Os números não enganam: 250 mil livros vendidos em Portugal! “O Bando das Cavernas”, a coleção que nasceu da imaginação de Nuno Caravela (texto e ilustração), é um sucesso entre os mais novos.
Para assinalar esta época natalícia, o autor quis brindar os fãs e escreveu um volume especial. Além da história, que explica como nasceu o Bando das Cavernas, este livro trás muitas atividades e ainda um jogo pré-histórico de oferta!



Sinopse:
Afinal como eram os nossos amigos em crianças? O que faziam e como se divertiam? Onde se conheceram? Como surgiu o nome «O Bando das Cavernas»? Quando é que conheceram o Crava, o Tremoço e o Pinguinhas? E quem se lembrou de chamar a esses três «O Bando Dos Que Têm a Mania Que São Bons»? Por que razão os dois bandos se tornaram rivais? Neste divertido livro, vais encontrar todas as respostas a estas perguntas e ainda curiosidades, passatempos, humor e muitas surpresas. Descobre como tudo começou há 10 000 anos e... junta-te ao Bando!
  Ruby  

Tocha

Vindo dos confins do tempo, "O Bando das Cavernas": Como Tudo Começou! está repleto de aventuras e gargalhadas. Tudo por causa de um grupo muito especial de amigos: o Tocha, a Ruby, o Menir, o Kromeleque, o Tzick e o Sabre. Eles são o "Bando das Cavernas"!


Autor:
Nuno Caravela nasceu a 1 de Agosto de 1968 e é um conhecido autor e ilustrador com vários livros publicados. A sua coleção de maior sucesso é precisamente “O Bando das Cavernas”. O ilustrador tem percorrido várias cidades do país a convite de escolas, fruto do sucesso da coleção.

«Com esta coleção pretendo, acima de tudo, divertir e estimular a imaginação dos mais novos, transportá-los ao longo das páginas para um mundo de descobertas, onde tudo é possível. Onde todos os personagens, cada um com as suas diferenças, limitações, defeitos e virtudes, se tornam amigos nos quais se pode confiar e que acompanhamos em qualquer aventura.» - Nuno Caravela.



A Família da Rua Sem Saída, um clássico da literatura infanto-juvenil inglesa e vencedor da Carnegie Medal, um dos mais importantes prémios da literatura infanto-juvenil do Reino Unido, chega agora a Portugal pela mão da Fábula. Uma história intemporal e marcante, que mostra a visão de uma família pobre, ao invés da família de classe média que habitualmente se retratava na época.


Sinopse:
Uma história repleta de ternura e humor, que nos relembra que a felicidade está nas pequenas coisas.
Os Ruggles são, provavelmente, a família mais unida e divertida da Rua Sem Saída.
Não existem momentos de tédio nesta família. Os sete filhos - três raparigas e quatro rapazes - dão cabo do juízo dos pais com as suas escapadelas e tropelias - como a inesperada viagem aérea de Jim a bordo de um cano de esgoto... ou aquela ocasião em que a pequena Peg acabou nos braços de um polícia, em Londres... Até William, o bebé da família, saiu muito cedo da casca.


Autor:
Eve Garnett nasceu em 1900, no centro de Inglaterra. Estudou arte no Chelsea College of Arts e especializou-se na Royal Academy of Arts, em Londres.
Quando era estudante na capital, Eve costumava deambular pelos bairros degradados, sensibilizando-se com as condições de vida da população e, ao mesmo tempo, surpreendendo-se com a alegria das crianças que neles habitavam. Esta situação social foi a fonte de inspiração para a sua obra-prima, A Família da Rua Sem Saída.
Publicado pela primeira vez em 1937, este livro foi recusado por alguns editores, que consideraram a temática desadequada para crianças, pois os livros de maior sucesso na altura tinham como protagonistas famílias abastadas ou animais.. Eve Garnett morreu em 1991, tendo ilustrado vários livros infantis.


David Litchfield, o autor de O Urso e o Piano, vencedor do Prémio Waterstones para melhor livro ilustrado, regressa com mais uma história adorável. Com ilustrações encantadoras, O Gigante Secreto do Avô retrata a amizade e os fortes laços que se criam na relação entre avós e netos. Um livro mágico!

Sinopse:
Quando o avô lhe diz que existe um gigante escondido na sua cidade, que ajuda toda a gente em segredo, o Billy não acredita. Por isso, decide procurá-lo. Mas quando finalmente o vê com os seus próprios olhos, ele fica aterrorizado!
O que o Billy não sabe é que aquele enorme e assustador gigante está prestes a ensinar-lhe uma importante lição...

Divertida e ternurenta, esta é uma história GIGANTE sobre a amizade e a aceitação da diferença, que não vai deixar ficar ninguém indiferente.


Citações:
«As ilustrações são maravilhosas, cheias de cores. É uma sensação maravilhosa», The Huffington Post
«Emocionante e visualmente deslumbrante, este livro é realmente um tesouro», The Daily Mail
«Um livro maravilhoso sobre a aceitação que deve apreciado por crianças de todas as idades», Literacy Shed
«Através de sua encantada prosa e das belas ilustrações, David Litchfield criou outra história maravilhosa, perfeita para partilhar», Love Reading 4 Kids
«Uma alegoria bonita. Uma leitura prazerosa», Reading Is Our Thing


Autor:
David Litchfield é um aclamado autor e ilustrador de livros infantojuvenis. O seu estilo destaca-se pela envolvência dos cenários e o uso de diversas técnicas tradicionais combinadas com ferramentas digitais. Este seu primeiro livro foi publicado em 12 línguas, com grande aplauso da crítica à escala global, e venceu o Prémio Waterstones para Melhor Livro Ilustrado.


Dezembro está quase a chegar e os nossos passatempos também.
Este ano, a administração aqui do "estaminé" decidiu que os passatempos serão só para os mais novos! 
E para que os livros cheguem a tempo de serem oferecidos, os passatempos vão começar e terminar cedo. Assim, chegam ao sapatinho atempadamente!!
Estejam atentos, porque começamos já dia 1 de Dezembro!!!


Sinopse:
Não tens de ser grande nem valente para encontrares a tua voz. Nem sempre é fácil ser pequeno. Mas quando o Rato parte em viagem à procura do seu rugido, descobre que até a mais pequenina criatura pode ter um coração de leão. 

Opinião:
Mais uma aposta ganha pela Editorial Presença.
Uma obra com ilustrações lindas e com uma mensagem riquíssima. Os mais pequenos vão adorar este Leão feroz e fanfarrão e o pequeno ratinho que é pequenino, mas com a coragem e o coração do tamanho do mundo. Quem imaginaria que dois animais assim, se tornariam os melhores amigos??  É verdade, vão ser os melhores amigos, uma dupla engraçada, mas de respeito…
Uma obra adorável que os mais pequenos vão adorar…

“O Rato é sempre pequeno, mas sente-se o MAIOR.
E o Leão? Em vez de rugir, só se ri à gargalhada!
Sim, nesse dia aqueles DOIS aprenderam
Que, seja qual for o nosso tamanho,
Todos nós temos um rato
E
Um Leão cá dentro.”

Para mais informações procurar aqui.



«Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.»



Sinopse:
O Lápis Mágico de Malala é a verdadeira história de uma menina que desejava um mundo melhor.
Quando Malala era ainda uma criança, no Paquistão, ela desejava ter um lápis mágico para:
Desenhar uma fechadura na porta do seu quarto para que os irmãos não a incomodassem.
Parar o tempo, e assim poder dormir mais uma hora todas as manhãs.

Mas Malala cresceu e o mundo mudou, bem como os seus desejos. Em vez de um lápis mágico, Malala usa agora um lápis bem real para escrever. E os seus desejos começaram a realizar-se.
Um livro inspirador para que as crianças a partir dos 5 anos conheçam a história de Malala.

Opinião:
A sinopse resumidamente diz tudo, só não diz o carinho, a humildade, a preocupação pelos outros e a coragem que as palavras desta menina transmitem. Um livro belíssimo, que todas as meninas e meninos deveriam ler, que dá esperança até ao adulto com o coração mais gelado.

Para os que desconhecem esta menina (agora já adulta), vou transcrever desta obra, o que desde muito nova fez, para melhorar este mundo que por vezes é tão cruel.

MALALA YOUSAFZAI tornou-se conhecida, com apenas onze anos, ao escrever para a BBC Urdu acerca da vida sob o regime talibã no Paquistão. Com o pseudónimo Gul Makai, deu voz à luta da sua família pelo direito das raparigas à educação no Vale de Swat. Em 2012, tornou-se um alvo a abater pelos talibãs, até que um dia foi alvejada quando ia da escola para casa. Sobrevivei quase por milagre. Vive actualmente com a família em Inglaterra, onde continua a sua campanha pública pela educação. Foi agraciada com o National Youth Internacional Ambassador of Conscience Award. Em 2013, criou o Malala Fund (mulala.org), graças ao qual se têm aberto escolas para raparigas no Médio Oriente. Em 2014, tornou-se, aos 17 anos, a pessoa mais jovem de sempre a ser distinguida com o Prémio Nobel da Paz.”

Recomendo, sem qualquer dúvida.

Para mais informações procurar aqui.


E, por sugestão da nossa visitante Maria João, vamos dar início a uma rubrica intitulada "Onde Está o Vasco?" (qualquer semelhança com os livros da nossa infância - Onde está o Wally?" é pura coincidência) .

Maria João, ficas desde já avisada que só pela tua sugestão já ganhaste um livro!!! Envia os teus dados para o mail do blogue!

É verdade, nós somos assim, oferecemos livros sempre que nos dá na real gana ^_^

Portanto, a rubrica consiste em postarmos uma foto em que o Vasco se encontra no meio de uma multidão. O que vocês têm de fazer para tentar ganhar o livro é o seguinte:
- analisar a foto e ver onde está o Vasco;
- assinalar na foto onde está o Vasco,
- reenviar a foto para o nosso mail (viajarpelaleitura@gmail.com) com os vossos dados.
- vocês apenas poderão procurar o Vasco, na foto (não na vida real), durante dois dias a partir do momento em que nós colocamos a rubrica on line. Ou seja, têm dois dias para nos enviar a foto e os vossos dados.
- sortearemos o vencedor entre aqueles que acertarem e ofereceremos um livro!!

Vocês não conhecem o Vasco??
Podem consultar o perfil dele no blogue ou... sei lá... vocês saberão como pesquisar ^_^
Não se esqueçam, o gajo é escritor! A foto dele está pela net!!

Estejam atentos que a rubrica começa dentro de dias e vai contar com a parceria...



A vencedora do passatempo "Onde Cantam os Grilos"
é
Elsa Nunes
de Almada

Elsa tens, a partir de hoje, 30 dias para enviar os teus dados para o mail do blogue.
Parabéns!!





Este mês e com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar de "Querido Mundo"para sortearmos entre os participantes da rubrica de Novembro. Este é um relato de Bana Alabed que nos dá a conhecer a sua história e a do seu povo. 


Sinopse:
Quando Bana Alabed, uma menina de oito anos, acedeu ao Twitter para descrever os horrores da guerra na Síria, onde ela e a família viviam, as suas mensagens angustiantes emocionaram o mundo e deram voz a milhões de crianças inocentes.

A infância feliz de Bana foi subitamente interrompida pela guerra civil no país, quando tinha apenas três anos. Ao longo dos quatro anos seguintes, ela testemunhou diariamente os efeitos de bombardeamentos, a destruição e o medo. Esta aterradora experiência culminou no violento cerco de Aleppo em que Bana, os pais e os dois irmãos mais novos ficaram encurralados, com escasso acesso a alimentos, água, medicamentos e outros bens essenciais.

Escrito com as próprias palavras de Bana e incluindo cartas comoventes de Fatemah, sua mãe,Querido Mundo não é apenas um relato absorvente de uma família num país em guerra - é também um olhar único e pungente de uma criança sobre uma das maiores crises de sempre da Humanidade. Bana perdeu a sua melhor amiga, a escola que frequentava, o lar e a sua terra natal. Mas não perdeu a esperança - para ela e para todas as crianças do mundo que são vítimas e refugiadas de guerra e que merecem uma vida melhor.

Bana Alabed nasceu em 2009, em Aleppo, Síria. Tornou-se conhecida à escala global pelos tweets que escreveu durante o cerco de Aleppo, em 2016, e pelos seus apelos à paz e ao fim de todos os conflitos armados no mundo. As suas mensagens no Twitter granjearam-lhe legiões de admiradores por toda a parte ao transmitirem uma notável visão dos horrores diários infligidos à cidade, desde os ataques aéreos, à fome, à probabilidade de a família morrer. Em dezembro de 2016, Bana, os pais e os irmãos foram evacuados em segurança de Aleppo para a Turquia. Quando for grande, Bana gostaria de ser professora, como a mãe. O pai é advogado e ela tem dois irmãos mais novos, Noor e Mohamed. Querido Mundo é o seu primeiro livro.


Por aqui estamos a ler...



E agora, contem-me vocês, o que estão a ler???
Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.
 
Sinopse:
O Lápis Mágico de Malala é a verdadeira história de uma menina que desejava um mundo melhor.
Quando Malala era ainda uma criança, no Paquistão, ela desejava ter um lápis mágico para:
Desenhar uma fechadura na porta do seu quarto para que os irmãos não a incomodassem.
Parar o tempo, e assim poder dormir mais uma hora todas as manhãs.

Mas Malala cresceu e o mundo mudou, bem como os seus desejos. Em vez de um lápis mágico, Malala usa agora um lápis bem real para escrever. E os seus desejos começaram a realizar-se.
Um livro inspirador para que as crianças a partir dos 5 anos conheçam a história de Malala.


Autora:
Malala Yousafzai nasceu em 1997 no Paquistão. Mora agora em Birmingham, Inglaterra, e pretende dedicar sua vida a lutar pela paz e pela educação. Foi a pessoa mais jovem a receber o prémio Nobel da Paz em 2014.


Para mais informações procurar aqui.



Sinopse:
Quem concebeu a nova biblioteca municipal foi Luigi Lemoncello, o maior criador de jogos do mundo. Ao saber disto, Kyle faz tudo para ir à Grande Gala de Inauguração. Mas o mais difícil não é entrar na biblioteca - o verdadeiro desafio está em sair de lá! Kyle terá de ser muito astuto, porque fiar-se nos dados ou na sorte não é suficiente para resolver os enigmas do Sr. Lemoncello…

Fuga da Biblioteca do Sr. Lemoncello é uma aventura envolvente, vencedora de vários prémios internacionais e repleta de personagens encantadoras. Agora em filme no canal Nickelodeon!


Citações:
«Muitos enigmas para desvendar, trocadilhos e referências a conhecidos livros infantis, esta é a história ideal para quem gosta de ler e de jogar.» | Kirkus

«Um livro envolvente e muito criativo. Um hino às bibliotecas e à literatura, sucessor digno de Willy Wonka, de Charlie e a Fábrica de Chocolate.» | Booklist

«Os apaixonados por livros vão apreciar as várias referências a títulos bem conhecidos, e quem gosta de jogos vai deliciar-se a tentar decifrar todas as pistas. Um livro que enaltece o trabalho de equipa, a perseverança e a perspicácia.» | Publishers Weekly

«Descobre a biblioteca mais fixe do mundo!» | James Patterson, escritor
  
Para mais informações procurar aqui.


Concordam?
Um destes dias encontrei um artigo sobre este assunto, que “achei” muito interessante e resolvi partilhar convosco.
Transcrevo aqui algumas partes. Para lerem o artigo completo passem por aqui.

 “Fomentar a leitura em qualquer idade sempre é sinónimo de enriquecimento, mas incentivar esse hábito entre os mais jovens da sociedade é uma garantia total de um futuro melhor. Uma criança que lê irá se convertendo em um adulto com ideias próprias e uma mentalidade firme, capaz de questionar o que a cerca e de compreender mais facilmente seu lugar no mundo.”

“Uma criança que lê será um adulto que pensa, porque não há um domínio maior do conhecimento do que aquele que nos oferecem os livros. Quando lemos nos nutrimos de imaginação e raciocínio que os outros depositaram em folhas em branco, e somos mais receptores quando nos abrimos: as crianças, sem preconceitos, são capazes de ler com toda a sua gama de emoções depositadas na leitura.”

Sinopse:
«Não precisamos de magia para transformar o nosso mundo; nós já temos o poder de que necessitamos dentro de nós.» 
J.K. Rowling

Quando J.K. Rowling foi convidada para fazer o discurso de abertura da cerimónia de formatura na Universidade de Harvard, escolheu falar aos jovens recém-licenciados sobre dois temas que muito preza: os benefícios do fracasso e a importância da imaginação. Ter a coragem de fracassar, disse ela, é tão essencial para uma vida boa como qualquer ato de sucesso; imaginarmo-nos no lugar de outras pessoas - em especial daquelas que são menos afortunadas que nós - é uma qualidade genuinamente humana que deve ser incentivada a todo o custo.

As histórias partilhadas por Rowling e as questões estimulantes que ela colocou aos jovens licenciados inspiraram desde então muitos outros a refletirem sobre o que significa viver uma «vida boa». Agora essas suas palavras, pela primeira vez em forma de livro, servem não só como motivação mas também de alerta para qualquer um de nós - independentemente da idade - que se encontre num ponto decisivo de viragem. ao ousar correr riscos, e talvez fracassar, e ao explorar o poder da nossa imaginação, todos nós podemos começar a viver de forma menos circunspecta e, ao fazê-lo, tornamo-nos mais abertos às oportunidades que a vida tem para nos dar.


Sinopse:
«Apesar da beleza da paisagem, dos campos de arroz, do verde omnipresente, dos templos hindus, dos macacos zangados, uma das melhores coisas que trouxe de Bali foi uma oferta do João, que me embrulhou e ofereceu uma palavra, talvez duas: Jalan significa rua em indonésio, disse-me. Também significa andar. Jalan jalan, a repetição da palavra, que muitas vezes forma o plural, significa, neste caso, passear. Passear é andar duas vezes. (…) Passear é o que fazemos para não chegar a um destino, não se mede pela distância nem pela técnica de colocar um pé à frente do outro, mas sim pelo modo como a paisagem nos comoveu ou como o voo de um pássaro nos tocou. É um pouco como a arte, tem o valor imenso de tudo aquilo que não tem valor nenhum. Pode não ter razão, destino, objetivo, utilidade, e é exatamente aí que reside a riqueza do passeio. Não existem profissionais do passeio. Chesterton, que era um grande apologista do amador, dizia que as melhores coisas da vida, bem como as mais importantes, não são profissionalizadas. O amor, quando é profissionalizado, torna-se prostituição.»
Da autora de Tudo, Tudo... e Nós chega um novo romance O Sol Também É Uma Estrela.
Sinopse:
A história de uma rapariga, um rapaz e o universo.

Natasha: Sou uma rapariga que acredita na ciência e nos factos. Não acredito no destino. Não sou de todo aquele tipo de rapariga que encontra um rapaz simpático numa rua nova-iorquina cheia de gente e se apaixona por ele. Não quando a minha família está a doze horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não será a minha história.

Daniel: Sou o bom filho, o bom estudante, correspondendo sempre às elevadas expectativas dos meus pais. Nunca fui o poeta. Ou o sonhador. Mas quando a vejo, esqueço tudo isso. Algo em Natasha faz-me pensar que o destino nos reserva, a ambos, alguma coisa muito mais extraordinária.

O universo: Cada momento das nossas vidas conduziu-nos a este momento único. Há um milhão de futuros perante nós. Qual deles se tornará realidade?


Citações:
«Uma escrita admirável.» | People Magazine
«Uma narrativa sobre aquilo que determina a paixão... Se gostou de Tudo, Tudo... E Nós, descobrirá tantas ou mais razões para adorar este livro.» | Entertainment Weekly
«... uma abordagem profunda ao amor, ao acaso e à maturidade - e às diversas formas como interferimos uns nos outros, muitas vezes sem nos apercebermos disso.» | New York Times Book Review
«O retrato emocionante e arrebatador de uma relação acidental.» | Publishers Weekly
«Lírico e intenso, repleto de esperança, desilusão, imprevisibilidade... e da vibração universal do coração.» | Booklist

Para mais informações procurar aqui.





Sinopse:
O meu nome é Li e esta é a minha história. Como todos os livros, tenho palavras guardadas nas minhas páginas. Algumas são tristes, outras são alegres, algumas são assustadoras e outras derretem o meu coração. São palavras de todas as cores e que fazem de mim quem sou. E tu? Que Cores têm as tuas Palavras?
Citações:
«Algumas palavras apago. Não quero que façam parte de mim. Mas outras escrevo letra a letra, bem devagarinho, e guardo-as num cofre secreto.»Susana Pedro, em Que Cores Têm as Tuas Palavras?

Para mais informações procurar aqui.






Sinopse:
Este é um livro novo e inovador: novo pelo tema - um mistério por resolver no século XIX na cidade de Hokitika, Nova Zelândia, que reagrupa o destino de doze personagens - e inovador pela estrutura reinventada dos romances vitorianos.
A corrida ao ouro, o tráfico de ópio, a prostituição e a expiação do passado de cada uma das personagens, além de um grandioso mistério por resolver, relevam a singularidade desta obra: é um thriller e um romance histórico, iluminado por referências astrológicas e chaves simbólicas orientadoras do destino das personagens. Surpreendente e viciante, eis ficção ao mais alto nível literário. Este romance de Eleanor Catton é incontornável, tendo sido reconhecido com o Man Booker Prize 2013.

Opinião:
O mistério relatado nesta obra passa-se no século XIX na cidade de Hokitika, na Nova Zelândia, na altura da grande “febre” do ouro. 
Um mistério onde se encontram mais de 12 personagens, que são todas tão diferentes no seu caráter que facilmente o leitor absorve todos os nomes e o que cada uma delas faz nesta história, como se tivéssemos um puzzle de mil peças e as vamos ligando umas às outras, esta autora, sem dúvida que faz esta ligação muito bem. A autora também consegue transmitir-nos o clima chuvoso e sombrio de Hokitika e da maioria das personagens, o que faz com que nos sintamos parte integrante deste mistério. Neste relato tanto viajamos para o passado como estamos no presente, mas tudo é feito  de uma forma simples sem que o leitor se possa sentir confuso, para que assim se possa juntar as tais peças do puzzle, para resolver esta intriga.

Para mim o grande e único ponto negativo nesta obra, que embora seja de  uma narrativa fluída, são por vezes as partes demasiado descritivas que faz com que a leitura se torne bastante enfadonha, e que me fez pensar se devia continuar com a sua leitura ou se devia desistir (tenho sempre algum receio que certas obras se arrastem nesse enfado e seja uma perda de tempo, e que poderia estar a ler algo bem melhor). Mas entretanto vinha um capitulo cheio de “vida” que me despertava, como se estivesse num sono profundo e acordasse cheia de energia e num belo dia de sol. Por vezes julgo que se devia ao caráter de uma ou outra personagem que era mais melancólica, mas outras vezes penso que se descreviam certas “coisas” que poderiam ser feitas de uma forma mais simples e enérgica.

Resumindo, o livro espremido tem muito “sumo”, tem uma história muito imaginativa e interessante, mas como tanto passamos por partes extremamente enfadonhas, como por partes muito empolgantes, penso que nem todos os leitores terão paciência de pegar nestas 888 páginas.
O lançamento do romance «1640» será  no dia 23 de Novembro, quinta-feira, às 18.30, no Palácio Galveias, ao Campo Pequeno, em Lisboa. A apresentação do livro será feita por Miguel Real e Hélder Fernando.



Sinopse:
1640 é um marco fundamental na História de Portugal, o da Restauração da Independência, após 60 anos de domínio espanhol, quando os portugueses se revoltaram e elegeram um rei português, D. João IV. 
O romance surge na sequência do D. Sebastião e o Vidente, depois do trágico fim da monarquia de Avis e anexação de Portugal pela Espanha. A acção decorre entre 1617 e 1667, período riquíssimo em factos, dramas e personagens, que lutam pela sua libertação e sobrevivência, face a uma crise social, económica e política, imposta por Filipe IV/Olivares, coadjuvados por Diogo Soares e Miguel de Vasconcelos, um triunvirato que só terá paralelo na Troika de 2011. 
Quatro guias singulares conduzem o leitor nesta viagem ao passado, através dos seus dramas pessoais e colectivos: o poeta proscrito Brás Garcia Mascarenhas, autor da epopeia Viriato Trágico; a professa Violante do Céu, a Décima Musa da poesia barroca, enclausurada no convento; D. Francisco Manuel de Melo, o maior prosador ibérico do século XVII, prisioneiro na Torre; e o Padre António Vieira, o mais brilhante pregador do seu tempo, a contas com a Inquisição.

Autora:
Deana Barroqueiro nasceu em New Haven Connecticut, nos Estados Unidos da América, em 23 de julho de 1945. Foi essencialmente através da escrita que tomou consciência do seu ser e se relacionou, comunicando e comungando, com o mundo que a rodeava.
Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, de cujo grupo de teatro fez parte juntamente com Luís Miguel Cintra, Luís Lima Barreto, Jorge de Silva Melo e tantos outros, num tempo conturbado mas de contínua mudança que recorda com saudade e emoção. 
Por vocação, tornou-se professora de Português, fazendo o estágio na Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa, onde tem concretizado a maioria dos seus projetos de Teatro e de Escrita Criativa com os alunos, tendo publicado várias obras com o Grupo de Trabalho do M.E. para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, a Câmara Municipal de Lisboa e o Instituto de Inovação Educacional.
Deana Barroqueiro confessa-se uma apaixonada da Língua e Cultura portuguesas, em particular dos Séculos XVI a XVIII, que estuda há mais de vinte anos, e sendo, por natureza ou vício, uma contadora de histórias, não resistiu ao desejo de partilhar, com quem a quiser escutar, essas surpreendentes descobertas das vidas aventurosas ou trágicas, por isso mesmo tão humanas e próximas, de personagens históricas que fazem parte do nosso imaginário coletivo. 
Publicou oito romances históricos e dois livros de contos, os quais já se encontram traduzidos e editados em Espanha, em Itália e no Brasil. No dia 21 de novembro de 2003, nos Estados Unidos da América, durante o sarau para atribuição de prémios do Concurso Literário Proverbo, de cujo júri fez parte, a escritora recebeu um louvor pela Câmara de Newark, em reconhecimento do seu contributo para a divulgação e promoção da língua e cultura portuguesas entre as comunidades de emigrantes da América, Canadá e Europa.
É autora do primeiro livro de ficção editado pela Porto Editora, D. Sebastião e o Vidente e venceu o Prémio Máxima de Literatura (Prémio Especial do Júri).

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