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O Coração é o Último a Morrer é a nova distopia de Margaret Atwood

2017 é o ano da escritora canadiana, com dois livros a serem adaptados a séries de televisão





Margaret Atwood, uma das mais aclamadas autoras mundiais, lança pela Bertrand Editora o seu novo romance, a distopia O Coração é o Último a Morrer. O livro chega hoje às livrarias.

Margaret Atwood é conhecida pelas suas histórias de caráter futurista e especulativo, mas com uma fortíssima componente de atualidade, e nesta obra o enredo assenta sobre o desespero de pessoas comuns afetadas pela crise económica mundial. Nas palavras do jornal britânico The Guardian, que tão bem descreve este livro, O Coração é o Último a Morrer é «uma distopia clássica de Atwood que se transforma numa aventura selvagem e surreal que examina o auto-engano e o controle corporativo».


Sexo, dor, loucura e a arte de um grande chef. Este pode ser um dos resumos de O Diabo na Cozinha, a autobiografia de Marco Pierre White, que chega às livrarias na sexta-feira, dia 13 de janeiro.

O aclamado chef rockstar britânico White transformou a arte de cozinhar numa atividadesexy. Apesar do seu mau feitio na cozinha – e, às vezes, na sala de jantar dos seus restaurantes – foi um herói da classe trabalhadora que encantou celebridades e aristocratas. Foi o mais jovem chef do mundo a receber três estrelas Michelin  e o único a devolvê-las para poder cozinhar em liberdade. Formou chefs que viriam a ser famosos – como Gordon Ramsay, Heston Blumenthal ou Mario Batali – e é presença regular no Masterchef Australia. Os direitos de adaptação do livro ao cinema foram adquiridos por Ridley Scott e a imprensa da especialidade aponta Michael Fassbender como ator principal.

Nesta autobiografia (que inclui um interessante conjunto de receitas da sua vida), Marco Pierre White fala sobre o caminho que o levou de um bairro de Leeds até ao olimpo da cozinha contemporânea, revelando os segredos dos seus fogões, falando sobre os seus negócios, os seus amores, os seus ódios de estimação, a ingratidão e a lealdade, a busca da originalidade sem perder as raízes, as loucuras de um chef que – no fim de tudo – acha que a principal base da arte culinária não são a sofisticação ou o exibicionismo, mas a simplicidade.

«O terror da cozinha serve-nos uma autobiografia confecionada com tanto dramatismo quanto um prato de um restaurante com estrelas Michelin.» (The Times)

«Totalmente impossível parar de ler.» (Glamour)

«Marco será sempre o epítome do chefe malvado, talentoso e brilhante – o arquétipo em carne e osso.» (Independent)

«Podemos sentir a sua influência não apenas no legado gastronómico mas também na postura rebelde de celebridade volátil dos chefes que povoam as nossas televisões.» (Guardian)

Sinopse:
O aclamado primeiro chef rockstar britânico, Marco Pierre White, foi o homem que transformou a arte de cozinhar numa coisa sexy. O seu temperamento na cozinha é lendário. Funcionários irritantes eram atirados para o caixote do lixo, e clientes, para a rua. Mas o mais rude dos chefs londrinos foi também um herói da classe trabalhadora que encantou estrelas e aristocratas. E o primeiro e mais jovem do mundo a ser galardoado com três estrelas Michelin. E a devolvê-las – para poder continuar a cozinhar em liberdade e em grande estilo, como uma espécie de investigação sobre a beleza, o prazer e o sentido da vida.

«Enquanto trabalhava como um escravo, aguardava o momento em que aquelas portas se abriam e me proporcionavam o vislumbre de glamorosos clientes, à suave luz da sala de jantar, rindo e erguendo os copos, desfrutando do vinho.»

«As pessoas vinham ao Harveys não só para a comida, mas também para o Grande Espectáculo Marco Pierre White. E era um espectáculo animadíssimo, uma espécie de circo, cheio de tensão, drama e imprevisibilidade. Um circo dentro dum pequeno restaurante. E as pessoas ali estavam, a comer pratos sofisticadíssimos enquanto um pobre cozinheiro é assassinado na cozinha. Paraíso à dianteira, inferno na retaguarda.»

Sobre o autor:
Nascido em Leeds em 1961, Marco Pierre White foi o primeiro chef britânico (e o mais jovem em todo o mundo) a ganhar três estrelas Michelin.

O seu império gastronómico, que inclui os restaurantes Luciano e Marco, conheceu uma rápida expansão, marcando presença também em Las Vegas, Xangai, Jamaica e Dubai. Embora tenha abandonado a cozinha em 1999, White regressou recentemente para servir de anfitrião no reality show Hell’s Kitchen. Vive em Londres. Do seu casamento com Mati teve três filhos, e da primeira mulher, uma filha.

O Padrinho

Como alguns poderão saber, O Padrinho, de Mario Puzo, foi o livro que me prendeu à literatura, aquele que me despertou um interesse profundo pelos livros. O livro certo no momento certo.


Mario Puzo não era apenas um autor que escrevia sobre o crime e sobre a máfia, um tema altamente secreto e que despertava imensa curiosidade entre o público em geral. Puzo era um homem extremamente inteligente. Era também um visionário e um temerário.


Lembrei-me dele porque nesta semana que passou revi o filme, o primeiro da trilogia, espectacularmente interpretado por Marlon Brando e Al Pacino (o meu actor favorito entre todos os favoritos).


O filme, de Scorsese, é extraordinário. Mas o livro... o livro é muito mais! Digo isto mesmo sabendo que o filme tem quase três horas e que teve como guionista o próprio Puzo!
E, não sei, mas desconfio que O Padrinho talvez não seja a sua melhor obra. 
Penso que esta seja a sua obra-prima:


E para quem não gosta deste assunto... o autor escreveu aquele que é, para mim, o melhor romance histórico que li (se bem que os livros de Robert Harris estejam a morder os calcanhares deste):

Com a crise de que tanto se fala (e que tanto se sente) muitos são os livros que são editados e que nos prometem soluções quase mágicas para amenizar este estado a que chegamos. Muitos certamente são mais um gasto e quando vi esta novidade foi isso mesmo que pensei. No entanto, depois de ler a sinopse, o livro em questão até despertou-me curiosidade, mau grado a ultima frase que tendo o objectivo único da venda do livro soa a trapaça.


Um Ano a Encher o Mealheiro
Livro prático
Número de páginas: 204
ISBN: 978-989-8461-55-1

É um manual fantástico, nada dado a teorias, mas sim totalmente voltado para as questões práticas do dia-a-dia. Depois de lermos este livro percebemos que ainda podemos fazer mais e melhor.»
Fátima Lopes in prefácio



Simopse:
Se o orçamento mensal anda cada vez mais apertado e parece que não se consegue poupar mais, este é o livro ideal para si.
Um Ano a Encher o Mealheiro reúne um conjunto de dicas muito úteis que nos vão ajudar a todos a ter uma vida menos difícil, aproveitando o lado positivo da poupança.
Organizado pelas quatro estações do ano, tem soluções de poupança e combate ao desperdício em áreas como saúde, refeições, telecomunicações, vestuário, férias, só para mencionar algumas.
Inclui tabelas para fazer os orçamentos mensais, as listas de compras, de férias, a ementa semanal, entre outras.
Experimentem e comprovem que é possível reduzir os gastos, viver com menos e poupar sem comprometer a qualidade de vida.


Fátima Caetano é licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa e exerce a profissão de jornalista desde 1998, integrando a redacção do programa “Fátima Lopes”, produzido pela Comunicasom para a SIC. Desde então, trabalhou de forma continuada em diversos programas diários de televisão, emitidos em vários canais. Actualmente, trabalha como jornalista/repórter no "A Tarde é sua", programa produzido pela Coral Europa para a TVI.

Rita Rebelo é licenciada em Ciências da Comunicação - vertente de jornalismo - pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Desde 2001, trabalhou de forma continuada em programas de televisão para variados canais, desempenhando funções de jornalista, repórter, guionista e editora de conteúdos. Actualmente é freelancer e concilia projectos televisivos com colaborações em obras literárias.

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