A minha opinião:
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Esta é uma história que nos fala de um cavaleiro que se achava virtuoso, amável e dedicado ao seu trabalho que consistia em matar dragões e resgatar lindas princesas aprisionadas em castelos.
Estava tão viciado e cego pelo trabalho que imaginem, até salvava princesas quando estas não queriam ser salvas.
Em casa, não deixava ninguém falar, aliás só ele contava os seus feitos, de maneira que o seu filho e a sua esposa só o ouviam, não conseguiam falar e muito menos opinar ou partilhar o seu dia a dia.
Como se tudo isto não bastasse, este cavaleiro deu-se ao luxo de nunca mais tirar a sua armadura. Pois esta, era linda! Com ela, ele parecia o próprio sol.
Ora, a esposa fartou-se, o filho afastou-se e a armadura enferrujou para nunca mais sair do seu corpo.
Então, o cavaleiro começa a dar conta das dificuldades que criou com o seu egoísmo; não consegue alimentar-se nem ter o afecto da sua família: sente falta de um abraço, de um diálogo, dos carinhos da esposa e do filho. Para ultrapassar os obstáculos que agora encontra, ele empreende uma jornada cujo objectivo é reflectir sobre toda a sua vida, todas as suas acções...
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Esta é uma história para ser lida ou oferecida aos mais novos, para que desde cedo aprendam a dar valor às coisas simples da vida. Ou então para oferecer aos mais velhos cuja armadura teimam em usar diariamente. ;)
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Classificação 5/7- Muito Bom

1 comentários:

    On 28 setembro, 2010 Inês Nascimento disse...

    Gostei muio.

    Estava com algum receio que fosse mais um daquels livros denominados de "auto-ajuda" que insistem em reforçar ideias feitas e sem qualquer carácter inovador.

    Mas este livro surpreendeu-me. A metáfora está muito bem conseguida.

     

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