A resposta #13 de J.G. Ballard


Os seus livros são isso? Avisos?
Acho que sim. Todos eles. É como colocar um sinal na rua a dizer: cuidado!Curvas Perigosas mais à frente! Abrande!


Promoções #56

Hoje e amanhã!


Promoções disponíveis nas lojas físicas e em www.bertrand.pt.

Aproveitem!

Isabel Allende em promoção

Esta é a autora da semana na Wook:


Isabel Allende.
Não gosto particularmente desta escritora, mas são muitos os que a admiram.
Nos próximos dias poderão adquirir alguns dos seus livros a preços bastante convidativos.


Promoções #55

O que têm em comum Daniel Sampaio, Paul Auster, Isabel Allende, Daniel Sampaio e Haruki Murakami?


Quase nada, excepto que os seus livros estão mais baratos nos dias 21 e 22 de Junho.

Aqui, na Wook.
"Recebo muitas cartas de pessoas que me dizem que a minha escrita lhes salvou a vida. Mas nunca escrevi para isso, escrevi para me salvar a mim próprio."

Título   O capitão saiu para almoçar e os marinheiros tomaram o navio
Autor   Charles Bukowski
Chancela   Alfaguara Portugal
Nr. de Páginas   136
Sinopse
Nesta fascinante compilação de textos diarísticos - recolhida dos seus cadernos e publicada postumamente - Bukowski descreve-nos com profunda candura e sentido de humor os acontecimentos e reflexões que vão pontuando aqueles que serão os seus três últimos anos de vida. Tudo isto com o inconfundível estilo de Bukowski - o artista maior do que a própria Humanidade que retrata


Sobre o autor
Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinquenta anos. Publicou o seu primeiro conto em 1944, quando tinha vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia com trinta e cinco anos. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, incluindo os romances Post Office (1971),Factotum (1975), Women (1978), Ham on Rye (1982), Hollywood (1989) e Pulp (1994). É um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e, possivelmente, o poeta americano mais influente e imitado de sempre.

Como é que um gajo pode serenar e ler com calma?!


Não há tempo para ler o que se quer...
Mais uma novidade da Quetzal!

Wow!

Desta vez temos vários motivos para ficarmos em êxtase!


Capa brilhante, das melhores que vi até hoje (check)
Autor brilhante, dos melhores que li até hoje (check)
Editores brilhantes, a revelarem-se simplesmente cada vez melhores (check)

No decorrer da semana passada lançámos um passatempo na nossa página de facebook.
"As Altas Montanhas de Portugal", de Yann Martel e publicado pela Editorial Presença, foi o exemplar em sorteio.


E cá vai o nome da vencedora...

Catarina Gaspar!

Parabéns, Catarina.


Bom dia juventude!
Esta semana vou de férias, mas ainda não fui!


Durante este mês de Junho, que está, em termos climáticos, um bocado confuso, temos para sortear um exemplar de "Um Homem Chamado OVE", da autoria de Frederik Backman


À primeira vista, Ove é o homem mais rabugento do mundo. Sempre foi assim, mas piorou desde a morte da mulher, que ele adorava. Agora que foi despedido, Ove decide suicidar-se.
Mal sabe ele as peripécias em que se vai meter.
Um jovem casal recém-chegado destrói-lhe a caixa de correio, o seu amigo mais antigo está prestes a ser internado a contragosto num lar, e um gato vadio dá-se a conhecer. 
Ove vê-se obrigado a adiar o fim para ajudar a resolver, muito contrariado, uma série de pequenas e grandes crises.
Um Homem Chamado Ove é um livro simultaneamente hilariante e encantador. Fala-nos de amizades inesperadas e do impacto profundo que podemos ter na vida dos outros.


Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
A partir de 2015, o envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por aqui lê-se:



E por aí? O que se lê?

Mutis

Este é um livro que finalmente chegou. Não foi fácil de arranjá-lo, mas quando se tem algo em mente lá acabamos por conseguir o que queremos (quando calha). 


A ler com alguma urgência!

Margaret Atwood venceu o prémio PEN Pinter Prize 2016.


A canadiana sucede assim a James Fenton. Os seus livros têm sido publicados em Portugal pela Bertrand Editora, embora noutros tempos outras editoras o tenham feito.
Este foi o último título publicado por cá:

USA

Penso que não haja ilustração que seja capaz de qualificar de forma mais eficaz o país mais poderoso do mundo.

Livros com a Editorial Presença

Alguns dos livros que os nossos leitores têm recebido.
Desta feita voaram para o Rui e para o Júlio!



Com:


Sugestão #15

Vocês sabem que prefiro correr a andar de bicicleta. Mas existem excepções. Existem sempre excepções. Sou um fã de determinadas áreas geográficas do país. Entre elas está a Barca. Ponte da Barca, pois claro. Até pela minha ligação àquela zona.

A minha sugestão desta vez é percorrer parte ou a totalidade (nunca o fiz - por acaso fiz parte do percurso a correr ^_^) da Ecovia do Lima que tem vários percursos, mas que, fundamentalmente, liga os municípios do Vale do Lima - Viana do castelo, Ponte de Lima, Ponde da Barca e Arcos de Valdevez.

 



Por acaso já repararam que está a decorrer um passatempo na nossa página de facebook?
Termina amanhã e estamos a sortear um exemplar de "As Altas Montanhas de Portugal"... 
Do que estão à espera?


Quem é quem? XXIV

Sabem quem é este jovenzito?

A imagem tem uma pista bastante válida...


Façam lá as vossas apostas!
Compreendo as palavras de Stefano Sechi, presidente de uma associação que visa lutar contra a descriminação da comunidade homossexual.

"Eram todos Charlie, agora ninguém é gay"


De facto, faz sentido e estou com ele.

No entanto, eu, na minha opinião, sou o que sou. Não sou Charlie, nem Bruxelas, nem gay. Posso ser tudo e posso não ser nada. Sou o que sou e não tenho de o demonstrar a quem quer que seja.
"Illuminae" é diferente de todos os livros que alguma vez leste. Através de documentos pirateados, emails, mapas, arquivos militares, transcrições de interrogatórios e mensagens, vais descobrir que o pior dia da vida de Kadie é apenas o início da história mais trepidante e arrebatadora de sempre.


Que acham? Tem pinta, não tem? É de deixar o pessoal em pulgas...

Um livro do grupo:


Terra Fresca
de João Leal
Última edição: maio de 2016
ISBN: 9789897222986

Sinopse

Em vésperas da Segunda Guerra Mundial, Francisco Alonso, responsável pela reconstrução do Castelo dos Mouros, em Sintra, faz uma descoberta involuntária que se irá revelar determinante para os destinos de todos os que o rodeiam. Quando a filha nasce com o braço direito inerte, a família Alonso está longe de saber a realidade que se esconde por detrás da misteriosa enfermidade, e quando a maldição, por fim, se revela, a harmonia familiar sofre um golpe quase fatal e todos terão de dar o melhor de si para se adaptar. Setenta anos mais tarde, o neto de Francisco, Jónatas, músico e artista plástico, suicida-se em circunstâncias de horror, com 30 anos, arrastando consigo Lucinda, a irmã. Um dia depois, David e Sofia recebem uma carta escrita pelos irmãos. Nesta, os seus melhores amigos desafiam-nos a seguir um itinerário para ficar a saber a razão do sucedido. Seguindo as orientações, os dois ficarão a conhecer a terrível e maravilhosa história da família Alonso, ao mesmo tempo que David é obrigado a enfrentar os próprios demónios. Passado em Sintra, Lisboa, Finlândia e Estados Unidos, Terra Fresca é um romance acerca do papel de cada um no destino e decisões dos outros. Por vezes melódico, outras vezes repleto de ação, o texto transporta-nos ao longo de oitenta anos, através de um grupo de personagens impossíveis de esquecer, sempre sob o espectro da dúvida sobre o que é real ou não. Com uma ligação subtil ao seu primeiro livro, Alçapão, respondendo a algumas questões que tinham ficado em aberto, Terra Fresca confirma João Leal como uma das novas vozes mais originais da literatura portuguesa, capaz de unir a crítica especializada ao favor de um público mais vasto.
Morreu o homem que vestia o fato do Alf. Chamava-se Michu Meszaros, era húngaro e media 83 cm.
Nunca pensei antes como era feita a interpretação do Alf, porque o Alf era simplesmente... o Alf!


Bem, para mim o Alf nunca morrerá. É eterno, um dos meus heróis.

Opinião:
Quem vive cá em S. Miguel, sabe que todos os dias as previsões meteorológicas são sempre (ou quase sempre) as mesmas – Céu Nublado com Boas Abertas. Estas “boas abertas” são a esperança de quem cá vive, ter algum sol… no entanto, e por aqui, as estações acontecem todas no mesmo dia. Por isso mesmo, o melhor será dizer “nublado com boas abertas”…

Nesta obra, Costa Santos esteve (quase) impecável, não fosse, por vezes o toque irónico a roçar o depreciativo com que fala dos nossos (meus) costumes.

O nosso personagem principal, vem a S. Miguel, concretizar um sonho do seu avô - escrever sobre esta ilha este povo! No entanto, e ainda no avião, encontra um personagem que lhe havia de trocar as voltas. Pessoalmente, no decorrer da história, achei a relação destes dois utópica. Uma pessoa minimamente inteligente não havia de dar o seu número de telefone a um desconhecido e muito menos envolver-se com quem não conhece. Mas estamos no mundo dos livros e não devemos questionar tudo! Muitas vezes devemos deixar-nos ir e eu deixei-me ir, mesmo não concordando ou achando estapafúrdio algumas das passagens.


De uma forma geral, gostei da escrita do autor e ainda fiquei a conhecer alguns fundamentos de algumas tradições.

Sinopse:
Os Açores com todo o seu mistério e isolamento. A busca de uma identidade pessoal num dos territórios mais perigosos e livres, onde não existe distinção entre realidade e ficção. Um homem volta à sua terra para cumprir uma missão que lhe foi atribuída por um avô que morreu: a de recolher histórias recentes dessa terra, a ilha de São Miguel, nos Açores. Esta é a narrativa de um regresso aos lugares onde cresceu e um duplo diálogo: com o antepassado que lhe deixou uma herança inesperada e com o presente insular impuro, algures entre o sagrado e o profano. Um livro de histórias que se cruzam.

As histórias do avô, internado na estância do Caramulo, durante os anos 40 do século passado, e as das personagens com as quais o protagonista se vai encontrando: um navegador francês em apuros, um traficante de droga ressentido, uma stripper ruiva com anúncio no jornal, um homem que voltou para vingar uma recusa antiga, um fã de Kafka que descobriu que o escritor tinha o sonho de viver nos Açores, um casal chinês que procura a integração num arquipélago estrangeiro, alguém que caminha de madrugada com um terço na mão. 

Céu Nublado com Boas Abertas é também a busca de uma identidade pessoal num dos territórios mais perigosos e livres, onde não existe distinção entre realidade e ficção: a literatura.

Daniel Silva na Wook

 O autor da semana na Wook é o Daniel Silva!


Posso ser quem quiseres: CIA, FBI, DIA… uma porra de uma agência tão secreta que nunca ouviste sequer falar dela. – Daniel Silva, O Criado Secreto
Consegue imaginar uma carreira mais emocionante do que a de espião? A de correspondente de guerra pode não ser exatamente a mesma coisa, mas deve andar lá perto.
Foi precisamente assim que o autor Daniel Silva se estreou a nível profissional: como repórter numa das zonas mais conflituosas e inseguras do mundo, o Médio Oriente, onde cobriu, entre outras, a Guerra Irão – Iraque.
Nascido em 1960 no Michigan, EUA, e de ascendência açoriana, o mais popular autor de romances de espionagem soube desde cedo que queria ser escritor. Depois de ter estudado relações internacionais enveredou pelo jornalismo de guerra, o que – para sorte dos seus milhões de leitores - lhe deu um background real de intrigas internacionais suficiente para inspirar muitos thrillers.
Mais tarde, depois do regresso aos Estados Unidos, colaborou com a CNN, até que em 1995 começou secretamente a trabalhar num manuscrito que viria a tornar-se um bestseller imediato: O Espião Improvável, um thriller eletrizante sobre amor e desilusão, ambientado durante a II Guerra.
Pouco depois passou a dedicar-se à ficção a tempo inteiro, criando personagens memoráveis, como o agente da CIA Michael Osbourne ou o assassino internacional Jean-Paul Delaroche. Foi no entanto com o seu quarto livro, O Artista da Morte, que vimos pela primeira vez em ação Gabriel Allon, o restaurador de arte e agente secreto protagonista de muitos dos seus livros, todos eles bestsellers do New York Times.
Atualmente Daniel Silva vive em Washington com a mulher e os dois filhos e, quando não está a escrever, é possível encontrá-lo a deambular pelas estantes da biblioteca da Universidade.



Poderão encontrar uma série de títulos a metade do PVP.

Para ver quais os livros em promoções cliquem aqui.
Quero, desde já, agradecer a todos os que deixaram uma mensagem no post deste passatempo. Tenha sido para argumentar, apoiar, participar ou opinar, terei em consideração todas as respostas que foram dadas, e levá-las-ei comigo quando for correr a próxima maratona pelas Terras de Sua Majestade. Todas elas se revelaram interessantes, desde o lado prático da Aida até ao lado mais dramático do Carlos, do ponto de vista histórico da Marta até ao ponto de vista cultural da Myquinhas, passando pelas experiências citadas pela Maresvivas e pela Dulce. Obrigado a vocês e à Patrícia Xará, Mary Batalha, Liliana, Marilina Simões, Arsénio Ramalho, Kassie, Susana Ricardo e Turista.

Qualquer um poderia ter sido o vencedor.

Mas houve um comentário que me tocou, porque quem faz maratonas sabe o que isso representa, o que custa, o que simboliza. Não é apenas a maratona em si, mas também os meses de treino, o momento de superação, a dor que nos atravessa num determinado quilómetro quando no anterior estava tudo bem. A maratona é imprevisível. Nunca sabemos quando precisamos de apoio. Num instante tudo pode ruir, mas mesmo assim temos de chegar ao fim. E foi nesse sentido que escolhi o comentário da Catarina. Pela sua associação aos cânticos dos adeptos do Liverpool "You'll never walk alone". Porque de facto, em muitos momentos durante os 42.2 km, ter alguém do nosso lado é única coisa que é necessária para conseguirmos seguir em frente. Digo eu, que corri uma maratona em casa, no Porto, e me senti muito mais apoiado na última que fiz, em Madrid, quando desconhecidos gritam mais do que aqueles que nos conhecem, isto quando estão presentes. Sim, porque todos os maratonistas, que fazem maratonas a correr, sem parar, depressa ou devagar, são heróis.

Obrigado a todos e em particular à Catarina.

O livro oferecido será este:


do grupo:


Catarina, envia-me os teus dados para: vasco.ricardo@writemail.com

Título   Extensão do domínio da luta
Autor   Michel Houellebecq
Chancela   Alfaguara Portugal
Nr. de Páginas   240
Sinopse
O primeiro romance de Houellebecq acompanha a odisseia desencantada de um informático de meia-idade, cujo papel é o de observador dos movimentos humanos e das banalidades que se dizem à volta das máquinas de café. Um romance que faz uma análise - dura e irónica, ao melhor estilo de Houellebecq - do vazio da vida contemporânea.


Sobre o autor
Michel Houellebecq, nascido a 26 de fevereiro de 1958 na ilha de Reunião, é o enfant terrible da literatura francesa actual. Odiado e amado, os seus livros abordam sempre temas na moda e são altamente polémicos, porque ele tem sempre um ponto de vista iconoclasta sobre os problemas.

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