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Sinopse
As mulheres que influenciaram os papas
O interior do Palácio Apostólico
O Papa implacável que transformou Roma
As forças de segurança do Vaticano
Os papas assassinados
A história do Conclave
E outros temas que apaixonaram os leitores do autor que mostrou o que está para lá dos altos muros do Vaticano.

Opinião
Preciso. Factual. Conciso. 
Luís Miguel Rocha tinha vários talentos. Posso afirmá-lo pelo pouco - teria sido sempre pouco, infelizmente - que privei com ele. Um deles era a forma como desenraizava uma questão. Ele era assim. Procurava algo, vasculhava, estudava, descobria, explicava. O Luís era um homem que buscava respostas e encontrou a maior parte delas.
Tendo sido seguidor dele nas redes sociais, já sabia de algumas das curiosidades que estão agora expostas neste livro da Porto Editora. Outras destas curiosidades tive o prazer de escutá-las ao vivo. Mas lendo agora este livro descobri muitas mais. Em "Curiosidades do Vaticano" podemos aprender aquilo que jamais imaginaríamos sobre o mais pequeno Estado do mundo. E, acreditem, há cenas que valem mesmo a pena de serem lidas... Vou deixar-vos encontrá-las...

O meu convidado de hoje é Luís Miguel Rocha, nasceu na cidade do Porto, em 1976. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista. Atualmente dedica-se em exclusivo à escrita.
A Mentira Sagrada é o seu quinto livro, depois de Um País Encantado (2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007) e A Virgem (2009).
As suas obras estão publicadas em mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do New York Times. O Último Papa, best-seller internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.*





É muito difícil para mim escolher um livro único. Primeiro porque tenho muitos livros favoritos. Segundo porque nunca li um livro que não gostasse. Mas regras, são regras e escolho como UM dos meus livros favoritos o "Arthur & George", de Julian Barnes. Dois mundos separados por quilómetros, duas vidas completamente diferentes e uma sociedade que passa indiferente, cruel, implacável, por cima de tudo e todos, sem parar para olhar para o lado. Para além de Arthur ser, nada mais nada menos, o criador do Sherlock Holmes, e George um desconhecido cumpridor da lei que apenas quer que o deixem viver em paz, a vida não deixa e os destinos acabam por cruzar-se. É uma pastiche de géneros, policial, thriller, romance psicológico e até sociológico que caracteriza de forma magistral a sociedade inglesa de início do século XX. Um dos melhores livros de Julian Barnes.

Luís Miguel Rocha

* informação retirada daqui

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