Mostrar mensagens com a etiqueta Opinião. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Opinião. Mostrar todas as mensagens

A Mussa, Jessie Burton (Opinião)



Opinião:
Cativante será a palavra a atribuir a esta obra de Jessie Burton.
Logo no seu início e, como convém, a autora prende a nossa atenção com uma cena que interpretei como um presságio para o desenvolvimento da história, mais tarde havia de constatar que não estava totalmente errada.
A história é dada ao leitor alternando entre passado e presente, fazendo com que este vá conhecendo Olive e Odelle - duas mulheres, duas histórias onde o mistério e o suspense abundam de forma singular.
Olive, luta por uma posição numa sociedade que desvaloriza a mulher. A luta de Odelle é uma luta antiga, é uma luta de décadas e que teima em persistir. No entanto, as suas vidas, embora em tempos diferentes irão cruzar-se.
A escrita de Jessie Burton é cativante e envolvente, retratando sempre algo da actualidade.
Gostei!

Sinopse:
Londres, anos sessenta do século vinte: uma imigrante proveniente das Caraíbas trabalha numa galeria de arte onde surge um quadro perdido durante a Guerra Civil espanhola e envolto em segredos inexplicáveis. Quem terá pintado este quadro admirável que surgiu de parte nenhuma? A verdade acerca desta pintura remonta a 1936 e a uma grande casa rural em Espanha, onde Olive Schloss, filha de um abastado negociante de arte, acalenta ambições que os pais desconhecem. Por este frágil paraíso, na Andaluzia, passam o artista revolucionário Isaac Robles e a sua meia-irmã, Teresa. Ambos se insinuam no seio da família Schloss, com consequências inimagináveis e desastrosas... 





O livro aqui na editora




SINOPSE
Páginas cheias de humor para divertir os mais novos! São muitos os disparates, mas será que não fazem sentido no reino animal? Com gargalhadas garantidas, este livro vai certamente tornar-se o preferido dos mais pequenos.
 
OPINIÃO
Um livro super divertido, com ilustrações do reino animal de “João Vaz de Carvalho”. Estes disparates no reino animal podem não fazer sentido, mas com os nossos meninos faz todo o sentido, e de certeza que se identificam com alguns dos disparates aqui identificados.
E já agora quem já “saltou na cama dos pais” ponha o dedo no ar!! Tenho a certeza que foram milhares de dedinhos grandes e pequeninos no ar.

Divirtam-se com este livro, vão “soltar” muitas gargalhadas.


IDADE RECOMENDADA: + 4 anos


SINOPSE
Simon Spier tem 16 anos e os únicos momentos em que se sente ele próprio são vividos atrás do computador.
Quando Simon se esquece de desligar a sessão no computador da escola e os seus emails pessoais ficam expostos a um dos colegas, este ameaça revelar os seus segredos diante de toda a escola.
Simon vê-se, assim, obrigado a enfrentar as suas emoções e a assumir quem verdadeiramente é perante o mundo inteiro.


CRÍTICAS DE IMPRENSA
Um romance perspicaz que nos revela o universo perturbante e caótico de um jovem que guarda secretos perigosos.
Richard Zimler

A história de Simon podia ser a de muitos de nós: a descoberta da “sua” homossexualidade, que na verdade é, isso sim, a descoberta da homofobia, do preconceito, do insulto, do isolamento e da invisibilidade.
Nuno Pinto - Presidente da direção da ILGA Portugal

Uma lufada de ar fresco dentro do género YA.
Blogue “Algodão doce para o cérebro”

Cativante, divertido e positivo – são estes os principais pontos fortes deste “O Coração de Simon Contra o Mundo”. Uma história de jovens amores e amizades, sem limites nem convenções, em que nem tudo é fácil e muito menos perfeito, mas em que toda a beleza da descoberta está lá. Gostei.
Blogue: As Leituras do Corvo


OPINIÃO
Simon é um adolescente de 16 anos que frequenta o 11ºano. Um dia no computador da escola, deixa a sua caixa de e-mail aberta, e as suas mensagens são vistas por Martin. Martin aproveitando-se do segredo que descobre (a homossexualidade de Simon), acaba por o chantagear, ameaçando-o contar a toda a escola, “coisa” que acaba por fazer mais tarde.
No desenrolar da história, de uma forma simples, engraçada e divertida, Simon vai nos revelando o seu dia-a-dia, na descoberta de quem é, e a sua troca de mensagens com um desconhecido (por quem acaba por se apaixonar). 
Brinca com as atitudes dos seus amigos heterossexuais, e apesar do seu segredo, vive de uma forma leve, descontraída, sem complexos, sem vergonha de quem é, mas com as dúvidas que muitos adolescentes têm. 
Quando é descoberta a sua homossexualidade, lida bem com a situação. Mesmo sendo vítima de alguns atos de bulling por parte de alguns colegas, tem sempre o apoio dos seus amigos e família.
Uma história com um final feliz, em que ele vive o seu primeiro grande amor.

Quando li a sinopse deste livro, fui logo conquistada. Geralmente quando estou muito na expectativa, fico desiludida. Desta vez porém aconteceu o contrário, “agarrou-me” desde o início.
Simon é um adolescente como tantos outros, que está a descobrir quem é, e a formar a sua personalidade sem tabus.
Jovens e adultos têm muito que aprender com Simon e seus pais. Aprender a viver de uma forma descomplexada, a aceitar a pessoa que se é, sem tempestades num “copo de água”. E saber que existe sempre alguém que nos compreende e nos estende a mão quando mais precisamos, nesta idade do “armário”.

Recomendo, sem dúvida.
Sinopse
À conversa, sem os maridos, e desatentas da hora do recolher obrigatório, Chabela e Marisa terão de pernoitar juntas. O que aconteceu na cama nessa noite passará a ser um grande e saboroso segredo. Chabela é mulher de um advogado de renome; Marisa, de uma das figuras cimeiras da exploração mineira. O mundo perfeito em que vivem - não fora a constante ameaça dos guerrilheiros e sequestros - será fortemente abalado por um escândalo. Após tentativa de chantagem por parte de Rolando Garro, diretor do pasquim Destapes, a participação do engenheiro Enrique Cárdenas numa orgia será tornada pública em todos os seus pormenores mais sórdidos. Segue-se um assassínio brutal. Mas a relação de tudo isto com o poder político, nomeadamente com o homem que na verdade governa de forma corrupta e autoritária o país, o Doutor, braço direito do presidente, será trazida à luz: curiosamente pela coragem e fibra da redatora principal do referido tabloide que usa o nom de plume «La Retaquita».


Opinião
Inquietante. Multidimensional. Incendiário.
Contrariamente ao que é habitual, tenho estado atento às opiniões acerca deste livro. Não sei bem a razão, mas já desconfiava que Cinco Esquinas não se revelasse unânime na sua apreciação por parte dos leitores, principalmente aqueles que se exibem como sendo mais conservadores, para não chamar elitistas.
E, claro, como sucede muitas vezes, eu contrario a tendência. Não gosto de ser do contra, mas acontece com uma certa frequência não partilhar da mesma opinião da maioria.
Posto isto, achei Cinco Esquinas particularmente brilhante. 
Llosa, ele próprio, não renegando à maioria das suas características, vem entre nós e escreve um livro para todos.
O que podemos esperar nestas páginas? Eu respondo: uma parte fundamental da história do Peru, contra a qual ele lutou, ou pelo menos tentou evitar; intrigas políticas e sociais; jogos duplos; a descrição de uma sociedade por vezes não muito distante da nossa; aventuras amorosas particularmente bem escritas; violência e traição; e, a minha parte favorita, muito pragmatismo no que respeita às atitudes de cada personagem. as quais não conseguimos distinguir quão sinceras realmente são. Este pragmatismo, esta falta de espontaneidade nas acções de cada homem e mulher que participam nesta trama, não é inocente. Com ele, Llosa é capaz de definir intimamente o interior do ser humano, seja individualmente, seja na sua interacção com os demais..
Toda narrativa revela-se verdadeiramente evolutiva. Começamos num impasse, ou vários, e partimos para acções bem definidas. 
Mario Vargas Llosa é genial. Ele acaba por ser ímpar na sua capacidade de avaliar a sociedade e a política, tal como Saramago, por exemplo, o era. É por isso que este homem foi tão galardoado no mundo literário. E é com um imenso prazer que registo cada pequena parte da sua igualmente pequena loucura em cada página que leio da sua obra.
Um livro, portanto, a não perder. Para ler e devorar.

Sinopse
Todas as manhãs, durante anos, Kilian Jornet lia estas palavras antes de sair para treinar. Vivia num velho apartamento, dispensava luxos, o que queria era superar-se, ir mais longe, ganhar. Ganhar tudo.
Ainda não tinha vinte anos quando se tornou campeão mundial de corrida de montanha. De repente, no universo da alta competição, nascia um fora de série, um novo herói, uma pessoa extraordinária. O atleta catalão ainda não fez 25 anos e já não tem rivais em skyrunning, uma das provas de endurancemais duras do planeta.
Subiu e desceu o Kilimanjaro mais rapidamente do que qualquer outro ser humano. Pulverizou todos os recordes em cada desafio que se propôs: desde o Ultra-Trail de Mont-Blanc (163 quilómetros de corrida de altitude), à Transpirenaica, passando pela Volta do lago Tahoe...
Correr ou Morrer é o seu diário, o seu manifesto. É o testemunho de um miúdo dos Pirinéus que cresceu na montanha, que aprendeu a amá-la e a respeitá-la. É a história de campeão leal, apaixonado pela natureza, pela competição consigo mesmo, pelas vitórias. Correr ou Morrer é o grito de um atleta a cruzar a meta, uma filosofia de vida, uma lição para todos.

Opinião
Correr ou Morrer é um livro destinado a quem gosta de correr. O autor é atleta de ultra trails e, ao que parece, envolve-se em tudo o que seja praticado em terreno montanhoso. Penso que quem não esteja envolvido na actividade da corrida, seja em estrada, seja em trail (eu só faço estrada, por exemplo), não poderá absorver muito deste manual. Poderá até não compreendê-lo de todo.
Há dias, Kilian Jornet terminou uma prova que durou cerca de um dia completo. Uma das mais duras do planeta. Todos os que assistiam à corrida ficaram boquiabertos quando o viram chegar em primeiro lugar em simultâneo com um atleta norte americano (Jornet é catalão). Ambos cortaram a meta ao mesmo tempo, dando as mãos. Quando questionado sobre o gesto, Jornet disse qualquer coisa como "depois de passar cerca de 23 horas juntos não fazia sentido ganhar por um ou cinco minutos". A verdade é que Jornet havia ganho as duas edições anteriores da mesma prova, em 2014 e 2015.
Jornet parece ser isto isto: extremamente competitivo, mas também generoso. Aliás, quem corre estas distâncias só pode possuir uma generosidade imensa, assim como uma capacidade de luta brutal.
Em Correr ou Morrer podemos conhecer o autor e atleta. Podemos compreender as suas dificuldades, a sua mágoa, o seu caminho, a sua determinação, a sua motivação.
Gostei em particular da descrição das provas em participou, o seu relato, aquilo que ia na sua cabeça nos momentos decisivos das corridas.

"Casas de Bonecas" (Opinião)

Sinopse
Casas de Bonecas tem páginas para decorar com pormenores e para criar um mundo com magníficas casas. Traz mais de 500 autocolantes e moldes para desenhar, completando os cenários com pessoas, animais e mobiliário. Podem acrescentar-se mais detalhes com canetas e lápis de cor! O livro inclui ainda imagens de cenários já completos, que servem de exemplo e dão ideias para começar.

Opinião
Dentro dos excelentes livros que a Editorial Presença nos tem apresentado neste género, "Casas de Bonecas" é capaz de superar as expectativas das mais pequenotas. Consegue trazer ao de cimo, o melhor que as crianças têm ao fazê-las sorrir. Mas também promove toda a sua criatividade e capacidade de desenvolver as suas potencialidades quando pegam neste pequeno livro. Elas podem colar - encenar como bem entenderem -, pintar e conceber um mundo que, noutras alturas, apenas existem dentro das suas cabeça, ou no interior daquele rectângulo que costuma estar ligada à tomada mais próxima.
Aconselho sem excepção todos os livros e manuais infantis da Editorial Presença. "Casas de Bonecas" tem, como os restantes, este selo, de enorme qualidade e sensibilidade.

Poderão ver mais aqui.
Sinopse
"O Surto" conta-nos a história de vários sobreviventes de uma epidemia que pouco se conhece. Passado principalmente em Lisboa, mostra o vazio, o caos e a incerteza de Luís, que deambula pela cidade, sem saber o que procurar. Sem esperança, acaba por encontrar Mariana, uma menina de sete anos. E esse encontro é apenas o início que os levará a percorrer caminhos que não julgavam ser possíveis, umas semanas antes.

Opinião
Inquietante. Forte. Irracional.
O Surto é um livro apocalíptico que explora a ocorrência de um desastre sanitário e humanitário à escala mundial, envolvendo inúmeros "ses" e inúmeras variantes. Posso afirmar que a obra me prendeu de uma forma invulgar, ou seja, em menos de 24 horas acabei por devorar as quase 200 páginas como um vírus mortal criado pelo António Limpo devorou a maioria da civilização do planeta. 
Não se pode dizer que a narrativa seja algo de muito inovador. É antes, a meu ver, uma mistura muito bem conseguida dos clássicos A Peste Escarlate de Jack London e A Estrada de Cormac McCarthy e da visão de Danny Boyle em 28 Dias Depois e de uma das séries televisivas do momento, que por acaso não acompanho - embora tenha assistido às duas primeiras temporadas -, The Walking Dead. Assim, o autor acrescenta um cenário estimulante que nos faz entrar nos seus pressupostos: tudo acaba por acontecer em Portugal. 
O enredo não dá muito do interior dos personagens, mas é um facto que essa situação não é necessária, uma vez que tudo ocorre de um modo tão rápido que nem existe tempo para respirar. Nesse sentido, o desenvolvimento da história está muito bem conseguido.
Creio que O Surto se trata de um bom livro, que me agradou bastante, que eu aconselharia a qualquer leitor, quer goste ou não do género. Penso que esta espécie de ensaio sobre o que aconteceria no caso de uma epidemia surgir de repente, sem aviso prévio, mostra bem o que poderia ser de cada um de nós e daqueles de quem gostamos.
(Esta opinião contém uma linguagem quase pornográfica)


Opinião masculina
Este livro fala de uma gaija virge. Mas não era apenas virge de coiso-e-tal; era também virge de ideias. Vai daí o que sucede? Aparece um gaijo rico e podre de bom. Mostra-lhe os abdominais e o helicóptero. Como consequência, ela apaixona-se. Sim, estas gaijas de hoje em dia já não se importam com o romantismo como no meu tempo. Já não há nada de bailes e namoricos e danças de rabo para trás para que os pais dela não reparassem no roço que acabava por acontecer atrás do celeiro, como nos tempos em que engatei a minha Gertrudes. Portantes, ele disse-lhe "quero comer-te". Ela respondeu "amo-te". E foi assim que a virge deixou de ser virge e passou a ser vadia. Virge de coiso-e-tal porque de ideias ainda demorou um pouco mais, mas não muito.
Só depois, enquanto se enterravam no lodo, é que ela percebeu onde se tinha metido. Mas não se importou porque o gaijo era n de rico, como adiantei há pouco, e, a bem dizer, ela até gostava das cenas dele.
E então ele contratou-a. Contratou-a mas não da forma que possais pensar. Contratou-a - note-se, acto de assinar um contrato - para poderem chafurdar na lama. Não na lama literalmente, tipo porcos. Antes na lama, tipo badalhocos. Badalhocos, loucos por tchóc -tchóc. O problema é que esse tchóc-tchóc não era um tchóc-tchóc qualquer. Ah, não era não. Era uma cena muito mais à frente. Cena tipo filmes porno, estais a ver? Tipo doentio; com algemas e vergastas e couro e látex e animais. Bem, os animais não entravam; confundi com um filme que vi no outro dia no CMTV, esse canal de qualidade inquestionável. Aparecia um burro, e esse burro... Bem, não interessa.
A verdade é que a gaija até gostava de apanhar no lombo. Ela e aquela a quem chamava de deusa interior. Nunca soube quem era essa, mas devia ser uma vaca do caraças. Uma vadia ainda mais vadia do que a protagonista. Até que um dia o gaijo abusa na porrada e ela amua. 
Depois o livro acaba sem se saber muito bem porquê. 
Trata-se de um enredo muito bonito e muito profundo. Dá bastante em que pensar. Nota-se que... Bem, não se nota grande coisa, mas, como crítico literário, se eu disser que o livro é oco as pessoas achar-me-ão, também a mim, oco. 
No entanto, desconfio que o gaijo passou a gostar dela. Só que se adivinhava um passado complicado e acho que era por isso que ele se queria vingar nela. É a lei da vida, não é verdade? "Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma", como dizia Darwin, aquele que levou com a maçã na cabeça.
Ah! Esperem lá. Depois fui ver o filme adaptado para o cinema. Não se comiam tantas pipocas quanto é habitual, mas nem por isso se ruminava menos. Percebi que, afinal, o gaijo não era assim tão bom como se pintava - estas merdas acontecem, os escritores exageram sempre - e o raio da deusa interior era uma gaija bastante tímida, pois nunca chegou a aparecer nas filmagens. Mas fiquei encantado com Seattle e com os arranha-céus e com o rabo dela. De facto era um rabo jeitoso. Com uma baliza daquelas também eu gostaria de marcar golos e enfiar as bolas lá dentro. 
Sinopse
Transforma-te numa designer de moda, criando os teus próprios conjuntos de roupa com os autocolantes do livro! Tens dicas e truques para te ajudarem a fazer as combinações perfeitas das cores e padrões. Vais deslumbrar com a tua coleção primavera! 
Veste as Tuas Amigas - Designer de Moda traz mais de 350 autocolantes, incluindo 150 para colorir e personalizar. Recomendado a partir dos 6 anos.



Opinião:
Chegamos assim ao oitavo número da colecção Veste as Tuas Amigas. Este livro segue a mesma linha dos anteriores, como já foi explicado neste blog. Continuamos com pequenas histórias e muitas colagens. Casacos para aqui, saias para acolá, camisolas, acessórios, malas, sapatos e por aí fora. Ou seja, tudo aquilo a que uma miúda tem direito. 
A ideia continua a ser genial, o entretenimento incomparável e a imaginação ilimitada. Contudo, este último livro acrescenta uma novidade que faz com as crianças se libertem ainda mais: alguns dos autocolantes estão em branco, podendo as crianças, assim, pintar da forma que entendem e serem autênticas designers de moda. Tudo isto em função do gosto pessoal e do local onde as personagens se encontram: no salão de chá, na China, à chuva e por aí fora.
Eu adoro estes livros, cada um melhor do que o anterior, ou melhor a minha Bianca adora estes livros. Tanto que não conseguiu esperar por chegar a casa para o folhear e tivemos de ir fazer umas colagens no café mesmo em frente à estação dos correios, onde tínhamos acabado de recolher o exemplar. Foi uma horita no café, curiosamente baptizado de Mary Poppins, o espaço ideal para acolher esta tarefa, ele que parece uma casa de bonecas em ponto grande.
Aqui ficam as provas:

 



Blogger Templates by Blog Forum