A LUZ DOS LIVROS ( Telas I )
29/07/2009 by Paula
by Paula
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27/07/2009 by Paula

Posted in: Bram Stoker, Leituras | 21 comentários | |
22/07/2009 by Paula

Balram Halwai, esclarece-nos que existem duas Índias: a da Escuridão e a da Luz.
Na Escuridão, as pessoas não têm valor, valem tanto como o chão que pisam ou menos. Na Luz, estas sim, estas vivem bem. Mas para viverem neste estado de graça que é viver bem na Índia, têm de “bajular” e encher os bolsos aos polícias, aos políticos…
Balram conta-nos o percurso desde a sua infância, na Escuridão, até ao seu escritório em Bombaim, onde é um empresário de sucesso (agora na Luz)!
Balram Halwai – O Tigre Branco - revela-se, desde cedo, um homem inconformado com o seu destino de homem da Escuridão e projecta algo maior para a sua vida, mesmo que tenha de agir de acordo com a “política” da Índia.
É através de um relato irónico, que o Tigre Branco faz ao primeiro ministro da China que nos vamos apercebendo de uma forma nua e crua, das injustiças, das atrocidades, da pobreza física e mental, da ausência de valores, da exploração e de toda uma corrupção que nós não fazemos ideia que existe na Índia.
Com este romance, Aravind Adiga, mostra-nos o outro lado da Índia, o seu lado escuro e desumano.
Um livro de leitura obrigatória!
O Tigre Branco provem do tigre comum, mas são muito raros, especialmente no estado selvagem. Por vezes, surge um em cada geração. Balram Halwai, foi considerado O Tigre Branco. Posted in: Aravind Adiga, Leituras | 13 comentários | |
20/07/2009 by Paula

Posted in: José Luís Peixoto, poemas | 16 comentários | |
17/07/2009 by Paula

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15/07/2009 by Paula




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14/07/2009 by Paula
“Ali estavas tu, tão nova que parecias irreal, tão feliz que era quase impossível de imaginar. Ali estavas tu, exactamente como te tinha conhecido. E o que era extraordinário é que, olhando-te, dei-me conta de que não tinhas mudado nada, nestes vinte anos: como nunca mais te vi. Ficaste assim para sempre, com aquela idade, aquela felicidade, suspensa, eterna, desde o instante que que te apontei a minha Nikon e tu ficaste exposta, sem defesa, sem segredos, sem dissimulação alguma.Posted in: Leituras, Miguel Sousa Tavares | 17 comentários | |
10/07/2009 by Paula
"Madame Bovary sou eu", disse uma vez Flaubert, a quem o êxito do seu romance publicado em 1856 acabou por irritar, de tal modo eclipsou os seus outros livros.Posted in: Gustave Flaubert, Leituras | 16 comentários | |
09/07/2009 by Paula

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04/07/2009 by Paula
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