídas ao lado da estrada.

 

Luanda 55





Obra Poética II

Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível.

Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo.

A elogio da sombra repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário.

Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como “a boca que olha”. Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver.

 Valter Hugo Mãe



Artur do Cruzeiro Seixas
Decano da arte portuguesa e um dos grandes nomes do Surrealismo português e europeu, Artur do Cruzeiro Seixas nasceu em 1920, na Amadora. No seu longo percurso artístico, conta com uma fase expressionista, outra neo-realista e outra, com início no final dos anos 40, mais prolongada, em que integra o movimento Surrealista Português, ao lado de Mário Cesariny, Carlos Calvet, António Maria Lisboa, Pedro Oom ou Mário Henrique Leiria. Foi um dos seus precursores e atualmente é considerado um dos seus máximos expoentes, considerando-se que o surrealismo fantástico visível na sua obra tenha tido como principal inspiração o trabalho do artista De Chirico. É autor de um vasto trabalho no campo do desenho e pintura, mas também na poesia e objetos/escultura. No ano de 1952, foi viver para Angola, onde realizou várias exposições individuais e projetos na área da museologia. Em 1964, fugindo da guerra colonial que se vivia, decidiu empreender uma viagem pela Europa. No seu percurso conta inúmeras exposições individuais e coletivas em importantes museus e galerias, em Portugal e no estrangeiro, e com diversos prémios e distinções. Em outubro de 2012, a Sociedade Portuguesa de Autores atribuiu-lhe a Medalha de Honra em forma de reconhecimento pela sua longa e sólida carreira artística, como pintor e poeta. Em outubro de 2020 foi agraciado pela Ministra da Cultura, Graça Fonseca, com a Medalha de Mérito Cultural, “reconhecimento institucional, mas é também um reconhecimento pessoal de alguém que se junta aos muitos que o admiram e que em si reconhecem um olhar que sempre viu mais longe e mais profundo”.

Morreu a 8 de novembro, em Lisboa, prestes a completar 100 anos.


Thriller histórico na Roma do século I a.C. com uma abordagem nova, centrado no lado mais desconhecido da cidade e os seus habitantes.

Com um ritmo ágil e uma história surpreendente, conquistou milhares de leitores na sua edição digital.


Roma, ano 67 a. C. A escuridão rodeia-nos numa das vielas mais recônditas da cidade. O nosso passado persegue-nos e o nosso futuro, ainda mais sombrio do que a própria escuridão, diz-nos que temos que nos envolver naquilo que jamais quereríamos. Olhamos para um lado e para outro, pensamos que já não temos outra opção: corremos para o nosso destino.

O que nos trará o dia seguinte, isso só os deuses o sabem.

Roma Obscura é uma fascinante viagem à Roma mais desconhecida, a cidade noturna onde as bruxas, os feiticeiros, os assassinos, os sicários e todo o tipo de criaturas se escondem nas sombras.

AUTOR

Luis Manuel López Román nasceu Madrid em 1982 e desde muito cedo descobriu aquilo que seria a sua grande paixão: os livros. Em consequência do seu amor pela leitura, decidiu estudar História e Filologia Clássica na Universidade Complutense de Madrid, instituição onde se manteve durante vários anos como investigador. Atualmente junta a sua faceta de professor do ensino secundário com a divulgação histórica em diversas plataformas digitais e páginas da Internet. A sua paixão pela escrita também nasceu muito cedo, tendo desenvolvido um apreço especial por duas temáticas: o terror e o romance histórico.  


 

Clique na imagem para ler.



 

Mar de Ganância

Clive Cussler & Graham Brown

Com as reservas petrolíferas mundiais em risco, a equipa NUMA é chamada para evitar uma catástrofe iminente

Sinopse:

Depois de uma explosão no Golfo do México destruir três plataformas de extração de petróleo, Kurt Austin e a equipa NUMA são destacados pelo presidente dos Estados Unidos para descobrir o que está a acontecer. As pistas levam-nos até Tessa Franco, uma milionária brilhante na área da energia alternativa. O seu objetivo é acabar com a era do petróleo – a sua empresa gastou milhões a desenvolver o mais avançado sistema de células de combustível do mundo. Mas será ela, de facto, uma heroína ambiental? 

A equipa NUMA descobre que os campos petrolíferos estão infetados com uma bactéria que está a consumir o petróleo antes de este ser extraído da terra – uma bactéria que se perdeu há muitos anos, quando dois submarinos desapareceram no Mediterrâneo sem deixar qualquer rasto. Com o preço do petróleo a disparar e a economia mundial a colapsar, Kurt terá de encontrar um dos submarinos desaparecidos para poder travar a ameaça biológica que se avizinha. Mas esta não é uma tarefa fácil, e com dinheiro e um exército de assassinos aos seu dispor, Tessa Franco fará tudo o que estiver ao seu alcance para o travar.

 

CLIVE CUSSLER (1931-2020) cresceu em Alhambra, Califórnia. Alistou-se na Força Aérea durante a Guerra da Coreia, onde cumpriu serviço como mecânico, engenheiro e técnico de voo.

Quando regressou tornou-se diretor criativo em duas agências de publicidade multinacionais, onde ganhou vários prémios. Começou a escrever em 1965 e fundou a NUMA (National Underwater & Marine Agency), uma organização não lucrativa para investigação da História Marítima e Naval.

GRAHAM BROWN cresceu em Illinois, Connecticut e Pensilvânia e já foi piloto, advogado e empresário, tendo decidido optar por uma carreira de escritor. Um grande fã de Clive Cussler, é coautor dos livros da série Arquivos NUMA.

 


Sinopse;

Uma obraprima banida. Duas espias. Um livro que transformou a História.

1956. Boris Pasternak está a escrever Doutor Jivago, um livro controverso capaz de provocar dissensão na União Soviética. Com medo do seu poder subversivo, os soviéticos censuramno e proíbem a sua publicação. Mas isso não impede que no resto do mundo a obra se transforme num bestseller… e numa possível sentença de morte para o autor.

A CIA está atenta aos acontecimentos e planeia utilizar o livro para influenciar a Guerra Fria a seu favor. Contudo, os agentes destinados a esta missão não são os espiões tradicionais. Duas secretárias — a charmosa e experiente Sally e a talentosa e novata Irina — são encarregadas da missão das suas vidas: devolver clandestinamente Doutor Jivago à URSS e utilizálo como arma de propaganda.

No entanto, esta não será uma missão fácil. Há pessoas dispostas a morrer por este livro — e agentes prontos a matar por ele. De Moscovo a Washington, de Paris a Milão, Isto Nunca Aconteceu retrata um momento único na história da literatura — contado com emoção e detalhes históricos cativantes. E no coração deste romance inesquecível está a poderosa convicção de que o poder da palavra escrita pode transformar o mundo.

 Bom, temos aqui um título bastante sugestivo :D
Espero que o livro seja tão bom como o título!
Peço a quem ler que venha dar o seu testemunho!! Afinal, temos de ser uns para os outros!



Este livro coloca 222 perguntas, históricas como esta e sobre todos os temas — guerra, ciência, sexo, comida, política, economia e, é claro, «Homeo-historia», entre outras — e, como se isso não bastasse, dá respostas à maioria delas. O livro de consulta histórica que deveria existir em todas as casas. Melhor do que a Enciclopédia, melhor do que Wikipédia.

ALGUMAS PALAVRAS

Falemos deste livro. O Dicionário (como lhe chamaremos daqui para a frente) aspira a resolver muitos enigmas, dificuldades e dúvidas que a História nos oferece desde há 13 700 anos (mas, sobretudo, desde que o ser humano existe, porque antes era tudo um enredo), pondo o foco em acontecimentos especialmente apelativos e engraçados, mas também em alguns tão curiosos que o vão deixar impressionado.

Para que tudo fique bem arrumado, o Dicionário divide-se em catorze secções, que abarcam a Ciência até à Religião, passando pela Saúde, a comida, a moda, a Antropologia, a guerra e muitas outras. Em cada secção incluímos uma série perguntas que costumam pairar na mente de muitas pessoas quando falam de História. Os balcões dos bares e as refeições em família são o habitat natural das conversas sobre História com a multiplicação dos tópicos. É nessas conversas que nos dizem que Napoleão era baixote ou que Hitler era vegetariano, e nós engolimos porque, bom, é o que toda a gente diz, não? O Dicionário está aqui para o esclarecer essas dúvidas e, de passagem, dar-lhe algumas munições para entreter os seus ouvintes ou derrotar os cunhados de serviço.

AUTOR

Formados em História pela Universidade de Múrcia (Espanha), os Ad absurdum são já veteranos da divulgação em Ciências Sociais. Usando o humor como ferramenta didática, passaram por palcos, auditórios, estúdios de televisão e emissoras de rádio. Esse circuito a falar de curiosidades, episódios, histórias e reflexões sobre a história, levou o trio formado por Isaac Alcántara, David Omar Sáez e Juan Jesús Botí, desde emissoras de rádio a câmaras municipais, museus, universidades e até à prisão. Além deste, são autores de outros livros de sucesso publicados nesta editora, História absurda de Espanha e História absurda da Catalunha, onde já deixaram claro que o rigor não está em contradição com o riso.

 


SINOPSE

«Eu tinha 22 anos quando Salazar abandonou o governo, em 27 de Setembro de 1968, e 24 quando ele morreu, em 27 de Julho de 1970. (…) Na memória tenho aquela voz característica, com convicção mas ainda clerical e guardando sempre um fundo de pronúncia beirã».

Durante 40 anos, António de Oliveira Salazar comandou os destinos de Portugal. Décadas após a sua morte, o seu nome continua a suscitar polémica. Defendido por uns, acusado por outros. Idolatrado ou odiado, símbolo de uma época de ouro recordada com saudade ou da estagnação e do «atraso português»?

Jaime Nogueira Pinto apresenta-nos o outro retrato de António de Oliveira Salazar, pensador, político e homem de Estado. Restaurou as Finanças Públicas, substituiu a Ditadura Militar por um Estado constitucional autoritário, disciplinou os seus «amigos» e aliados de direita e conduziu uma arrojada e bem sucedida política externa na década de grandes conflitos europeus. Para Jaime Nogueira Pinto, quando Salazar abandona o poder, deixa um país mais desenvolvido, material e espiritualmente, do que aquele que encontrou em 1928.

Com um novo prólogo, este livro traça um perfil diferente e, para muitos, surpreendente do estadista, com alguns episódios e ditos, até agora, desconhecidos e fotografias inéditas. Mas, também esboça o retrato de Portugal e da sociedade portuguesa na sua relação com a Europa e o Mundo, no século XX.

 AUTOR

Jaime Nogueira Pinto nasceu no Porto em 1946, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa e é doutorado pelo Instituto de Ciências Sociais e Políticas. Foi director do jornal O Século, administrador da Bertrand, e trabalha em consultadoria estratégica. É presidente da FLAC – Fundação Luso-Africana para a Cultura, colabora regularmente nos media portugueses e tem escrito sobre temas de Ciência Política e História Contemporânea.

Entre os títulos publicados contam-se: Introdução à Política, A Direita e as Direitas, Ideologia e Razão de Estado – Uma história do Poder, Portugal, ascensão e queda – Ideias e políticas de uma nação singular, O Islão e o Ocidente – A grande discórdia, Portugal – Os Anos do Fim, Bárbaros e Iluminados – Populismo e utopia no século XXI. Obras de Jaime Nogueira Pinto na Esfera dos Livros: António de Oliveira Salazar – O outro retrato, Jogos Africanos, Nuno Álvares Pereira, Nobre povo – Os anos da República, Novembro (romance), Cinco homens que abalaram a Europa.

 


 Apresentação da obra

Como criar um novo departamento numa organização? Como integrar a formação com a avaliação de desempenho? Como implementar um sistema de qualidade? O que fazer com os resultados de um diagnóstico de satisfação? Como calcular um novo salário? Qual a importância da criatividade e da inovação no sucesso organizacional?

Estas são algumas das questões abordadas nos casos reais descritos neste livro, relatados na primeira pessoa pelos seus atores – diretores de recursos humanos, consultores e psicólogos – e vividos não só em grandes organizações industriais e de serviços como em PME, municípios e organizações sem fins lucrativos em Portugal e no Brasil.

 Público-alvo

Gestores, quadros superiores de empresas, investigadores, consultores, formadores, diretores e técnicos de recursos humanos, psicólogos, empreendedores, estudantes do ensino superior – licenciaturas, pós-graduações, mestrados e doutoramentos – nas áreas da psicologia, gestão, economia, comportamento organizacional e sociologia das organizações.

Coordenadoras

Ana Veloso é psicóloga pela Universidade de Coimbra, com MBA pela Porto Business School, mestre em Gestão pela Universidade do Porto e doutorada em Psicologia das Organizações pela Universidade do Minho.

Integrou o departamento de RH dos CTT e foi consultora em organizações como a SONAE, Mota-Engil, AEP e EDP.

É professora auxiliar na Escola de Psicologia da Universidade do Minho e autora de vários capítulos de livros e publicações nacionais e internacionais.

Cristina Pinto de Sá é psicóloga pela Universidade de Coimbra, com mestrado/MBA em Gestão pelo INDEG/ISCTE e doutorada em Gestão e Pessoas pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

Integrou o departamento de RH da Portugal Telecom, foi consultora e formadora em domínios comportamentais e docente na Escola Superior de Educação de Coimbra.

É gestora na área de customer service empresarial num call center e autora de vários artigos e publicações nacionais e internacionais.

Opinião: 

Agualusa, escreve sobre Luanda de 1975. Véspera da Independência. O medo dos Portugueses e das gentes que fez daquela terra a sua terra!

A vida de uma mulher que se enclausurou durante 30 anos com medo do desconhecido, mas que mudará a vida de muitos à sua volta. É sobre esta mulher - Ludo que a obra fala, sobre as suas ingenuidades, reflexões e atitudes. 

A história de Luanda vaio sendo dissecada ao longo da obra com pormenores que dão destaque às desigualdades, ao racismo, ao medo do que não se conhece. Ludo e Sabu fazem parte do novo começo. Um começo em que a simplicidade reina. A simplicidade que deveria reinar no coração de todos, toda uma vida!

Sábado com Chuva de Livros!

 


ahah

Isto é que era de valor!!

Um bom Sábado a todos e muita leitura!!

Se quiserem partilhar o que estão a ler, força aí!!


Imagem retirada daqui

O Nome da Rosa, Umberto Eco

 


Para aqueles que leram, é um livro inesquecível!!


Para aqueles que viram o filme, Sean Connery será sempre associado à grande obra de Umberto Eco!

Não li o livro e por isso ainda não vi o filme... sei que estou a perder duas preciosidades...

Lello ou Alfarrabistas?

 Devido a um post colocado no facebook, cuja imagem era a da livraria Lello, reparei que muito gente a adora! Acho que a admiração surge não só dos leitores ávidos, mas também dos "não leitores". O que é compreensível, a Lello é LINDA!



 fotos retiradas daqui

O facto é que a Lello é linda, mas com ela não me deslumbro! Mais facilmente fico maravilhada ao entrar num alfarrabista do que em grandes livrarias! Talvez porque para mim a essência do lugar está naquilo que alberga e não na sua aparência. Não que eu deixe de admirar a arquitetura da "coisa", mas lá está, o meu foco de atenção ali é outro...

 
daqui 

 Foto retirada da net

E vocês, quais as vossas preferências?


SINOPSE

Depois da morte de muitos dos seus amigos, um professor de guitarra clássica, mundano, judeu e antiga estrela da equipa de basquetebol de Greenwich Village, decide abandonar os Estados Unidos e procurar uma nova vida em Portugal. Mas aquilo a que ele chama o eclipse viral da sexualidade persegue-o até ali, quando António, o seu mais talentoso aluno, testa positivo para VIH e ameaça desistir da vida aos vinte e quatro anos. Desesperado por mostrar ao jovem que ele ainda tem um futuro pela frente, «o Professor» organiza uma viagem de carro com destino a Paris, esperando ser capaz de convencer um virtuoso a aceitá-lo como aluno. O pai de António, um homem rígido e presença distante na sua vida, decide acompanhá-los e, de passagem, os três mergulham num triângulo de aventuras, violência e revelações pessoais. Será que de caminho vão encontrar uma oportunidade de redenção?

Publicado originalmente em 1996, e inédito até agora em Portugal, Insubmissos é um romance vívido e intimista que ousa dar luz a temas que ainda persistem nas sombras.


O livro à venda aqui

(re) Leitura...

 

*


Estou numa pausa de novas leituras, entretanto... fui buscar à estante "O Estrangeiro" de Albert Camus!

* imagem retirada daqui

Atualizando o "Monday"

 

Olá, bom dia.

Hoje não é segunda-feira, mas vamos imaginar e fazer de conta que é… J

Este ano não tem sido fácil, com o que estamos neste momento todos a atravessar, o tempo que já não era muito para dedicar aos nossos Monday’s, ultimamente mais escasso tem sido.  Conciliar trabalho, vida familiar e os nossos Monday’s tem sido muito difícil, por isso eu e a Paula decidimos dar um tempo aos Monday’s para descansarmos um pouco, e para mais tarde regressarmos com mais força e vigor… e quem sabe algumas novidades…

Com tudo isto, não nos esquecemos que temos o vencedor de Outubro para anunciar, este mês uma vencedora…

Parabéns Márcia Domingues, tens a partir de hoje 30 dias para enviares os teus dados para o mail do blogue ligialeituras@gmail.com

 Adoro esta capa :)


Sinopse:

«Tudo o que há aqui quase me destrói: o vazio do horizonte, a fome no meu corpo e perceber como conseguiremos sobreviver àquilo se não conseguimos sobreviver umas às outras.»

Há dezoito meses, a escola feminina da ilha de Raxter foi posta em quarentena. Dezoito meses em que Hetty e as suas colegas sobrevivem a algo tão desconhecido quanto sangrento. 

Começou devagar e sem aviso. Primeiro, morreram as professoras, uma por uma. Depois, as alunas foram infetadas e os seus corpos mutilados pela doença. Disseram-lhes unicamente para aguardarem, em isolamento e à mercê da epidemia, até que uma cura fosse encontrada. É assim que, desde então, três amigas, Hetty, Byatt e Reese, sobrevivem. Mas um dia, Byatt desaparece sem rasto e Hetty, desesperada, faz tudo para encontrá-la, inclusive quebrar a quarentena. Contudo, há uma outra razão para as saídas da escola terem sido proibidas. Lá fora, na escuridão da floresta, a epidemia tornou a ilha selvagem, escondendo horrores inimagináveis...

... e monstros desejosos por sangue fresco.

«O burburinho em torno deste Senhor das Moscas é ensurdecedor, mas nós juntamo-nos ao coro: esta saga incrível… será, sem dúvida, uma das obras mais comentadas dos últimos tempos.» - Entertainment Weekly


Há histórias que têm o poder de mudar vidas…

Sinopse:

Nikki desiludiu a sua família conservadora várias vezes: desistiu da faculdade, saiu de casa e trabalha num pub, passando grande parte do tempo a tentar afastar-se das tradições indianas. 

Quando aceita dar aulas de escrita criativa no centro comunitário local, fica entusiasmada com a possibilidade de ajudar algumas viúvas da comunidade panjábi em Londres, mas o que encontra é um pequeno grupo de mulheres iletradas que, embora pouco interessadas nos ideais de Nikki, estão cheias de histórias para contar. Para sua surpresa, a aparente modéstia das viúvas esconde uma secreta vida interior rica em memórias e fantasias, o que transforma as aulas em momentos de partilha de contos apaixonantes e sensuais. 

Ao mesmo tempo que compartilham as suas fantasias mais secretas, as viúvas revelam alguns dos segredos mais sombrios da comunidade. Com as aulas a gerarem interesse em cada vez mais mulheres, Nikki e as alunas começam a correr alguns riscos. Conseguirá esta comunidade repressiva e controladora aceitar as aulas de escrita erótica e as cruéis verdades que aí são reveladas.

Num tom ligeiro e cheio de humor, são aqui abordados temas muito atuais: a integração dos imigrantes nas comunidades onde vivem e trabalham, e como as mulheres desafiam uma estrutura extremamente machista na comunidade indiana panjabi. Uma das escolhas do Clube de Leitura de Reese Witherspoon, tornou-se rapidamente num fenómeno de vendas e de popularidade.

 «Um encantador romance sobre mulheres que desafiam as restrições patriarcais.» - Kirkus Reviews


Sinopse:

Jenny Lind é raptada quando regressa a casa depois de um dia de aulas. Cinco anos mais tarde, é assassinada e o seu corpo aparece num parque infantil de Estocolmo. Através das imagens captadas pelas câmaras de videovigilância, o comissário Joona Linna consegue identificar uma testemunha ocular que pode ser decisiva para a investigação. Porém, trata-se de um homem com distúrbios mentais, incapaz de recordar o violento crime a que assistiu.

Para conseguir resolver o caso sem que novas mortes ocorram, Joona entra em contacto com Erik Maria Bark, o hipnotista que conhecemos no início da saga, a única pessoa capaz de ajudar Martin a recordar o que viu.

O Homem-Espelho, o novo thriller de Lars Kepler, é o oitavo livro da série Joona Linna.

 

 Olá a todos.

Antes de tudo quero recordar, que como neste momento não temos parceria com uma editora, os livros a passatempo podem ter marcas de leitura.

Peço desculpa, mas precisei de editar esta publicação, porque me esqueci de anunciar o vencedor do mês de Setembro.


Este mês, temos para oferecer em passatempo, “Um Mais Um” de  Jojo Moyes Para participarem, basta que leiam as regras e comentem durante a semana neste post. 


Regras do passatempo:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.


Sinopse:

Uma mãe por conta própria
Jess Thomas faz o seu melhor, dia após dia. É difícil lutar sozinha. E, por vezes, assume riscos que não devia. Apenas porque tem de ser…

Uma família caótica
Tanzie, a filha de Jess, é uma criança dotada e brilhante a lidar com números, mas sem apoio nunca terá oportunidade de se revelar. Nicky, enteado de Jess, é um adolescente reservado, que não consegue sozinho fazer frente às perseguições de que é alvo na escola. Por vezes, Jess sente que os filhos se estão a afundar…

Um desconhecido atraente
Ed Nicholls entra nas suas vidas. Ele é um homem com um passado complicado que foge desesperado de um futuro incerto. Ed sabe o que é a solidão. E quer ajudá-los…



Por aqui estamos a ler...

Eu, que detesto filmes de terror (assustam-me tanto), resolvi estrear-me neste tipo de literatura... para já nada que me esteja a tirar o sono... 
A "Minha Prima Rachel", ainda não adiantei muito a leitura para que possa dizer se estou ou não a gostar.
Quanto ao "Wolf Hall", depois de 15 dias sem grande evolução e a aborrecer-me de morte, resolvi colocá-lo novamente na estante e fazer uma nova tentativa de leitura daqui a uns tempos. 


E vocês, o que andam a ler??



 O blogue agradece a todos os participantes dos passatempos do 12º aniversário do ...viajar pela leitura...

Irei contactar por mail (ligialeituras@gmail.com) os seguintes vencedores:


Raquel Filipa da Silva Cedra 
localidade: Portel
 foi a feliz contemplada com a obra 
"Dark Lord - O Rei das Trevas" de Jamie Thomson


Helena Isabel Guerreiro Muralha Bracieira
Localidade: Beja
foi o feliz contemplado com a obra
"Vai e Põe Uma Sentinela" de Harper Lee


Esperamos que nos continuem a visitar e a participar neste cantinho que também é vosso. Pois, só faz sentido estarmos aqui com vocês aí deste lado!!

 Olá a todos.

Antes de tudo quero recordar, que como neste momento não temos parceria com uma editora, os livros a passatempo podem ter marcas de leitura.

Peço desculpa, mas precisei de editar esta publicação, porque me esqueci de anunciar o vencedor do mês de Setembro.


Este mês, temos para oferecer em passatempo, “Um Mais Um” de  Jojo Moyes Para participarem, basta que leiam as regras e comentem durante a semana neste post. 


Regras do passatempo:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.


Sinopse:

Uma mãe por conta própria
Jess Thomas faz o seu melhor, dia após dia. É difícil lutar sozinha. E, por vezes, assume riscos que não devia. Apenas porque tem de ser…

Uma família caótica
Tanzie, a filha de Jess, é uma criança dotada e brilhante a lidar com números, mas sem apoio nunca terá oportunidade de se revelar. Nicky, enteado de Jess, é um adolescente reservado, que não consegue sozinho fazer frente às perseguições de que é alvo na escola. Por vezes, Jess sente que os filhos se estão a afundar…

Um desconhecido atraente
Ed Nicholls entra nas suas vidas. Ele é um homem com um passado complicado que foge desesperado de um futuro incerto. Ed sabe o que é a solidão. E quer ajudá-los…



Por aqui estamos a ler...

Quanto ao "Wolf Hall", estou há mais de uma semana e a leitura não tem evoluído, tem sido mesmo muito aborrecido, provavelmente vou desistir. Tenho livros tão bons na estante, que é um desperdício de tempo, estar presa a algo, que não estou a gostar. 

No entanto, durante a semana que passou, devorei "Orgulho e Preconceito" e já vou a meio da "Minha Sombria Vanessa".


Durante esta semana, irei divulgar os vencedores dos passatempos do aniversário do blogue.


E vocês, o que andam a ler??



Sinopse:
Toscana, Itália, 1937. O burgo de Pitigliano assenta, como um ninho de águia, no cume de um rochedo; mas nem a cidade, de túneis e catacumbas, escavada nos seus alicerces consegue abafar os segredos à superfície. É no aperto das suas muralhas que Annina Bemporad, uma judia rebelde, se despede da infância quando acorda a meio da noite com o estampido de um tiro.
Se os estilhaços da tragédia acabam por atingi-la, será a partir de então que ambicionará os sonhos mais arrojados, seja na companhia de Cosimo - um rapaz disposto a dar a vida por ela -, de Alessia - a colega excêntrica que não parece encontrar um fato à sua medida, ou mesmo do enigmático Peppino, que monta espetáculos com o lixo que apanha nas ruas e a quem basta uma palavra para resgatar Annina aos seus momentos mais duros.
Mas, se a beleza da rapariga gera paixões doentias e ódios desmesurados, nada faria supor que pudessem resultar num ato tão tresloucado… Restam-lhe, pois, o desejo de vingança e a queda para o fingimento para sobreviver no mundo virado do avesso em que se transformou a Itália de Mussolini, onde as Leis Raciais, que têm por alvo os judeus, anunciam a chegada dos nazis.
Profundamente imaginativo e rigorosamente documentado, Um Tempo a Fingir é um romance magistral onde desfilam personagens memoráveis e cujo enredo tem a rara qualidade de ser ao mesmo tempo absolutamente inesperado e completamente verosímil.

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