Dizem, na Editorial Presença, que estes livros lhes subiram à cabeça!
Querem saber quais são?
Para tal, basta clicar aqui e saber as novidades que a Presença tem para nos mostrar!


Depois sou eu o satírico...

A Torre

Foi bonito ver a Torre Eiffel pintada com a nossa bandeira!
Sim senhor! Gostei de ver. Gostei das cores mas também do gesto.
Agora, há que ganhar!


# Je Suis Torre Effeil Verde e Vermelha!

# Je Suis Pepe!

Festejos em directo

Benni McCarthy é sul-africano e jogou no FC Porto.
Ao que parece nunca esqueceu a cidade nem este país.
Fala como um de nós.
Foi assim que ele festejou, em directo num canal da África do Sul, a passagem de Portugal à final.
Somos mesmo inesquecíveis, mais do que julgamos ser.


Grande Benni.

Sinopse
Clube de Combate apresentava-se como um livro sobre um submundo de rapazes revoltados com o sistema capitalista, com o consumismo compulsivo e com o culto das celebridades que nunca chegariam a ser. Hoje, é considerado uma obra de culto, tendo sido adaptado ao cinema por David Fincher e interpretado por Brad Pitt e Edward Norton.
Com uma linguagem inovadora, cómica e assertiva, o satirista e visionário Chuck Palahniuk fez estremecer o mundo literário - e criou uma legião de seguidores -com a história. Fala de homens sozinhos e insurretos, frequentadores de grupos de apoio para combate à solidão, que organizam ataques aos grandes bancos e lutas em caves para sentirem qualquer coisa num mundo dormente que os deixou pelo caminho. Clube de Combate é um olhar sobre a juventude, sobre o universo masculino e sobre as ansiedades e as insuficiências do chamado Primeiro Mundo.
Mas esta é também a história invulgar de um triângulo amoroso entre o protagonista sem nome, que sofre de insónia, o seu novo amigo, que faz sabonetes a partir de gordura humana, e Marta Singer, misteriosa fumadora e derradeira esperança de salvação quando os planos de destruição e caos traçados pelos rapazes começam a ir longe de mais.


Opinião
Perturbador. Reformador. Inovador.
Chuck Palahniuk conseguiu, com este livro, exibir um novo conceito. Algo que, creio, nunca antes havia sido criado. Não me refiro à ideia do clube de combate nem à revolução urbana patente neste romance. Refiro-me antes ao modo como o autor concebe um mundo paralelo a partir de um mundo real. A questão é que o mundo real já é de si tão estranho que caímos no tal universo paralelo pensando que, afinal, tudo é possível, que não existem obstáculos à vontade humana.
Em "Clube de Combate" as rotinas dos personagens são tão atípicas quanto a presunção de Tyler, o homem que muda tudo na vida do narrador. Também esta se trata de uma obra complexa, embora disfarçada com uma linguagem simplista.
O que sucede é que o autor pega na vida rotineira e monótona do narrador e decide virá-la ao contrário, retirando-o de uma sociedade repleta de preconceitos e ideias bem consolidadas e libertando-o para onde só a imaginação o consegue levar. É uma espécie de "acorda e faz o que te apetece". E a questão é que a ideia de Tyler e/ ou do narrador é a destruição total, só porque tal é possível embora não seja permitido.
Posteriormente toda a acção desenrola-se entre a antiga vida do narrador, vivida na clareza de uma multinacional, e a sua nova identidade, alicerçada na obscuridade de um submundo criado a partir de um sentimento de impotência e revolta recalcada.
"Clube de Combate" é um livro anti-social. É, na verdade, uma obra demasiado polémica para não se poder gostar dela. 
No final, depois de todas aquelas páginas deliciosas, podemos ler um pequeno texto do autor, alusivo aos trinta anos após a primeira publicação, que nos leva a compreender tudo o que até ali achávamos incompreensível.
Esta é mais uma obra brilhante que a Editorial Presença resolveu, e bem, trazer de novo até nós.
Confesso que nenhum dos murros dados no clube de combate é tão brutal quanto aquele que o autor nos dá a nós.


Mais informação acerca do livro aqui!

Nonsense #35

Sylvia day!

Raios!
Estou farto de ver o nome desta autora por todo o lado.
Afinal, quantos livros já publicaram dela?
Céus, que tédio!


Ainda por cima, parece saída directamente da família Adams
Que foi? Estou maldisposto. Anteontem, depois do calor do jogo da selecção, atiraram uma garrafa de vidro a 10 metros de altura e outros tantos de cumprimentos, tendo a moça estilhaçado a um passo de mim. Sim, estou maldisposto. Tenho esse direito. Antes isso do que bater nos gajos que atiraram o objecto.
Raios com a Sylvia Day.
Ao menos tenho os olhos intactos para poder ler o que escrevo.

Promoções #58

Ian McEwan


Os livros deste autor estão com 40% de desconto na Wook.
Vale a pena lê-lo. Ele é bom!

PASSATEMPO!

Querem ganhar este livro?


Para se habilitarem a receber o exemplar que temos para sortear, basta deixar um comentário neste post.

Podem dizer o que vos apetecer.
Podem falar de livrarias, de finais felizes, do Euro, de gatos, de cornucópias. Do que quiserem.
Até porque o sorteio será puro.

(O exemplar em questão tem marcas de leitura, porque eu li-o e depois enviei para a Paula que o "marcou". Todos sabemos como ela é...)

Vá. Podem começar em 3, 2, 1... AGORA.

O Passatempo termina às 23h59 de 9 de Julho, sábado.

Este é um livro:


Sinopse
Em 'A Neve do Almirante', Mutis acompanha as aventuras de Maqroll el Gaviero - ou seja, o que nos navios a vela sobe ao cesto da gávea, a fim de avistar terra - pelo sinuoso rio Xurandó. O personagem, narrador de uma série de sete novelas do autor, no qual o navio é símbolo e metáfora para amores transitórios e impossíveis; para a deterioração e decomposição do homem, na alma e no corpo. Em 'A Neve do Almirante', Mutis faz do mar, ou melhor, de um rio, o cenário de uma história em que mistura a busca pelo desconhecido, o medo da morte e a descrição detalhada de personagens de traços grotescos e senso de ética surpreendente.


Opinião
Aventureiro. Vagante. Iludido.
Durante a leitura de "A Neve do Almirante" muitas vezes me recordei de "Coração das Trevas" de Joseph Conrad. Em ambas as obras é traçada uma viagem, através de um rio, e nela dá-se uma certa transformação interior do protagonista.
Nesta obra, Mutis trabalha o seu imaginário. Através do personagem principal, um homem pobre de espírito, ciente de que o insucesso deverá ser a sua sina, insiste em caminhar de forma errante. O conceito da viagem, do destino desconhecido, da persistência sem conhecimento de causa, dos desamores, do contacto com as mais estranhas situações, nunca largam este romance. Chega a ser quase cómica a forma como os personagem encaram a vida e o mundo, sempre com desapego e um instinto terra-a-terra.
Alvaro Mutis era colombiano. E a sua origem é evidente neste romance, pois, como tantos autores sul americanos, o modo simplista e fatalista como encara as situações é permanente e evidente.

Promoções #57

Mais livros em desconto!


Na Wook!

Desta vez, são centenas de livros em promoção.
Livros de autores bastante elogiados pelo público em geral, como Miguel Esteves Cardoso, Suzanne Collins, J.K. Rollins, Hilary Mantel, Philippa Gregory, Jack Kerouac, Patrick Modiano, John Updike, Philip K. Dick. Stephen King, George R.R. Martin, Sylvia Day, Jojo Moyes ou Ken Follett.
Sinopse
Patrick Bateman é o musculado e bem-parecido herdeiro de uma grande herança e trabalha em Wall Street. É obcecado por roupa de marca, múscia pop, restaurantes caros, aparelhos eletrónicos e noites de excessos em Nova Iorque.
Pouco a pouco vai revelando o seu lado obscuro, expressando-se através de violência, revelando-se tão dormente e apocalíptico como a sociedade cítica. Até que vai longe de mais e um detetive começa a investigar a sua vida.
Uma obra que é a narrativa de um tempo - os anos oitenta, nos Estados Unidos -e um retrato inclemente e humorístico, cruel e pateta, emocionante e repulsivo de humorístico, cruel e pateta, emocionante e repulsivo da natureza à luz da civilização ocidental. A tudo isto acrescem as referências à cultura das celebridades e ao estilo de vida superficial e ganancioso dos tempos modernos. É um espelho daquilo em que estamos a tornar-nos (ou que já somos), um espelho de feira popular, que nos distorce, encolhe e exagera, mas não deixa de refletir o Homem que Dostoiévski anuncia na epígrafe deste livro:
«Ele representa uma geração que ainda está viva, e entre nós, nos dias que passam.»


Opinião
Satírico. Arrojado. Provocador.
Conheço alguns livros de Bret Easton Ellis. Sou seu fã, claro. Fã da sua escrita, mas também da sua forma de ver o mundo e da coragem com que o enfrenta. Trata-se de um autor polémico. Todos o são quando dizem o que não se costuma dizer e, principalmente, quando dizem aquilo que não queremos ver.
Pergunto-me, quando o leio, quanto do autor estará presente nos seus personagens e na sua mensagem. Bem, tenho a certeza que a sua totalidade está lá. Sempre presente, tão franco quanto as suas palavras conseguem ser e tão cortante quanto a sua mensagem nunca deixa de ser. Mas o que eu gostaria de saber é quanto do autor, da sua essência, está descrito nas suas páginas. Quanto daquilo que ele é e quanto daquilo que ele odeia que os outros sejam, que em parte ele talvez também seja mesmo odiando-se por isso, é imposto nos seus personagens. 
Quanto de si estará impregnado nas características do protagonista deste livro em particular? Que parte dos defeitos de toda gente fará parte de Bret? Penso que poucos, embora não esteja certo disso.
Bret Easton Ellis criou em "Psicopata Americano" um personagem secular. Uma raridade. Porque não encontro alguém capaz de retratar de um modo tão eficaz e resumido toda podridão do mundo num só corpo, num só cenário, apenas numa ideia.
Patrick Bateman é aquilo que todos sonham ser. Na verdade, ele é assim como todos os seus amigos também o são. Pelo menos é isso que eles pensam, dentro dos seus fatos, que vestem corpos perfeitos, e frequentam os locais mais elegantes da cidade.
Já sabemos como são as coisas nos Estados Unidos. Patrick e os amigos são filhos de gente rica e conceituada. Gente com posses mas sem valores.
Tudo acontece na presença de roupas luxuosas, restaurantes, ginásios, cartões de créditos, vidas alheias, sexo, cocaína, aparelhagens. Ou seja, vaidades.
A vida de Patrick representa, na verdade, toda uma vida de ostentação.
A complexidade da mensagem está presente ao longo de todo o livro. Inúmeras mensagens são-nos atiradas aos olhos disfarçadas na rotina corriqueira e dispendiosa dos personagens. E nós vamo-nos apercebendo disso ao longo do romance porque Bret faz algo que aprecio: bate no ceguinho. Torna-se quase cómico no modo como ele está constantemente a repetir-se, vez após vez, humilhando sem reservas toda uma sociedade contemporânea assente na escalada do poder e na competição inglória e ridícula de um grupo de amigos, mas que não passam de rivais.
Depois vem o resto. A parte que o autor utiliza como vector da mensagem, que é a mente de Patrick. Uma mente distorcida, que vagueia entre o pensamento e a acção (muito mais pelo pensamento na minha opinião). E, para mim, a classe da obra reside naquilo que Bateman verdadeiramente é: alguém que não consegue ser aquilo que realmente é, que não renuncia à sua essência, mas que não tem a coragem de assumi-la. Na realidade, a alta sociedade acaba por ser isso mesmo, as pessoas devoram-se a si mesmas para serem aquilo que lhes é imposto.
Patrick Bateman é um assassino, um psicopata. Mas, na minha opinião, o que ele chacina na verdade são todos aqueles que levam um estilo de vida semelhante ao dele (ou que ele tenciona levar) e não os que estão descritos neste texto.
"Psicopata Americano" é um livro muito duro, com cenas de violência extrema. Quem se conseguir abster destas descrições poderá achar o livro genial. Eu achei.


Poderão encontrar a obra da página da editora aqui!

Gran Torino

Ontem estava com insónias e revi este filme:


Foi a segunda vez que o vi. Recordei-me de ter gostado imenso do filme e, desta vez, fiquei admirado ... como pude esquecer-me dele? É brutal! Mesmo ao estilo do Clint Eastwood: duro, directo, rude, cruel, confiante, volátil. Mas, ainda assim, tocante e, de certa forma, romântico. Um romantismo à Clint, pois claro. Aquele romântico que o é ao tentar não sê-lo.

Feira do Livro de Braga

Começou na sexta-feira, mas ainda vou a tempo de divulgar.


Passem por lá, no centro da cidade.

Poderão consultar o programa completo aqui!

Novos residentes

Entretanto, à minha estante, chegaram novos residentes...


Sejam bem-vindos!
Ora aqui está um livro que vou ler!!


Sobre o livro:
Tem-se dito muitas vezes que o ser humano nasce sem manual de instruções - que entra no mundo apenas com a respiração, necessária para descobrir as coisas à medida que avança.
Dito isto, e ao contrário da maioria dos manuais de instruções, o novo livro de Prem Rawat “Quando o Deserto Floresce e outras histórias” não faz nenhuma tentativa para reduzir a profundidade da vida a listas arbitrárias de coisas para fazer e não fazer. O livro evoca ao invés de prescrever, promovendo o tipo de mentalidade que torna mais fácil o leitor perceber, a nível celular, o que precisa de entender a fim de viver a vida ao máximo.
Grande parte do impacto do livro pode ser atribuída à sua estrutura artística - a confluência de histórias clássicas recontadas habilmente por Prem Rawat, os seus comentários lúcidos sobre a vida, e as ilustrações deliciosas de Aya Shiroi. As histórias abrem a porta, os comentários guiam o leitor e as ilustrações humanizam a experiência de leitura.
A história como núcleo do livro é uma escolha inteligente. Desde o início dos tempos, contar histórias tem sido a forma mais eficaz de transmitir uma mensagem significativa e memorável. Ao analisar-se qualquer livro de sabedoria, independentemente da sua cultura de origem, encontra-se uma história no seu núcleo.
Se o leitor está à procura de ensinamentos esotéricos que o façam sentir-se melhor com o estado avançado da sua realização espiritual, veio ao lugar errado. “Quando o Deserto Floresce e outras histórias” é o mais simples possível. Simples como a água. Simples como a respiração. Simples como o conselho de uma das mentes mais brilhantes que o mundo já conheceu, Albert Einstein: "Tudo deve ser tão simples quanto possível", explicou ele, "mas não mais simples."
“Quando o Deserto Floresce e outras histórias” realiza inquestionavelmente esta nobre tarefa, destilando a essência do que é mais importante na vida da maneira mais simples possível.

Prem Rawat nasceu numa aldeia no norte da Índia, nos arredores de Haridwar, em 1957. Cedo porém, a sua forma simples e profunda de abordar os temas fundamentais da vida despertou o interesse do Ocidente. Assim, ainda com 13 anos foi convidado a deslocar-se a Londres donde seguiu para os Estados Unidos.
Desde então, os convites para falar, quer nas mais prestigiadas salas e instituições, quer para audiências em lugares remotos, nunca mais pararam, fazendo dele um reconhecido orador nos temas da Paz.
Ao longo de cinco décadas, Prem Rawat tem viajado e falado com pessoas do mundo inteiro. Comunicando de forma simples e universal, ultrapassa as barreiras culturais, sociais, políticas e religiosas, levando-lhes uma mensagem única: é alcançando a paz pessoal que cada um pode contribuir eficazmente para a paz da humanidade.


* Texto enviado pela editora

Novidades TopSeller

Entretanto, chega nesta segunda-feira algumas novidades da TopSeller...


Um Anjo Caído
Durante o dia, Lady Georgiana é conhecida pela aristocracia como a irmã de um duque, rejeitada pela família por ter caído em desgraça com o pior tipo de escândalo possível: ter-se apaixonado por um homem sem título e dele ter tido uma filha. Mas a verdade é muito mais chocante do que isso...

Salva-me
Abandonada à porta de um casal milionário e influente quando era apenas um bebé, Arial Rochester cresceu num mundo cheio de privilégios, sem qualquer ligação à sua família biológica ou ao seu passado...

O Acordo
Uma prestigiada empresa de advocacia nova-iorquina, a Harland & Sinton, há muito que pratica fraudes graves a nível global. Quando David Child, um grande cliente desta firma, é preso e acusado de homicídio, o FBI procura Eddie Flynn para que este aceite a defesa de Child e o convença a testemunhar contra a empresa...

O Fim do Silêncio
Jillian tem uma carreira sólida, o casamento perfeito, um marido que todas invejam e dois filhos lindos. Ela é um exemplo para todos. Só que nem tudo é o que parece, e a realidade dela é assustadora. Violência doméstica, desprezo emocional, alcoolismo. A vida de Jill é um filme de terror constante...


Há por aqui algum livro que vos interesse?!

As Férias

Como a Paula (e mais alguns porque se fosse só por ela eu não tinha partilhado nada) pediu, cá estão as fotos das minhas férias, em Menorca, um local maravilhoso, que aconselho cegamente.

A "minha" praia, no norte da ilha.

O farol no nordeste e a vista do meu quarto.

O interior de um palácio privado na Ciutadella (oeste).

O mercado e um jardim privado também na Cuitadella.

Na torre de Fornells (norte).

 
O porto de Ciutadella e "moi" em Maó (capital, na zona este da ilha).

No que diz respeito a ilhas espanholas, já estive em Maiorca, Gran Canaria (que adorei) e Tenerife. Mas esta foi a ilha que mais me encantou, a mais reservada e natural de todas.
Dear July




Este mês e com o apoio da Editorial Presença, temos um novo livro para sortear entre os participantes da rubrica (de Julho) "Um Segredo Amargo e Doce" de Bárbara Delinsky



Sinopse:
Embora os verões passados na ilha de Quinnipeague permaneçam na memória, os anos trataram de separar Charlotte e Nicole, que em tempos foram as melhores amigas. Sobre elas pairam segredos por desvendar. Nicole casou-se com um cirurgião e criou um blogue de receitas. Charlotte tornou-se uma escritora de viagens bem-sucedida. Convidada a escrever um livro sobre a culinária de Quinnipeague, Nicole propõe parceria à amiga, o que lhes proporciona uma temporada juntas em nome dos velhos tempos. Charlotte não consegue recusar. A oportunidade de reatar a amizade afigura-se-lhe por demais tentadora, apesar de os segredos serem demasiado pesados. De novo juntas, sentem que é possível viverem a mesma amizade, mas a doença do marido de Nicole cedo perturba este frágil equilíbrio.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
A partir de 2015, o envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.


Por aqui estamos a ler...

(Se bem que o meu livro - Kyoto- podia ter uma capa mais gira... essa capa afasta (até) os mais persistentes. O outro dia, tinha o raio do livro na mesa de cabeceira e a minha filha assustou-se dizendo: "Aí mãe que capa de feia!!!)


E vocês o que lêem por aí?

Bom, mas também é tempo de anunciar o vencedor da rubrica de Junho, que vai ganhar o livro "Um homem chamado OVE"

A vencedora é...

Regina Castelo Filipe
(Fica a imagem para não haver enganos)


Parabéns Regina, tem agora de enviar os seus dados para o mail do blogue!



Mais informações aqui



Era uma vez um Lobo Mau... mesmo muito, muito mau!
Mas será que foi sempre assim?
Não contes este segredo a ninguém, mas a verdade é que o Lobo Mau dos contos de fadas nem sempre foi um dos vilões mais terríveis.
Houve tempos em que era apenas um lobo pequenote, cheio de sonhos, ambições e esperanças. O que ele queria mesmo era viajar pelo mundo e escrever a sua própria história. Mas a vida não está fácil para os lobos!
Não acreditas?
De aventura em aventura, entre episódios hilariantes, e outros aterradores, fica a saber toda a verdade sobre as origens do Lobo Mau, reveladas em primeira mão pelo próprio.
GRRRRRRRAAAAAAAUUUUU!





Imagens e texto enviado pela editora

Citação

Intriga-me especialmente a forma como se repetem na minha vida estas quedas, estas decisões erradas desde o início, estes becos sem saída, cujo somatório viria a ser a história da minha existência. Uma fervorosa vocação de felicidade constantemente traída, diariamente desviada e desembocando sempre em míseros fracassos, inteiramente alheios ao que, no mais fundo e verdadeiro do meu ser, sempre soube que deveria acontecer se não fosse esta minha tendência para a inevitável derrota.
"A Neve do Almirante", Alvaro Mutis

Biblioteca

Uma biblioteca municipal numa cidade quase medieval.


Citação

O meu eu é fabricado, uma aberração.  Sou um ser humano sem laços. A minha personalidade é um esboço, algo inacabado, a minha falta de compaixão é profunda e persistente. A minha consciência, a minha piedade, as minhas esperanças desapareceram há muito (provavelmente em Harvard), se é que alguma vez existiram. Não há mais barreiras a saltar.
"Psicopata Americano", Bret Easton Ellis

Monica Bellucci

Xiiii!
Esqueci-me de ir ao lançamento do livro da minha amiga Monica!


Será que me perdoa?

PS: estavas um bocado mal vestida, Monica. Não foi isto a que nos habituaste!
Não sei se estou a exagerar ao afirmar que não me recordo de ver uma capa que me tivesse desagradado tanto como esta:


Que raio de capa é esta, Jessica???
Parece uma montagem feita por um puto de 2 anos!
Jessica, confia em mim, ficas muito melhor naquelas fotos na praia que partilhaste recentemente!

Really really bad book



Esta situação já aconteceu com vocês??
Comigo já, mas depois fico a pensar...

Os maus livros existem??
Será apenas uma questão de gosto??
Digam de vossa justiça!

* imagem retirada daqui

I... phone

A evolução das últimas décadas até aos dias de hoje...


Nós, aqui, lutamos contra isto.
o "people" quer umas fotos das tuas férias aqui!!!
Não é só ir embora, deixar uma foto fantástica e depois tornar a aparecer!!!


Uma novidade TopSeller... O que acham?


Sai uma sinopse, só para ser simpático:
Numa floresta da Dinamarca, um guarda-florestal encontra o corpo de uma mulher. Marcada por uma cicatriz no rosto, a sua identificação deveria ser fácil, mas ninguém comunicou o seu desaparecimento e não existem registos acerca desta mulher.
Passam-se quatro dias e a agente da polícia Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, continua sem qualquer pista. É então que decide publicar uma fotografia da misteriosa mulher. Os resultados não tardam. Agnete Eskildsen telefona para Louise afirmando reconhecer a mulher da fotografia, identificando-a como sendo Lisemette, uma das «raparigas esquecidas» de Eliselund, antiga instituição estatal para doentes mentais onde trabalhara anos antes.
Mas, quando Louise consulta os arquivos de Eliselund, descobre segredos terríveis, e a investigação ganha contornos perturbadores à medida que novos crimes são cometidos na mesma floresta.


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