“1001 Piadas Fixes” de Glen Singleton



Este livro reúne 1001 Piadas Fixes que prometem fazer rir até os mais sisudos. 

Ideal para futuros comediantes e composto por piadas reunidas no mundo inteiro, este livro promete entreter durante horas!


Editora: Jacarandá
Nº de Páginas: 208
Idade: 7 a 9 anos



“Um Torneio em Honra do Imperador” de  Geronimo Stilton



Uma corrida com bigas, um banquete numa vila luxuosa, um dia passado nas termas...

Ah, a viagem à Roma antiga foi mesmo extrarrática!

Até conheci Júlio César em pessoa, que me ofertou uma coroa de louros; com mil mozarelas, ainda me vibram os bigodes de tanta emoção!

Um Torneio em Honra do Imperador é a quarta aventura de Geronimo Stilton, na coleção Uma Viagem no Tempo. Este livro inclui a oferta de um novo visto autocolante para colar no passaporte extrarrático!

Editora: Editorial Presença
Nº de Páginas: 128
Idade: 7 a 9 anos



“O Fantástico Livro dos Animais” de  Adam Frost 



Factos hilariantes, invulgares e peculiares para os fãs de animais. As ilustrações e a organização da informação proporcionam uma aprendizagem fácil e divertida. 
O Fantástico Livro dos Animais contém os factos mais incríveis do mundo apresentados em imagens originais!

Editora: Jacarandá
Nº de Páginas: 112
Idade: 7 a 9 anos



“O Meu Livro de Segredos” de CandybirdGéraldine Boèce



Um livro muito versátil, só para meninas! O Meu Livro de Segredos pode ser utilizado como uma agenda e como um diário, mas tem uma componente didática lúdica que vai estimular a aprendizagem, incutindo o sentido de organização. Aqui encontrarás: muitas páginas para preencher sobre a família e os amigos; sítios para colar fotos; conselhos de moda e beleza; testes para fazer com as amigas; um livro de endereços e... um diário para anotar todos os segredos e acontecimentos importantes. 

Editora: Editorial Presença

Nº de Páginas: 144
Idade: +7 anos




“O Diário das Amigas” de Candybird




Jogos, atividades e ideias para fazeres com a tua melhor amiga! Páginas para registar os vossos nomes, as vossas personalidades, as vossas parecenças, as vossas diferenças, mas também todas as vossas lembranças em comum.



O Diário das Amigas contém: 


- Conselhos e dicas para serem um grupo fixe e unido!
- Instruções para decorar mochilas e peças de roupa.
- Ideias de jogos para passar noites incríveis!
- Uma tonelada de questionários para saberem que tipo de amigas são.
- Páginas inteiras dedicadas a vocês, aos vossos segredos e às vossas histórias…
- Cartões para guardar para sempre todas as grandes ocasiões que vos unem.

Um diário para todos os vossos segredos, da mesma coleção de O Meu Livro de Segredos O Meu Diário de Estrela.


Editora: Editorial Presença
Nº de Páginas: 144

Idade: +7 anos


Ontem, depois da divulgação de "Este Obscuro Objecto do Desejo" (aqui), o poeta Tiago Nené entrou em contacto connosco, e teve a simpatia e amabilidade de nos disponibilizar alguns dos poemas do seu livro, para todos podermos conhecer um pouquinho mais da sua obra.
Muito obrigada Tiago Nené.


*
Sinónimos num idioma diferente,
nós que carregamos estes filhos com a linguagem da luz,
que corremos com uma canção de outono,
que varremos o nosso túmulo. Durante anos
conjugámos a meditação com os vícios do quintal, sussurrando
o nome das aves na língua estelar de todos os segredos,
recordámos selectivamente os dias de neve durante a feira,
o avô e os tios e as mãos com cheiro a tamarindo,
as folhas dobradas com uma delicadeza jovem. Porém,
dizíamos que não nos lembrávamos de nada
e qualquer coisa era então um facto e uma lenda,
uma camada de terra por cima de uma nova distância.

Na praça da nossa cidade imaginária
éramos pré-palavras e pré-silêncio,
éramos de manhãzinha e um pouco antes da nossa morte:
um prado verdíssimo, uma génese
que nos ocorria na borda do espírito
ou então na pele de cada criança que nascia de nós.

O nosso sonho era na realidade
ser como aquelas pessoas que se lembram de tudo.


*
É este o ponto primeiro onde nos encontramos,
reapareço na vontade de desaparecer,
um segredo desfila no filme do regresso.
E muito quieta esta imagem que é apenas o seu momento,
uma intimação que afunda nos olhos. Aqui perto,
uma mulher condena
um poema num comboio à sua costura principal,
aquela que vem para saciar a antisede,
aquela que perturba o esquecimento como ilha. Duas mulheres
espremem geometrias misteriosas no plano do fogo,
são tripulação exausta espiando o mar.
E não fosse a morte suspensa nas palavras
e talvez o vazio tivesse desfeito o ar e concretizado o destino,
não fosse o relógio parado e a velhice nas mãos
e talvez a memória andasse para a frente como este silêncio
que se move entre sinais volúveis.
Hoje, caminho pelo rasto do indizível,
por onde este obscuro objecto do desejo
se alinha à vida policopiada,
onde apetece morrer e voltar e ser a consolação da distância
esperando um dia de sol, a incerta ignorância
da voz que escreve.


*
De tanto reentrar no mesmo vazio
e conhecer o vento glacial que me absorve,
mantenho aceso o fogo que a consciência envelhece,
um consolo cruzado entre um fumo de dúvidas.

E esta travessia de séculos prevê uma imagem
quando a inutilidade da noite a alastra
às estrelas sobre o poema não escrito, onde um rosto
assinala em branco o regresso ao mundo.

Talvez me nomeie hoje um momento de euforia
por cada insinuação aos olhos da luz,
e quem sabe se esta superfície grossa
não carrega a ferida nocturna que me afasta
de tudo o que é fácil e perecível.
Parece-me bastante interessante!!



Publicado em cerca de 30 países, «Nada» tem sido considerado um clássico contemporâneo, comparável ao «Deus das Moscas». Publicado em Portugal a 1 de setembro, o mais recente livro de Janne Teller promete uma leitura aditiva e uma reflexão sobre o significado da vida.

«Nada» é um romance intenso e cruel que roça o existencialismo, no qual o sacrifício é um dos temas centrais. Altamente controverso, este livro foi proibido na Dinamarca pouco depois de ter sido publicado, sendo hoje um livro de leitura obrigatória.

Janne Teller conta a história de um rapaz de 14 anos, Pierre, que deixa de acreditar no sentido da vida. Para provar que está errado, os seus amigos querem mostrar-lhe que tudo tem significado e, como tal, começam a criar uma pilha de objetos com significado para cada um deles. Cada membro do grupo deverá dizer ao próximo o que sacrificar para que possa contribuir para a pilha de significados e, rapidamente, o descontrolo deste grupo de jovens conferirá a este projeto uma dimensão mórbida e com um desfecho arrasador, explorando a condição humana e aquilo que move cada uma das pessoas.


Vencedor de inúmeros prémios internacionais, como o Michael L. Printz Honor, EUA; Mildred. L. Batchelder Honor Award, EUA; Die Zeit. Luchs Preis, Alemanha; Le Prix Libbylit, França; e Cultural Ministry's Prize, Dinamarca, «Nada» tem servido de inspiração a diversas adaptações ao teatro e ópera.


Minas do Lousal - Grândola - Portugal








O trabalho é muito mais do que um meio de ganhar dinheiro para viver


Ainda esta manhã lutou contra o despertador para sair da cama e, quando chegou ao trabalho, mal conseguiu encarar os colegas? Ao domingo à noite sofre com o início de uma nova semana de trabalho? O bem-estar no trabalho influencia mais do que as horas que passa no emprego. Afecta todo o seu dia-a-dia e pode ser uma fonte de stress que o deita para baixo. Foi a pensar nisso que o Dr. Charles-André Pigeot e Romain Pigeot criaram O Guia do Bem-Estar no Trabalho, um livro que a Guerra e Paz faz chegar às livrarias a 6 de Setembro. Como regressar das férias com ganas de vencedor.
O trabalho é muito mais do que um meio de ganhar dinheiro para viver. Deve de ser um fonte de bem-estar e felicidade. Para isso, é necessário isolar e identificar pontos de conflito, fontes de stress e promover a gestão das emoções, apostando em técnicas de interação social e na empatia com o ser semelhante. Dormir bem, comer bem, aceitar mudar e construir a sua filosofia de vida são alguns conselhos para comunicar no ambiente laboral e gerir melhor os conflitos.

Sinopse:
O Guia do Bem-Estar no Trabalho é um livro prático e intuitivo, com muitos exercícios, exemplos, conselhos e dicas. Os autores – um médico de clínica geral e homeopata, com especialização em terapia comportamental e cognitiva, e um chefe de vendas num grande banco francês, unem os seus conhecimentos e experiências. O resultado é um livro com ferramentas e técnicas inspiradas nas neurociências que ajudam a melhorar a comunicação e relacionamento com os chefes, colegas e colaboradores, a sentir-se motivado, a gerir o tempo e o stress, a reforçar a auto-estima, a atingir objectivos e a desfrutar da vida, dentro e fora do escritório. Com este livro, vai conseguir encarar melhor o dia-a-dia.

Autores:
Charles-André Pigeot. É médico de clínica geral e homeopata, com uma especialização em terapia comportamental e cognitiva. Director pedagógico da Société Médicale de Biothérapie, em França, promove estágios sobre desenvolvimento pessoal. Também orienta formações na agência Movae, especializada em saúde, bem-estar e qualidade de vida no trabalho. É autor de várias obras, entre as quais Homéo Guide e Homéo Femmes, publicados pela Hachette.

Romain Pigeot. é chefe de vendas num grande banco francês. Graduado em Finanças pela NEOMA Business School, concluiu um MBA em Administração de Empresas na Universidade de Otava, Canadá.
Tony DiTerlizzi

Tony DiTerlizzi, nasceu nos Estados Unidos Da América a 6 de Setembro de 1969. 
Desde cedo sentiu o fascínio pelo fantástico. A par de coleccionar insectos e acampar, sempre gostou de desenhar e ler. Foi inspirado por Norman Rockwell, Arthur Rackham, Dr. Suess, Roald Dahl, e Jim Henson. 
Frequentou a Florida School of Arts e mais tarde The Art Institute of Fort Lauderdale onde se diplomou em Desenho Gráfico. Após a faculdade, DiTerlizzi iniciou uma carreira de ilustrador freelance. 
Depois de sete anos a trabalhar como artista do fantástico dedicou-se à escrita e ilustração de livros para crianças. Actualmente vive com a mulher em Massachussets.

Algumas obras traduzidas para português:
- Kenny e o Dragão;
- O Plano Diabólico;
- A Árvore de Metal;
- O Mapa Secreto;
- A Pedra Mágica;
- Um Problema Gigante;
- O Livro Fantástico;
- A Canção da Ninfa.

Foi num poema que toda a nossa eternidade sobreviveu.

É de Tiago Nené o poema que dá título a este texto. Faz parte de Este Obscuro Objecto do Desejo, a obra distinguida com o Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho 2017, atribuído pela Câmara Municipal de Loures, na modalidade de poesia. O autor sucede a nomes como Maria do Rosário Pereira (1995) e Alice Vieira (2006/2007). 
O livro está disponível a partir de 6 de Setembro.

«Este livro […] marca o fulgor de uma linguagem poética e inovadora, em que pontua uma apurada sensibilidade interior, onde a plasticidade emotiva configura a relação da imagem com o desenho múltiplo da palavra plena», realça a nota do júri do Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho.
 «Uma escrita diferente, impositiva, sensível e que nos remete para o adentro mais fundo da palavra poética. Uma escrita culta, revelando a diversidade que impõe leituras acima do comum. O açúcar não existe neste obscuro objecto do desejo, claridade que se alcança, intensa».

Autor:
Tiago Nené. Nasceu em Tavira, a 29 de Março de 1982. Apaixonado pela literatura, em particular poesia, escreve e traduz. 
Este Obscuro Objecto do Desejo é o quinto livro que publica, vencedor do Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho 2017. 
Em 2013, recebeu uma menção honrosa no Prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres, com o livro ainda inédito Nuvem com Superfície Variável. 
Participa em encontros de escritores, como o Palavra Ibérica (Punta Umbría) e o Correntes d’Escritas (Póvoa de Varzim), e escreve em revistas e jornais: Minguante, Big Ode, Inútil, Piolho, Sulscrito, Mundo Universitário, entre outros. 
Fundou a associação cultural Linguagem de Cálculo, com Fernando Esteves Pinto, e o grupo literário Texto-al, com Luís Ene e Carlos Campaniço.
Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa de Lisboa, é advogado em Faro, onde reside actualmente.




Sinopse:
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
O novo romance de José Eduardo Agualusa, A Rainha Ginga, conta a vida fantástica de Dona Ana de Sousa, a Rainha Ginga (1583-1663), cujo título real em quimbundo, "Ngola", deu origem ao nome português para aquela região de África.
É a história de uma relação de amor e de combate permanente entre Angola e Portugal, narrada por um padre pernambucano que atravessou o mar e recorda personagens maravilhosos e esquecidos da nossa história - tendo como elemento central a Rainha Ginga e o seu significado cultural, religioso, étnico e sexual para o mundo de hoje.

Opinião:
Nesta obra de José Eduardo Agualusa, conhecemos a história de um personagem real, Rainha Ginja, também conhecida como Nzinga Mbandi, importante chefe africana, governante dos reinos Ndongo e Matamba, no sudoeste da África, onde hoje é Angola. Viveu no final do século XVI até meados do século XVII.
O jovem padre (Francisco José de Santa Cruz) que emigra de Pernambuco a Angola, acaba por ter o seu destino ligado aos sucessos de Ginga, e é ele que nos vai "contando" a vida tão rica e controversa desta rainha.
Aqui são "discutidas" questões importantes: como a linguagem entre as diferentes tribos e os Europeus, a escravidão (curioso como a rainha é contra a escravidão do seu povo, mas faz de escravos as tribos inimigas), a auto-determinação dos povos, a religião, e os mitos quimbandas.
Embora "Rainha Ginga" seja de uma leitura leve e fluída e até envolvente, penso que Agualusa poderia ter explorado mais a vida desta rainha. Por vezes o leitor está mais envolvido com a vida do jovem padre e fica por muito tempo sem saber o que se passa com a Rainha Ginga, que deveria ser a personagem principal. Acaba por se dispersar. 
De qualquer forma é uma leitura muito interessante.





Sinopse

Edição de luxo de capa dura, com 28 histórias de terror ilustradas por 28 artistas nacionais. 
Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte?
As histórias que deixou para trás mostram como o seu génio literário não se detinha perante nada. Abriu novos caminhos de ficção e tornou-se assim pai de histórias de detetives, pioneiro na ficção científica, um mestre do suspense e horror.
Reconhecido como uma das vozes mais influentes e inspiradoras do século XIX, a presente edição especial convida-o a apreciar 28 dos melhores contos do autor ilustrados por artistas nacionais, dando a conhecer o legado de Edgar Allan Poe a novas gerações.







«Ensaio sobre o Dever (Ou a Manifestação da Vontade)», de Rute Simões Ribeiro, é o primeiro romance desta escritora portuguesa e foi uma das cinco obras Finalistas do Prémio LeYa 2015, com o título que recebeu originalmente, "Os Cegos e os Surdos".
Com uma escrita e um imaginário fundados em José Saramago e Alfred Hitchcock, este livro enquadra-se dificilmente num género literário, desvinculando-se de limites normativos que pudessem condicionar a narrativa. Refletindo, com grande subtileza, um dos períodos mais conturbados da história mundial, a autora desenvolve uma teia de personagens e de eventos insólitos, sociológicos e políticos, que o leitor consegue imaginar poder passar-se na atualidade, exibindo um profundo domínio sobre as palavras e um particular sentido de humor.

Sinopse:
Os cidadãos do mundo inteiro são chamados a tomar uma decisão por uma entidade desconhecida. Têm de escolher um sentido apenas, «a saber», pode ler-se na misteriosa mensagem, «visão, audição, olfacto, tacto, paladar, com exclusão do apelidado sexto sentido, dado que, neste último caso, é o sentido que escolhe o portador, em caso algum podendo ocorrer o inverso». Receando o impacto da escolha livre na organização da sociedade, o governo decide obrigar os cidadãos eleitores a escolherem o sentido determinado em conselho de ministros, sob pena de penalização no rendimento, chamando as pessoas, em nome da nação, ao exercício de um dever colectivo de reorganização após a «extracção dos sentidos». Perante a ordem do governo, os partidos da oposição apresentam moções de censura e os auto-apelidados «guerrilheiros da liberdade» formam «brigadas dos sentidos», ainda que acabando estas por «forçar as pessoas a serem livres». Três personagens principais entrecruzam-se na história, um primeiro-ministro, um guerrilheiro da liberdade e uma mãe, partilhando, de algum modo, sentimentos de dever e de vigilância constante. Após a instituição de novos hábitos, ajustados à nova «ordem de sentidos», o primeiro-ministro depara-se com um inusitado e perturbador pedido do país vizinho, em nome de um antigo acordo a que está vinculado.

Autora:
Rute Simões Ribeiro nasceu em Coimbra, Portugal, a 17 de novembro de 1977. O seu primeiro livro foi finalista do Prémio LeYa 2015. É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Coimbra, especializada em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa onde desenvolve um Doutoramento em Políticas de Saúde Pública e é investigadora. É mãe de dois filhos e vive atualmente em Lisboa.

Para os mais curiosos vir aqui e aqui.
E como já vos tinha dito aqui vamos ter em Setembro esta grande novidade!!!!

HOMENS SEM MULHERES 

do grande

HARUKI MURAKAMI

A 26 de Setembro nas livrarias




ISBN: 978-989-74-1810-5
1.ª Edição: 26 de Setembro de 2017
Editora: Casa das Letras

O que têm em comum os Beatles, Hemingway, François Truffaut, Woody Allen, Tchékhov, um rapaz chamado Gregor Samsa, um médico doente de amor e o dono de um bar de jazz? Haruki Murakami, pois claro. São sete os contos que dão forma ao mais recente livro editado em Portugal. Sete homens desencantados e a contas com a solidão. Sete histórias de mágoa e luto que desafiam os lugares-comuns sobre o amor. Sete maneiras de traduzir a mesma melancolia, enquanto lá fora «a chuva continua a cair, provocando no mundo inteiro um interminável calafrio». Mas não se deixem enganar: este livro está repleto de mulheres: desejadas, sonhadas, traídas, ouvidas, invocadas, incompreendidas, sobrevalorizadas, eternamente  amadas e perdidas para sempre. 

HARUKI MURAKAMI é, cada vez mais, um autor de culto, lido por todas as gerações e traduzido em mais de 50 línguas. Um dos escritores japoneses contemporâneos mais divulgado em todo o mundo, é, simultaneamente, foi considerado um dos «grandes romancistas vivos» (The Guardian) e a «mais peculiar e sedutora voz da moderna ficção» (Los Angeles Times). Ouve a Canção do Vento e Flíper, 1973 e Norwegian Wood (com uma nova tradução de Maria João Lourenço) são as últimas obras editadas pela Casa das Letras. Murakami recebeu doutoramentos honoris causa pelas universidades do Havai, Liège e Princeton e foi galardoado com os prémios Franz Kafka, Jerusalém e Hans Christian Andersen.

 “Ao ler este livro não se sente vontade de abandonar este Mundo Murakami porque ele tudo lá.”
El País

“Se a literatura fosse como o boxe, Murakami teria o mais precioso dos dons: a capacidade de desferrar um soco que deixa o adversário KO quando este menos espera.”
 Corriere Della Serra 

“Homens sem Mulheres, obra de ficção saída da extraordinária imaginação de Haruki Murakami, chega até nós numa altura em que um título como este pode dar origem a uma guerra no Twitter.»
The New York Times


De todas estas novidades que o grupo Leya apresenta, dou especial destaque a Murakami!!!
É, sem dúvida um "must read" ^_^

FICAM AS NOVIDADES!!!!


Homens Sem Mulheres, de Haruki Murakami (Casa das Letras, 19 de Setembro)
Sete contos que dão forma ao mais recente livro editado em Portugal.

Pelo Mundo Fora, de Diana Pereira (Casa das Letras, 19 de Setembro)
A cozinha, os cheiros e os sabores que a modelo/apresentadora partilha em casa com os dois filhos. Uma viagem pela China, Porto Rico, Índia, México, Turquia, EUA, Tailândia, Marrocos, Japão, Angola, Brasil, Rússia e Líbano

Abril e Outras Transições, de José Cutileiro (Dom Quixote, 12 de Setembro)
Uma mistura entre livro de memórias e reflexão sobre o país e o mundo, marca o regresso de José Cutileiro aos livros. O articulista decano do Expresso e embaixador fala das suas origens e família, da sua juventude passada entre o Alentejo e Lisboa durante o Estado Novo, dos seus estudos em Oxford e da vida de escritor e de diplomata ao mais alto nível durante cerca de vinte anos.

Vinhos de Portugal 2018, de João Paulo Martins (Oficina do Livro, 19 de Setembro)
Depois de um ano de interregno, Vinhos de Portugal, o mais respeitado e antigo guia de vinhos do país está de volta com o seu 23.º livro. Poderá encontrar a análise de vinhos de todas as regiões, devidamente assinalados com classificações e notas de prova, assim como uma criteriosa selecção dos melhores vinhos do ano – e, ainda, um capítulo dedicado aos vinhos que custam entre 4 e 10 euros e que custam menos de quatros euros.

História Íntima da Humanidade, de Theodore Zeldin (Texto, 12 de Setembro)
A história das emoções humanas.

50 Marcos da História que precisa mesmo de saber, de Ian Crofton (Dom Quixote, 4 de Setembro)
Novo título, o oitavo editado em Portugal, de uma das Colecções internacionais de não-ficção mais bem sucedidas da última década em Portugal.

O Islão e o Ocidente, a Grande Discórdia, de Jaime Nogueira Pinto (Dom Quixote, 4 de Setembro)
Quinta edição com um novo prefácio escrito à luz dos recentes atentados. 

OUTUBRO

Luta Armada, de Isabel do Carmo (Dom Quixote)
As Brigadas Revolucionárias, a ARA e a LUAR contadas pelos próprios protagonistas. E os dias de fúria da Europa rebelde da segunda metade do século XX.

A Tragédia de Um Povo, A Revolução Russa 1891 – 1924 (Dom Quixote)
Edição do centésimo aniversário, de Orlando Figes.


Antologia do Pensamento Geopolítico e Filosófico Russo, do José Milhazes e João Domingues (Dom Quixote)
E vamos a um passatempo relâmpago???
Desta vez, temos para sortear um exemplar do livro: 

"O Guardião dos Objectos Perdidos" de Ruth Hogan

Para participarem, basta comentarem este post!

Passatempo válido até dia 9 de Setembro!!


Atenção: Os passatempos relâmpago, são feitos com livros nossos, que já foram lidos e podem apresentar marcas de leitura.


Numa altura em que se assinalam os 200 anos da morte da escritora Jane Austen, a Guerra e Paz orgulha-se, sem qualquer preconceito, de publicar aquela que é uma das suas mais aclamadas obras. Orgulho e Preconceito chega às livrarias a 6 de Setembro
É um dos romances mais lidos, mais apaixonadamente defendido, tantas vezes adaptado para cinema e televisão, popularmente eleito como o melhor romance de todos os tempos.

 Escrito por uma jovem com 19 anos, em 1796, este clássico da literatura romântica só foi publicado em 1813, depois de ter sido recusado por um primeiro editor. Foi sob anonimato - “by a lady” (por uma senhora) – que Jane Austen fez chegar a história da família Bennett e das suas cinco filhas solteiras ao público. Editado em três volumes, esgotou em poucos meses.
Reflectindo um tempo em que as filhas mulheres – salvo a redundância – não herdavam as posses dos pais, Orgulho e Preconceito aborda com subtileza, inteligência e a peculiar ironia de Jane Austen os costumes da sociedade burguesa e aristocrática inglesa dos finais do séc. XVII e início do séc. XIX. Elizabeth Bennet e Mr. Darcy dão corpo a um dos maiores romances de sempre.  
 Uma obra que, no entanto, recebeu apenas um único elogio durante a vida da autora, por parte de Sir Walter Scott, que Jane Austen nem apreciava particularmente, quando um ano antes da morte desta, saudou aquela «autora sem nome» como um expoente magistral do «romance moderno». Admiração a que voltaria a dar voz em 1827: «Há uma verdade própria da pintura nos seus escritos que sempre me encanta […] ela é inimitável».
 Tendo no passado influenciado George Eliot e Walter Scott, tendo uma legião de sequelas contemporâneas, Orgulho e Preconceito é um romance tão forte que podemos mesmo revelar sete grandes figuras que o detestam e continuar ainda assim a recomendá-lo como grande literatura. Três romancistas, Charlotte Brontë, Madame de Staël e Virginia Wolf, bem como três escritores, Mark Twain, D. H. Lawrence e Ralph Waldo Emerson e ainda um político, Winston Churchill, disseram cobras e lagartos do livro de Jane Austen. Eles odeiam Orgulho e Preconceito, a Guerra e Paz orgulha-se de o editar, em nova tradução.

Sinopse:
Quem nunca quis um Mr. Darcy na sua vida? Ser rebelde e independente como Elizabeth? Encarar o mundo com a pureza de Jane? Ou dar duas boas bofetadas a alguém que se comporte como Wickham? Orgulho e Preconceito veio, seduziu e ficou. Esta é a história da família Bennet: cinco filhas por casar e uma mãe que só pensa em encontrar-lhes maridos. Elizabeth Bennet e Mr. Darcy dão corpo a um dos maiores romances de sempre. Se ela chega a jurar que jamais gostará dele, até por ele ter antes ferido o seu orgulho, os imensos mal entendidos e algumas peripécias poderão dar um outro rumo ao enlace. Estará Mr. Darcy disposto a quebrar o seu preconceito de classe? Não seremos, nós, verdadeiros inocentes ao julgar apenas pelas primeiras impressões?

«Se o verdadeiro teste para um grande romance é voltar a lê-lo e redescobrir as alegrias de uma nova leitura, então Orgulho e Preconceito rivaliza com qualquer romance já mais escrito», jurou Harold Bloom, a maior autoridade da grande literatura.

ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória ∙ Lista de personagens ∙ Considerações de T. S. Eliot, Norman Mailer e Ernest Hemingway TRADUÇÃO · Diogo Ourique


Autora:
Jane Austen. Nasceu a 16 de Dezembro de 1775, em Steventon, no condado de Hampshire, Inglaterra. Muito jovem, começou a escrever paródias e pequenas peças teatrais para entretenimento dos seus familiares. Orgulho e Preconceito, inicialmente sob o título First Impresions (Primeiras Impressões), acabou de ser escrito antes de Jane Austen completar 21 anos, mas foi rejeitado por um editor londrino. Sentindo dificuldades em editar as suas composições, Jane Austen parou de escrever durante alguns anos. Após revisão do manuscrito original, a obra é publicada em 1813 anonimamente, com a simples assinatura «by a lady». 

A sua produção literária compreende: Sense and Sensibility (Sensibilidade e Bom Senso, 1811), Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito, 1813), Mansfield Park (1814), Emma (1816) e, publicadas postumamente, Persuasion (Persuasão, 1818), e Northanger Abbey (A Abadia de Northanger, 1818).

A escritora faleceu a 18 de Julho de 1817, em Winchester, vítima de tuberculose. A sua obra, inscrita no período do romantismo, transcende qualquer corrente literária, mantendo-se pela sua intemporalidade, universalidade e inesquecíveis personagens.





Com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer, em sorteio, na rubrica de Setembro um exemplar da obra de Daisy Goodwin VITÓRIA, A Jovem Rainha




Com apenas dezoito anos, Vitória torna-se rainha da mais poderosa nação do mundo. 

Mas será monarca de pleno direito ou uma marionete nas mãos da mãe e do sinistro Sir John Conroy? Conseguirá esta jovem frágil fazer-se respeitar por homens como o seu tio, o Duque de Cumberland, que consideram as mulheres demasiado histéricas para governarem? Todos querem vê-la casada, mas Vitória não tenciona casar por conveniência com o seu primo Alberto, um tímido devorador de livros, que nem sequer sabe dançar. Ela prefere reinar sozinha, apoiada pelo seu Primeiro-Ministro, Lord Melbourne, com idade suficiente para ser seu pai, mas o único que consegue fazê-la rir e que acredita que ela virá a ser uma grande rainha.

Vitória - A Jovem Rainha é um romance histórico, com enorme atenção ao detalhe e umapesquisa que parte da correspondência e diários da própria rainha. Daisy Goodwin é também a autora do argumento da série televisiva Vitória.


Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por aqui estamos a ler...


E chegou o tão aguardado momento de anunciar o vencedor da rubrica de Agosto..

Regina Castelo Filipe


A Regina vai receber o livro...


Regina, tem 30 dias a partir de hoje para enviar os seus dados para o mail do blogue!

Parabéns e continuação de boas leituras!!!



Com apenas dezoito anos, Vitória torna-se rainha da mais poderosa nação do mundo. 

Mas será monarca de pleno direito ou uma marionete nas mãos da mãe e do sinistro Sir John Conroy? Conseguirá esta jovem frágil fazer-se respeitar por homens como o seu tio, o Duque de Cumberland, que consideram as mulheres demasiado histéricas para governarem? Todos querem vê-la casada, mas Vitória não tenciona casar por conveniência com o seu primo Alberto, um tímido devorador de livros, que nem sequer sabe dançar. Ela prefere reinar sozinha, apoiada pelo seu Primeiro-Ministro, Lord Melbourne, com idade suficiente para ser seu pai, mas o único que consegue fazê-la rir e que acredita que ela virá a ser uma grande rainha.

Vitória - A Jovem Rainha é um romance histórico, com enorme atenção ao detalhe e umapesquisa que parte da correspondência e diários da própria rainha. Daisy Goodwin é também a autora do argumento da série televisiva Vitória.





O livro aqui na editora


Para Jojo Moyes, a equação é bastante simples: Um mais um – A fórmula da felicidade. Este é o título de um novo romance, nas livrarias a 18 de setembro, da autora de Viver depois de ti, bestseller recentemente adaptado ao cinema.

No centro desta história está uma família muito peculiar. Jess, a mãe que diariamente batalha pelo futuro dos dois filhos: Tanzie, uma criança com uma capacidade invulgar com os números, mas cujo sucesso depende de um grande investimento; e Nicky, um adolescente reservado e constantemente perseguido na escola. A vida dos três (sempre na companhia de Norman, um fiel e preguiçoso cão), sofre uma enorme reviravolta quando surge uma oportunidade única que pode mudar a vida de Tanzie. Só que, para isso, terão de atravessar o Reino Unido, numa autêntica road trip…acompanhados por um desconhecido em fuga da solidão e de um futuro incerto.


Neste cativante romance, repleto de momentos ternos, Jojo Moyes não desilude os seus leitores e, com recortes de humor, mostra que a fórmula da felicidade pode ser encontrada mesmo nas circunstâncias mais difíceis.



MOG, Judith Kerr (Divulgação)



Com mais de quatro milhões de livros vendidos em todo o mundo, a MOG é uma das maiores personagens da literatura infantojuvenil. Publicada pela primeira vez em 1970, esta coleção, com dez títulos, está associada a valores como: família, afeto, amizade e entreajuda. Mog, a Gata Esquecida e Mog e o Bebé são os dois primeiros títulos que a Booksmile tem o prazer de incluir no seu catálogo.


MOG, a Gata Esquecida


Haverá gata mais distraída do que esta?
 
A Mog é tão esquecida, que só arranja confusões. Ela esquece-se de como entrar em casa e de que já jantou. Esquece-se de que não pode comer ovos e até do sítio onde dorme! Que gata tão desatenta!
Mas, um dia, o esquecimento da Mog vai dar uma ajuda preciosa a toda a família…
MOG e o Bebé


 A Mog está a ter um dia tranquilo, até que recebe a visita de um bebé… e lá se vai a paz e o sossego! Ela bem queria dormir e preguiçar, mas é impossível fazê-lo com o bebé irrequieto de volta dela, a chorar e a puxar-lhe a cauda. A Mog não está nada satisfeita.Conseguirá a gatinha manter o bebé longe de sarilhos e regressar à sua sesta?



Judith Kerr nasceu em Berlim, em 1923. O seu pai, um famoso escritor alemão e feroz crítico do regime nazi, temia sofrer represálias caso Hitler subisse ao poder. Por isso, fugiram da Alemanha quando Judith tinha apenas nove anos. Judith, os pais e o irmão atravessaram a Suíça e a França e, em 1936, chegaram a Inglaterra. Foi aí que a autora escreveu esta história semi-autobiográfica, Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa, publicada pela primeira vez em 1971, e considerada um clássico da literatura infantojuvenil.
 

Em 1945, Judith ganhou uma bolsa para a Central SchoolofArts, e, desde então, tem trabalhado como artista, guionista de televisão e, ao longo dos últimos trinta anos, como autora e ilustradora de livros infantojuvenis.
O fim de semana passado vi "The Sense of An Ending"
Um filme inspirado na obra de Julian Barnes

Gostei!



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