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Sinopse: 
Numa fração de segundos, um acidente trágico faz desabar o mundo de Jenna Gray, obrigando uma mãe a viver o seu pior pesadelo. Nada poderia ter feito para evitar esse acidente. Ou poderia? Essa é a pergunta que a inquieta quando tenta deixar para trás tudo o que conhece, procurando um novo recomeço refugiada num chalé isolado na costade Gales.Também o detetive Ray Stevens, responsável pela investigação por este caso que procura a verdade, começa a ser consumido pela sua entrega ao mesmo, deixando a vida pessoal e profissional à beira do precipício. À medida que o detetive e a sua equipa vão juntando as pontas do mistério, Jenny, lentamente, permite-se vislumbrar uma luz de esperança no futuro, o que lhe dá alguma segurança, mas é o passado que está prestes a apanhá-la, e as consequências serão devastadoras.


Opinião:
Quem nos vai “visitando” aqui no blogue e me vai “conhecendo”, já se apercebeu que em grande parte das leituras deixo-me invadir muito pela parte emocional. Desde muito pequena que nas leituras que faço, que encarno de tal forma algumas das personagens que é como se e estivesse a viver tudo o que ali se está a tratar. Sinto as aflições, as angustias e alegrias das personagens…é mais forte que eu… Com esta obra aconteceu-me o mesmo. Talvez por ter um filhote e por este achar que está muito crescido para andar de mão dada comigo na rua, durante esta leitura cheguei ao ponto de durante a noite, ter pesadelos em que o menino atropelado era o meu filho e eu era a mãe desorientada que morria de dor e aflição.
Pois esta obra conseguiu infligir-me uma dor tão profunda, conseguiu fazer com que achasse que tal como aquela mãe a minha vida não tinha mais sentido e que não iria conseguir viver mais um segundo sem o meu menino… foi como se a tivesse “encarnado”. Eu sei que é exagerado, que não me devia deixar influenciar desta forma, que tudo é ficção, mas infelizmente é algo que é bem real para muitos, e por isso é tão difícil conseguir separar as coisas, mas também é verdade que nem todos os autores conseguem fazer com que os leitores tenham esta “guerra” interior.
Durante a obra vamos “estando” ora no passado ora no presente, e vamos conhecendo a vida de uma mãe que o deixou de ser, ao mesmo tempo que vamos seguindo as pistas desta investigação. Mas nem tudo o que parece é, e a autora consegue “enganar-nos” ao partilhar o sofrimento de uma personagem que não era aquela que pensávamos que fosse… eu sei que estou a deixar-vos confusos, mas só lendo vocês vão compreender…

Uma leitura a não perder, tanto para os mais ou menos sensíveis…

Sinopse:
Todas as manhãs, Zoe Walker faz o mesmo caminho para a estação de metro, espera no mesmo lugar da plataforma e escolhe o seu assento preferido na carruagem, sem nunca suspeitar que alguém a observa. Durante uma dessas viagens, certo fim de tarde, enquanto lê o jornal local, Zoe vê a sua cara num dos anúncios: uma foto de má qualidade, um número de telefone e a morada de um website: FindTheOne.com (Encontra-a.com) . Nos dias seguintes, as fotografias de outras mulheres começam a aparecer no mesmo anúncio, e Zoe percebe que foram vítimas de crimes extremamente violentos, incluindo homicídio. Com a ajuda de uma polícia determinada, Zoe procura saber o que está por trás daquele anúncio perverso, uma descoberta que vai transformar a sua paranóia em pânico total. Alguém anda a seguir todos os seus passos. E Zoe tem a certeza de que alguém próximo de si a escolheu como próximo alvo. Um thriller obscuro, claustrofóbico e repleto de volte-faces. 

Opinião:
Durante toda a obra vai-se “saltando” da personagem principal Zoe (contabilista), para Kelly (polícia), ou para outra personagem obscura que só no fim se descobrirá quem é (não vou dizer qual, porque assim iriam perder toda a vontade de ler este livro).
No início descreve-nos o dia a dia de Zoe (personagem principal), desde o percurso que faz de casa para o trabalho, e do trabalho para casa, à relação com os filhos, ex-marido, actual companheiro, com o patrão, com os vizinhos e as pessoas com que se cruza. Entretanto “salta” para Kelly e relata o passado dela, da irmã e a atual situação em termos de trabalho.
No meu entender, a autora divaga muito no início, em vez ir logo ao ponto mais importante desta narrativa. Todos os dias está a ser publicado no jornal local, um anúncio de um site de encontros, com uma foto de uma mulher (todos os dias é uma diferente) que desconhece esse facto e que portanto não o consentiu. Algumas dessas mulheres, após a publicação, foram vítimas de perseguição, de assédio, de violência e inclusive de homicídio.
Esta ligação entre as fotos e as vítimas é feita por Zoe, quando vê a sua foto no jornal. É quando Zoe entra em contacto com Katie, e é a partir daqui que toda a investigação se desenrola, até se descobrir quem está por trás de tudo isto.
Mas até se chegar a este início da investigação, a autora levou o seu tempo. A partir daqui a leitura tornou-se mais fluída e aí é que me senti “agarrada” a este mistério, e a minha curiosidade foi “espicaçada” e enquanto não terminei, não tive descanso.
O final para mim foi inesperado, uma vez concluía que o culpado era determinada personagem, depois já pensava noutra e quando se descobriu o culpado e se pensava que tudo tinha terminado, afinal tinha mais uma surpresa.
Apesar do início desta obra não me ter entusiasmado, tudo o que se passou depois valeu a pena a sua leitura e fiquei curiosa em ler o primeiro livro publicado por esta autora, “Deixei-te ir”.

Opinião do Vasco e da Paula da obra:
Deixei-te ir

Opinião:
Clare Mackintosh conseguiu com esse romance ganhar uma série de leitores. E porquê? Porque este romance realmente capta a atenção do leitor e deixar a dúvida quase até ao final... É um romance/thriller que vai buscar um pouco de muitos temas. Não se centra somente num crime e na busca do culpado! É uma obra que viaja até aos recomeços depois de muita perda, que nos mostra que a força é sempre necessária e possível para ultrapassar muita dor e que, o que nos parece impossível, tem sempre uma porta que se pode abrir para o possível! Portanto, todas as possibilidades nunca se fecham perante uma adversidade!
Clare Mackintosh, a meu ver, teve um sucesso merecido com essa obra porque não se limita a escrever sobre factos, mas sobretudo, porque nos faz pensar sobre eles! 
Muito bom!
Aconselho!

Sinopse:
Numa fração de segundos, um acidente trágico faz desabar o mundo de Jenna Gray, obrigando uma mãe a viver o seu pior pesadelo. Nada poderia ter feito para evitar esse acidente.
Ou poderia? Essa é a pergunta que a inquieta quando tenta deixar para trás tudo o que conhece, procurando um novo recomeço refugiada num chalé isolado na costade Gales.
Também o detetive Ray Stevens, responsável pela investigação por este caso que procura a verdade, começa a ser consumido pelasua entrega ao mesmo, deixando a vida pessoal e profissional à beira do precipício.
À medida que o detetive e a sua equipa vão juntando as pontas do mistério, Jenny, lentamente, permite-se vislumbrar uma luz de esperança no futuro, o que lhe dá alguma segurança, mas é o passado que está prestes a apanhá-la, e as consequências serão devastadoras.





O livro aqui na editora

Sinopse
Numa fração de segundos, um acidente trágico faz desabar o mundo de Jenna Gray, obrigando uma mãe a viver o seu pior pesadelo. Nada poderia ter feito para evitar esse acidente. Ou poderia? Essa é a pergunta que a inquieta quando tenta deixar para trás tudo o que conhece, procurando um novo recomeço refugiada num chalé isolado na costa de Gales.
Mas cedo passa a ser assombrada pelos seus medos, pelo desgosto e pelas memórias daquela fatídica noite de novembro que lhe mudou a vida para sempre. Também o detetive Ray Stevens, responsável pela investigação por este caso que procura a verdade, começa a ser consumido pela sua entrega ao mesmo, deixando a vida pessoal e profissional à beira do precipício.
À medida que o detetive e a sua equipa vão juntando as pontas do mistério, Jenny, lentamente, permite-se vislumbrar uma luz de esperança no futuro, o que lhe dá alguma segurança. Mas é o passado que está prestes a apanhá-la, e as consequências serão devastadoras.
Deixei-te Ir é o livro perfeito para os leitores de Em Parte Incerta, A Rapariga no Comboio e para os fãs da série televisiva The Missing. Perca-se neste thriller psicológico e emocionalmente envolvente, repleto de tensão e de surpreendentes volte-faces. 



Opinião
Intenso. Fluído. Surpreendente.
A Paula Hawkins tinha toda a razão em recomendar este livro. Faz todo o sentido, até pela ligação que a sua criação (A Rapariga no Comboio) acaba por ter com Deixei-te Ir. As duas obras têm de facto muito em comum. Quero com isto dizer que quem gostou de uma muito provavelmente gostará da outra. Os estilos são diferentes mas a essência da escrita acaba por se assemelhar.
Deixei-te Ir foi um livro que adorei ler, que me encheu de prazer. Trata-se de uma obra que surpreende, que nos toca, que nos indica um caminho quando afinal o trilho a percorrer seria outro. Clare Mackintosh é muito hábil na forma como constrói o enredo, prendendo-nos sempre mesmo quando a acção é quase inexistente. 
Este é um livro de máscaras. Todos estão de facto mascarados. Ou quase todos. Existem pormenores que somos capazes de prever, enquanto que outros nem tanto. É esta a beleza de Deixei-te Ir. O que é ou não real? O que é ou não fiável? O que é ou não mensurável?
E, após horas deliciosas de uma leitura extraordinária, damos por nós a compreender e a aceitar o que se passou naquelas páginas, como se ficasse tudo entre nós, entre o leitor, a autora e os personagens. Essa intimidade é difícil criar. Clare Mackintosh conseguiu criá-la como poucos.


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