Opinião:
Fernando Évora brinda-nos com uma história passada no Alentejo, onde os personagens, provenientes do meio social pobre lidam/enfrentam os problemas do seu dia a dia tentando resolver o que muitas vezes não tem resolução possível!
Caminhamos, nesta leitura, por um Alentejo que cheira a terra e a pobreza, mas esta pobreza é também e essencialmente de espírito. Embarcamos nos sonhos de Dolondina, menina mulher que em criança guarda as porcas-saras numa caixa de sapatos. Guarda-as e vai substituindo uma a uma conforme secam. Estes bichos abundavam por aquela terra, tal como os sonhos de Dolondina, que os ia substituindo sempre que morriam, como fazia com as porcas-saras. As palavras, trocar, substituir, prescindir, fazem parte da vida desta personagem que desde cedo viu o seu nome “Gonçala” substituído por Dolondina Inácio. Este sim, tinha vindo para ficar e nunca mais ser trocado, assim como o seu destino.
Toda a história gira em torno de Dolondina: um tio que a cobiça, uma tia que se apaixona pelo seu pai (Avelino Comichão), uma mãe, Esperancinha, que é engolida pelo poço, uma avó (poetisa do povo que até dá entrevistas) e que a faz prometer escrever um livro de poemas em sua memória. Uma avó que sempre sonhou ser enterrada num lindo caixão e que a ingenuidade da neta e a maldade do genro deitaram tudo a perder…
Gostei da escrita de Fernando Évora, uma escrita segura onde a ironia e o vocabulário usados fazem todo o sentido e enriquecem de tal forma o texto que às tantas estamos a ler verdadeiramente alheios ao que se passa à nossa volta e só a história nos capta toda a atenção…
Aconselho este livro sem reservas, pois esta é uma EXCELENTE leitura!

Sinopse:
Uma velha quase analfabeta que rima as palavras em quadras e décimas; uma menina que desperta os apetites sexuais de um tio; uma mulher com medo do escuro; um homem que faz malabarismos com um palito na boca; um galinheiro, um poço, um sobreiro, uma caixinha de cartão.
Personagens inesquecíveis e cenários decrépitos de uma história que tem lugar no Portugal do século XXI, num interior esquecido.
Usando uma finíssima ironia e revelando um domínio perfeito da «arte de bem escrever», o autor conta-nos uma história de alentejanos, pobres, rurais, que no fundo se confrontam, num dia-a-dia feito de riso, raiva e desassossego, com problemas que também são nossos: a violência doméstica, o suicídio, o incesto, a desertificação do interior, a crise de valores.
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SOBRE O AUTOR:
Fernando Évora. Nasceu em Faro, em 1965. Tem-se afirmado como autor de contos, modalidade onde já obteve vários prémios literários. Além de alguns textos dispersos e incursões na literatura infantil, publicou uma pequena novela histórica, A fonte de Mafamede, e uma quase-fábula, Como se de uma fábula se tratasse.
O Peso da Borboleta
de Erri de Luca
O grande nome da literatura italiana
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 80
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722522724
Coleção: Ficção Contemporânea
Sinopse:
A mãe tinha sido abatida pelo caçador. Nas suas narinas de cria entranhou-se o cheiro a homem e a pólvora. Órfão juntamente com a irmã, sem um grupo por perto, aprendeu sozinho. Cresceu acima do normal para os machos da sua espécie. A irmã foi apanhada pela águia num dia de inverno e de nuvens. Pressentiu-a suspensa sobre eles, isolados num pasto a sul, onde resistia alguma erva amarelecida. A irmã pressentia a águia mesmo sem a sua sombra na terra, de céu fechado.
Para um dos dois, não havia salvação. A irmã lançou-se a correr na direcção da águia, e foi apanhada. Uma vez sozinho, cresceu sem freios nem companhia. Quando se sentiu pronto, foi ao encontro do primeiro grupo, desafiou o macho dominante e venceu. Tornou-se rei num dia e em duelo.

Meia-Noite e Dois
de Stephen King
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 496
Editor: Bertrand Editor
ISBN: 9789722523011
Coleção: Grandes Romances
Sinopse:
Os dois primeiros contos do livro Meia-Noite e Quatro: no primeiro, os passageiros de um avião comercial acordam num mundo vazio, presos numa fenda no tempo; no segundo conto, uma personagem psicopata acusa o seu autor de plágio.

Cartas Astrológicas de Fernando Pessoa
Como a astrologia foi determinante na vida e na obra de um dos maiores poetas portugueses
de Jerónimo Pizarro, Paulo Cardoso
Edição/reimpressão: 2011
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722522618
Coleção: Ensaios e Documentos
Sinopse:
A partir da interpretação das cartas astrológicas de Fernando Pessoa sobre personalidades mundiais, Portugal e dos seus heterónimos, Fernando Pessoa - Cartas Astrológicas explica, de modo acessível e rigoroso, como a astrologia se insinua na obra de um dos maiores poetas portugueses.
 
Dos três livros que chegam hoje às livrarias pela Bertrand, despertou-me interesse "O Peso da Borboleta"
Opinião:
"Hoje Posso" é um livro de Leonor Antolin Teixeira que fala um pouco de todos nós de uma forma especial, isto é, através da poesia.
Assim, revemo-nos nestes poemas, onde os caminhos da leitura levam-nos às nossas alegrias, tristezas, memórias passadas e sonhos futuros...
Gostei bastante desta leitura e aconselho a todos os que gostam de poesia.

"Branco...
Há um momento decisivo no branco de uma páginas...
Há um compasso de espera, que espera pelo compasso de escrita e do pensamento. Há um momento decisivo que não se decide. Porque é a criatividade que dita as regras, a vontade que as escolhe e o pensamento que as conduz. Há um momento decisivo no branco de uma página... Mas a liberdade do branco é essa. Um vazio que ganha no compasso da escrita, a vontade de crescer ao sabor de um pensamento que vive livre. Um vazio que ganha corpo de uma espera que há não espera mais..."
"If you could see one book turned into the perfect movie–one that would capture everything you love, the characters, the look, the feel, the story–what book would you choose?"

Um livro que gostava que fosse adaptado ao cinema? "O Físico" de Noah Gordon, no entanto, não sei se já o foi...
C

Tom McCarthy


FINALISTA DO PRÉMIO
MAN BOOKER PRIZE 2010

Data de Publicação: 3 Maio 2011


C conta-nos a história de Serge Carrefax. Nascido em 1898 filho de um homem fascinado pelas experiências com as comunicações sem fios que ao mesmo tempo dirige uma escola para crianças surdas, Serge passa a infância entre o silêncio e o ruído de estática, e toda a sua vida ficará marcada pelos mistérios da comunicação: pelos códigos usados durante a Primeira Guerra Mundial, pelas sessões espíritas em Londres após a guerra e pelos enigmas do Egipto. C é um romance ambicioso e original no seu alcance histórico e psicológico – e na sua tentativa de decifrar um pouco os códigos e ritmos obscuros que regem a vida e nos mantêm todos interligados.

Tom McCarthy nasceu em 1969 e vive em Londres. É conhecido pelas suas intervenções enquanto secretário-geral da International Necronautical Society, uma plataforma artística de vanguarda. Escreve regularmente sobre literatura e arte para publicações como The New York Times, The London Review of Books e Artform. É autor de diversos livros de ficção e não-ficção, dos quais se destaca o romance Remainder, e é descrito como «uma das vozes mais originais da sua geração».

CITAÇÕES IMPRENSA ESTRANGEIRA
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«Um intenso, esfuziante “romance de formação”... Esta obra é o remix que o romance, enquanto género, exigia urgentemente.» - Sunday Times

«Belíssimo... uma história empolgante... uma escrita electrizante que merece ser lida e desfrutada tanto como analisada e debatida.» - Daily Telegraph

«Verdadeiramente original.» - The Guardian

«Refrescante e esplêndido.» - The Financial Times

«Um dos livros mais notáveis que apareceram nas livrarias, em 2010.» - The Telegraph

«C é inquestionavelmente brilhante.» - The Times

E porque neste meio da blogosfera (literária) não se partilham apenas opiniões sobre os livros que lemos, mas também partilham-se livros e amizades, recebi emprestado, da Cris do blogue "O Tempo entre os Meus Livros  "O Diário Azul"  e  "Um instante ao Vento", que já andavam há algum tempo na minha wish list.
Conto ler em breve ;)


Sinopse:
Há livros assim: que colocam o nosso interior num alvoroço, que permanecem connosco muito além do fim da história - autênticos milagres da imaginação. Este é, sem dúvida, um desses livros!
O Diário Azul conta a história de Batuk, uma menina indiana vendida como escrava sexual, pelo próprio pai. No caderno que sempre a acompanha, esta menina-prostituta de Mumbai inventa histórias encantadoras para fugir à terrível realidade dos dias.
Um relato profundamente comovedor que se transforma num belo e esperançoso hino ao poder das palavras e da imaginação.

Pelo que a sinopse refere, já sei que esta leitura vai custar-me imenso, talvez até desista a meio, perante tanto sofrimento da personagem.
Vou encarar esta leitura como um desafio,  pois  não é pelas coisas serem dolorosas, macabras e tristes que vamos fingir que não acontecem!

Sinopse:
Uma mulher branca e um homem negro perdidos na selva do interior sul-africano. Ela é uma mulher educada e totalmente indefesa no meio da selva; ele é um escravo foragido, o elemento mais baixo aos olhos da sociedade do século XVIII. Ambos se conhecem apenas a si mesmos… e vão percorrer um longo caminho de regresso à civilização.

Este promete ser uma aventura bastante interessante...

É já no dia 28 de Abril que a Feira do Livro de Lisboa volta a animar a cidade, até 15 de Maio. Serão dezoito dias de debates, apresentações, lançamentos e sessões de autógrafos, num novo horário: de segunda à sexta-feira a abertura será às 12h30, ao sábado e ao domingo, às 11 horas. O encerramento será às 23 horas, de domingo a quinta-feira, e às 24 horas à sexta-feira e sábado.

Venha à Feira e traga as crianças.
A Feira do Livro tem agora um espaço só para elas, no qual poderão desenvolver actividades lúdicas e jogos acompanhadas por monitores, enquanto os mais velhos visitam a Feira.
Todos os dias até às 20h00.

Pode acompanhar tudo o que se passa na feira aqui de onde esta informação foi retirada na íntegra
A Esfera do Caos e o autor Miguel Almeida têm o prazer de vos convidar para a sessão de lançamento do livro  "Ser Como Tu"

(click na imagem para mais informações)
O blgue a a Editorial Presença agradecem os 204 participantes do passatempo "O Castelo dos Pirenéus" de Jostein Gaarder.

O vencedor é
Paula Isabel Teixeira Ferreira

Parabéns à vencedora e boas leituras ;)

25 de Abril



ABRIL DE ABRIL

Era um Abril de amigo Abril de trigo
Abril de trevo e trégua e vinho e húmus
Abril de novos ritmos novos rumos.
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Era um Abril comigo Abril contigo
ainda só ardor e sem ardil
Abril sem adjectivo Abril de Abril.
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Era um Abril na praça Abril de massas
era um Abril na rua Abril a rodos
Abril de sol que nasce para todos.
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Abril de vinho e sonho em nossas taças
era um Abril de clava Abril em acto
em mil novecentos e setenta e quatro.

Era um Abril viril Abril tão bravo
Abril de boca a abrir-se Abril palavra
esse Abril em que Abril se libertava.
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Era um Abril de clava Abril de cravo
Abril de mão na mão e sem fantasmas
esse Abril em que Abril floriu nas armas.
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Manuel Alegre  daqui
“Há livros de que apenas é preciso provar, outros que têm de se devorar, outros, enfim, mas são poucos, que se tornam indispensáveis, por assim dizer, mastigar e digerir.”
Francis Bacon

“Há romances que nos marcam de acordo com a idade e as circunstâncias em que os lemos. Até há alguns que não queremos voltar a ler para não desconstruir a representação que fizemos. E, depois, há aqueles a que regressamos sempre com grande prazer.”
Fernando Rosas

“Uma existência com livros será sempre uma travessia menos solitária.”
João Pereira Coutinho



"Nunca devemos batalhar contra um livro que não nos diz nada, quando há tantos outros à nossa espera. Quanto muito, podemos revisitá-lo um dia mais tarde, porque um livro nunca se lê duas vezes da mesma maneira."
Isabel Stilwell

“A leitura de livros - ficção, romance, novela, poesia - é hoje, talvez, a mais enriquecedora forma de estar sozinho sem estar só. Num tempo em que sobem os níveis de stress, se sofrem os efeitos do excesso de informação quase impossível de assimilar, aumenta vertiginosamente o número de pessoas que vivem sós, se formam ilhas e redutos onde antes se convivia, se perde a individualidade e a interioridade, os livros são um antídoto garantido. E também para aturar os inúmeros maçadores que nos rodeiam e ameaçam atrapalhar a nossa vida.”
Maria José Nogueira Pinto

“Tornamo-nos amigos de pessoas que não conhecemos, porque um dia descobrimos um livro delas.”
Eduardo Prado Coelho

Todas as citações deste post foram retiradas do "citador"
Opinião:
Este livro fala-nos de força. Da força interior que todos temos e que nem sempre damos conta que a possuímos, fala-nos também de coragem e desespero.
Até que ponto um acontecimento negativo pode unir ou separar o casal? Que medos se escondem por detrás das angustias…
Nesta história, a família tem uma grande importância, é vista como um pilar, um suporte, uma barreira para que o sofrimento não atinja o seu auge.
Há algum tempo que leio comentários a este livro e deparo-me com a ideia de que este livro é um hino à mulher, em certa medida discordo, porque apesar de dar um grande ênfase à mulher, mostra-nos o sofrimento, as angustias e impotência do homem quando vê a sua cara metade passar por tal desespero. Penso que esta narrativa, tenta também alertar-nos precisamente para este facto. Assim, Hugo Girão, brinda-nos com uma história bastante real, triste e, infelizmente, muito comum nos nossos dias.
Um livro cuja leitura se faz rápida e agradavelmente.

Sinopse:
O Silêncio dos Teus Olhos é uma homenagem às mulheres e um hino à vida.
Um livro intimista e de grande intensidade, em que o autor explora com elegância e mestria, sentimentos e sensações que nos encantam, comovem e fazem pensar.
O silêncio dos teus olhos... Os teus olhos, que eu tanto admirava, não falavam comigo….
– “Sabes... Tenho saudades daqueles tempos em que as palavras não precisavam de ensaio... Tanto tempo perdido em guerras que agora não importam absolutamente nada... Eu tinha tanta coisa para te dizer... Tu não me ouvias... Eu não te queria ouvir porque dizias tanta coisa da boca para fora... Quando falavas daquele modo abrias feridas incuráveis. Nenhum de nós tinha razão... Agora apenas oiço o barulho destas malditas máquinas que te mantêm com vida... Agora apenas consigo ouvir o som do teu silêncio...
Gostaria de ouvir a tua voz, nem que fosse para... Somente gostaria de voltar a ouvir a tua voz!”
Sentei-me ao teu lado e agarrei a tua mão à espera de uma resposta...
O blogue e o autor Miguel Almeida, agradecem os 186 participantes do passatempo "Ser Como Tu".
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O Vencedor é:
Ana Claudia Carriço
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Parabéns à vencedora e boas leituas
Título: É Um Livro
Colecção: Diversos
Nº na Colecção: 114
Data 1ª Edição: 19/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4518-7
Nº de Páginas: 40
Dimensões: 210x261mm
Peso: 336g
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Sinopse: «Envia mensagens? Faz blogues? Sobe e desce o texto? Tem Wi-Fi? Tuíta? Não... é um livro.»

Uma história divertida e irónica, sobre os prós e os contras de dois tipos de tecnologias - quase duas formas diferentes de ver o mundo - contada através da interacção de duas personagens inesquecíveis. Recomendado para todas as idades.
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Título: O Castelo dos Pirenéus
Colecção: Grandes Narrativas
Nº na Colecção: 498
Data 1ª Edição: 19/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4523-1
Nº de Páginas: 176
Dimensões: 150x230mm
Peso: 222g
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Sinopse: Depois de trinta anos sem se verem, Solrun e Steinn reencontram-se, inesperadamente, no mesmo hotel onde viveram um amor apaixonado. Mas esse mesmo hotel, que em tempos testemunhara a força do seu amor, esconde também o mistério que envolveu o seu fim. Regressados às suas vidas presentes, os dois iniciam uma intensa e secreta troca de emails que volta a incendiar a antiga paixão, fazendo-os questionar os seus casamentos. Um romance fascinante que nos leva a reflectir sobre a natureza da fé, do acaso, do universo e de tudo o que nele existe.
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Título: O Regresso dos Deuses - Rebelião
Colecção: Via Láctea
Nº na Colecção: 95
Data 1ª Edição: 19/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4516-3
Nº de Páginas: 392
Dimensões: 150x230mm
Peso: 453g
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Sinopse: Após um longo sono de várias décadas, Calédra, a bela guerreira aurabrana, desperta subitamente para uma realidade que lhe é estranha, um tempo que não é o seu. Antiga rainha dos aurabranos, Calédra está destinada a protagonizar uma missão quase impossível - salvar o mundo e os humanos da crescente ameaça do domínio Holkan. Ao longo desta saga extraordinária, são muitos os aliados que Calédra vai encontrando, e muitas as vezes em que enfrenta inimigos terríveis e se vê às portas da morte. Mas o seu espírito inquebrantável promete dar luta aos seus inimigos e cativar-nos desde logo, levando-nos a ler com insaciável voracidade as páginas deste épico vibrante.
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Título: Justin Bieber
Colecção: Vidas d´Escritas
Nº na Colecção: 17
Data 1ª Edição: 19/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4530-9
Nº de Páginas: 160
Dimensões: 140x210mm
Peso: 200g
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Sinopse: Tem 17 anos, já vendeu mais de 2 milhões de álbuns e é adorado por adolescentes de todo o mundo. Quando os seus primeiros vídeos aparecerem no YouTube, ninguém imaginava que Justin Bieber, então com apenas 13 anos, iria transformar-se num dos maiores fenómenos da cultura pop dos últimos tempos. Neste livro, Chas Newkey-Burden traça o percurso do jovem ídolo, revelando a sua história inspiradora às legiões de fãs que seguem com devoção todos os seus passos.
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Título: A Mala Assombrada
Colecção: Diversos
Nº na Colecção: 115
Data 1ª Edição: 19/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4521-7
Nº de Páginas: 72
Dimensões: 247x230mm
Peso: 521g
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Sinopse: Dragões e ladrões, tempestades, aranhas e leões:
o meu irmão não tem medo de nada.
E ele só tem cinco anos.
(Eu tenho nove. E assusto-me com tudo.)
Levei a mala para a casa, mostrei-lha e disse-lhe:
«Há um fantasma dentro desta mala.»
«Há?», perguntou o meu irmão.
«Há», repeti eu. «O Fantasma do Casarão.»
Um conto cheio de magia para leitores infantis, que encanta da primeira à última página, contado com um humor cheio de subtileza.
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Título: Henriqueta a Grande Vedeta
Colecção: As Histórias de Henriqueta
Nº na Colecção: 2
Data 1ª Edição: 19/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4485-2
Nº de Páginas: 104
Dimensões: 130x195mm
Peso: 112g
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Sinopse: «Olá! Sou eu, a Henriqueta. Já me deves conhecer do meu primeiro livro - Henriqueta - A Melhor do Planeta. E também já deves saber que tenho um irmão ainda bebé, o Alberto, que está sempre a babar-se, e uma grande amiga, a Olívia Inácio, que adora picles. Mas agora temos um grande problema. A Riqueta, uma criatura muito especial, que parece uma galinha, tem umas manchas avermelhadas e é muito marota, está triste porque está perdida e precisa de um sítio para morar. Temos arranjar rapidamente uma casa para a Riqueta! Queres vir ajudar-nos?»
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Título: Henriqueta a Carta Secreta
Colecção: As Histórias de Henriqueta
Nº na Colecção: 3
Data 1ª Edição: 19/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4486-9
Nº de Páginas: 104
Dimensões: 130x195mm
Peso: 112g
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Sinopse: «Eu sou a Henriqueta, e estou a ouvir uns barulhos muito estranhos debaixo da minha cama. Será um crocodilo? Um rinoceronte? Um monstro perigoso? O que poderá ser? Espreito com muito cuidado e… Ah! é uma criaturinha minúscula, com asas e uma cara sorridente e cintilante. Uma pequena fada! Mas o que fará ela debaixo da minha cama? Queres vir comigo descobrir o plano da pequena fada Amélia? Esperam-nos grandes aventuras!»
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Título: O Claustro do Silêncio
Colecção: Grandes Narrativas
Nº na Colecção: 176
Data 1ª Edição: 12/07/2002
Nº de Edição: 3ª
ISBN: 978-972-23-2902-6
Nº de Páginas: 224
Dimensões: 150x230mm
Peso: 274g
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Sinopse: O Claustro do Silêncio, a estreia na ficção de Luis Rosa, foi uma obra galardoada por unanimidade com o Prémio Vergílio Ferreira e constituiu uma verdadeira revelação. Luis Rosa surge como um mestre na arte de recriar o tempo histórico no seu universo próprio, que apela a todos os nossos sentidos e a que as mentalidades da época conferem realidade. Do fragor das batalhas aos ecos dos claustros do icónico Mosteiro de Alcobaça, encontramo-nos no conturbado contexto do final das Invasões Francesas e da extinção do Império Cisterciense. Uma belíssima obra literária

As sugestões aqui na Editorial Presença

BTT - Cover

CAN you judge a book by its cover?


Se consigo julgar um livro pela capa? Não :)
Nunca (quase nunca :P) compro um livro sem ler a sinopse, é a primeira coisa que faço quando pego num livro.
Acho que só comprei até hoje um livro atraída pela capa (e foi recentemente, um livro de Luísa Castel-Branco) e nem vi a sinopse, o que já me arrependi, pois já fui ler e não me agradou muito :(
Serviu de lição!

A Identidade - Milan Kundera

Opinião:
Penso que com esta história, Milan Kundera alerta-nos para o facto de se perder a identidade quando se ama alguém, ou melhor o casal funde-se formando uma só identidade. Eu pessoalmente não concordo com este conceito. Por mais que se goste de alguém, as pessoas continuam a ter a sua personalidade/identidade. A não ser em casos doentios claro! Mas nesse caso a pessoa em causa perde-se de si mesma!
Apesar da primeira parte da história fazer alusão a esta ideia (identidades que se fundem), o certo é que no decorrer da narrativa, este conceito vai perdendo força uma vez que Jean Marc acaba por trair a confiança de Chantal. Nesta parte da história é evidente a ideia de que as pessoas têm de manter a sua liberdade nas relações, não podem viver em função do outro.
Chantal, que na sua mocidade “queria ser um perfume de rosa, um perfume expansivo e conquistador, queria atravessar assim todos os homens e, através dos homens, abraçar a terra inteira.”, contudo a sua metáfora da aventura adormeceu com o seu casamento e posteriormente com a morte do seu filho. Anos depois de estar com Jean Marc assalta-lhe a ideia de já não ser capaz de chamar a atenção dos homens! Acorda para a realidade com uma certa desilusão. Será que perdeu a identidade de outrora? Embora seja capaz de representar várias facetas, várias identidades, Chantal, deixa de se identificar com aquelas (identidades/facetas) que representa ultimamente. Até que alguém, lhe acende novamente a chama do gosto pela vida e Chantal tenta recuperar a sua identidade perdida…
Este foi o primeiro livro que li de Milan Kundera, não sendo uma obra genial, é uma obra agradável de se ler, cuja mensagem pode ter diversas interpretações.
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Comentário também publicado no blogue destante

Ser Como Tu - Miguel Almeida

Opinião:
“Ser Como Tu” é a mais recente obra de Miguel Almeida. O seu segundo livro de poesia. Poemas que nos tocam e emocionam.
À maneira que ia lendo estes poemas e ia virando as páginas, ia também meditando sobre o título deste livro que não faz parte do acaso… “Ser Como Tu” que me estás a ler! É sem sombra de dúvidas a identificação entre livro e leitor. Pois todos estes poemas que compõem o livro, abrangem a quase, ou mesmo a totalidade do ser humano. Os seus anseios, receios, decisões, indecisões, confusões, ilusões, identificação ou falta desta, liberdade (uma busca constante), questões…
São poemas que encontram o seu eco na alma de quem lê, proporcionando a reflexão de acontecimentos passados ou presentes de acordo com as vivências de cada um.
Mais do que ler poesia, há que vivê-la, de outra forma não é possível extrair toda a beleza que ela contém, a beleza que um livro fechado protege e que as palavras escondem.
Os poemas de “Ser Como Tu” sentem-se como se tivessem vida, atormentam-nos ao mesmo tempo que nos felicitam! Fazem-nos oscilar entre risos, lágrimas, revolta e saudade!
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A voz do silêncio
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Hoje eu vi, mas calei
Os meus olhos cegos,
Perdidos, no vazio
A olhar, desviados no chão,
Onde agora conseguem ver,
Cobardemente,
A voz que dizendo, enche
O silêncio, que calado diz não.
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Miguel, estás de facto de parabéns por mais este livro que é especial!
Um livro de leitura obrigatória para quem gosta de poesia (e também para aqueles que pensam que não gostam).
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Pode também ler, o comentário aqui no blogue, do primeiro livro de poesia do autor
Opinião:
Jostein Gaarder, tem uma forma muito própria de escrever. Quando peguei neste livro pensei – vou encontrar uma belíssima história que se encaixa em toda a informação que o autor quer transmitir - informação esta que é real e científica e que vai fazer par à narrativa. Não estava enganada. Do autor, li outrora “O Mundo de Sofia”, não é um livro fácil de se ler, o leitor tem de ser persistente, mas é um belo livro com uma belíssima história, o qual recomendo.
Em relação a este “O Castelo dos Pirenéus” é uma história que se lê muito bem, se tivermos uma tarde livre, lê-se num só fôlego.
Neste livro, Jostein Gaarder faz-nos reflectir sobre o que há nesta vida material e o que pode haver para além dela, assim divagamos, pensamos, interrogamo-nos sobre “a natureza da fé, do acaso, do universo”…
Solrun e Steinn, eram um casal jovem, que viveu o dia a dia como se não houvesse amanhã. Amizade, aventura, paixão, sedução, sensualidade, fazia parte do seu cardápio diário. No entanto, após vivenciarem um acontecimento trágico, a sua vida muda. Muda porque deixaram de conseguir olhar um para o outro. Um passa a ser o reflexo do outro, o seu espelho, a sua lembrança de alto terrível. Lembrança esta que não era mais que uma interrogação, uma (in)certeza. A única certeza era que cada Solrun acreditava no que tinha visto e Steinn era um eterno céptico e é neste ponto que se levanta nesta narrativa, as mais complexas questões que têm a ver com as crenças de cada um.
Penso que este será o objectivo fulcral deste livro de Gaarder, colocar o leitor a reflectir naquilo que defende e naquilo que os outros pensam e também defendem. Mais do que isto, induz ao respeito pelas ideias do outro!
Há acontecimentos nas nossas vidas que, por vezes, parecem ser obra do acaso, mas será que o são?
Gostei de voltar a ler Jostein Gaarder e tal como no seu outro livro “O Mundo de Sofia”, este tem um final impressionante! Um final que nos deixa a reflectir e divagar ainda, pela história, em busca de pistas para fechar com chave de ouro a leitura.


"Chama-se Le Château des Pyrénéss e representa o mundo em voo livre, pelo menos foi assim que decidimos interpretá-lo" pág 32

O livro aqui na editora
O blogue e a Editorial Presença têm para oferecer um exemplar do livro de Jostein Gaarder "O Castelo dos Pirenéus".
Para concorrer e tentar ganhar este livro, terá de responder acertadamente a todas as questões do formulário.

Regras do passatempo:
-O passatempo começa hoje dia 18 de Abril de 2011 e termina às 23.59h do dia 24 de Abril de 2011;
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

As respostas ao formulário aqui 

PASSATEMPO ENCERRADO

Boa sorte aos participantes ;)

O blogue e a Europa América agradecem os 234 participantes do passatempo "Memnoch, O Demónio" de Anne Rice.

Os vencedores são:
Raquel Santos Fraga M.
Carla Isabel Pires Lopes
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Parabéns às vencedoras e boas leituras ;)

"A brincar" Miguel Almeida

A brincar

Gostava que as minhas certezas,
Não gostassem de brincar
Com as minhas dúvidas,
E tão pouco as minhas dúvidas,
Que gostassem de brincar
Com as minhas certezas.

in "Ser Como Tu" de Miguel Almeida

Raramente, um livro, chama-me a atenção pela sua capa, mas esta foi uma das excepções. Desde que vi esta imagem no facebook do novo livro "Ilha Teresa" do autor Richard Zimler que fiquei curiosa. Despertou-me bastante  curiosidade, pelas cores. É sem dúvida uma imagem que não passa despercebida. Andei à procura da sinopse e encontrei-a aqui no blogue planetamárcia.
Pela sinopse, parece ser uma história interessante, bastante real e que fará reflectir.
Ainda não tive oportunidade de ler nada do autor (shame on me), penso que este será o primeiro :)

Data de Publicação: 19 Abril 2011
NOVO LIVRO INFANTIL DE DAVID MACHADO

Autor premiado e de talento reconhecido, David Machado oferece um novo conto infantil aos leitores de palmo e meio.
A Mala Assombrada recupera o imaginário do sobrenatural, muito presente numa determinada fase de crescimento das crianças. Aqui, a assombração é um fantasma que persegue dois irmãos, um de nove anos com medo de tudo e um de cinco anos, que pelo contrário, não tem medo de nada.

David Machado é autor de vários títulos de literatura infantil publicados pela Presença: A Noite dos Animais Inventados, distinguido com o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso (2005), Os Quatro Comandantes da Cama Voadora, Um Homem Verde Num Buraco Muito Fundo e O Tubarão na Banheira, a que foi atribuído o Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto Juvenil.
http://www.machado-david.blogspot.com

João M. P. Lemos é ilustrador e autor de banda-desenhada. Colabora, como desenhador e argumentista, com a Marvel Comics, ilustrou três livros de Frederico Mira George, o álbum Sátiro dos Gaiteiros de Lisboa, artigos para as revistas Pública e Babylon Magazine e dá rosto à crónica mensal de Gonçalo Cadilhe, na revista Visão: Vida & Viagens.

Data de Publicação: 19 Abril 2011

NOVO LIVRO DO AUTOR DO BESTSELLER MUNDIAL O MUNDO DE SOFIA

Jostein Gaarder é o autor do fenómeno internacional O Mundo de Sofia, que foi traduzido em 55 línguas e vendeu mais de 30 milhões de exemplares. Agora, dez anos após a edição original e com muitas outras obras entretanto publicadas, Jostein Gaarder apresenta O Castelo dos Pirenéus.
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Depois de trinta anos sem se verem, Solrun e Steinn reencontram-se, inesperadamente, no mesmo hotel onde viveram um amor apaixonado. Mas esse mesmo hotel, que em tempos testemunhara a força do seu amor, esconde também o mistério que envolveu o seu fim. Regressados às suas vidas presentes, os dois iniciam uma intensa e secreta troca de emails que volta a incendiar a antiga paixão, fazendo-os questionar os seus casamentos. Um romance fascinante que nos leva a reflectir sobre a natureza da fé, do acaso, do universo e de tudo o que nele existe.
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Jostein Gaarder nasceu em Oslo em 1952. Formou-se em Filosofia, tendo leccionado durante alguns anos as disciplinas de História das Ideias e História das Religiões no ensino secundário. A partir de 1993, depois do grande sucesso O Mundo de Sofia dedica-se totalmente à actividade literária escrevendo muitas outras obras, entre as quais O Mistério do Jogo das Paciências, O Enigma e o Espelho, A Vida É Breve, Maya, O Vendedor de Histórias e A Rapariga das Laranjas. O Castelo dos Pirenéus é o seu romance mais recente.
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CRÍTICA IMPRENSA ESTRANGEIRA
«Como explicamos as coisas para as quais não temos respostas? Esta é a questão central do novo romance de Jostein Gaarder. O autor descreve-nos as posições das personagens com grande intensidade e comove-nos profundamente com a situação em que se encontram.»
Times Literary Supplement

O blogue em conjunto com o autor Miguel Almeida tem para oferecer um exemplar de "Ser Como Tu" autografado.
 Para participar e tentar ganhar este livro, terá de responder acertadamente a todas as questões do formulário.
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Regras do passatempo:
-O passatempo começa hoje dia 14 de Abril de 2011 e termina às 23.59h do dia 20 de Abril de 2011;
-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
-O vencedor será contactado via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

Sobre "Ser Como Tu"
Os poemas de Miguel Almeida transportam-nos por anseios e receios, por opções, feitas ou que ficam por fazer, que valem como outras tantas viagens de um Eu, numa busca constante de sentido para si próprio e para o Mundo.
Numa frase célebre, o poeta russo Osip Mandelstam disse que “na poesia é sempre de guerra que se trata”. Num registo diferente, Carl Von Clausewitz diz-nos que “a paz é a continuação da guerra por outros meios”. E esse também se pode dizer que é o ponto de vista assumido em Ser Como Tu. Em guerra incessante consigo próprio, o Eu que está por detrás dos poemas de Miguel Almeida mostra-nos que as piores guerras, as mais constan­tes e perigosas, não são as que travamos com os outros, mas as que travamos connosco próprios e com as nossas circunstâncias. Mas estas também são as guerras que nos trazem as conquistas mais importantes e decisivas.

Miguel Almeida, nasceu em Rãs, pequena aldeia do concelho de Sátão, distrito de Viseu, em 1970. Este é o seu quarto livro publicado, depois de Um Planeta Ameaçado: A Ciência Perante o Colapso da Biosfera (Esfera do Caos, 2006), A Cirurgia do Prazer: Contos Morais e Sexuais (Esfera do Caos, 2010) e O Templo da Glória Literária: Versão Poética (Esfera do Caos, 2010). Publicou também, desta vez em co-autoria, a obra Já não se fazem Homens como antigamente (Esfera do Caos, 2010). Licenciado em Filosofia (Variante de Filosofia da Ciência) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também fez o Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente, exerce actualmente funções docentes na Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada. Vive na Costa da Caparica, com a mulher, Carla, e o filho, Gabriel, na proximidade poética da família e do mar.
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PASSATEMPO ENCERRADO

Boa sorte aos participantes ;)

Reading With Pets...

"O Eremita Galego"
Pedro Miguel Rocha
Conseguiríamos viver isolados, tendo somente o mar e o silêncio como companheiros?

Este livro conta-nos a história de um professor universitário de filosofia, de 50 anos, que, a dada altura, vergado por conflitos pessoais e profissionais, e por uma devastadora intriga que o leitor acompanhará com emoção, sente uma incontornável neces­sidade de se refugiar na costa galega, num casebre abandonado. Viverá, então, a partir daí e durante vários anos, totalmente isolado do mundo, relegado, por opção própria, à quase exclusiva com­panhia do mar.

"O que mais me moveu a ler O Eremita Galego sem parar, de uma única vez, foram as inúmeras qualidades que o autor revela, mais uma vez, na sua obra, alertando o Ser Humano para as coisas mais simples, mas também mais importantes da sua existência."
Daniela Santiago
Jornalista da RTP e Professora Universitária
Excerto adaptado do Prefácio

“À porta do casebre, outrora abrigo de agricultores, apreciava a tempestade que arreba­nhava a paisa­gem, impávido… Não tinha nada a perder…”
Jorge Barros, Professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tem uma esposa, uma filha, um emprego e um quotidiano bem definido. A inapelável inconstância da vida humana, contudo, fará desabar os alicerces da sua rotina.
Esta é uma obra que nos faz reflectir sobre as vicissitudes da nossa existência, sobre a precariedade daquilo que temos como adquirido e sobre a facilidade com que o destino – com um simples sopro – altera o rumo das nossas vidas singulares.

SOBRE O AUTOR:
Pedro Miguel Rocha
Licenciou-se em Ensino de Português e Inglês em 1997. Com­plementou a sua formação acadé­mica, em 2006, com uma Pós-Graduação em Ciências da Informação e da Documentação. Para além da escrita, gosta de ler, de viajar, de caminhar pela Natureza e de apreciar um céu primorosamente estrelado. Obras publicadas: Jun­tos Temos Poder (2009); Chegámos a Fisterra (2010); Já não se fazem Homens como antigamente (2010, em co-autoria).
http://www.pedromiguelrocha.com/

"Ser Como Tu"
Miguel Almeida

Os poemas de Miguel Almeida transportam-nos por anseios e receios, por opções, feitas ou que ficam por fazer, que valem como outras tantas viagens de um Eu, numa busca constante de sentido para si próprio e para o Mundo.
Numa frase célebre, o poeta russo Osip Mandelstam disse que “na poesia é sempre de guerra que se trata”. Num registo diferente, Carl Von Clausewitz diz-nos que “a paz é a continuação da guerra por outros meios”. E esse também se pode dizer que é o ponto de vista assumido em Ser Como Tu. Em guerra incessante consigo próprio, o Eu que está por detrás dos poemas de Miguel Almeida mostra-nos que as piores guerras, as mais constan­tes e perigosas, não são as que travamos com os outros, mas as que travamos connosco próprios e com as nossas circunstâncias. Mas estas também são as guerras que nos trazem as conquistas mais importantes e decisivas.

SOBRE O AUTOR:
Miguel Almeida
Nasceu em Rãs, pequena aldeia do concelho de Sátão, distrito de Viseu, em 1970. Este é o seu quarto livro publicado, depois de Um Planeta Ameaçado: A Ciência Perante o Colapso da Biosfera (Esfera do Caos, 2006), A Cirurgia do Prazer: Contos Morais e Sexuais (Esfera do Caos, 2010) e O Templo da Glória Literária: Versão Poética (Esfera do Caos, 2010). Publicou também, desta vez em co-autoria, a obra Já não se fazem Homens como antigamente (Esfera do Caos, 2010). Licenciado em Filosofia (Variante de Filosofia da Ciência) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também fez o Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente, exerce actualmente funções docentes na Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada. Vive na Costa da Caparica, com a mulher, Carla, e o filho, Gabriel, na proximidade poética da família e do mar.

"O Segredo Da Flor do Mar"
Eduardo Pires Coelho

Numa noite de tempestade, uma nau portuguesa embateu num recife e naufragou no estreito de Malaca. O navio era comandado pelo Governador da Índia, D. Afonso de Albu­querque, que regressava a Goa com o saque da conquista do sultanato mais rico de toda a Ásia. Durante séculos, centenas de expedições tentaram encontrar os despojos da nau “Flor do Mar” que, segundo especialistas, estão avaliados em noventa mil milhões de dólares. O navio nunca foi encontrado… até hoje!
Filipe Silva trabalha no mercado financeiro em Boston, mas o destino leva-o a prosseguir as pesquisas do seu pai sobre a “Flor do Mar” e a vida de D. Rodrigo de Mascarenhas…
“O autor revela uma capacidade de investigação invulgar e oferece-nos um livro em que a acção, a aventura, as batalhas, as intrigas, e um mistério que permanece por desvendar, ganham raízes num momento crítico da nossa História.”
Júri do Prémio Literário «Esfera das Letras»

A “Flor do Mar” tem fascinado historiadores e caçadores de tesouros de todo o mundo.

A história que este livro nos conta leva-nos, no presente, a Singapura, à Malásia, ao Peru, aos Estados Unidos e ao Brasil, mas também nos transporta para o final do século XVI e início do século XVII. Nessa altura, um misterioso nobre português de Malaca combateu os piratas dos Mares do Sul, viveu os encontros e desencontros com os sultanatos islâmicos de Johor e do Achém, para depois assistir à chegada avassaladora das armadas holandesas ao Oriente…

SOBRE O AUTOR:
Eduardo Pires Coelho
Nasceu em Lisboa, em 1974. Licenciou-se em Gestão de Empresas na Universidade Católica Portuguesa de Lisboa e trabalha como analista de acções desde 1997, tendo acumulado inúmeros prémios internacionais, incluindo os do Financial Times, Thompson Reuters, Euromoney e AQ. Em Portugal, foi considerado o melhor analista de acções em 2008 pela Deloitte IRG Awards e o analista mais certeiro em 2010 pelo Diário Económico. É actualmente Director Coordenador e Head of Research de Small Caps do BPI.
Vive à beira do rio Tejo, mas tem viajado pelo mundo inteiro. Já visitou mais de 40 países em quatro continentes. Apaixonado pela História, pelo mar e pela escrita, e vencedor do Prémio Literário «Esfera das Letras», publica agora o seu primeiro romance.
Opinião:
Quando abrimos este livro e começamos a leitura, embarcamos logo num comboio com os personagens que nos irão contar esta magnífica história que oscilará entre as tradições e os “modernismos” a que o tempo leva inevitavelmente.
Assim, temos um diálogo no qual o personagem, pela voz de Tolstói relata-nos alguns dos seus pensamentos acerca da juventude russa, como vive, como sobrevive e como se mantém na sociedade.
Temos então, uma conversa entre dois homens, em que um limita-se a ouvir pacificamente, e o outro a contar (um diálogo que acaba por ser um monólogo). O que faz o relato, fala sobre a sua vida e o que lhe aconteceu por amar intensamente a esposa.
Ao falar da sua juventude, nota-se crítica e até alguma repugnância na vida que levou e na vida que levam os jovens russos. Pois, desde muito cedo têm experiências sexuais, chega a considerar os homens uns devassos pelos actos que praticam e posteriormente, nos grandes salões, passam por senhores e santos ao fazerem a corte às meninas da alta sociedade. Porém, as mães destas meninas não são menos devassas que eles porque sabem muito bem das atitudes desta juventude. Contudo, interessa-lhes o dinheiro. Assim, também elas não são superiores às prostitutas, só há uma coisa que as distingue, é que as senhoras da alta sociedade, na opinião do personagem e quiçá de Tolstói, são prostitutas respeitáveis e a longo prazo, pois têm por objectivo “vender” as filhas e usufruir, de alguma forma, da riqueza do genro.
Nota-se que algumas das ideias constantes nesta história, são também defendidas pelo próprio autor, pois na primeira fase da sua vida, Lev Tolstói viveu como vivem todos os jovens russos ricos: bebendo e divertindo-se. A partir de uma certa idade e depois de casar, Lev Tolstói vive um período angustiante na sua vida, na medida em que defende viver sob alguma modéstia e mais perto dos necessitados, no entanto continua rodeado de luxos (que a sua mulher não abdica) e esta situação atormenta-o. Daí eu ter sentido que toda a crítica à juventude russa expressa na narrativa, era uma crítica explícita e muito pessoal.
Mas voltemos ao livro e ao dialogo…
Ficamos então a saber que o nosso personagem cometeu um crime, matou a mulher porque julgou-a traidora (no livro não ficamos com a certeza de que tenha havido infidelidade). Magoado com a vida e até com a sociedade, critica a sociedade, o casamento, o divórcio (dizendo tratar-se de uma moda e de um mal europeu. O homem tem de subjugar desde cedo a mulher para que esta lhe seja sempre submissa). A sua crítica chega até aos grandes centros, na medida em que, na cidade “uma pessoa pode viver cem anos e não reparar que já morreu há muito e apodreceu” portanto, a dor da convivência sente-se menos.
O fim do diálogo é relatado com alguma dor, arrependimento, nostalgia e saudade.

Mais um excelente livro de Lev Tolstói, com um cunho muito pessoal ao longo de toda a narrativa.
Classificação: 6/7 Excelente
O blogue em parceria com a editora Europa América tem para oferecer dois exemplares do livro de Anne Rice "Memnoch, o Demónio".
Para participar e tentar ganhar, terá de responder acertadamente a todas as questões do formulário.

Sinopse:
Estamos em Nova Iorque. A cidade está coberta por um manto de neve. No meio dessa brancura, Lestat procura Dora, a bela e carismática filha de um barão da droga, a mulher que desperta nele sentimentos de ternura como nunca outra mortal fizera antes. Dividido entre as suas paixões de vampiro e o amor avassalador que sente por Dora, é a seguir confrontado com o misterioso e demoníaco Memnoch. Arrancado ao mundo por este adversário temível, Lestat é levado até ao reino dos Céus e depois até ao Purgatório. Aí terá de decidir se acredita em Deus ou no Demónio e, por fim, qual dos dois escolherá servir.
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Nas primeiras quatro Crónicas do Vampiro, Anne Rice convocou mundos fantásticos e distantes e tornou-os tão ressonantes, reais e imediatos como o nosso. Neste romance, o mais negro e ousado de todos os que escreveu, ela transporta-nos, na companhia de Lestat, para o universo mítico que nos é mais precioso — o reino da teologia de cada indivíduo.

Anne Rice é uma autora consagrada de diversos best-sellers na área da literatura de fantasia e gótica. Entre êxitos como A Rainha dos Malditos e A Hora das Bruxas, alcançou a notoriedade com Entrevista com o Vampiro, um clássico que redefiniu a literatura de vampiros e foi adaptado ao cinema por Neil Jordan.

Regras do passatempo:
-O passatempo começa hoje dia 10 de Abril de 2011 e termina às 23.59h do dia 16 de Abril de 2011;
-Os participantes vencedores serão escolhidos aleatoriamente;
-Os vencedores serão contactados via e-mail;
-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

PASSATEMPO ENCERRADO
Boa sorte aos participantes ;)
Opinião:
“A casa de papel” conta uma história extraordinária sobre a literatura, os livros e as excentricidades dos amantes deste objecto tão querido. Também nos relata tudo o que um apaixonado pelos livros é capaz de fazer… a loucura de construir uma casa de papel.
Bluma Lennon, professora universitária, é vítima de um acidente enquanto lia um poema de Emily Dickinson, há a ideia de que os livros traçam, mudam o destino dos seus leitores. Após a sua morte, o colega que ocupa o seu lugar, recebe um envelope dirigido a Bluma que contem um exemplar do livro de Joseph Conrad “O Limiar da Sombra”. No entanto, este exemplar tem a capa e a contra capa cheias de cimento. O cimento solta-se como que a pedir ajuda, amparo, consolo perto de quem o ama…
Assim, o nosso personagem embarca numa viagem que se destina a devolver o livro ao seu remetente, uma vez que é impossível fazê-lo chegar ao seu destinatário. Mas esta viagem tem também por objectivo conhecer a razão da existência daquele cimento no livro, a história que se esconde naquela argamassa… É esta viagem que nos faz deslumbrar pelo mundo dos livros e na qual somos capazes de nos identificar em vários aspectos…
O amor pelos livros, está neste livro, de tal forma explícito, que sofremos com os personagens os seus medos, as angustias e as suas decisões!
Este é um livro de poucas páginas, mas com uma sabedoria e emotividade infinita!
Inevitavelmente, o meu exemplar ficou todo sublinhado e cheio de anotações. Sobre este acto de sublinhar e escrever nos livros, há uma frase que transmite a seguinte ideia: ler um livro é como ter uma relação amorosa, sublinhar e escrever nele é atingir o auge do prazer!

Um livro a reler muitas outras vezes! Aconselho!

Sinopse:
Os livros mudam o destino das pessoas: Hemingway incutiu em muitos o seu famoso espírito aventureiro; os intrépidos mosqueteiros de Dumas abalaram as vidas emocionais de um sem-número de leitores; Demian, de Hermann Hesse, apresentou o hinduísmo a milhares de jovens; muitos outros foram arrancados às malhas do suicídio por um vulgar livro de cozinha. Bluma Lennon foi uma das vítimas da Literatura.
Na Primavera de 1998, Bluma, uma lindíssima professora de Cambridge, acaba de comprar um livro de poemas de Emily Dickinson quando é atropelada. Após a sua morte, um colega e ex-amante recebe um exemplar de A Linha da Sombra, de Joseph Conrad, em que Bluma escrevera uma misteriosa dedicatória. Intrigado, parte numa busca que o leva a Buenos Aires com o objectivo de procurar pistas sobre a identidade e o destino de um obscuro mas dedicado bibliófilo e a sua intrigante ligação com Bluma. A Casa de Papel é um romance excepcional sobre o amor desmesurado pelas bibliotecas e pela literatura. Uma envolvente intriga policial e metafísica que envolve o leitor numa viagem de descoberta e deslumbramento perante os estranhos vínculos entre a realidade e a ficção.
 
Classificação: 6/7 Excelente

Desde que me lembro...


"Desde que me lembro, comecei a comprar um livro atrás do outro. A Biblioteca que se constrói é uma vida. Nunca é, digamos, uma soma de livros soltos."

in A Casa de Papel - Carlos María Dominguez
Opinião:
Esta obra, publicada em 1885, é constituída por 27 poemas, de diferentes tamanhos, sem respeito por quaisquer regras de métrica mas com um denominador comum: a crítica feroz à Igreja católica, nomeadamente ao comportamento dos padres, bispos e do próprio Papa. Não se criticam os pobres que frequentam a Igreja que são encarados, simplesmente como pobres de espírito, enganados pelos “fariseus” que aproveitam essa simplicidade para ganhar dinheiro e impor o seu poder na sociedade.
A poesia de Guerra Junqueiro, muito simples e directa, é de fácil leitura. No entanto, não é pela forma poética que esta obra ganha valor, mas apenas pela mensagem transmitida, fazendo lembrar a prosa de Eça de Queiroz.
Este livro não é, portanto, uma obra-prima da literatura mas é, acima de tudo, um importante documento que testemunha um ambiente anti-clerical.
A força desta mensagem domina toda a obra, de tal maneira que em alguns poemas o leitor sente alguma insistência no mesmo assunto, o que retira algum interesse à leitura. No entanto, não deixa de ser um livro divertido porque a crítica de Junqueiro tem, por vezes, um humor bastante eficaz.
Também importante é a beleza gráfica desta edição da Europa América: uma capa magnífica, ilustrações excelentes e uma organização que dá ao livro um aspecto muito agradável.

Sobre o autor - Guerra Junqueiro
"Poeta e político português, nascido em 1850, em Freixo de Espada à Cinta (Trás-os-Montes), e falecido em 1923, em Lisboa, Guerra Junqueiro é entre nós o mais vivo representante de um romantismo social panfletário, influenciado por Vítor Hugo e Voltaire. Oriundo de uma família de lavradores abastados, tradicionalista e clerical, é destinado à vida eclesiástica, chegando a frequentar o curso de Teologia entre 1866 e 1868. Licenciou-se em Direito em Coimbra, em 1873, durante um período que coincidiu com o movimento de agitação ideológica em que eclodiu a Questão Coimbrã."informação retirada do site da wook

Classificação: 5/7 Muito bom

"Ser Como Tu" já está nas livrarias!!
Aqui fica um poema para aguçar a nossa curiosidade

Viagem à volta de mim
Numa procura de quem se busca, fiz de mim mesmo uma nau
E embarquei, na viagem.
Desfraldadas aos ventos, ofereci as velas ao Norte e ao Sul
Ao Este e ao Oeste, entreguei ao não sabido o meu eu.
Embarquei, naveguei e deixei-me ir.

Vi cidades onde estive, mas não gostei
Vivi nelas, paredes meias com a dor
Em rostos, que não quis conhecer
E de quem, na verdade
Quis fugir.

Caras tristes, com marcas tristes
Visíveis, como casas sem inquilinos.
Suspensão de mim a meu ser,
Distância (in) finita,
Quis perder-me, para me achar
Quis procurar-me, para me encontrar.

Perdido, vagueei em busca de mim
Mas no fim, nau fundeada
Num cais, com velas ancoradas
Já gastas, procurei viver esta viagem.

In, Ser Como Tu, pág. 90

BTT - Visual



"So … the books that you own (however many there may be) … do you display them proudly right there in plain sight for all the world to see? (At least the world that comes into your living room.)
Or do you keep them tucked away in your office or bedroom or library or closet or someplace less “public?”


Os meus livros encontram-se na sua maioria na sala, não para ficarem à vista de toda a gente, nem para os exibir, mas porque lá há mais espaço. Três estantes recheadas de livros. Depois há mais uma estante de livros no escritório e este espaço sim, é mais reservado e nem "todo o mundo" que vai lá a casa consegue ver :)
Título: Tobias e o Anjo
Colecção: Estrela do Mar
Nº na Colecção: 8
Data 1ª Edição: 08/07/1999
Nº de Edição: 10ª
ISBN: 978-972-23-2499-1
Nº de Páginas: 92
Dimensões: 135x205mm
Peso: 108g

Sinopse: Marta é uma menina de oito anos que vive no quarto andar de um grande prédio, nuns subúrbios tristonhos com edifícios todos iguais. Tem uma televisão, um papá e uma mamã, só que qualquer destes três nunca parece disposto a escutá-la e muito menos a conversar com ela. Não tem irmãos, mas por sorte o avô vem sempre visitá-la e ensina-lhe muitas coisas. Mas, um dia, o avô não aparece como habitualmente, e assim começa para Marta uma viagem em busca do seu próprio caminho…
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Título: Jesus de Nazaré
Colecção: Figuras da Humanidade
Nº na Colecção: 5
Data 1ª Edição: 13/11/1999
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-2553-0
Nº de Páginas: 324
Dimensões: 155x225mm
Peso: 477g

Sinopse: Ainda que fazendo face à escassez das fontes, Joachim Gnilka, um prestigiado professor da Universidade de Munique, tenta analisar ao longo desta obra a vida pública, a mensagem e a história de Jesus. Através do estudo da situação histórica, política, religiosa e social da época, bem como dos Evangelhos, Gnilka oferece ao leitor uma biografia credível, lúcida e séria, que conta com a qualidade de tradução de Teresa Toldy.
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Título: Um Acampamento nas Cataratas do Niágara
Colecção: Geronimo Stilton
Nº na Colecção: 42
Data 1ª Edição: 05/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4514-9
Nº de Páginas: 128
Dimensões: 142x185mm
Peso: 146g

Sinopse: «Naquela manhã, quando acompanhei o Benjamim à escola, a professora estava a escrever no quadro o nome do local aonde iam fazer um excursão da escola. Eu tropecei e perdi os óculos. Pareceu-me ler Diário dos Roedores e ofereci-me logo para levar a turma toda a visitar o meu jornal… Nem imaginava que me ia meter numa viagem tão extrarrática!»
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Título: Mamã Maravilha
Colecção: Diversos
Nº na Colecção: 113
Data 1ª Edição: 05/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4429-6
Nº de Páginas: 32
Sinopse: Neste livro encantador os estados de espírito e os sentimentos de uma mãe são vistos através dos olhos do seu filho. Uma homenagem a todas as mães, acompanhada de ilustrações enternecedoras que cativarão os mais jovens.
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Título: O Grande Muu
Colecção: Novos Gestores
Nº na Colecção: 37
Data 1ª Edição: 05/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4517-0
Nº de Páginas: 160
Dimensões: 155x230mm
Peso: 197g
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Sinopse: O mundo mudou, mas as empresas não acompanharam a mudança. Agora ser suficientemente bom não basta porque tudo é suficientemente bom. Já não queremos ficar satisfeitos, queremos que nos espantem. Para isso, é preciso ter uma ideia tão extraordinária que ninguém consiga ignorá-la. Mas como chegar até ela? Com o intuito de responder a esta questão, Seth Godin reuniu um grupo de mentes originais e criativas que revelam os segredos para ser notável. Em parábolas divertidas e memoráveis, poderá encontrar os ingredientes que permitirão à sua empresa continuar a crescer num mundo onde o que é notável hoje não passará de vagamente familiar amanhã.
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Título: Os Idealistas
Colecção: Grandes Narrativas
Nº na Colecção: 496
Data 1ª Edição: 05/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4519-4
Nº de Páginas: 368
Dimensões: 150x230mm
Peso: 423g
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Sinopse: Quando Audrey descobre um segredo devastador sobre o seu marido, um advogado nova-iorquino activista político, vê-se forçada a reavaliar todas as suas certezas em relação a um casamento de quarenta anos. Mas também os filhos do casal verão as suas vidas abaladas pelo súbito terramoto emocional que se vem juntar aos muitos dilemas que já lhes perturbam os dias e que desencadeia, em cada um deles, uma crise de identidade. Uma farsa familiar hilariante e negra, onde tragédia e comédia se entretecem numa malha subtil e sarcástica, que fascina desde logo o leitor pela forma soberba como as personagens surgem iluminadas e pela perspicácia com que Zoë Heller se move nas áreas mais profundas e desconfortáveis da natureza humana.
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Título: Tropa de Elite 2
Colecção: Grandes Narrativas
Nº na Colecção: 497
Data 1ª Edição: 05/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4510-1
Nº de Páginas: 364
Dimensões: 150x230mm
Peso: 423g
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Sinopse: Se no volume anterior de Tropa de Elite toda a atenção se encontrava direccionada para os traficantes, neste novo acto da tragédia da violência urbana brasileira, o foco é dirigido para as milícias. Alicerçada em factos reais, a meio caminho entre a memória, o jornalismo literário e a ficção, esta obra vem revelar-nos o funcionamento das milícias e dos bastidores policiais, as práticas, as emoções e os valores envolvidos, e mostrar que, ainda assim, nem tudo está perdido na política e na polícia. Proporcionando vários níveis de leitura, este novo livro reúne todas as características de um bom thriller e a informação rigorosa de um documentário antropológico e sociológico.
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Título: A História das Coisas
Colecção: Sociedade Global
Nº na Colecção: 46
Data 1ª Edição: 05/04/2011
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4512-5
Nº de Páginas: 472
Dimensões: 150x230mm
Peso: 529g

Sinopse: Após ter produzido um vídeo, de extrema simplicidade gráfica e de grande impacto mundial, sobre a cadeia dos processos de extracção, produção, distribuição, consumo e eliminação das «coisas», Annie Leonard escreveu este livro, cujos principais capítulos são aqueles pontos-chave. A sua obra, fruto de 20 anos de pesquisa no terreno, demonstra como, sem ceder ao pessimismo, é urgente que reinventemos uma economia cuja sustentabilidade se adapte aos recursos finitos do sistema principal - a biosfera terrestre da qual fazemos parte.

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