consulte aqui
Sinopse:
Rose Leonard quer esquecer o seu passado.
Refugiada numa pequena comunidade numa ilha ao largo da Escócia, dedica-se ao seu trabalho no silêncio e na solidão da sua casa à beira-mar. Porém, ela é assombrada por memórias indesejáveis.
A sua filha solitária, Callum, um homem mais novo e frágil, que quer exorcizar os seus demónios, e os seus novos amigos dão-lhe a esperança e amor necessários para viver cada dia. Mas terá Rose, presa à vida e sanidade por um fio, a coragem de dizer sim à vida e esquecer o passado?
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A minha opinião:
Rose Leonard vive presa aos seus fantasmas, às suas inquietações, àquilo que a magoou profundamente no seu passado e que continua a magoar no presente.
É um romance que fala dos nossos medos, das nossas falhas, da nossa capacidade de perdoar. Perdoar não só os outros, mas também a nós próprios.
Fugir do passado não compensa, o melhor mesmo será enfrentar tudo aquilo pelo que passou e Rose encontra em Callum um porto seguro.
Callum, também ele teve de lidar com o seu passado, mas a sua força de viver ajudará Rose a enfrentar os seus medos, os seus obstáculos.
Há neste romance uma outra questão que nos faz reflectir sobre até que ponto há o direito de se limitar a pessoa que se ama para protegê-la dos outros e de si mesma. E até que ponto o protegido tem o direito de negar esta protecção.
Um romance interessante que se lê numa tarde de fim de semana e que nos faz reflectir sobre vários aspectos da vida.
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Classificação: 4/7 Bom

Guerra e Paz - Tolstói


Ao chegar ao fim do IV volume de Guerra e Paz, comecei a pensar como iria eu fazer um comentário a esta grande obra. É de facto e sem sombra de dúvidas uma obra prima da literatura.
É magnífico com Tolstoi, através das principais cinco famílias que compõem Guerra e Paz consegue atribuir-lhes características que acabam por abranger a diversidade humana.
Há nesta obra uma importante mensagem que Tolstoi quer passar sobre Napoleão, seus feitos e sua derrota. Eu achei que, neste aspecto, foi como se Tostoi tentasse repor uma verdade histórica para com a humanidade em geral e para com a Rússia em particular.
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A Rússia é-nos apresentada sob diferentes perspectivas que nos dão uma visão global da cultura e dos costumes da altura.
Uma sociedade que prima pelas aparências, onde as desigualdades sociais se fazem sentir de forma atroz. Os ricos são muito ricos pois vivem da exploração que fazem ao povo. O povo, este é muito pobre pois paga altas rendas aos nobres, acentuando, deste modo, a sua pobreza e miséria.
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Em contrapartida, em França, apesar de sobreviverem Clero e Nobreza, estes já não exploravam o povo da mesma forma, estas duas classes pagavam os seus próprios impostos, o povo detinha menos más condições de vida, uma vez que a nova burguesia investia e vivia do que produzia (comerciantes, industriais). Pelo contrário, a Rússia continuava mergulhada na servidão.
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Tolstoi, através dos personagens, Boris, Anatole Kuraguine, Vassili Kuraguine, Helena Duraguine, Anna Pavlovna mostra-nos a sociedade mesquinha e interesseira da altura. Uma sociedade parasita que apesar da guerra e das desgraças dos outros e dos seus próximos, reúne, dança, canta…
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A Classe militar também recebe críticas por parte do autor nesta obra, não os soldados. Estes são grandemente elogiados pelos seus feitos, pela sua bravura e coragem de enfrentar condições desumanas para combater e para se restabelecer.
A crítica, propriamente dita, recai sobre as altas patentes militares que não dando valor aos soldados menospreza-os. Esta classe, como refere Tolstoi é a única que encontra na ociosidade a felicidade “é precisamente nesta ociosidade que reside e sempre residirá o principal atractivo da carreira das armas”. Ao contrário do que acontece com o comum dos mortais que na ociosidade encontra sempre frustração e nunca felicidade.
Tolstoi, critica com toda a ironia que consegue fazendo também o paralelismo entre o que se come no campo (ervas que causam a morte aos soldados) com os manjares dos generais em grandes mesas, com grandes castiçais…
Salienta também que a guerra é feita por estas altas patentes de acordo com os seus próprios interesses. No entanto, no terreno, os soldados têm algo em comum: muitas vezes combatem por uma causa que não é a deles, vêem o inimigo soldado com um igual a si. Muitas vezes um mal estar apodera-se destas gentes quando ao desferirem um golpe no inimigo o rosto deste não mostra ódio, mas sim medo.
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À sociedade que aprecia e elogia pertencem, por exemplo, as personagens: Pierre Bezukov, Natacha Rostovna, Nicolai Rostov, Andrei Bolkonski, Maria Bolkonskaia e Sónia.
Alguns destes personagens (a maioria) sofrem uma mudança a nível pessoal e espiritual de acordo com os acontecimentos que lhes são afectos.
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Pierre Bezukov, no início do romance é visto como uma pessoa “perdida”, perdida no sentido de insegura, instável, incoerente que faz somente o que lhe mandam e que assim o faz porque tem de ser feito. No entanto, este personagem (um dos meus preferidos) transforma-se radicalmente no decorrer da história e acho que acaba mesmo por ser um dos personagens mais importantes desta obra.
Através de Pierre, Tolstoi mostra os seguintes aspectos:
-O ideal de amigo;
-como se pode entrar em dualidade consigo próprio por não encontrar lugar na sociedade, questionando, deste modo, a sua existência;
-dá-nos a conhecer a maçonaria;
-como a bondade pode ser aproveitada pelos maliciosos
-o sofrimento e injustiças da guerra, assim como o encontro com a paz interior, depois de muito sofrer e estar privado de tudo.
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Andrei Bolkonski, é-nos apresentado como alguém cujas acções são simples, vive uma vida simples e um casamento infeliz. Um nobre igual a tantos outros que vive do trabalho do camponês.
Contudo, esse personagem tem um evolução importante e de alguma forma rápida, passa de pessoa apática que encontra na guerra um meio para se evadir da vida social para uma pessoa cheia de vida e coragem que encontra na guerra o motor para esta disposição. No campo e com todas as dificuldades que encontra, dá valor à vida que tinha, à sua família, à segurança e à estabilidade. Assim torna-se uma pessoa consciente e muito ponderada.
Note-se que esta é uma ideia bastante presente em Guerra e Paz: através do sofrimento o homem cresce “Pensamos que, uma vez saídos do nosso trilho habitual, está tudo perdido; mas é só então que começa qualquer coisa de novo, de bom. Enquanto há vida, há felicidade”
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Nicolai Rostov é um dos personagens que muito me surpreendeu. Jogador boémio encontra na guerra paz e rotina, o que não tinha no seu meio social. No entanto, após salvar Maria Bolkonskaia, torna-se um homem responsável, maduro, ciente do que quer, um personagem que ganha bastante importância no fim do romance a par de Pierre.
Nicolai é pioneiro no que concerne a enaltecer o camponês: primeiro, o interesse do camponês, depois o do dono da terra, só assim o camponês trabalha com satisfação e consegue produzir para o patrão.
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Ao chegar às últimas páginas do último volume, constatei que Tolstoi reservou-as para cumprir a sua intenção com este romance: repor a verdade que os historiadores deturparam. Acho que é esta a mensagem principal desta obra.
Pois, Tolstoi ao longo de todo o romance e através dos seus personagens vai fazendo alusão a esta questão, por vezes, as palavras escritas usadas estão em maiúsculas e o seu ataque é duro e directo.
A crítica que tece, recai sobre a visão dos historiadores no relato das acções de Napoleão e na forma como estes senhores deturparam factos históricos ao explicarem a vitória da Rússia.
As explicações sobre a perda de Napoleão fizeram com que os créditos russos ficassem por terra. Napoleão não ganhou porque se constipou, as tropas não aguentaram o frio, o mau tampo que se fazia. Não houve o verdadeiro elogio às tropas russas pelo seu esforço, pelo seu empenho, que mesmo em número menor a sua vontade inata de ganhar foi superior ao exército francês e a Napoleão. O facto de os russos não terem esmagado os franceses numa grande batalha final, como muitos (Imperador incluído) pretendiam, não se deveu a incompetência de Kutuzov (responsável máximo pelo exército que Tolstoi admira) mas apenas ao facto de os franceses terem fugido e assim ter-se tornado absolutamente inútil provocar mais mortes e despesas.
Tolstoi tenta repor a verdade atribuindo o verdadeiro mérito quem realmente o merece: OS RUSSOS. Colocando Napoleão na posição de “insignificante instrumento da história
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Finda esta leitura que foi de 4 meses (1 livro por mês) ficam as saudades dos personagens: Pierre, Nicolai, Andrei e Natacha, os diálogos, as reflexões, enfim, tudo o que pertence à magnifica escrita de Tolstoi.
Um romance que recomendo, porém há que querer lê-lo ou então vai haver desistência, pois apesar de ser uma leitura apaixonante, não é de forma alguma uma leitura fácil
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Classificação: 7/7 Obra Prima
O meu muito obrigado aos 192 participantes do passatempo "Cativa na Arábia" de Cristina Morató proporcionado pelo blogue e pela Esfera dos Livros
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As respostas às questões colocadas são:
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1-Quais são alguns dos ingredientes que compõem "Cativa na Arábia"?
Drama, aventura, intriga, acção, exotismo.
2-Marga d'Andurain viajou até cidades lendárias onde protagonizou façanhas incríveis que lhe valeram alguns títulos. Quais são estes títulos?
«A Mata Hari do deserto», «A Condessa dos vinte crimes» ou «A amante de Lawrence da Arábia».
3-Ao Abandonar o Próximo Oriente dedicou-se a quê?
Dedicou-se ao tráfico de ópio em Paris.
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Os vencedores são:
89- Mariana Malhão
72- Sara Camacho
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Parabéns às vencedoras e boas leituras :D

Autoconhecimento

Começo a conhecer-me. Não existo

Começo a conhecer-me. Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram,
ou metade desse intervalo, porque também há vida...
Sou isso, enfim...
Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor.
Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo.
É um universo barato.

Poemas/Álvaro de Campos

TONS DE AZUL

Depois de ter partilhado convosco que para além de usar marcadores de livros quando estou a ler, dobro também os cantinhos dos livros para marcar as páginas, a nossa amiga do blogue Tons de Azul teve a simpatia de me enviar um marcador do seu blogue assim como mais 10 marcadores da colecção do Dia do Livro.
Agora quando estiver a ler e olhar para o marcador “Tons de Azul” vou pensar: “Paula não dobres os cantinhos das páginas” :D
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Adorei os marcadores!!
Vejam lá se não são lindos!!
A minha colecção ficou muito mais completa :D
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Muito obrigado Tons de Azul pela tua simpatia :D



Do autor, li "Cemitério de Pianos" e "Nenum Olhar", recomendo a quem gosta de uma escrita poética. Uma escrita cheia de sentimentos à qual é impossível ficar indiferente.

"Morreste-me" é certamente mais um livro a não perder :)

PASSATEMPO - Cativa na Arábia

O Blogue em conjunto com a Esfera dos Livros tem para oferecer 2 exemplares do livro "Cativa na Arábia" de Cristina Morató.

Sinopse:

A vida da condessa Marga d’Andurain é um autêntico livro de aventuras.
Drama, aventura, intriga, acção, exotismo são alguns dos ingredientes de Cativa na Arábia. Nascida no seio de uma família da burguesia basca francesa, foi uma mulher à frente do seu tempo. Rebelde, transgressora e apaixonada, viajou da sua Baiona natal até cidades lendárias como o Cairo, Beirute, Damasco ou Tânger, onde protagonizou façanhas incríveis que lhe valeram títulos como «A Mata Hari do deserto», «A Condessa dos vinte crimes» ou «A amante de Lawrence da Arábia».
Marga d’Andurain espiou para os britânicos, dirigiu juntamente com o marido um hotel no deserto sírio e propôs-se ser a primeira ocidental a entrar em Meca. Para isso, já divorciada, casou-se com um beduíno e converteu-se ao Islão. A sua viagem ao coração da Arábia foi um autêntico pesadelo, ao ser fechada num harém e mais tarde encarcerada na terrível prisão de Yidda. Ao abandonar o Próximo Oriente, dedicou-se ao tráfico de ópio em Paris, ocupada pelos nazis, acabando por ser assassinada em Tânger. Mas quem era na realidade esta mulher? Uma perigosa espia, uma assassina ou apenas uma audaciosa viajante?
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Regras do Passatempo:
-O passatempo começa hoje dia 19 de Maio de 2010 e termina às 23.59h do dia 25 de Maio de 2010;
-Os participantes vencedores serão escolhidos aleatoriamente;
-Os vencedores serão contactados via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência;
-As respostas às questões deverão ser enviadas para o mail viajarpelaleitura@gmail.com deverão enviar também NOME, MORADA COMPLETA E TELEFONE
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Para participar no passatempo terá de responder às seguintes questões:
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1-Quais são alguns dos ingredientes que compõem "Cativa na Arábia"?
2-Marga d'Andurain viajou até cidades lendárias onde protagonizou façanhas incríveis que lhe valeram alguns títulos. Quais são estes títulos?
3-Ao Abandonar o Próximo Oriente dedicou-se a quê?

Boa sorte aos participantes :D

O Grande Retrato - Dino Buzzati

Dino Buzzati, escritor Italiano e jornalista, o seu romance mais conhecido e famoso é "Deserto dos Tartaros", publicado após a segunda guerra mundial onde serviu em África como jornalista da marinha Italiana.
Buzzati, escreve de forma muito própria tendo por base o fantástico e o absurdo do real, aspecto bastante evidente nesta obra.
Nunca havia lido nada deste autor. Gostei, pela linguagem simples que apresenta, as mensagens são bastante claras, abordando um tema bastante actual e que sempre o será, nomeadamente a insatisfação humana e o direito que o ser humano pensa que possui para ultrapassar barreiras que lhe são intransponíveis; o não olhar ao limite; à ética. Querer fazer de si O Grande Criador quando é apenas humano e bastante imperfeito.

Este livro foi proposto para leitura conjunta pelo Rodrigo Ferrão do blogue Clube de Leitores como o livro de Maio, onde todos podem colocar os comentários até ao final do mês.
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Ermano Ismani, professor universitário é destacado para uma missão secreta na Zona Militar 36. Tudo está secretamente protegido pois trata-se de algo inovador e pioneiro: a realização de um autómato.
Não um autómato comum, mas munido de inteligência, sabedoria, sentimentos, inclusivê com poder para se auto destruir. Pois, tal como o ser humano que só está completo quando tem capacidade tanto para viver como para pôr um fim à própria vida, este autómato também o terá, pois é possuidor de uma alma...
Uma alma que outrora pertencera a alguém, alguém que agora se vê aprisionado sem corpo para se mover ou amar e ser amado.
Assim sendo, levantam-se algumas questões:
Terá o homem liberdade de criar e manipular sem limites em nome do progresso e da ciência sem olhar às consequências imediatas ou a longo prazo?
Liberdade, afinal que significas?
Será o homem livre se o seu corpo não o for?
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Um autor que voltarei a ler e será por certo a sua obra mais famosa "O Deserto dos Tártaros"
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Classificação: 4/7 - Bom
O passatempo "O Museu da Inocência" de Orhan Pamuk proporcionado pelo blogue e pela Editorial Presença teve 178 participações.
O meu muito obrigado a todos que tentaram a sua sorte.
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A respostas às questões colocadas são:
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1- "O Museu da Inocência" é uma história de amor passada onde?
R- Istambul
2- Este romance conta a história de uma paixão obsessiva entre quem?
R- Kemale e Füsun
3- Onde e em que ano nasceu Orhan Pamuk?
R- Nasceu na turquia em 1952
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E o vencedor do passatempo é:
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143- Ricardo Garcia (Sacavém)
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Parabéns ao vencedor e boas leituras.

Meme de Hábitos de Leitura

Segue-se um questionário sobre hábitos de leitura. A idéia veio do blogue Estante de Livros ; depois de ter respondido lá às questões, achei interessante partilhar também aqui.


Petis­cas enquanto lês? Se sim, qual é o teu petisco favo­rito?
Não, mas não gosto de ler com fome

Qual é a tua bebida pre­fe­rida enquanto lês?
Não bebo enquanto leio

Cos­tu­mas fazer ano­ta­ções enquanto lês, ou a ideia de escre­ver em livros horroriza-​te?
Sim, faço anotações a lápis e sublinho as frases que mais me tocaram, assim quando pego no livro depois de algum tempo, releio o que mais me chamou a atenção.

Como é que mar­cas o local onde ficaste na lei­tura? Um mar­ca­dor de livros? Dobras o canto da página? Dei­xas o livro aberto?
Dobro as páginas :P

Fic­ção, não-​ficção, ou ambos?
Ambos

És do tipo de pes­soa que lê até ao final do capí­tulo, ou páras em qual­quer sítio?
Sempre que possível no final do capítulo.

És lei­tor para ati­rar um livro para o outro lado da sala ou para o chão quando o autor te irrita?
Jamais…

Se te depa­ra­res com uma pala­vra des­co­nhe­cida, páras e vais pro­cu­rar o seu sig­ni­fi­cado?
Não, avanço na leitura.

O que é que estás a ler actuaal­mente?
Utopia de Thomas More e Guerra e Paz de Tolstoi

Qual foi o último livro que com­praste?
O Perfume de Patrick Süskind

Lês só um livro de cada vez, ou con­se­gues ler mais que um ao mesmo tempo?
Consigo ler mais do que um, mas não o faço com regularidade, só mesmo se um dos livros for mais pesadote a nível de escrita ou se muito pesado para transportar.

Tens um lugar/​altura do dia pre­fe­rido para ler?
Sempre que tenho uma oportunidade. Tenho sempre um livro dentro da mala :)

Pre­fe­res livros incluí­dos em séries ou inde­pen­den­tes?
Independentes

Existe algum livro ou autor espe­cí­fico que este­jas sem­pre a reco­men­dar?
Não especificamente.

Como é que orga­ni­zas os teus livros?
Neste momento é onde há lugar…(um caos autentico) :P
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Obrigado à Estante de Livros pela partilha do questionário :D

Robin dos Bosques - Henry Gilbert

NOVIDADE
EUROPA AMÉRICA

Título: Robin dos Bosques
Autor: Henry Gilbert
Colecção: Clássicos
Preço: 21.25€
Pp.: 334



Sinopse:
Num tempo em que a fome e a pobreza devastavam a população de Inglaterra…Num tempo em que a luta pelo poder do trono gerava dos mais ferozes esangrentos combates então conhecidos…Num tempo em que Ricardo I, Coração de Leão, o Príncipe João («Sem Terra») e Saladino passaram à história quase como lendas…Nesse tempo, surgiu um homem que mudou o rumo de uma nação…
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Robin dos Bosques é o fora-da-lei mais amado de todos os tempos: lutador, irreverente, habilidoso no manejo do arco, o ladrão que roubava aos ricos para dar aos pobres tornou-se um símbolo de justiça e de liberdade. E foram muitas as baladas e muitos os poetas que cantaram os seus feitos.
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Henry Gilbert, em 1914, procurou reunir alguns dos melhores episódios atribuídos pela tradição àquele herói. Encontramos, assim, nesta edição belamente ilustrada, o romance que resultou desse trabalho: as aventuras dos companheiros da Floresta de Sherwood, que povoaram o imaginário de pessoas de todo o mundo — Robin dos Bosques, João Pequeno, Frei Tuck e Lady Marian.
O meu muito obrigado aos 186 participantes do passatempo "Laços que nos Unem" de Linda Gillard (clique no nome da autora e aceda à sua página) proporcionado pelo blogue e pelas Publicações Europa América .
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As respostas às questões colocadas são:
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1-Quem quer esquecer o seu passado?
R-Rose Leonard
2-Quem dá a Rose Esperança e amor necessários para viver cada dia?
R-A sua filha, Callum, um homem mais novo e frágil e os seus novos amigos.
3-Qual o nome da autora do livro?
R-Linda Gillard
4-A que colecção este romance pertence?
R-Contemporânea
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Os vencedores do passatempo são:
35- Paula Alexandra Gonçalves Nunes
125-César Miguel Domingues
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Parabéns aos vencedores e boas leituras :)

Tobias e o Anjo - Susanna Tamaro

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Esta é uma linda história que vou sempre recordar e recomendar.
Não é uma obra prima da literatura, mas é uma obra prima no que concerne à transmissão de mensagens que sendo tão simples e básicas são tão importantes e que nós adultos muitas vezes esquecemos.
Mensagens que nos fazem reflectir sobre as nossas acções do dia a dia com os nossos. Alertando-nos também para as imagens que as crianças criam e têm sobre o mundo dos adultos e de tudo aquilo que as rodeia quando são abandonadas à sua própria sorte ou ainda quando não lhes damos a devida atenção.
Marta, é uma criança que presencia diariamente as discussões dos pais, as palavras que atiram um ao outro, são para Marta linguagem lixo. Preferindo a linguagem das coisas, pois a linguagem das motorizadas, latas e árvores, é uma linguagem muito mais simpática do que a dos adultos, com excepção da linguagem do seu avô, esta sim, carinhosa, fiável, segura.
Mas um dia, o avô falta-lhe, os pais abandonam a casa deixando-a atrás e Marta vê-se sozinha, desamparada. Resolve então sair de casa e ir em busca do seu destino...
Numa busca incessante, esta menina descobre "tesouros" para a sua vida acabando os seus pais também por descobrir e tesouro que haviam abandonado!
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Algumas citações que mais me tocaram:
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"As árvores, os lençóis(...) contavam sempre coisas simpáticas. A linguagem dos grandes (...) era uma linguagem de lixo (...) sem graça, que não era possível por noutro lugar"
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"Sem projecto, o destino escapa-se das mãos como um papagaio em dia de vento"
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"A força que desenrola o novelo é só uma (...) - a força do amor"
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Uma história que recomendo :D
Classificação: 5/7 - Muito bom
O Blogue em conjunto com a Editorial Presença tem para oferecer um exemplar do livro "O Museu da Inocência" de Orhan Pamuk.
Eu diria que é um passatempo a não perder!!

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Sinopse:
O Museu da Inocência é uma história de amor, passada em Istambul, entre a Primavera de 1975 e os últimos anos do século xx, e conta a história da paixão obsessiva do herdeiro de uma família rica, Kemal, por uma prima afastada, Füsun, de um meio social menos favorecido. Mas Kemal está noivo da filha de uma das famílias da elite istambulense. Entretanto, Kemal começa a coleccionar objectos pessoais e outros que lhe fazem lembrar a sua amada. Esses objectos são simultaneamente um fetiche e uma crónica da sua felicidade e das mágoas, um mapa de sinais de todos os sítios onde estiveram juntos. Com o tempo, a compulsão do coleccionador acabará por dar origem a verdadeiro museu, que também permite explorar uma Istambul meio ocidental e meio tradicional, a sua emergente modernidade e a sua vastíssima história e cultura.
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Orhan Pamuk nasceu na Turquia, em 1952. Começou por estudar Arquitectura, mas acabou por se licenciar em jornalismo pela Universidade de Istambul, profissão que nunca exerceu. Grande estudioso e leitor insaciável, escreve desde os 23 anos, uma actividade que o tornou conhecido em mais de 50 países e lhe valeu inúmeros prémios e distinções. Em 2006 foi agraciado com o Nobel da Literatura. Orhan Pamuk começou a escrever O Museu da Inocência em 2002 e fez dele também uma homenagem a Poust, um dos autores que mais o influenciaram.
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Regras do Passatempo:
-O passatempo começa hoje dia 10 de Maio de 2010 e termina às 23.59h do dia 16 de Maio de 2010;
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
-As respostas às questões deverão ser enviadas para o mail viajarpelaleitura@gmail.com deverão enviar também NOME, MORADA COMPLETA E TELEFONE
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Para participar terá de responder acertadamente às seguintes questões:
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PASSATEMPO ENCERRADO
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Boa sorte aos participantes :D
A Porto Editora lança "Fragmento" de Warren Fahy
a 13 de Maio

Sinopse
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UMA ILHA INEXPLORADA E UMA DESCOBERTA CAPAZ DE RECONFIGURAR O DESTINO DA HUMANIDADE
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Seis jovens cientistas aceitam o desafio de um reality show e, entre amizades, amores, intrigas e uma descoberta que tem tanto de fascinante como aterrorizadora, vivem a aventura mais emocionante das suas vidas.
Quando a tripulação e elenco do reality show "Sealife" encontram a inexplorada ilha Henders, no Pacífico Sul, rapidamente percebem que não se trata da Lagoa Azul. Henders desenvolveu-se num total isolamento do resto do mundo, densa e habitada pelas mais exóticas e inimagináveis espécies predadoras. Enquanto os cientistas a bordo do "Sealife" se deslumbram com as descobertas, os políticos decidem se a investigação em curso compensa o risco que as criaturas da ilha podem representar para a Humanidade. É então que, a horas de se concretizar a destruição total da ilha, é descoberta vida inteligente em Henders, diferente de tudo o que alguma vez foi visto na Terra.
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Os fãs dos filmes da saga "Parque Jurássico" e da série televisiva "Perdidos" vão, certamente, gostar de Fragmento.
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O livro estará em destaque no último fim de semana da Feira do Livro em Lisboa
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Viagem ao Tecto do Mundo - O Tibete Desconhecido
de Joaquim Magalhães de Castro
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Lançamento na Feira do Livro de Lisboa (9 de Maio)
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Editorial Presença
O blogue em conjunto com as Publicações Europa América tem para oferecer dois exemplares do livro "Os Laços que nos Unem" de Linda Gillard.

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Rose Leonard quer esquecer o seu passado.
Refugiada numa pequena comunidade numa ilha ao largo da Escócia, dedica-se ao seu trabalho no silêncio e na solidão da sua casa à beira-mar. Porém, ela é assombrada por memórias indesejáveis.
A sua filha solitária, Callum, um homem mais novo e frágil, que quer exorcizar os seus demónios, e os seus novos amigos dão-lhe a esperança e amor necessários para viver cada dia. Mas terá Rose, presa à vida e sanidade por um fio, a coragem de dizer sim à vida e esquecer o passado?
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Sobre a autora:
Linda Gillard vive na ilha de Skye, a noroeste da Escócia. Foi actriz, professora e jornalista, antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro. É autora do livro de sucesso Sonhar as Estrelas, editado por Publicações Europa-América.
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Regras do Passatempo:
-O passatempo começa hoje dia 6 de Maio de 2010 e termina às 23.59h do dia 11 de Maio de 2010;
-Os participantes vencedores serão escolhidos aleatoriamente;
-Os vencedores serão contactados via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
-As respostas às questões deverão ser enviadas para o mail viajarpelaleitura@gmail.com deverão enviar também NOME, MORADA COMPLETA E TELEFONE
.
Para participar no passatempo terá de responder acertadamente às seguintes questões:
PASSATEMPO ENCERRADO
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Boa sorte aos participantes ;)

VISÃO - AUTORES LUSÓFONOS

É já amanhã que começa a nova colecção de autores lusófonos na revista VISÃO , seis títulos por apenas 1€ (cada).
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6 de Maio - "País de Carnaval" de Jorge Amado;
13 de Maio - "Nação Crioula" de José Eduardo Agualusa;
20 de Maio - "O Dia dos Prodígios" de Lídia Jorge;
27 de Maio - "Quantas madrugadas tem a noite", da autoria de Ondjaki;
2 de Junho - "As Duas Sombras do Rio" de João Paulo Borges Coelho;
9 de Junho - "Crónica de uma travessia", de Luís Cardoso.
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Títulos a não perder :)
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Obrigado J.A. pelo lembrete :P

ESTA SEMANA A PRESENÇA TEM OS SEGUINTES LIVROS COM 50% DESCONTO!!
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3 de Maio – O Mundo de Sofia
4 de Maio – A Última Feiticeira – A Saga das Pedras Mágicas
5 de Maio – O Diabo Veste Prada
6 de Maio – O Economista Disfarçado
7 de Maio – A Casa do Silêncio
8 de Maio – Coraline e a Porta Secreta
9 de Maio – A Rapariga Que Roubava Livros.
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Consulte aqui
Título: Os Laços que nos Unem
Autora: Linda Gillard
Colecção: Contemporânea
Preço: 20.51€
Pp.: 240

Rose Leonard quer esquecer o seu passado.
Refugiada numa pequena comunidade numa ilha ao largo da Escócia, dedica-se
ao seu trabalho no silêncio e na solidão da sua casa à beira-mar. Porém, ela é assombrada por memórias indesejáveis.
A sua filha solitária, Callum, um homem mais novo e frágil, que quer exorcizar os seus demónios, e os seus novos amigos dão-lhe a esperança e amor necessários para viver cada dia. Mas terá Rose, presa à vida e sanidade por um fio, a coragem de dizer sim à vida e esquecer o passado?

Linda Gillard vive na ilha de Skye, a noroeste da Escócia. Foi actriz, professora e jornalista, antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro. É autora do livro de sucesso Sonhar as Estrelas, editado por Publicações Europa-América.

«Lírico, assombroso e intrigante»
Isla Dewar
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Título: Mar de Sangue
Autor: Steve Mosby
Colecção: Crime Perfeito
Preço: 25.50€
Pp.: 292


Alex Connor quer fugir do seu passado. Após a morte da mulher, ele quer esquecer a sua vida e só a sua amiga Sarah lhe dá ânimo.
Sarah é assassinada e a Polícia, embora tenha descoberto o criminoso, que rapta mulheres e as tortura para que se esvaiam em sangue, não encontra o seu cadáver.

As horríveis buscas policiais obrigarão Alex a despertar para a vida e para várias mortes cruéis. Somente Paul Kearney, um agente da Polícia, parece compreender a sua espiral descendente na loucura e os dois terão de se embrenhar num mundo negro e sinistro.

Steve Mosby é a nova estrela do mundo do romance policial e tido pela crítica britânica como um dos autores mais originais neste género. É autor d’ O Assassino 50/50 e de Um Grito de Ajuda, obras publicadas nesta colecção.
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Título: Renoir
Autor: Pascal Bonafoux
Colecção: Grandes Biografias
Preço: 22.00€
Pp.: 272


«Não morrerei sem dar o melhor de mim...»
Obstinado, artista até ao fim dos seus dias, Renoir encontra-se entre as figuras de grandes artistas que têm um lugar de honra no Panteão Nacional de França. Um destino póstumo, ao qual ele não teria ficado indiferente.
Nascido em Limoges, Renoir cresceu em Paris, a dois passos do Museu do Louvre, para onde os seus pais, simples alfaiates, se mudaram em busca de uma vida melhor. Com 13 anos, o jovem Renoir teve de arranjar trabalho e, como desde a sua mais tenra idade revelou um verdadeiro gosto pelo desenho, passa a trabalhar para um ceramista. Como realiza um trabalho em cadeia, ele tem de pintar reis e rainhas, inspirando-se, para tal, em cenários de costumes de Lancret, em Diana no Banho de Boucher ou em outras obras de Fragonard que tanto o tinham impressionado no Louvre.
Mas a carreira profissional de Renoir não será esta. O seu encontro com Monet, Bazille, Sisley, Cézanne, Pissarro e todos aqueles que foram apelidados de «impressionistas», em 1874, foi decisivo. O seu destino era esse. Principiava então um longo ciclo de amadurecimento, de anos de boémia em Montmartre, nas Batignolles, intercalados pelas viagens a Espanha, à Algéria, pelas pinturas nas margens do Sena, na Normandia...
Nos anos de 1880, contra todas as expectativas, Renoir muda de estilo e depara-se com a incompreensão de todos, até dos seus amigos: as suas Grandes Banhistas escandalizaram! Era-lhe indiferente. Renoir persiste. Mesmo envelhecendo prematuramente e sofrendo de reumatismo, o que deformava o seu corpo, o enorme pintor em que ele se tornara nunca parou até finalizar uma obra, um «bom trampolim» para os futuros trabalhos. Modéstia...
Pascal Bonafoux é historiador e ensina História da Arte na Universidade de Paris VIII. É autor de inúmeras obras, entre as quais Monet e as Correspondances Impressionnistes.
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Título: Os Filósofos no Divã
Subtítulo: Quando Freud se Encontra com Platão, Kant e Sartre
Autor: Charles Pépin
Colecção: Biblioteca das Ideias
Preço: 21.50€
Pp.: 264

Quando Platão, Kant e Sartre, imortais, se deitam no divã de Freud, surgem,
ao longo de um dia inédito, as perguntas de Filosofia mais importantes.
Ao vestir a pele dos filósofos, Charles Pépin guia-nos ao longo de uma apaixonante viagem, lúdica e romanesca, ao coração da História do Pensamento Ocidental.
A originalidade desta obra reside no facto de as opiniões dos filósofos serem abordadas de acordo com o que viveram e sentiram e de os sistemas filosóficos surgirem indissociáveis das obsessões dos seus autores: o idealismo de Platão, a lei do dever de Kant e a forma como Sartre olhava para os outros.
Uma análise que se assemelha a tantas que nós fazemos hoje em dia, tal é a forma como se esboça o retrato do homem ocidental.

Charles Pépin, 35 anos, escritor e professor agregado de Filosofia, dá aulas no liceu do Estado da Legião de Honra de Saint-Denis e no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Depois de ter publicado dois romances notáveis (Descente e Les Infidèles), editou um ensaio de introdução à Filosofia que teve uma grande aceitação junto do público: Une Semaine de Philosophie.
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Título: O Multiculturalismo
Autor: Patrick Savidan
Colecção: Saber
Preço: 8.90 €
Pp.: 116

O multiculturalismo é uma premissa ancestral da história da Humanidade.
Porém, ele é também o alvo central de muitas «guerras de culturas», de tensões sociais e de crises políticas, muitas vezes resultantes de uma percepção errada do contexto histórico-político e económico-social.
Ora, na actual sociedade, cada vez mais globalizada, em que cada nação é um «mosaico cultural», a questão do multiculturalismo é um fenómeno que merece a atenção e envolvimento de toda a comunidade e não só dos agentes
políticos.
É neste contexto que esta obra se inscreve, ao procurar introduzir o leitor:
o nos meandros dos desafios das normas do multiculturalismo, dos seus problemas políticos e étnicos, das convicções, propósitos e aspirações;
o nos diferentes modelos de posições multiculturais;
o na temática central de reavaliação da importância e de responsabilização do papel do Estado democrático;
o nas questões de aplicação e de eficácia das políticas multiculturalistas.
Uma obra incontornável para o entendimento de uma sociedade cada vez mais
multicultural.
Patrick Savidan é professor-adjunto na Universidade Paris VI, bem como presidente do Observatório Para as Desigualdades, director da revista de filosofia Raison publique e responsável pela colecção «Mondes Vécus» na editora Grasset. Publicou em co-autoria com Sylvie Mesure o Dictionnaire des Sciences Humaines (2006, PUF).
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Título: 2012 – Extinção ou Utopia
Subtítulo: As Profecias do Juízo Final
Autor: Allan J. Danelk
Colecção: Millenium
Preço: 18.50€
Pp.: 234

Será 2012 o fim do mundo, tal como o conhecemos?
De 2012 ao aquecimento global e à pandemia mundial, os cenários do dia do juízo final têm um papel de cada vez maior destaque nas nossas vidas. Será que algum destes cenários apresenta um risco real e iminente? Porque é que a cultura moderna continua a acreditar nestas crenças desoladoras, e de que forma elas influenciam o nosso mundo?

Separando a ficção da realidade, J. Allan Danelek escrutina 2012, a data que marca o fim do antigo calendário maia, e analisa a fundo para descobrir se ele indica o fim do mundo ou o princípio de um mundo novo. Danelek também analisa várias convicções passadas e presentes sobre o fim do mundo (das profecias bíblicas à guerra biológica) e discute as profecias de profetas
famosos, como Nostradamus e Edgar Cayce.
Com uma lógica penetrante, Danelek explora objectivamente as ameaças apocalípticas que prenderam a nossa imaginação… e revela um conhecimento surpreendente sobre que futuro — medonho ou esplendoroso — está traçado para a Humanidade.

J. Alan Danelek é um investigador ávido do paranormal que gosta de apresentar teorias alternativas sobre o nosso mundo estranho e fascinante.
Alguns dos seus textos têm vindo a ser publicados na revista FATE e é um convidado recorrente no programa Coast to Coast, apresentado por George Noory. É também o autor de UFO’s: The Great Debate, Atlantis, Lessons from the Lost Continent e The Case for Ghosts. Reside actualmente no sopé das colinas de Denver, no Colorado, com a sua mulher e os seus dois filhos.
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Título: Se está Avariado Ponha-o a Funcionar
Subtítulo: Como arranjar as coisas do dia-a-dia
Autor: Nick Harper
Colecção: Arte de Viver
Preço: 12.36€
Pp.: 198

Este é um guia essencial, que lhe permitirá reparar todas aquelas pequenas
coisas que sempre lhe disseram que não têm arranjo. Se Está Avariado,
Ponha-o a Funcionar! está cheio de soluções práticas. E com ele vai aprender
a:
o remover as manchas negras das frigideiras
o reparar um leitor de CD que já não tinha salvação possível
o recuperar uma camisola que encolheu com a lavagem
o arranjar a alça de uma mala
o consertar um chapéu de chuva… e muito, muito mais!
Com mais conselhos e sugestões do que uma enciclopédia e escrito de forma fácil de compreender e à prova de idiotas, a questão é: poderá dar-se aoluxo de não adquirir este livro?
(Resposta: não.)
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Título: Escola de Futebol – Jogo em Equipa
Autor: Jefferies e Goffe
Colecção: Europa-América Juvenil
Preço: 16.25€
Pp.: 100

O Lourenço não marca golos e a equipa está desanimada. Não tarda, o Tiago termina o primeiro ano na escola de futebol e a Casa Alfa está prestes a ganhar a taça. E todos estão muito nervosos porque têm apenas dois jogos pela frente. A Vera sente que perdeu o seu talento.
O Tiago já teve a sua conta e acha que deve ser ele o próximo capitão da equipa. Será o fim de grandes amizades?
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Título: Como Tratar da Sua Horta
Subtítulo: Como arranjar as coisas do dia-a-dia
Autores: Louis Giordano e Daniel Puiboube
Colecção: Euroagro
Preço: 16.50€
Pp.: 152


Nos dias que correm, há uma preocupação cada vez maior com a qualidade dos
alimentos que ingerimos (e os químicos que contêm), e os legumes não são excepção.

Provavelmente, já deu consigo a pensar: «E se eu tivesse uma pequena horta?
Poupava algum dinheiro e podia dar uma alimentação mais saudável à família…»
Mas desistiu rapidamente desta ideia, pois não saberia por onde começar…
Pois bem, chega agora até si este pequeno guia útil e prático, que não só lhe apresenta os legumes de A a Z como também o ajudará a:

o preparar a terra para o cultivo
o conhecer as propriedades do solo e das sementes
o saber o que plantar e quando
o manter a horta livre de pragas

Está na hora de meter mãos à obra e cultivar o seu cantinho biológico! Leia os conselhos e as dicas que lhe propomos e desfrute dos seus legumes:
frescos, muito saudáveis e deliciosos!

A Luz dos Livros

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