A filhota...
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Lendo
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Joana D'Arc, uma edição de 1957
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Parece-me ser uma edição Infanto-Juvenil - Linguagem bastante simples com ilustrações.
O exemplar chegou a casa há pouco tempo. Ela achou graça à capa e ser um livro usado, ainda pensei em dizer que não era apropriado à idade... no entanto deixei começar as primeiras páginas, vamos ver no que vai dar...
O blogue em parceria com a editora Casa das Letras tem para oferecer um exemplar de "Querida Comprei um Zoo" de Benjamin Mee.
Para participar e tentar ganhar este exemplar, terá de responder acertadamente a todas as questões do formulário e respeitar as regras de participação.



Sinopse:
Em Outubro de 2006, Benjamin Mee, com a sua mulher, Katherine, os dois filhos pequenos, a mãe de Ben, com setenta e seis anos, e o irmão venderam tudo e mudaram-se para um jardim zoológico degradado nos limites de Dartmoor. Assumindo a responsabilidade por uma colecção incluindo leões africanos, tigres siberianos e ursos-pardos europeus, juntamente com as responsabilidades igualmente avassaladoras da gestão do pessoal e das finanças do parque, iniciam juntos o percurso por uma vida de desafios novos e recompensas inesperadas.
Perseguir um jaguar foragido, exercer diplomacia entre facções desavindas de macacos-verdes, recuperar um lobo em fuga e assegurar uma hipoteca de meio milhão de libras são apenas algumas das exigentes tarefas a concretizar. No meio de tudo, a família é atingida pela tragédia. Katherine, depois de sobreviver a um tumor cerebral, recomeça a sentir os sintomas da sua doença. Cuidar da sua mulher torna-se outra tarefa a acrescentar às complexidades quotidianas da gestão de um jardim zoológico e da preparação da sua inauguração.
Querida, Comprei Um Zoo é uma história comovente e animadora que relata os esforços da família para reconstruir o parque, em simultâneo com o declínio de Katherine, bem como os seus últimos dias e a forma como a família conseguiu seguir em frente.

Antigo decorador, Benjamin Mee iniciou os seus estudos e a escrita sobre a inteligência animal num curso de Psicologia na University College London, seguindo-se um mestrado em Jornalismo Científico no Imperial College. Tornou-se editor da revista Men’s Health e colunista do Guardian. Mudou-se posteriormente para o Sul de França, iniciando a escrita de um livro sobre a evolução do humor no homem e nos animais.

Regras do passatempo:
-O passatempo começa hoje, dia 29 de Março de 2012 e termina às 23.59h do dia 6 de Abril de 2012
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
-O blogue não se responsabiliza pelo extravio dos livros.
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Formulário:
PASSATEMPO ENCERRADO

Boa sorte aos participantes ;)
Depois de ler nos blogues nlivros e Há Vida em Marta  excelentes comentários sobre este livro, resolvi também fazer esta viagem pelas páginas de Yasmina Khadra.
Gosto da capa e adoro o título :)



«O meu tio dizia-me: ‘Se uma mulher te amar, e se tiveres a presença de espírito para avaliar a extensão desse privilégio, nenhuma divindade te chegará aos calcanhares.’ Orão sustinha a respiração nessa Primavera de 1962. A guerra iniciava as suas derradeiras loucuras. Eu procurava Émilie. Tinha medo por ela. Tinha necessidade dela. Amava-a e regressava para lho provar. Sentia-me capaz de enfrentar furacões, trovões, todos os anátemas e as misérias do mundo inteiro.»

Yasmina Khadra oferece-nos neste livro um grande romance da Argélia colonial (entre 1936 e 1962) — uma Argélia torrencial, apaixonada e dolorosa — e lança uma nova luz, numa escrita soberba e com a generosidade que se lhe reconhece, sobre a separação atroz de duas comunidades apaixonadas por um mesmo país.

Informações sobre o livro aqui
O blogue e o autor Pedro de Sá, agradecem aos 209 participantes do passatempo "Olhei para Trás e Sorri..." e "Queria Rever o Teu Rosto ao Entardecer".

As respostas às questões colocadas:
1-No livro "Olhei para Trás e Sorri..." qual a altura preferida do dia para realizar o percurso de comboio?
R- Ao Entardecer
2-Na obra "Queria Rever o Teu Rosto ao Entardecer", um homem enfrenta, de novo, o desencantado engarrafamento de cada dia. Olha em seu redor e reflecte na sucessão efémera de quê?
R-Dos porquês da vida.

O vencedor do passatempo é
Marisa Amaro

Parabéns à vencedora e boas leituras
O blogue e a Saída de Emergência, agradecem Aos 146 participantes do passatempo Dona Lua de Maria Helena Ventura e Marta Neto.
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As respostas às questões colocadas:
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1- Como se chamam as duas amigas de Mafalda?
R-Beatriz e Maria Helena.
2-Como se chama a fada que Mafalda costuma receber
R-Queriamuito

O vencedor do passatempo é
Ricado Manuel Pereira Rodrigues

Parabéns ao vencedor e boas leituras
E estamos no final de Março, esta é a última Segunda feira :D


Li, na semana que se passou, "O Heróico Major Fangueira Fagundes com Todolos os seus Anexos"
Do Luís Novais
(o comentário só irá ser publicado no blogue em Abril, devido à leitura conjunta do blogue Destante)


de Cristina Torrão


Esta semana vou tentar ler

Querida Comprei um Zoo de Benjamin Mee
Largo da Capella de António Canteiro


e um infantil "A Princesa e a Porquinha"
de Jonathan Emmett e Poly Bernatene


Vamos ver se consigo dar conta de tudo :D

E vocês o que estão a ler, o que pretendem ler durante a semana?
Opinião:
A Cruz de Esmeraldas é um livro que se lê de forma muito rápida e agradável. A história é simples e singela: o cruzado Konrad vem da distante Alemanha para ajudar os cristãos a reconquistar a cidade de Lisboa aos Mouros.
Entretanto, Aischa é uma bela moura, filha de um rico comerciante de Lisboa. Com a conquista desta cidade pelos cristãos a sua família é obrigada a abandonar a cidade mas Aischa sabe que havia uma profecia a cumprir: ela haveria de casar com um cruzado cristão, da mesma forma que sua mãe se havia apaixonado por um cruzado. A cruz das esmeraldas é a herança, real e ao mesmo tempo simbólica da sua mãe. E Aischa haveria de cumprir o seu destino.
Konrad haveria de se apaixonar por Aischa mas também por Portugal. A temperatura amena e a beleza natural do nosso país depressa conquistaram o cruzado, da mesma forma que a beleza da moura. No entanto, os obstáculos eram imensos.
A beleza deste romance consiste, em grande parte na emoção com que Cristina Torrão nos descreve a luta deste homem em busca da felicidade. Um cristão e uma muçulmana mostram que o amor é uma linguagem universal e que a convivência entre diferentes povos e religiões é e foi sempre possível.
Para quem, como eu, não tem conhecimentos muito profundos da História de Portugal, este livro é uma excelente forma de conhecer as origens do nosso país. Para as pessoas daquela época a guerra era algo de trivial; fazia parte integrante das suas vidas. Os seus costumes, por vezes, chocam-nos. Mas eram estes os nossos reais antepassados, num tempo em que o mundo era bem diferente do que conhecemos hoje.
Dos três livros de Cristina Torrão este não é o mais elaborado nem o mais rico em conteúdo mas é sem dúvida o mais atraente devido à sua linguagem singela, à beleza das descrições e, porque não dizê-lo, à belíssima história de amor que nos é contada.

Tag sobre livros

A Sandra do blogue Mil Estrelas no  Colo lançou-me este desafio e cá estão as minhas respostas

1 - Que livro ou livros te marcaram?
“A Metamorfose” de Kafka.

2 - Se pudesses ser a personagem de um livro qual serias?
A gaivota da obra “Fernão Capelo Gaivota” de Richard Bach.

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3 - Quantos livros tens?
Talvez 1300, talvez mais...


4 - Onde mais gostas de ler?
Em casa, na sala. Mas se tiver tempo também leio no carro; na fila dos Ctt; no Banco - enquanto espero; no café; no restaurante… enfim não podemos perder tempo!  :)

5 - Tens amigos que gostam de ler ou nem por isso?
Sim, alguns amigos. Quanto aos virtuais, tenho muitos :) Aqui no blogue, no facebook, no goodreads, no bookworms...
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6 - Quantos livros por mês costumas comprar?
Uma média de 2/3 talvez. Há meses que não compro nada, mas depois compenso :)

7 - Gostarias de trabalhar em algo envolvido com livros?
Sim, seria interessante.

8 - Qual o teu maior sonho (relacionado com livros)?
Que NÃO houvesse pó nos livros! Agora a sério… talvez ter uma livraria com muito sucesso.

9 - Que género de livros gostas de ler?
Romance histórico.

10 - Quais os teus escritores de eleição?
Tolstoi, Dostoievski, Kafka.

11 - Já conheceste algum autor?
Pessoalmente não! Mas com o fenómeno do facebook, tenho contactado com alguns.

A regra deste Tag, diz que tenho de formular 11 questãos e passar a outros blogues. No entanto, coloco estas mesmas questões a todos os que quiserem participar :)
imagem retirada daqui
O blogue e a Porto Editora agradecem aos 296 participantes do passatempo "Horas Distantes" de Kate Morton.
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As respostas às questões colocadas:
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1- De onde foi evacuada a jovem Meredith Burchill?
De Londres.
2- "As Horas Distantes" é uma obra de quem?
De Kate Morton
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A vencedora do passatempo é
Ana Mendes
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Parabéns à vencedora e boas leituras ;)
Flávio Capuleto, pseudónimo literário de Flávio Luís de Jesus Costa, nasceu no concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, a 29 de Novembro de 1942. A sua paixão pelos livros manifestou-se cedo, levando-o a publicar diversos romances, edições de autor, que vendeu directamente ao público. Ganhou também a vida como vendedor de colecções de literatura universal. Conheceu a amarga experiência da Guerra Colonial, sendo-lhe concedida a Medalha Comemorativa das Campanhas do Norte de Angola. De regresso da campanha militar, prosseguiu os estudos como autodidacta, sem nunca perder de vista o seu sonho: tornar-se escritor. No Calor dos Trópicos, publicado recentemente, é o seu primeiro romance histórico.
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O livro que mais gostei de ler foi O ALQUIMISTA, de Paulo Coelho.  É um livro belo, poético, fértil de parábolas, que faz sonhar. Posso dizer que me transportou para uma viagem extraordinária, da imaginação e da alma! Ao lê-lo, tive a sensação de que assistia ao nascer do Sol, quando o mundo ainda dormia...
Às pessoas que se cansaram de viver, aconselho vivamente a leitura deste fantástico best-seller. O Alquimista incutiu em mim o gosto pelas coisas, empurrando-me para a busca dos meus sonhos.
Quem ler este livro não duvidará mais das suas capacidades de realização pessoal, insuflando-se de uma estranha força e da certeza de que tudo na vida está ao seu alcance.

Flávio Capuleto
Opinião:
Atenção, este comentário contém spoilers

“O Deus das Moscas” é uma obra perturbante!
Um avião despenha-se numa ilha deserta com crianças a bordo. O piloto morre, mas as crianças ficam ilesas. No entanto, encontram-se numa ilha deserta e há que sobreviver.
Destacam-se três crianças do grupo, são elas: Rafael, o Bucha (que nunca chegamos a saber o seu nome) e Jack. Rafael, destaca-se pela coerência e organização; o Bucha pela inteligência e Jack pela arrogância.
Conscientes de que sem adultos terão de ter regras de convivência e de higiene, Rafael, depois de eleito líder, tenta organizar o grupo de forma a manter a ordem, a sobrevivência e sobretudo a esperança. O Búzio que carrega e que todos respeitam é sinal de poder, a fogueira que tenta manter sempre acesa é o sinal da esperança, porque para sobreviver é essencial ter esperança. E assim, depois de organizados em “sociedade” eis que Jack (o mais arrogante) decide infringir as regras e criar um segundo grupo em que ele próprio é o líder. Um grupo desestabilizador, em que o objectivo primeiro é caçar, matar, matar!
Com estes dois grupos, William Golding mostra-nos a natureza humana na convivência, o que somos capazes de fazer para sobreviver. Quer seja salvando ou mesmo matando. Como um indivíduo é capaz de mudar de comportamento em função dos outros! O poder do grupo é bastante evidenciado aqui.
Costumamos dizer que as crianças não têm maldade e realmente não a têm quando nascem. Existe a chamada “idade da inocência”, no entanto esta é fortemente corrompida quando o pequeno ser interage com a sociedade.
Há uma frase que me marcou no livro e que é dita quando um oficial chega à ilha para salvar os rapazes. Ao ver o caos em que estão, é dito o seguinte: “(…) eu pensava, que um grupo de rapazes britânicos – sóis britânicos não é verdade? – seria capaz de fazer bem melhor do que isso.”
Esta é uma frase proferida por alguém que nunca passou por tamanha necessidade ou simplesmente nunca pensou no que a natureza humana é capaz de fazer para sobreviver. Ter de lutar para comer ou para manter uma simples fogueira acesa pode ser algo muito violento em condições extremas.
Uma frase vã, fria, desprovida de qualquer compaixão ou compreensão em contraste com os sentimentos de Rafael que naquele exacto momento estavam ao rubro – era a próxima caça dos seus amigos.
Uma leitura excelente!

Pode ainda ler mais um comentário a esta obra de William Golding no blogue nlivros
No Calor dos Trópicos
de Flávio Capuleto
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 352
Editor: Clube do Autor
ISBN: 9789898452993

Sinopse:
A queda abrupta de produção de café no nordeste brasileiro estava a arrastar os fazendeiros para a derrocada financeira. Na tentativa de solucionar o problema da falta de remessas, o rei D. Luís convida o Dr. Bragança dando ao seu cortesão a oportunidade de ouro de escapar a uma eventual pena de prisão por crime de adultério. Mas como se o destino reservasse uma armadilha ao novo diplomata, a amante viaja para Petrópolis na companhia do marido continuando ali a sua relação escaldante com o cônsul. Alertado para a traição contínua de sua esposa, D. João frutuoso, o magnata mais poderoso do Reino, banqueiro da casa real e da Coroa Brasileira, prepara uma emboscada ao diplomata, não só para o afastar dos braços de Leonor, mas também para poder exercer livremente o seu poder sobre os negros da roça e a sua vocação esclavagista. Um golpe inesperado dita a sorte dos amantes envolvidos nas malhas do destino.

Sobre o autor:
Flávio Capuleto, pseudónimo literário de Flávio Luís de Jesus Costa, nasceu no concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, a 29 de Novembro de 1942. A sua paixão pelos livros manifestou-se cedo, levando-o a publicar diversos romances, edições de autor, que vendeu directamente ao público. Ganhou também a vida como vendedor de colecções de literatura universal.
Conheceu a amarga experiência da Guerra Colonial, sendo-lhe concedida a Medalha Comemorativa das Campanhas do Norte de Angola. De regresso da campanha militar, prosseguiu os estudos como autodidacta, sem nunca perder de vista o seu sonho: tornar-se escritor.
No Calor dos Trópicos é o seu primeiro romance histórico.
O blogue em parceria com o autor Pedro de Sá tem para oferecer, em passatempo, duas das suas obras autografadas, são elas: "Olhei para Trás e Sorri..." e "Queria Rever o Teu Rosto ao Entardecer".
Para participar e tentar ganhar estes dois exemplares, terá de responder acertadamente a todas as questões do formulário e respeitar as regras.


Regras do passatempo:
-O passatempo começa hoje, dia 21 de Março de 2012 e termina às 23.59h do dia 28  de Março de 2012
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência;
-O blogue não se responsabiliza pelo extravio dos livros.
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As respostas ao formulário aqui e aqui
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Passatempo encerrado

Boa sorte aos participantes ;)
E SE DESCOBRISSE SER UM FEITICEIRO?
A Princesa de Limaland e a Pedra Mágica
de Cláudia Ferreira
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 137
Editor: Chiado Editora
ISBN: 9789896972882
Coleção: Literatura Juvenil
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Sobre a obra:
Pois bem, o segredo mais bem guardado pela velha Indira está prestes a ser revelado.
Este é um livro mágico, atulhado de imaginação e sonhos, de aventuras assustadoras e perigosas, de surpresas engraçadas e românticas. Deixe-se enfeitiçar pela magia do livro, e pela determinação da jovem Jade Arima, uma princesa feiticeira.
A Princesa de Limaland leva-o a viajar para um sítio único e especial, onde tudo ganha cor e forma. Um sítio, onde os seus sonhos se tornam reais.
Siga atentamente o abrir desta história, pois está recheada de magia e amor.
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Cláudia Ferreira
Nasceu a 27 de Maio de 1990 em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores.
Enquanto criança, redigia pequenos textos que exteriorizavam a sua sentimentalidade e criatividade, começando, ainda na adolescência a dedicar-se de forma mais séria à escrita, sendo autora de textos publicados no jornal da sua freguesia.
Atenta às questões sociais e de cidadania, dedica-se ao ensino da moral Cristã, como catequista, bem como à ocupação dos seus tempos livres em actividades voltadas para a leitura na secção Infanto-Juvenil da B.P.A.R.A.H., desenvolvidas pela Direção Regional da Juventude.
Actualmente, pretende candidatar-se ao ensino superior na área da saúde.

Esta semana terminei
O Deus das Moscas de William Golding
(colocarei o comentário esta semana)


Iniciei uma das obras de Luís Novais
O Heróico Fangueira Fagundes
com todolos seus anexos


Próxima leitura
A Cruz de Esmeraldas
Cristina Torrão


Que livros estão vocês a ler?
Das novidades de Março da Editorial Presença, destaco dois livros que me chamaram a atenção, são eles:
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O Homem que Plantava Árvores
Jean Giono
Data 1ª Edição: 06/03/2012
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-989-84-7026-3
Nº de Páginas: 72
Dimensões: 140x210mm
Peso: 155g
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Sinopse: Inspirado em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente difundido pelo mundo inteiro, O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta.
Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial.
Com as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira – com um ecossistema rico e sustentável.
É um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França.            

O Romancista Ingénuo e o Sentimental
Orhan Pamuk
Coleção: Biblioteca do Século
Nº na Coleção: 34
Data 1ª Edição: 06/03/2012
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4801-0
Nº de Páginas: 144
Dimensões: 150x230mm
Peso: 214g
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Sinopse: O que se passa dentro de nós quando lemos um romance? E como é que o romance cria os seus efeitos únicos comparados com outras formas de arte?
Orhan Pamuk, prémio Nobel da Literatura, inspirou-se no ensaio de Schiller Sobre a Poesia Ingénua e a Sentimental como tema para abordar múltiplas questões ligadas ao romance. Em O Romancista Ingénuo e o Sentimental, obra subtil e pessoal, Orhan Pamuk fascina-nos com a liberdade com que se move entre a cultura oriental e a ocidental ao falar-nos da sua própria experiência como autor e leitor dos romancistas que o apaixonaram e influenciaram, expondo as misteriosas ligações entre autor e leitor.            

A Europa segundo Portugal
Ideias de Europa na Cultura Portuguesa, Século a Século
Autor: José Eduardo Franco e Pedro Calafate (coord.) , Carlos Leone, Luís Machado de Abreu e Miguel Real
Colecção: Fora de Colecção
Páginas: 256
Ano de edição: 2012
Capa: Brochado (capa mole)
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Sinopse
A Europa é hoje um tema omnipresente na cultura portuguesa. A Europa chega a ser mesmo a grande obsessão de Portugal.
Perdido o império, virámos os olhos para a Europa como uma espécie de ponto de fuga, uma tábua de salvação para o nosso secular atraso e subdesenvolvimento. A Europa tornou-se, com a democracia, uma espécie de utopia possível.
Mas o tema da Europa impôs-se pelo menos desde o tempo do Marquês de Pombal, na medida em que a propaganda pombalina tornou a Europa das Luzes, mitificada, uma meta a atingir e a superar, e, ao mesmo tempo, uma bitola pela qual passámos a medir os níveis de atraso e progresso do país. Ficámos desde então obcecados por uma Europa idealizada que queríamos igualar e da qual sempre nos sentimos tão distantes. Foi então que ganhámos o terrível e crónico complexo de «país-cauda da Europa». Hoje, o mito da Europa do progresso permanece intocável, apesar de todas as desilusões da integração europeia.
Nem sempre nos sentimos cauda da Europa. Antes pelo contrário: A Europa segundo Portugal atesta-o.
Esta obra oferece pela primeira vez uma visão de longa duração sobre a percepção da Europa na cultura portuguesa desde as origens de Portugal.
É um livro essencial para conhecermos, século a século, a evolução da nossa relação, o nosso modo de entender e de nos situarmos na Europa ao longo de quase um milénio de História.
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O Poder da Maçonaria em Portugal
Grande Investigação DN 
Colecção: Fora de Colecção
Páginas: 132
Ano de edição: 2012
Capa: Brochado (capa mole)
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Sinopse
A Maçonaria perdeu em Portugal muito do seu secretismo desde que o Diário de Notícias decidiu avançar com mais uma Grande Investigação dedicada ao tema e publicada no princípio de 2012. Agora, os leitores do jornal e todos os portugueses têm acesso ao resultado de meses de investigação, reunido num volume querecolhe, além de tudo o que foi publicado, um conjunto de novas informações que o trabalho do DN fez surgir em todos os órgãos de comunicação e obrigou a um debate nacional. O objetivo desta investigação é dar a conhecer o verdadeiro peso da Maçonaria na sociedade portuguesa e as suas ramificações políticas e económicas que influenciam as decisões. Deste modo, o DN e a Gradiva dão um contributo para uma reflexão objectiva por parte dos cidadãos e dos responsáveis políticos, económicos e sociais, a exemplo do sucedido nos três volumes da colecção «Grande Investigação» já publicados.

O Largo da Capella
Autor: António Canteiro
Colecção: Gradiva
Páginas: 180
Ano de edição: 2012
Capa: Brochado (capa mole)
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MENÇÃO DE HONRA PRÉMIO LITERÁRIO JOÃO GASPAR SIMÕES
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Qual a origem do local onde nasceste? De onde provéns?
Na vasta Gândara que inscreveu Carlos de Oliveira nos anais da literatura portuguesa, numa região essencialmente rural, o conhecimento da vida dos nossos pais e avós - homens que trabalharam a terra de calças arregaçadas, em mangas de camisa, que enterraram os pés gretados no lastro de lama, homens sem tempo nem biografia, dos quais provimos - é essencial para o estabelecimento da ponte entre o passado, cujos vestígios vão cada vez mais rareando, e o presente, tão próximo e turbulento, que vivemos no nosso quotidiano. O tempo corre, a vida foge ao ritmo alucinante do matraquear do relógio e, por isso, não podemos esquecer o busto de vida erguido a nosso lado, transfigurado na imagem de um avô sentado na cadeira ao canto da sala, a sua voz tremida, as suas mãos enrugadas, as alfaias que usava no trabalho, a casa, o pátio e o quintal, à sua volta, que nos remetem para um passado próximo e distante, para as raízes no chão onde caminhamos, e onde inexoravelmente um dia teremos que regressar. É por isso que se incita o leitor a abrir o livro e a virar a página, e a seguinte, e outra, e outras, sucessivamente, para que palpemos meigamente a plenitude do dia-a-dia desta gente, remetendo-nos ao seu valeroso passado através de um romance transformado em vozes, com o pendor religioso católico deste povo plasmado na alvorada da oração da manhã até às preces da noite na entrega da alma a Deus. Por isto, também, os padres da paróquia, figuras centrais neste microcosmos espacial, servem para extremar as parcelas de terreno escritas ao longo da narrativa...
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«Já não viverei para saber por presença, mas sei que António Canteiro vai ser, é, um grande escritor. Não escritor porque escreve, mas escritor de raiz, criador raro pelo que sente, olha, pelo poder encantatório, mas real da palavra.»
 
MATILDE ROSA ARAÚJO
(in carta dirigida ao autor)
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«António Canteiro confirma-se como novíssimo escritor da língua portuguesa, ao lado David Machado, Afonso Cruz, Patrícia Portela, Pedro Medina Ribeiro, Luís Caminha, Raquel Ochoa, Sandro William Junqueira e Joana Bértholo.»
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MIGUEL REAL
(in Jornal de Letras

A pensar nos nossos leitores mais novos, o blogue em parceria com a editora Saída de Emergência / Quebra Nozes tem para oferecer um exemplar do livro "Dona Lua" de Maria Helena Ventura e Marta Neto.
Para participar no passatempo, terá de responder acertadamente a todas as questões do formulário e respeitar as regras.



Regras do passatempo:
-O passatempo começa hoje, dia 17 de Março de 2012 e termina às 23.59h do dia 24  de Março de 2012
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

-O blogue não se responsabiliza pelo extravio dos livros.
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As respostas ao formulário aqui
PASSATEMPO ENCERRADO

Boa sorte aos participantes ;)

Destaques...



Ora aqui estão três livros que vou ler dentro de algum tempo...
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Querida Comprei um Zoo! de Benjamin Mee, Casa das Letras
Largo da Capella de António Canteiro, Gradiva
A Princesa e a Porquinha de Jonathan Emmett e Poly Bernatene, Livros Horizonte
Pedro de Sá é professor de Filosofia do ensino secundário. Desde muito cedo, sentiu o apelo encantatório dos livros. De Tolstói a Dostoiévski, de Kundera a Márai, muitas são as obras que o formaram enquanto homem. E também autores nacionais, sobretudo Pessoa e Vergílio Ferreira.
É autor, até ao presente momento, de dois romances: Olhei Para Trás e Sorri e Queria Rever o Teu Rosto ao Entardecer, ambos sob a chancela da Chiado Editora.




A Insustentável Leveza do Ser (Milan Kundera)
                                                                                                  Por Pedro de Sá

Em matéria de livros, assim como em outros contextos da vida, o singular tem dificuldade em entrar. Desse modo, quando a Paula, gentilmente, me desafiou para escrever acerca do Livro da minha vida, confesso a minha dificuldade. Logo me surgiram luminosos títulos que, de facto, fazem parte incontornável da minha biografia intelectual (desde A Náusea, de Sartre; As Velas Ardem até ao Fim, de Márai – cujo o título original é: Cinzas; A Pérola, de Steinbeck; Por Favor, não Matem a Cotovia, de Harper Lee – o único livro que escreveu; A Morte de Ivan Ilitch, de Tolstói; Noites Brancas, de Dostoiévski; Até ao Fim, de Vergílio Ferreira; mais recentemente, Na Praia de Chesil, de Ian McEwan; ou Nunca me Deixes, de Kazuo Ishiguro). E sem querer ser demasiado exaustivo, porque muitos outros títulos deveriam figurar entre os supracitados, a minha escolha recaiu no livro que, até hoje, mais me deslumbrou sob todos os aspectos: A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera.

Para começar, o título, no meu entendimento, é o mais belo da história da literatura. Não só pela sua aparente antítese, mas pela relação desta com o profundo conceito de Ser. O livro começa com uma questão: e se o postulado nietzschiano do Eterno Retorno fosse uma realidade? Por outras palavras, se cada um de nós estivesse condenado a reviver a sua vida, com cada instante de dor e de alegria, ad aeternum, como seria? Esta é uma questão que, sem dúvida, encerra, em si mesma, um abismo de reflexões de ordem vária. Por conseguinte, o romance inicia-se com um convite à reflexão. De seguida, são-nos apresentadas as personagens centrais: Tomás e Teresa. Tomás, a aparente força que se revela fraqueza; Teresa, a aparente fraqueza que se traduz em força. É com estas dicotomias: força/fraqueza; peso/leveza; corpo/alma, que Kundera tece este magistral romance, que, no fundo, nos devolve o espelho da nossa complexa essência. Muitos quiseram apelidar este livro de romance geracional. Um erro de uma grosseria sem precedentes. Este é, claramente, um livro rumo à eternidade. Porque, apesar de o seu contexto assentar na Primavera de 68 em Praga, as temáticas kunderianas são universais.

Philip Kaufmann adaptou este romance ao cinema, com os brilhantes Daniel Day Lewis e Juliette Binoche. Apesar de se tratar de um belíssimo filme, neste caso, como em muitos outros, fica bastante aquém do livro.

Li este livro há cerca de 13 anos. Foi o meu segundo livro de Kundera. O primeiro foi A Imortalidade. É, de facto, um dos meus autores de eleição. Li a sua obra na totalidade: tanto a romanesca, como a ensaística. Como imagem autoral, Kundera divide os seus livros em 7 partes. Naturalmente, este não foge à regra. Ainda hoje, subsistem imagens vívidas deste livro, e, sempre que alguém pronuncia a palavra anacrónica, sorrio.

A tristeza queria dizer: estamos na última paragem. A felicidade queria dizer: estamos os dois juntos. Estas duas frases surgem muito perto do final. Não quis, nesta minha breve recensão, desvelar em demasia a história. Porque, como em todos os grandes livros, acaba por ser o menos significativo. O que fica, manifestamente, das grandes obras, é uma outra forma de olhar a realidade. Um novo despertar. Como se fôssemos, novamente, apresentados ao mundo. Não sei se estamos todos numa última paragem. Se estivermos, que olhemos para a felicidade próxima. Pode ser que, como sugere Kundera, se ouçam violinos por perto e alguma borboleta levante o seu voo.
O blogue em parceria com a Porto Editora tem para oferecer, em passatempo, um exemplar de "As Horas Distantes" de Kate Morton.
Para participar e tentar ganhar esta obra, terá de responder acertadamente a todas as questões do formulário e respeitar as regras.


Sinopse:
Tudo começa quando uma carta, perdida há mais de meio século, chega finalmente ao seu destino...

Evacuada de Londres, no início da II Guerra Mundial, a jovem Meredith Burchill é acolhida pela família Blythe no majestoso Castelo de Milderhurst. Aí, descobre o prazer dos livros e da fantasia, mas também os seus perigos.
Cinquenta anos depois, Edie procura decifrar os enigmas que envolvem a juventude da sua mãe e a sua relação com as excêntricas irmãs Blythe, que permaneceram no castelo desde então. Há muito isoladas do mundo, elas sofrem as consequências de terríveis acontecimentos que modificaram os seus destinos para sempre.
No interior do decadente castelo, Edie começa a deslindar o passado de Meredith. Mas há outros segredos escondidos nas paredes do edifício. A verdade do que realmente aconteceu nas horas distantes do Castelo de Milderhurst irá por fim ser revelada...
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Regras do Passatempo:
-O passatempo começa hoje, dia 13 de Março de 2012 e termina às 23.59h do dia  22  de Março de 2012
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

Formulário:
PASSATEMPO ENCERRADO
Boa sorte aos participantes ;)


Esta semana não adiantei muito a leitura, de maneira que ainda estou a ler

"O Deus das Moscas" de William Golding


Se conseguir terminar esta leitura, a próxima será...

O Heróico Major Fangueira Fagundes
com todolos seus anexos
de Luís Novais


E vocês, em que leituras andam a mergulhar?
Opinião:
Desde a primeira vez que li comentários a este livro fiquei curiosa. Este ano com o lançamento de “As Horas Distantes” de Kate Morton pela Porto Editora, decidi então que era chegada a altura de o tirar da estante.
Gostei da leitura, especialmente pela forma da descrição dos locais, a linguagem utilizada coloca-nos no espaço e no tempo em que a história é contada. As personagens estão bem caracterizadas, bastante sólidas! Posso dizer que adorei a leitura até metade do livro, posteriormente comecei a perder o entusiasmo e a querer chegar ao fim. Penso que a autora peca pela extensão, perdendo-se em detalhes que não interessam.
Não quero dizer com isto que me desiludi com esta leitura, se a classificasse seria um bom, mas tinha tudo para ser um muito bom se a autora por exemplo explorasse um pouco mais a fase da primeira guerra mundial. Infelizmente esta parte é apenas levemente referida. Servindo somente para dar “cor” a todo o romance e obviamente um romance de amor impossível (que por vezes pareceu-me querer cair na lamechice).
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Aspectos que me agradaram bastante na leitura:
Uma das personagens, nomeadamente Emmeline é claramente aquela personagem que nos mostra a loucura dos anos posteriores à I Guerra Mundial e penso que aqui Kate Morton esteve muito bem. Emme mostra-nos as danças, os bares, as músicas, os filmes, uma sociedade virada para a luxúria, que passa a dar grandes e vistosas festas, uma sociedade de amizades vãs...;
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Alfred, empregado de Riverton, também ele vai para a guerra, com este personagem a autora mostra-nos como eram tratados os militares da classe baixa, no entanto Kate Morton, também evidência que apesar de haver diferença a nível de tratamento, quando os militares voltavam as sequelas deixadas pela guerra eram iguais em todas as classes.
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Apaixonei-me completamente pela biblioteca de Riverton, pelo lago onde se dá a tragédia, pelos jardins que circundam a casa… Kate Morton é fantástica nas descrições.
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Outro aspecto que gostei bastante foi a referência à estenografia, pois eu própria em tempos de escola aprendi, mas que infelizmente já me esqueci de uma boa parte, pois quando não se pratica perde-se o conhecimento.
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Em suma, gostei do livro e vou lançar-me aos próximos da autora, pois acho que Kate Morton tem tudo para crescer como escritora e sendo esta a sua primeira obra espero ver, nos seus próximos dois livros, diferenças para melhor. De qualquer forma acho que parti para esta leitura com as expectativas muito elevadas.
Opinião:
Este é um bom livro para intercalar leituras mais pesadas ou apenas para diversificar um pouco o género de leitura que se tem vindo a fazer. Esta última opção foi a razão pela qual adquiri o livro e li.
É um livro que está recheado de curiosidades/sabedoria que pensamos estar bastante esclarecidos. No entanto, muitos destes dados que julgamos adquiridos estão errados.
Se fizer esta leitura vai finalmente ficar a saber: O que apareceu primeiro, o ovo ou a galinha?; Quanto pesa uma nuvem?; Onde está a água mais salgada do mundo; Qual o animal que mais se embebeda?
É certo que se formos à google encontraremos algumas destas respostas, porém é necessário que nos lembremos primeiro de fazer tais questões. É um livro cuja transmissão de informação é feita de forma divertida e sem grandes pretensões, gostei.

O blogue e a editora ASA agradecem aos 256 participantes do passatempo "O Nascimento de Vénus" de Sarah Dunant.

As respostas às questões colocadas:

1- Onde morre a irmã Lucrezia?
R- No Convento
2- O Nascimento de Vénus é uma obra de quem?
R- Sarah Dunant

O vencedor do passatempo é:

Teresa Maria Fernandes Gomes de Abreu

Parabéns à vencedora e boas leituras :)
"A sessão de apresentação pública da edição de 2012, do evento anual desde 2004 “A Poesia Está Na Rua”, promovido pela Câmara Municipal de Santo Tirso, este ano é subordinada ao tema “Mãos à Obra”, teve lugar no dia 5 de Março, no salão nobre da edilidade.
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A edição deste ano, apela à relação entre a poesia e as artes visuais. Daí, a sua denominação “Mãos à Obra”, tendo como cenário inspirador, as esculturas do Museu Internacional de Escultura Contemporânea, ao Ar Livre, de Santo Tirso.
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Vasco Graça Moura, que este ano celebra 50 anos de vida literária e em cuja poesia é frequente o diálogo com s outras artes, é o poeta homenageado nesta edição de 2012, que decorrerá de 21 de Março a 30 de Abril. Serão 41 dias carregados de acções promocionais da poesia, designadamente, recitais, concertos, exposições e cinema, tendo sempre como matriz, a relação entre a poesia e as artes. A coordenação deste evento, tem sido do jornalista (RTP) Alberto Serra.
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Vejamos os poetas homenageados nas nove edições deste evento:
2004, António Ramos Rosa; 2005, Artur do Cruzeiro Seixas; 2006, Manuel António Pina; 2007, José Tolentino de Mendonça; 2008, António Osório; 200, A. M. Pires Cabra; 2010, Rosa Alice Branco; 2011, Albano Martins; 2012, Vasco Graça Moura."
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Aqui ficam de algumas fotos das esculturas
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O texto e as fotos foram enviados pelo Arnaldo, visitante do blogue.
Obrigado Arnaldo pela informação

READING...


Prémio Dardos!

Decidi ir buscar este selo que me foi oferecido há algum tempo (2009) e oferecer a  blogues que o merecem. Sempre achei este selo especial, pois vem acompanhado de um pequeno texto que lhe dá um toque especial.



"O Prémio Dardos reconhece os valores que cada blogueiro mostra em cada dia no seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais... que, em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras, entre as suas palavras."
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Possui três regras:
1- Se aceitar, exibir a imagem.
2- Linkar o blog do qual recebeu o prémio.
3- Escolher 15 blogs para entregar o Prémio Dardos

E o prémio vai para:

Destante (ofereço aos meus colegas de blogue pelo seu desempenho)

Agora que circule o selo por mais umas dezenas de blogues ;)
O blogue e o autor Rui Mateus, agradecem aos 129 participantes do passatempo "Fúteis Madrigais".

As respostas às questões colocadas:
1- Quem ordena o maior horror a que o mundo Ibérico assistiu nos últimos 300 anos?
R- General Grouchy
2- Como se chama o autor da obra "Fúteis Madrigais"?
R- Rui Mateus

O vencedor do passatempo é
Lídia Cristina Andrade Dias

Parabéns à vencedora e boas leituras.


Uma verdadeira tentação para quem gosta de adquirir livros usados, ou simplesmente encontrar raridades! Os preços?? Bastante acessíveis!

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