Já passaram por aqui e leram a minha opinião quanto a esta obra??
E a nossa rubrica “O Livro” da autora aqui??
Tenho a certeza que ficaram super curiosos e com muita vontade de a ler.
Pois estão cheios de sorte, porque a nossa querida Ann Yeti, tem para oferecer neste passatempo, um exemplar. Que maravilha, não é?

Regras do passatempo:
- O passatempo começa hoje, dia 26 de Maio de 2020 e termina às 23.59h do dia 1 de Junho de 2020
- O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
- O vencedor será contactado via e-mail;
- Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência. 

-O blogue não se responsabiliza pelo extravio do livro.


Participem e boa sorte a todos!!



Olá a todos.
Quero lembrar que  nos passatempos dos Monday's, continuamos a não ter data para o envio dos livros, por isso pedimos paciência e compreensão aos vencedores. Como neste momento não temos parceria com uma editora, os livros a passatempo podem ter marcas de leitura.


Este mês, temos para oferecer em passatempo, “O Bloco das Crianças” de Otto Kraus Para participarem, basta que leiam as regras e comentem durante a semana neste post.

Regras do passatempo:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Sinopse:
Um romance autobiográfico sobre o bloco das crianças no campo de Auschwitz-Birkenau, da autoria de um sobrevivente do holocausto. Dormíamos num beliche para quatro pessoas mas, em alturas de sobrelotação, éramos sete e por vezes oito de cada vez. Havia tão pouco espaço que, quando um de nós precisava de aliviar a pressão no corpo, tínhamos todos de nos virar num emaranhado de pernas, peitos e barrigas ocas como se fôssemos uma criatura com vários membros, um deus hindu ou uma centopeia.
Desenvolvemos uma relação de intimidade, não só física, mas também mental porque sabíamos que, embora não tivéssemos saído todos do mesmo útero, iríamos certamente morrer juntos.
Alex Ehren é um poeta, prisioneiro e professor no bloco 31 de Auschwitz-Birkenau, o bloco das crianças. Ele passa os dias a esforçar-se por sobreviver enquanto dá aulas ilegalmente às crianças do seu grupo, tentando protegê-las o melhor que pode dos horrores inconcebíveis do campo. Mas tentar ensinar as crianças não é a única atividade ilegal em que Alex está envolvido. Ele escreve um diário...
O romance autobiográfico de Otto Kraus, um sobrevivente do holocausto, foi originalmente publicado com o título The Painted Wall. Narra a história verídica de várias centenas de crianças judias que viveram no campo de Auschwitz-Birkenau entre 1943 e 1944.

Por aqui estamos a ler...



E vocês, o que andam a ler??
Sinopse:
Ela tem uma paixão secreta. Ele, um trauma profundo. Ambos ergueram barreiras dolorosas de transpor. A história de um amor maior do que a vida.
A obra Um fio de sangue faz-nos mergulhar no desconhecido que leva ao amor, à fantasia e à entrega. A narrativa pauta pela intensidade de emoções, sensações, apelando aos nossos sentidos. A autora guia-nos na viagem surpreendente da relação entre os personagens principais. Uma história de desejo, fantasia, entrega e amor com um final de cortar a respiração


Opinião:
Na gastronomia utilizamos a expressão “os olhos também comem”, e na literatura também a podemos usar… Isto porque, uma capa que nos “encha o olho” de tão gira, já é meio caminho andado para termos vontade de a ler. E se ao desfolharmos, os capítulos e a numeração das páginas estejam tão lindos como em “Um Fio de Sangue” (a lágrima que vemos na capa do livro, é usada na separação por capítulos e na numeração das páginas), já estamos a mais um quarto do caminho percorrido, juntando uma sinopse que nos seduz, temos os ingredientes perfeitos para uma excelente leitura.

Com uma escrita simples, cuidada, bastante fluída e personagens bem construídas e cativantes, ao longo desta leitura somos atraídos pela história de amor, paixão e sedução de Joana e Tomás. Os capítulos são curtos, com algumas passagens muito sensuais, que facilmente nos fazem embrenhar nesta novela e não a queiramos largar. Sem darmos por isso chegamos ao fim… E o seu final é completamente inesperado e surpreendente.
Ao longo da obra temos pequenas notas de rodapé muito interessantes, que mais uma vez demonstra o cuidado da autora pelo leitor.

E a obra começa da melhor forma:
“Toda a gente tem segredos.
Pequenos segredos, grandes segredos, desejos secretos, pensamentos escondidos, idiossincrasias. Coisas que nos embaraçam ou envergonham, ou que, simplesmente, não conseguimos justificar a nós próprios.”

Segredos, pensamentos só nossos que não partilhamos com ninguém, quem não os tem?? Agora, admitir que os temos ou partilharmos com alguém, já é bem diferente…
É o caso das nossas personagens.

Joana está perdidamente apaixonada por um homem que não conhece, mas não o confessou a ninguém.
Tomás é uma espécie de predador, que todas as sextas-feiras à noite tem os seus encontros de uma ou duas noites. Não que despreze as mulheres ou as engane, porque não faz falsas promessas, nutre uma desconfiança pelo sexo oposto e o seu segredo está aí.
Um dia as suas vidas cruzam-se e…
Curiosos??

Para saberem mais, e se apaixonarem pelas obras da autora, podem passar por aqui (onde podem ler o primeiro capitulo) e aqui.

A minha opinião da última obra da autora “Um Pingo na Água”, encontra-se aqui.

*Foto retirada aqui
E hoje, temos como convidada Ann Yeti.


Ann Yeti
é o pseudónimo de uma autora portuguesa com raízes australianas. Tem dois livros publicados: a novela Um Fio de Sangue (Dezembro 2018 pela Emporium Editora) e o romance Um Pingo na Água (Março 2020 com a chancela Sell Out do Grupo Narrativa).

Nota pessoal da autora:
“Fui uma criança solitária mas nem por isso menos feliz. Tive por boa companhia muitas leituras e a minha imaginação. Fui, depois, uma adolescente introvertida, embrenhada nos meus pensamentos e nos muitos planos e projetos para a idade adulta. Filha única, de pais separados. Vivi entre dois continentes e viajei o mais que pude entre eles. Sempre gostei de animais. No decurso das minhas viagens tive experiências maravilhosas: nadei com golfinhos e com peixes coloridos, dei biberão a um elefante, vi leões no seu habitat natural, tive um coala ao colo e uma piton às costas (separadamente, claro). Gosto de todos os animais, até de répteis. Só não gosto de insetos. Admiro as formigas e tolero-as desde que não me entrem em casa; protejo as abelhas porque são uma riqueza natural em risco de extinção no mundo inteiro; deixo as aranhas sossegadas até aos 2cm, depois disso… zás, sapatada (mas fico cheia de remorsos). Fico histérica com besouros e baratas voadoras: corro como se não houvesse nada à frente e, por causa disso, já me ia partindo toda. Já dobrei o Cabo Bojador (leia-se, os 40). A partir daí, é sempre a velejar para baixo até ao Cabo das Tormentas! Um dia, deixei a vida agitada e exilei-me no Alentejo, longe de tudo, no meio do nada, onde o silêncio pode ser viciante. Troquei os animais exóticos pelos animais autóctones: rolas e perdizes macho a chamar as fêmeas na cumeeira do telhado, pássaros de todos os tamanhos e cores, lebres à sombra no meu recanto de meditação, uma raposa que vem roubar-me o tapete dentro de casa, javalis a restolhar junto das azinheiras próximas. E a escrita! Essa paixão antiga, esconsa, fragmentada, começou a tomar contornos mais definidos. Digo que sou uma contadora de histórias; o futuro dirá se as minhas histórias têm asas para voar.”


“Entendi este convite como um desafio, não para falar sobre o livro ou livros que mais gostei de ler ao longo da vida, esses foram muitos e variados consoante a idade e o estado de espírito, mas para falar de um livro, “o livro” do qual retirei algum ensinamento importante. Aprendi a ler muito cedo, o português em casa, com a minha mãe, que era uma ávida leitora e carregava sempre uma mala com livros para onde quer que o destino a levasse. Foi talvez com uma idade demasiado juvenil que li várias obras, romances clássicos do século XX, nessa idade em que o nosso espírito observa e absorve como um mata-borrão; e assim se abriu nas minhas mãos “O Fio da Navalha”! Por entre a escrita bem torneada de Somerset Maugham, com as suas meticulosas descrições de uma época e sociedade bonne vivante, personagens marcantes pelas melhores e piores razões, um amor recalcado e tortuoso, vislumbrei um raio de luz que haveria de me alumiar por anos vindouros: que era possível viver fora de padrões estabelecidos, de comportamentos expectáveis, de exigências sociais. “Larry”, o personagem central do romance, “contenta-se em levar a vida que escolheu e em ser apenas igual a si próprio”. Mas o verdadeiro ensinamento é que nós não podemos vestir as nossas escolhas e deixar a etiqueta do preço agarrada; ela tem de ser arrancada e temos de estar preparados para pagar o custo das nossas decisões.”


Ann Yeti
Olá a todos.
Quero lembrar que  nos passatempos dos Monday's, continuamos a não ter data para o envio dos livros, por isso pedimos paciência e compreensão aos vencedores. Como neste momento não temos parceria com uma editora, os livros a passatempo podem ter marcas de leitura.


Este mês, temos para oferecer em passatempo, “O Bloco das Crianças” de Otto Kraus Para participarem, basta que leiam as regras e comentem durante a semana neste post.

Regras do passatempo:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Sinopse:
Um romance autobiográfico sobre o bloco das crianças no campo de Auschwitz-Birkenau, da autoria de um sobrevivente do holocausto. Dormíamos num beliche para quatro pessoas mas, em alturas de sobrelotação, éramos sete e por vezes oito de cada vez. Havia tão pouco espaço que, quando um de nós precisava de aliviar a pressão no corpo, tínhamos todos de nos virar num emaranhado de pernas, peitos e barrigas ocas como se fôssemos uma criatura com vários membros, um deus hindu ou uma centopeia.
Desenvolvemos uma relação de intimidade, não só física, mas também mental porque sabíamos que, embora não tivéssemos saído todos do mesmo útero, iríamos certamente morrer juntos.
Alex Ehren é um poeta, prisioneiro e professor no bloco 31 de Auschwitz-Birkenau, o bloco das crianças. Ele passa os dias a esforçar-se por sobreviver enquanto dá aulas ilegalmente às crianças do seu grupo, tentando protegê-las o melhor que pode dos horrores inconcebíveis do campo. Mas tentar ensinar as crianças não é a única atividade ilegal em que Alex está envolvido. Ele escreve um diário...
O romance autobiográfico de Otto Kraus, um sobrevivente do holocausto, foi originalmente publicado com o título The Painted Wall. Narra a história verídica de várias centenas de crianças judias que viveram no campo de Auschwitz-Birkenau entre 1943 e 1944.

Por aqui estamos a ler...


E vocês, o que andam a ler??

O que é Nacional é bom!!

E é mesmo verdade… Desta vez, quem nos enche de orgulho, é o autor João Cerqueira.

A sua obra “Jesus and Magdalene”, que em Portugal está publicado com o título A segunda vinda de Cristo à Terra”, venceu o INDIE READER AWARD'S 2020 na categoria Humor.
O INDIE READER AWARD'S foi criado em 2009 pela escritora Amy Edelman, e tem sido destacado pela FORBES, HUFFPOST, WALL STREET JOURNAL, USA TODAY e NEW YORK TIMES.



O júri escreveu o seguinte sobre o livro (aqui):
Breathing fresh life into the well-worn “Messiah Returns to Today’s World” trope, Joao Cerqueira creates in JESUS AND MAGDALENE a poignant and hilarious lampoon of modern life. Through a well-crafted alternate reality Cerqueira’s Jesus becomes involved in the revolutionary environmentalist movement, demonstrating not only that climate concerns have been around since at latest the time of Christ, but that addressing those concerns is one of the most Christian things mankind can do.”


Biografia do autor:
JoãoCerqueira é doutorado em História da Arte pela Universidade do Porto. É autor de oito livros. “A segunda vinda de Cristo à Terra”, “A culpa é destas liberdades”, “A Tragédia de Fidel Castro” (publicado nos EUA com o título The Tragedy of Fidel Castro), “As reflexões do Diabo”, “Arte e literatura na guerra civil de Espanha”, “Maria Pia: rainha e mulher”, “José de Guimarães” (publicado na China pelo Today Art Museum), “José de Guimarães: Arte Pública”.

“The Tragedy of Fidel Castro” venceu USA Best Book Awards 2013, o Beverly Hills Book Awards 2014, o Global Ebook Awards 2014, foi finalista do Montaigne Medal 2014 (Eric Offer Awards), foi finalista do Wishing Shelf Independent Book Awards 2014, e foi considerado pela revista ForewordReviews a terceira melhor tradução publicada nos EUA em 2012. Além dos EUA, está publicado na Itália pela Leone Editore, no Reino Unido pela Freight Books, na Argentina pela Eduvim e em Espanha pela Funambulista. Foi adaptado para o teatro nos Estados Unidos.

“A segunda vinda de Cristo à Terra” venceu a medalha de prata do 2015 Latino Book Award, a medalha de prata no 2016 Hungry Monster Book Awards, foi eleito livro do ano 2016 pelo Latina Book Club e foi considerado um dos melhores livros publicados em 2015 pelo unheard-voice.blogspot. Está publicado nos EUA pela Line by Lion Publications. Em 2017 foi publicado em Espanha pela Funambulista.

O conto “Uma casa na Europa” venceu o 2015 Speakando European Literary Contest (Itália), ficou em terceiro lugar no eBook Me Up Short Story Competition (Austrália) e recebeu uma menção honrosa no Glimmer Train July 2015 Very Short Fiction Award.

O conto “O ditador e a poesia” foi publicado na antologia de 2016 da Bombay Review.

Os seus textos estão publicados nas revistas Berfrois, The Adirondack Review, Ragazine, Bright Lights Film, Modern Times Magazine, Toad Suck Review, Foliate Oak Literary Magazine, Hypertext Magazine, Cleaver Magazine, Rapid River Magazine, Danse Macabre, Contemporary Literary Review India, Open Pen Magazine, Queen Mob’s, Near to the Nuckle, The Liberator Magazine, Narrator International, The Transnational, BoldType Magazine, Saturday Night Reader, Praxis Magazine, All Right Magazine, South Asia Mail, Linguistic Erosion, Sundayat6mag, Literary Lunes.

Sinopse:
Dois reféns, uma bala, uma decisão terrível. Sacrificaria a sua vida pela de outra pessoa?
Uma jovem rapariga surge dos bosques após sobreviver a um rapto aterrador. Cada mórbido pormenor da sua história é verdadeiro, apesar de incrível. Dias mais tarde é descoberta outra vítima que sobreviveu a um rapto semelhante. As investigações conduzem a um padrão: há alguém a raptar pares de pessoas que depois são encarcerados e confrontados com uma escolha terrível: matar para sobreviver, ou ser morto.
À medida que mais situações vão surgindo, a detetive encarregada deste caso, Helen Grace, percebe que a chave para capturar este monstro imparável está nos sobreviventes. Mas a não ser que descubra rapidamente o assassino, mais inocentes irão morrer
Um jogo perigoso e mortal num romance de estreia arrebatador e de arrasar os nervos, que lembra filmes como "Saw - Enigma Mortal" e "A Conspiração da Aranha".


Opinião:
No mês de Abril, li “A Casa de Bonecas”, a primeira obra que conheci de M. J. Arlifge, e gostei bastante, no site goodreads avaliei-o com 5 estrelas. Na obra “Um, Dó, Li, Tá” apaixonei-me de vez por este autor britânico. Em ambos os thrillers, a heroína é a agente-detetive Helen Grace, uma mulher com uma infância difícil, que lhe deixou muitas marcas a nível psicológico, que nunca esquecerá. Apesar de tudo, tornou-se numa mulher forte, confiante e inteligente. Na sinopse temos uma breve descrição deste thriller, que no meu caso “aguçou” por completo a curiosidade (é para isso que ela serve, mas muitas das vezes acabam por fugir do que na realidade é o conteúdo da obra, mas aqui não é o caso).
O autor organizou estes thrillers em pequenos capítulos de 2 a 3 páginas, em cada um deles o narrador vai saltando de personagem em personagem, alternando também com o passado do assassino (dando voz ao assassino) desvendando alguns factos, que nos leva a nós leitores a tirar conclusões do porquê deste distúrbio. Em cada capítulo fui ficando cada vez mais “agarrada”, sempre na expetativa do que se seguiria, e a imaginar quem seria o verdadeiro assassino, o que havia de comum entre as vítimas (qual a relação), para que finalmente se descobrisse a verdadeira “pista” e assim se “apanhasse” o assassínio, e esta “onda” de mortes e horror terminasse.
A curiosidade pelos próximos acontecimentos foi tanta, que a certa altura fiquei com dificuldade em fazer uns pequenos intervalos, tal é a forma como o autor consegue que tudo fique cada vez mais empolgante e transmitir o medo, a humilhação, a raiva e o nervosismo que as vítimas, os policiais e o próprio assassino, vão sentindo.
Resumindo… obra imprópria para cardíacos…


Curiosidades do Instagram!!!


*Retirado do Instagram @clubedoautor
Olá a todos.
Quero lembrar que  nos passatempos dos Monday's, continuamos a não ter data para o envio dos livros, por isso pedimos paciência e compreensão aos vencedores. Como neste momento não temos parceria com uma editora, os livros a passatempo podem ter marcas de leitura.


Este mês, temos para oferecer em passatempo, “O Bloco das Crianças” de Otto Kraus Para participarem, basta que leiam as regras e comentem durante a semana neste post.

Regras do passatempo:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Sinopse:
Um romance autobiográfico sobre o bloco das crianças no campo de Auschwitz-Birkenau, da autoria de um sobrevivente do holocausto. Dormíamos num beliche para quatro pessoas mas, em alturas de sobrelotação, éramos sete e por vezes oito de cada vez. Havia tão pouco espaço que, quando um de nós precisava de aliviar a pressão no corpo, tínhamos todos de nos virar num emaranhado de pernas, peitos e barrigas ocas como se fôssemos uma criatura com vários membros, um deus hindu ou uma centopeia.
Desenvolvemos uma relação de intimidade, não só física, mas também mental porque sabíamos que, embora não tivéssemos saído todos do mesmo útero, iríamos certamente morrer juntos.
Alex Ehren é um poeta, prisioneiro e professor no bloco 31 de Auschwitz-Birkenau, o bloco das crianças. Ele passa os dias a esforçar-se por sobreviver enquanto dá aulas ilegalmente às crianças do seu grupo, tentando protegê-las o melhor que pode dos horrores inconcebíveis do campo. Mas tentar ensinar as crianças não é a única atividade ilegal em que Alex está envolvido. Ele escreve um diário...
O romance autobiográfico de Otto Kraus, um sobrevivente do holocausto, foi originalmente publicado com o título The Painted Wall. Narra a história verídica de várias centenas de crianças judias que viveram no campo de Auschwitz-Birkenau entre 1943 e 1944.

Por aqui estamos a ler...


E vocês, o que andam a ler??

Curiosidades do Instagram!!!


*Retirado do Instagram @pnl2027


O primeiro Dia Mundial da Língua Portuguesa assinalou-se ontem com uma cerimónia e um concerto ‘online’ em que participaram duas dezenas de personalidades lusófonas da política, letras, música ou desporto.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) oficializou a data no ano passado, mas desde 2009 que, em 5 de maio, era comemorado o Dia da Língua e da Cultura Portuguesa, instituído pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

A iniciativa resultou de uma parceria entre o Camões -- Instituto da Cooperação e da Língua, CPLP, representação portuguesa na UNESCO, ONUNews e RTP, e foi transmitida às 12:00 de Portugal no canal Youtube do Camões.

Foram difundidas mensagens do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, do Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, do primeiro-ministro português, António Costa, do chefe de estado de Cabo Verde e presidente em exercício da CPLP, Jorge Carlos Fonseca, do secretário-executivo da CPLP, Francisco Ribeiro Telles, e do embaixador Sampaio da Nóvoa, representante de Portugal na UNESCO.

A estes, juntaram-se cerca de duas dezenas de outras personalidades lusófonas incluindo escritores, músicos, cineastas ou cientistas.

Os “Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa”, iniciativa do instituto Camões, da Porto Editora e do Plano Nacional de Leitura (PNL) desafia os alunos de português a escreverem um conto inédito, de uma a três páginas.

O português é falado por mais de 260 milhões de pessoas nos cinco continentes, ou seja, 3,7% da população mundial.
É língua oficial dos nove países-membros da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) e Macau, bem como língua de trabalho ou oficial de um conjunto de organizações internacionais como a União Europeia, União Africana ou o Mercosul.



·       * Retirado daqui
·       


Sinopse:
Anna Fox não sai à rua há dez meses, um longo período em que ela vagueou pelos quartos da sua velha casa em Nova Iorque como se fosse um fantasma, perdida nas suas memórias e aterrorizada só de pensar em sair à rua. A ligação de Anna ao mundo real é uma janela, junto à qual passa os dias a observar os vizinhos.
Quando os Russells se mudam para a casa em frente, Anna sente-se desde logo atraída por eles - uma família perfeita de três pessoas que a fazem recordar-se da vida que já teve. Mas um dia, um grito quebra o silêncio e Anna, da sua janela, testemunha algo que ninguém deveria ter visto e terá de fazer tudo para encobrir o que presenciou. Mas mesmo que decida falar, irá alguém acreditar nela? E poderá Anna acreditar em si própria?


Opinião:
Nestas semanas de isolamentos, muitos “amantes” da leitura têm lido “A Mulher à Janela”, isso despertou-me a curiosidade e lembrou-me que o tinha na estante.
No início achei-o sem interesse e MUITO enfadonho… mas como não sou de “baixar os braços” e muito raramente desisto seja de que leitura for, resolvi continuar, e ainda bem que o fiz. Perto da página 150, tudo se tornou mais interessante e leve, depois de Anna (personagem principal), ter assistido ou julgado que assistiu a um crime.

Anna sofre de agorafobia (não consegue sair de casa e estar em espaços abertos), desde um determinado acontecimento que lhe foi muito marcante e lhe provocou estes transtornos de ansiedade. Por esse motivo, é seguida por um psicólogo e está fortemente medicada, mas para além de não seguir a medicação à risca, também tem um problema com a bebida.
Dado o seu confinamento, um dos seus passatempos é estar à janela tempos infinitos, com a objetiva da sua máquina fotográfica Nikon, a espreitar as casas e a vida da vizinhança.
Um dia presencia uma discussão que não termina bem e desde esse momento, uma série de eventos vão acontecendo, chegando ao ponto de todos acharem que Anna enlouqueceu, e ela própria acabar por se convencer também disso.
A partir deste momento acabou-se todo o enfado, e garanto-vos que não vão conseguir parar a sua leitura, enquanto todo este mistério não for resolvido.
Olá a todos.
Quero lembrar que  nos passatempos dos Monday's, continuamos a não ter data para o envio dos livros, por isso pedimos paciência e compreensão aos vencedores. Como neste momento não temos parceria com uma editora, os livros a passatempo podem ter marcas de leitura.


Este mês, temos para oferecer em passatempo, “O Bloco das Crianças” de Otto Kraus Para participarem, basta que leiam as regras e comentem durante a semana neste post.

Regras do passatempo:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Sinopse:
Um romance autobiográfico sobre o bloco das crianças no campo de Auschwitz-Birkenau, da autoria de um sobrevivente do holocausto. Dormíamos num beliche para quatro pessoas mas, em alturas de sobrelotação, éramos sete e por vezes oito de cada vez. Havia tão pouco espaço que, quando um de nós precisava de aliviar a pressão no corpo, tínhamos todos de nos virar num emaranhado de pernas, peitos e barrigas ocas como se fôssemos uma criatura com vários membros, um deus hindu ou uma centopeia.
Desenvolvemos uma relação de intimidade, não só física, mas também mental porque sabíamos que, embora não tivéssemos saído todos do mesmo útero, iríamos certamente morrer juntos.
Alex Ehren é um poeta, prisioneiro e professor no bloco 31 de Auschwitz-Birkenau, o bloco das crianças. Ele passa os dias a esforçar-se por sobreviver enquanto dá aulas ilegalmente às crianças do seu grupo, tentando protegê-las o melhor que pode dos horrores inconcebíveis do campo. Mas tentar ensinar as crianças não é a única atividade ilegal em que Alex está envolvido. Ele escreve um diário...
O romance autobiográfico de Otto Kraus, um sobrevivente do holocausto, foi originalmente publicado com o título The Painted Wall. Narra a história verídica de várias centenas de crianças judias que viveram no campo de Auschwitz-Birkenau entre 1943 e 1944.


E chegou o tão aguardado momento de divulgarmos o vencedor da rubrica de Abril de 2020!!!

A vencedora é a Ana Machado...


e vai receber o livro


Parabéns Ana, tens a partir de hoje 30 dias para enviares os teus dados para o mail do blogue ligialeituras@gmail.com


Por aqui estamos a ler...



E vocês, o que andam a ler??

POEMA À MÃE

No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe

Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.

Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!

Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;

ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;

ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal…

Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.

Boa noite. Eu vou com as aves.

Eugénio de Andrade, em “Primeiros poemas – As mãos e os frutos – Os amantes sem dinheiro”. eBook. Lisboa: Assírio & Alvim, 2014.

daqui
imagem daqui

Aqueles sons que nos elevam...

Kitaro!

Para ti que já não estás entre nós!

Uma Estrella para uma estrela!



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