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Opinião:
Há livros que lemos e que nos tocam, mas tocam-nos de forma distante. Este é um livro que exerce o poder de nos tocar, mas de forma muito profunda. Não é fácil terminar de ler esta obra e partir para outra. As personagens aqui presentes, ficam connosco durante várias horas, vários dias... Posso dizer que já li muito sobre o Holocausto, mas nenhuma me levou às lágrimas como esta. Talvez porque as que li apresentassem os acontecimentos como factos horrendos, mas apenas factos. Esta mostra-nos estes factos, mas imbuídos de um sentimento atroz. Acho que ninguém ficará indiferente a esta escrita. A minha memória levou muito tempo a esquecer Sarah, Esther e o pequeno Daniel. 
Já todos sabem o que se passou nos campos de concentração na Polónia e noutros locais e nesta obra o autor soube aproximar o leitor do sofrimento dos que foram violados nos seus direitos mais básicos!
A certa altura do livro, o autor diz-nos que para descrever o sofrimento em Auschwitz teriam de ser inventadas palavras novas, no entanto e a meu ver o autor conseguiu fazê-lo!
Adorei esta leitura e recomendo sem reservas!

(Lido em 2015)
Opinião:
Chimamanda Ngozi, apresenta-nos 12 histórias, cujas personagens principais são mulheres. Mulheres que vivem na Nigéria e na América, mulheres separadas por um oceano, um oceano recheado de diferenças! Mulheres que sofrem com a injustiça do seu país, com a discriminação e com a evolução de um outro – América - onde é sonhada uma vida fácil, mas onde o progresso origina tanto a fartura como a solidão.
Chimamanda nasceu na Nigéria em 1977, sentiu e viu todas as injustiças cometidas contra o seu povo, familiares e amigos. Presenciou uma luta pela igualdade que nunca chegou na prática!
A autora fala-nos da diversidade étnica do seu país, da guerra civil a que este esteve sujeito depois da independência, tudo isto, através dos gestos e atitudes das personagens que povoam a narrativa. Pode-se afirmar que este conjunto de histórias espelham vários acontecimentos que nos mostram os problemas sociais e de integração de um povo pautado pelo sofrimento.
Gostei e espero ler em breve "Americanah" e Meio Sol Amarelo.

Cervantes/ebook

Comecei a ler aquele que é o meu desafio literário deste ano - D. Quixote, Cervantes. No entanto, esta obra (a que tenho) é composta por dois volumes de 440 pág cada. Não há nenhum entrave para o ler em casa, mas transportá-lo dentro da mala torna-se um pesadelo!!
Então rendi-me ao ebook para levar o "livro" para qualquer sítio :)

Não é a mesma coisa?
Pois não é... mas se assim não fosse, não conseguia ler nas horas que surgem em que nada tenho nada para fazer.
Por outro lado, sempre que chego a casa, faço questão de o ler em papel! Em suma, estou a gostar de ler nos dois formatos ;)




Tentador, não??
"O jornal inglês The Telegraph dá conta de uma tecnologia capaz de calcular a velocidade de leitura do utilizador para a sincronizar com uma banda sonora específica, com sons que correspondem ao desenrolar da narrativa. Peter Thiel, fundador da Booktrack, director do Facebook e autor do PayPal, criou esta tecnologia e acredita que o sistema vai despoletar uma geração de leitores.

O primeiro ebook com banda sonora, “Um Estudo em Vermelho”, do escritor inglês Arthur Conan Doyle, foi lançado no Reino Unido no passado dia 26. Conta com o som de chuva torrencial e gritos, entre outros sons, com o objectivo de uma leitura mais envolvente.

Já estão disponíveis livros de Oscar Wilde e do indiano Rudyard Kipling. Em breve será a vez de Shakespeare. Os ebooks com banda sonora correm em tablets como o iPad, da Apple, e o Galaxy, da Samsung, mas não funcionam no Kindle, o eReader da Amazon."

Informação retirada daqui

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