Curiosidades do Instagram!!!

*Retirado do Instagram @editorial_presenca
Novembro já chegou, estamos quase quase no Natal!!


Este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer em passatempo, um exemplar da obra "O Bloco das Crianças" de Otto B. Kraus
Para participarem, basta que leiam as regras.


Um romance autobiográfico sobre o bloco das crianças no campo de Auschwitz-Birkenau, da autoria de um sobrevivente do holocausto. Dormíamos num beliche para quatro pessoas mas, em alturas de sobrelotação, éramos sete e por vezes oito de cada vez. Havia tão pouco espaço que, quando um de nós precisava de aliviar a pressão no corpo, tínhamos todos de nos virar num emaranhado de pernas, peitos e barrigas ocas como se fôssemos uma criatura com vários membros, um deus hindu ou uma centopeia.
Desenvolvemos uma relação de intimidade, não só física, mas também mental porque sabíamos que, embora não tivéssemos saído todos do mesmo útero, iríamos certamente morrer juntos.
Alex Ehren é um poeta, prisioneiro e professor no bloco 31 de Auschwitz-Birkenau, o bloco das crianças. Ele passa os dias a esforçar-se por sobreviver enquanto dá aulas ilegalmente às crianças do seu grupo, tentando protegê-las o melhor que pode dos horrores inconcebíveis do campo. Mas tentar ensinar as crianças não é a única atividade ilegal em que Alex está envolvido. Ele escreve um diário...
O romance autobiográfico de Otto Kraus, um sobrevivente do holocausto, foi originalmente publicado com o título The Painted Wall. Narra a história verídica de várias centenas de crianças judias que viveram no campo de Auschwitz-Birkenau entre 1943 e 1944.

Regras de participação:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas

Nós por aqui estamos a ler...

 

E vocês o que estão a ler?



Vencedor do National Book Critics Circle Award

Adorei a Sinopse e o Trailer do filme.

Sinopse:
Viver na cabeça de Lionel Essrog não é fácil. Ele sofre da síndrome de Tourette, não controla as palavras. Quando se enerva saem-lhe frases sem sentido, palavrões, berros. Ou então toca repetidamente nas pessoas, conhecidas ou não. Órfão desde pequeno, viveu num lar para crianças abandonadas, até ao dia em que um gangster de Brooklyn, Frank Minna, o foi buscar - e a mais três rapazes.

Cresceram juntos, a fazer biscates, sempre à margem da lei. Lionel, o freak do grupo, não se queixa. Vê no gangster o pai que nunca teve, é aceite por ele, desde que cumpra as ordens. Vive uma existência discreta, ordenada, que cai por terra com estrondo no dia em que Frank é esfaqueado. Lionel, que até a contar anedotas se baralha, tem agora um mistério para resolver e poucas pistas.

Numa Brooklyn povoada de máfias italianas e japonesas, navega perdido, empurrado por uma mente que teima em falhar e palavras que não lhe obedecem. Escrito com uma energia maníaca por um dos mais inventivos escritores americanos da atualidade, Órfãos de Brooklyn é uma tour de force no domínio da linguagem.

Em Lionel, Jonathan Lethem encontrou a personagem perfeita para se libertar de constrangimentos estilísticos, jogar com as palavras, procurar o caos. E que lhe permitiu reinventar um género, neste caso o romance hard-boiled, e torná-lo ainda mais sedutor.

Desconcertante e comovente, Órfãos de Brooklyn recebeu no ano da sua publicação o mais prestigiado prémio literário dos EUA (NBCA) e, no ano seguinte, o mais importante prémio de literatura policial (Gold Dagger). E cimentou a reputação de um autor que, como Margaret Atwood ou Michael Chabon, é especialista em subverter e recriar géneros literários.


Autor:
Jonathan Lethem é um dos mais importantes escritores norte-americanos contemporâneos. A sua primeira obra, Gun With Occasional Music revelava já um autor empenhado em subverter e fundir diferentes géneros literários. Em 1999, com Órfãos de Brooklyn, homenageava o universo policial. A obra foi galardoada com o National Book Critics Circle Award e o Gold Dagger, sendo ainda incluída em várias listas de melhores livros do ano. Em 2003, com The Fortress of Solitude, conseguiu o seu primeiro bestseller do New York Times. Em 2005, foi premiado com a MacArthur Fellowship, também conhecida como "a bolsa dos génios". Nascido em Brooklyn, onde passou grande parte da infância e juventude, nunca acabou os estudos superiores, tornando-se um leitor compulsivo. Durante anos trabalhou em livrarias, até vender para cinema os direitos do seu primeiro romance. Desde então, dedica-se unicamente à escrita.


Trailer do filme:

Curiosidades do Instagram!!!


*Retirado do Instagram @portoeditora
Novembro já chegou, estamos quase quase no Natal!!


Este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer em passatempo, um exemplar da obra "O Bloco das Crianças" de Otto B. Kraus
Para participarem, basta que leiam as regras.


Um romance autobiográfico sobre o bloco das crianças no campo de Auschwitz-Birkenau, da autoria de um sobrevivente do holocausto. Dormíamos num beliche para quatro pessoas mas, em alturas de sobrelotação, éramos sete e por vezes oito de cada vez. Havia tão pouco espaço que, quando um de nós precisava de aliviar a pressão no corpo, tínhamos todos de nos virar num emaranhado de pernas, peitos e barrigas ocas como se fôssemos uma criatura com vários membros, um deus hindu ou uma centopeia.
Desenvolvemos uma relação de intimidade, não só física, mas também mental porque sabíamos que, embora não tivéssemos saído todos do mesmo útero, iríamos certamente morrer juntos.
Alex Ehren é um poeta, prisioneiro e professor no bloco 31 de Auschwitz-Birkenau, o bloco das crianças. Ele passa os dias a esforçar-se por sobreviver enquanto dá aulas ilegalmente às crianças do seu grupo, tentando protegê-las o melhor que pode dos horrores inconcebíveis do campo. Mas tentar ensinar as crianças não é a única atividade ilegal em que Alex está envolvido. Ele escreve um diário...
O romance autobiográfico de Otto Kraus, um sobrevivente do holocausto, foi originalmente publicado com o título The Painted Wall. Narra a história verídica de várias centenas de crianças judias que viveram no campo de Auschwitz-Birkenau entre 1943 e 1944.

Regras de participação:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas

Nós por aqui estamos a ler...

 

E vocês o que estão a ler?



Sinopse:
Um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias. A trama tem origem em 1986 e após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.
As influências de Stephen King e o toque de Irvine Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite. Contribui também para que a história tenha um desfecho muito «real» e chocante.
"O Homem de Giz" conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridos e em como as influências de famílias disfuncionais, contribuem para exacerbar o imaginário infantil.


Autor:
C. J. Tudor é natural de Salisbury e cresceu em Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet.
Ao longo dos anos, envolveu-se em tarefas tão diferentes como jornalista estagiária, empregada de mesa, autora de textos radiofónicos, caixeira de loja, voz off, apresentadora de televisão, redactora publicitária e agora escritora. Vencedora da competição nacional de escrita de Twenty7 no 2016, "O Homem de Giz" é o seu primeiro livro.


Opinião:
Tinha esta obra na prateleira desde o ano passado, quando foi lançada. Desta vez a minha estratégia foi diferente… quando estou numa expetativa enorme de alguma obra, geralmente fico desiludida. Propositadamente deixei o tempo “passar”, esqueci as opiniões de outros leitores e finalmente no mês passado li a obra.
E ainda bem que o fiz, como a velhice não perdoa, não me lembrava absolutamente de nada do que se tinha escrito e falado sobre “O Homem de Giz”, e adorei a obra. Tenho de usar mais vezes esta “estratégia” em obras muito “faladas”.
Adorei a obra, porque tudo o que neste thriller pudesse ficar “pendente” e nos levasse a pensar algo: “Como é que isto surgiu e o autor não desvendou, nem fez mais referências” ou “Isto não faz qualquer sentido”, felizmente não aconteceu. O que quero dizer, é que muitas das vezes os autores aparecem com situações vindas do nada e não esclarecem como isso aconteceu. Conforme cada peça vai aparecendo neste imenso puzzle que é um thriller, até tudo se desvendar, lembrei-me várias vezes de uma conversa que tive com a nossa amiga Paula, com a obra “A Paciente Silenciosa”. Embora para mim tenha sido uma obra excecional, concordei com a Paula que em certas alturas alguns acontecimentos não foram explicados ou foram mal explicados. Algo que não aconteceu no “O Homem de Giz”.
A escrita é muito fluída e de fácil leitura, rapidamente terminamos e ficamos com aquele gostinho de querermos ler mais obras desta autora. O que me fez abrir mais uma vez os cordões à bolsa e comprar a obra que saiu este ano (“Levaram Annie Thorne”).
Ao longo da leitura somos “transportados” para os anos de 1986 e 2016, e acompanhamos o mistério de um grupo de 5 amigos pré-adolescentes que se reencontraram em adultos, que envolvia umas marcas de giz. A certa altura apercebi-me como as “asneiras” destas crianças com receio de serem castigadas pelos adultos, as fizeram tirar conclusões e atitudes erradas, e o arrependimento que sentem de que podiam ter feito tudo de forma diferente.
Penso que nisso todos nos revemos, em “coisas” mais ou menos sérias, que nos arrependemos agora em adultos de as termos feito em crianças. Também gostei da forma como descreveu a curiosidade destas crianças, desta vez fez-me lembrar a curiosidade maluca que o meu filho tem, por “coisas” que não lhe dizem respeito (eheheh). 
Resumindo, gostei muito de todo este mistério, a autora conseguiu despertar a minha curiosidade a cada página que lia e fez a minha imaginação divagar na tentativa de resolver este mistério.
Novembro já chegou, estamos quase quase no Natal!!


Este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer em passatempo, um exemplar da obra "O Bloco das Crianças" de Otto B. Kraus
Para participarem, basta que leiam as regras.


Um romance autobiográfico sobre o bloco das crianças no campo de Auschwitz-Birkenau, da autoria de um sobrevivente do holocausto. Dormíamos num beliche para quatro pessoas mas, em alturas de sobrelotação, éramos sete e por vezes oito de cada vez. Havia tão pouco espaço que, quando um de nós precisava de aliviar a pressão no corpo, tínhamos todos de nos virar num emaranhado de pernas, peitos e barrigas ocas como se fôssemos uma criatura com vários membros, um deus hindu ou uma centopeia.
Desenvolvemos uma relação de intimidade, não só física, mas também mental porque sabíamos que, embora não tivéssemos saído todos do mesmo útero, iríamos certamente morrer juntos.
Alex Ehren é um poeta, prisioneiro e professor no bloco 31 de Auschwitz-Birkenau, o bloco das crianças. Ele passa os dias a esforçar-se por sobreviver enquanto dá aulas ilegalmente às crianças do seu grupo, tentando protegê-las o melhor que pode dos horrores inconcebíveis do campo. Mas tentar ensinar as crianças não é a única atividade ilegal em que Alex está envolvido. Ele escreve um diário...
O romance autobiográfico de Otto Kraus, um sobrevivente do holocausto, foi originalmente publicado com o título The Painted Wall. Narra a história verídica de várias centenas de crianças judias que viveram no campo de Auschwitz-Birkenau entre 1943 e 1944.

Regras de participação:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas

Nós por aqui estamos a ler...

 

E vocês o que estão a ler?





O lançamento foi no dia 5 de Novembro, uma boa prenda de Natal para os mais novos…


Sinopse:
«Não é fácil ser criança. E ninguém sabe isso melhor do que o Greg Heffley, que se vê aprisionado na escola preparatória, onde fracotes minorcas dividem os corredores com miúdos mais altos e malvados que já fazem a barba.
Em "O Diário de um Banana", o autor e ilustrador Jeff Kinney apresenta-nos um herói improvável. Como o Greg diz no seu diário:
Não esperem que eu me ponha para aqui com "Querido Diário" isto e "Querido Diário" aquilo. Felizmente para nós, o que o Greg diz e o que realmente faz são duas coisas muito diferentes.»
Este livro é o 14.º volume da série "O Diário de um Banana", a coleção infanto-juvenil mais vendida em Portugal.


Críticas:
«O mundo está louco pela coleção O Diário de um Banana e pelo Jeff Kinney!» The Sun

«Jeff Kinney está no topo, juntamente com J. K. Rowling, dos autores infantojuvenis mais bem-sucedidos do mundo.» The Independent

«Hilariante!» The Telegraph

Novembro já chegou, estamos quase quase no Natal!!


Este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer em passatempo, um exemplar da obra "O Bloco das Crianças" de Otto B. Kraus
Para participarem, basta que leiam as regras.


Um romance autobiográfico sobre o bloco das crianças no campo de Auschwitz-Birkenau, da autoria de um sobrevivente do holocausto. Dormíamos num beliche para quatro pessoas mas, em alturas de sobrelotação, éramos sete e por vezes oito de cada vez. Havia tão pouco espaço que, quando um de nós precisava de aliviar a pressão no corpo, tínhamos todos de nos virar num emaranhado de pernas, peitos e barrigas ocas como se fôssemos uma criatura com vários membros, um deus hindu ou uma centopeia.
Desenvolvemos uma relação de intimidade, não só física, mas também mental porque sabíamos que, embora não tivéssemos saído todos do mesmo útero, iríamos certamente morrer juntos.
Alex Ehren é um poeta, prisioneiro e professor no bloco 31 de Auschwitz-Birkenau, o bloco das crianças. Ele passa os dias a esforçar-se por sobreviver enquanto dá aulas ilegalmente às crianças do seu grupo, tentando protegê-las o melhor que pode dos horrores inconcebíveis do campo. Mas tentar ensinar as crianças não é a única atividade ilegal em que Alex está envolvido. Ele escreve um diário...
O romance autobiográfico de Otto Kraus, um sobrevivente do holocausto, foi originalmente publicado com o título The Painted Wall. Narra a história verídica de várias centenas de crianças judias que viveram no campo de Auschwitz-Birkenau entre 1943 e 1944.

Regras de participação:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº. 
São os números que vão a sorteio. 
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho. 
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas

O vencedor da rubrica de Outubro é...
CB

E vai receber o livro


CB tens a partir de hoje 30 dias para enviares os teus dados para o mail do blogue ligialeituras@gmail.com


Nós por aqui estamos a ler...

 

E vocês o que estão a ler?





Sinopse:
E se nós não fossemos nada mais do que personagens de um grande romance intitulado ”A Humanidade”?
Neste terceiro episódio da série ”As aventuras de Azakis and Petri” os nossos dois adoráveis habitantes de Nibiru enfrentam uma terrível ameaça do espaço profundo. Novamente, no entanto, a sua força e incrível tecnologia podem não ser suficientes. E se a ajuda viesse de uma fonte totalmente inesperada? Reviravoltas, revelações e reinterpretações de eventos e incidentes históricos manterão o leitor preso ansiosamente até a última linha deste romance.

Para mais informações e ler as primeiras páginas do livro, consultar aqui.

Blogger Templates by Blog Forum